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Beber vinho deixa sua vida mais feliz

 foto: flickr.com/jiuck

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Carol Castro, no Ciência Maluca

Lembra quando a gente contou por aqui que estudantes beberrões são mais felizes? Pois bem, outra pesquisa, dessa vez com um pessoal mais velho, entre 55 e 80 anos, mostrou um resultado parecido: beber vinho todo dia deixa você mais longe da depressão. Ou seja, deixa você mais feliz.

O estudo incluiu 5,5 mil homens e mulheres. Durante sete anos, pesquisadores espanhóis acompanharam a vida dos participantes para saber se haviam sido diagnosticados com depressão e qual era o consumo diário de bebidas alcoólicas. Entre todos os voluntários, apenas 443 entraram numa tristeza profunda. E o que os cientistas perceberam é que quem bebia de 2 a 7 copos de vinho, por semana, era o grupo com menos deprimidos. Em geral, correm 32% riscos de entrar em depressão, em comparação com quem não bebe nada.

Eles não sabem dizer ao certo qual é o papel do vinho na felicidade. Mas suspeitam que alguns componentes da uva protegem o cérebro  contra processos inflamatórios envolvidos na depressão.

Beber muito faz mal, é verdade. Mas se permitir essas pequenas alegrias, com alguma moderação, só traz benefícios.

(Via Live Science)

dica do Douglas Gomes

Estuprador pode ter contraído vírus HIV da vítima no Reino Unido

Resultado dos exames deve sair nesta sexta-feira. Apesar de já conhecer a mulher, ele não sabia que ela tinha Aids.

publicado no G1

O britânico Richard Thomas, condenado a cinco anos e quatro meses de prisão na última segunda-feira (2) por estupro, pode ter sido contaminado pela vítima soropositiva, diz o jornal Daily News. O resultado dos exames deve sair na sexta-feira.

Segundo policiais, ao ser informado sobre essa possibilidade, durante o interrogatório, Thomas entrou em choque e pediu para ser levado para fazer os testes.

O homem confessou ter invadido a casa da vítima na noite do dia 20 de julho e cometido o estupro. Apesar de não se lembrar do fato por estar sob efeito de álcool, cocaína e ecstasy, ele diz que “a mulher não iria mentir, ela diz a verdade. Se ela diz que eu fiz isso, eu fiz isso”, de acordo com a advogada Virginia Hayton.

Estuprador e vítima já se conheciam, entretanto, Thomas afirma não saber que ela é portadora do vírus HIV. “Mas isso tudo é culpa dele. Se ele não tivesse cometido o abuso, não teria se colocado nessa posição”, completa a advogada.

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“Cadeia não tem como me segurar”, diz pastor acusado de estupros no Rio de Janeiro

Publicado no UOL

“A cadeia não tem como me segurar”, disse o pastor Marcos Pereira, direto do presídio do complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, durante uma entrevista exclusiva ao repórter Roberto Cabrini, exibida na noite desta segunda-feira (2), no jornal “SBT Brasil”. A defesa do religioso, acusado de estuprar mulheres de sua própria igreja, alega conspiração.

“Não me sinto preso. Me sinto um homem que está fazendo a vontade de Deus. Se fui conduzindo para um presídio, vou continuar fazendo o mesmo trabalho que faço”, disse o pastor, que acrescentou: “Na hora que a trombeta tocar, o céu se abrir no Oriente e no Ocidente e um homem de branco descer, eu vou desaparecer.”

Além das acusações de estupro, Pereira é investigado por envolvimento com o tráfico, lavagem de dinheiro e participação em homicídio. As investigações sobre o pastor começaram há pouco mais de um ano, a partir de acusações que o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior, fez sobre o suposto envolvimento de Pereira com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Na entrevista, o pastou voltou a negar todas as acusações e chegou a dizer que nunca teve qualquer relação –mesmo que consensual– com qualquer fiel. A defesa completou a afirmação de Pereira e disse que as vítimas teriam sido coagidas a prestar depoimento contra o religioso.

E quanto ao comando dos ataques contra a sede da ONG AfroReggae, no Complexo do Alemão (RJ) –que foi atribuído a ele pelo titular da Dcod (Delegacia de Combate às Drogas), Márcio Mendonça Dubugras–, Pereira também negou. “José Junior me acusa desde 2012, sem prova e sem conteúdo.”

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Pastor que anunciou traição de moça em culto é condenado em Votuporanga

Namorado xingou ex de vagabunda dentro da igreja

Namorado xingou ex de vagabunda dentro da igreja

Publicado no Votuporanga Tudo

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação de um pastor por falso testemunho, em ação originária de Votuporanga.

As penas que não mereceram reparo (pena base) foi fixada no mínimo, em 1 ano de reclusão e 10 dias-multa, sendo majorada de 1/6 pela causa de aumento do § 1º, do artigo 342, do Código Penal, totalizando 1 ano e 2 meses de reclusão e 11 dias-multa (mínimo legal).

A substituição, à vista da primariedade, atende à finalidade da lei penal e é socialmente recomendável.

