Alunos de colégio no RJ fazem ‘saiaço’ em apoio a estudante transgênero

Publicado no Catraca Livre

No último dia 2 de setembro, uma cena chamou atenção no Colégio Dom Pedro II, na unidade São Cristóvão, zona norte do Rio de Janeiro. Diversos alunos fizeram um “saiaço” em solidariedade a uma aluna transgênero, que foi proibida pela direção de ir de saia à escola.

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A imagem, compartilhada pela comunidade Os Cariocas, repercutiu e chamou muita atenção nas redes sociais. A adolescente, que nasceu com sexo masculino, foi impedida de entrar no colégio no dia 23 de agosto. Em resposta ao ocorrido, o movimento #VouDeSaia invadiu as salas de aula já na semana seguinte.

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A imagem, compartilhada pela comunidade Os Cariocas, repercutiu e chamou muita atenção nas redes sociais. A adolescente, que nasceu com sexo masculino, foi impedida de entrar no colégio no dia 23 de agosto. Em resposta ao ocorrido, o movimento #VouDeSaia invadiu as salas de aula já na semana seguinte.

dica da Marjory Albuquerque

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Foto irônica com Silas Malafaia faz sucesso nas redes sociais

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Publicado no Portal Forum

Uma foto publicada na última segunda-feira pela jovem Murielle Facure se tornou um viral na internet. A imagem traz o pastor Silas Malafaia ao fundo e uma plaquinha com os dizeres: “Abra sua mente, gay também é gente”. O trecho da música do grupo Mamonas Assassinas e a expressão séria do pastor foram motivos suficientes para gerar milhares de compartilhamentos no Facebook, além de mensagens de apoio à manifestação de Murielle.

“Apenas a melhor foto do ano”, “Merece um prêmio”, “Palmas infinitas!” foram alguns dos comentários na rede social. Segundo informações publicadas no jornal Extra, ela o encontrou em um voo da Gol e disse que, depois do clique, foi chamada de “estúpida” por Malafaia, que é declaradamente opositor da causa LGBT.

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Governo reage a Marina com apoio a igrejas

Dilma Rousseff (PT) cumprimenta Marina Silva (PSB) ao final do debate no estúdio do SBT (foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
Dilma Rousseff (PT) cumprimenta Marina Silva (PSB) ao final do debate no estúdio do SBT (foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

Natuza Nery e Ranier Bragon, na Folha de S.Paulo

O governo Dilma Rousseff (PT) elabora um conjunto de ações para tentar conter o avanço de Marina Silva (PSB) com medidas que incluem o atendimento a uma das principais bandeiras evangélicas no Congresso: o apoio à Lei Geral das Religiões.

Segundo a Folha apurou, uma das iniciativas do Palácio do Planalto será desengavetar o projeto, proposto em 2009 e há mais de um ano parado em uma comissão do Senado, para conceder diversos benefícios a instituições religiosas, entre eles tributários.

Como primeiro ato do “pacote anti-Marina”, o Planalto determinará