O regime aberto, para o caso de descumprimento, igualmente está adequado.O acórdão foi assinado pelo desembargador Pinheiro Franco. A condenação estende a um salário mínimo para substituir a pena corporal.  A pendenga começou quando o pastor não teria confirmado difamações e injurias contra uma fiel, propagada dentro de um culto pelo então namorado. As testemunhas confirmaram as ofensas proferidas pelo ex. A peça acusatória relata que então namorado foi foi processado e condenado como incurso no artigo 139, “caput”, e 140, “caput”, ambos do Código Penal, que tramitou pela Vara do Juizado Especial Criminal de Votuporanga. Na condição de testemunha fez afirmações falsas, principalmente ao dizer que não presenciou o namorado proferir dizeres com ofensas morais contra a mulher, durante culto religioso em que também estavam presentes outras pessoas. O ex foi condenado pela prática dos crimes contra a honra. O pastor da igreja e, que dia dos fatos, estava no local. Presenciou quando o querelado deu seu testemunho dizendo que houvera um adultério. Disse que não xingou a ex-namorada. Relatou que havia cerca de quinze pessoas no local e que todas puderam presenciar os fatos. Esclareceu que pelas regras da igreja ela ficaria sem participar das atividades da instituição ele ficaria afastado por um ano. Entre as acusações contra ela, seriam adultério.

Já no início do culto, o então namorado furioso atestou que “ não estava lá para contar uma bênção, mas uma desgraça, a ex- não mais se casaria com ele. Começou, então, a chamá-la de “vagabunda”, de “safada”, de “sem vergonha” e que ela tinha passado a noite de sábado para domingo com ele. Ao final, ele apontou o dedo para ela, que estava sentada no banco, e disse: “essa pessoa do que eu estou falando ela”.

Disse que muitas pessoas dentro da igreja pediram para que se abaixasse o som, para as pessoas na rua não escutarem o que estava sendo dito, mas que nada foi feito. Só ao fim da fala de do moço é que o volume do som foi abaixado. (Ethosonline)

dica do Deiner Urzedo

Igreja Mundial do Poder de Deus é condenada por assédio moral

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Publicado no COAD

Burrinho, macaquinho e jegue. Era assim que um empregado da Igreja Mundial do Poder de Deus era constantemente chamado pelo bispo responsável pela igreja e por outros pastores. Contratado como editor de vídeo, o empregado chegou a exercer também a função de supervisor do programa do bispo e sofria essas ofensas sempre que havia um imprevisto ou algum erro na produção do programa.

Os fatos foram confirmados por testemunhas, que contaram que o bispo ria e achava graça da situação. Ainda de acordo com as testemunhas, o reclamante chegou a ser colocado sem trabalhar, durante três dias, na cozinha do estabelecimento. Para a 2ª Turma do TRT-MG, que acompanhou o voto do desembargador Anemar Pereira Amaral, o assédio moral ficou plenamente caracterizado, justificando a reparação por parte do empregador. Por esse motivo, a sentença que julgou procedente o pedido de indenização formulado pelo reclamante foi confirmada pelos julgadores. No entanto, o valor fixado em 1º Grau foi reduzido para R$ 15 mil.

Em seu recurso, a ré negou que tivesse praticado qualquer ato ofensivo à honra do reclamante. Segundo alegou, no máximo, havia brincadeiras comuns a um ambiente de trabalho descontraído. Mas esses argumentos não foram acatados pelo relator. Com base nas declarações das testemunhas, ele ponderou que as “brincadeiras” relatadas não condizem com a atmosfera de respeito e dignidade que deve existir no ambiente de trabalho. Conforme explicou o magistrado, a conivência do empregador com a situação é o suficiente para justificar a condenação. No caso do processo, ainda mais, já que chefe participava das brincadeiras ofensivas.

“A figura do assédio moral se caracteriza pela conduta abusiva do empregador ao exercer o seu poder diretivo ou disciplinar, atentando contra a dignidade ou integridade física ou psíquica de um empregado, ameaçando o seu emprego ou degradando o ambiente de trabalho, expondo o trabalhador a situações humilhantes e constrangedoras. Existindo prova de tais fatos nos autos, é devida a respectiva indenização reparadora”, constou da ementa do voto.

O desembargador esclareceu, ainda, que o dano, no caso, é presumido. Ou seja, a vítima não precisa provar o dano em si, mas apenas a prática do ato ofensivo. Nesse caso, deve ser considerado, como parâmetro, o homem médio. “A expressão ‘dano moral’ não mais se restringe à sua concepção original ligada ao aspecto subjetivo, à ideia de dor, sofrimento, angústia, bastando o aspecto objetivo da lesão, identificado na violação da órbita jurídica do lesado como projeção de sua dignidade”, explicou o relator.

Portanto, entendendo que a igreja vulnerou valores humanos do trabalhador protegidos pela Constituição Federal, a Turma de julgadores considerou devida a indenização por dano moral.

Processo: 0000788-40.2012.5.03.0016 RO

FONTE: TRT-3ª Região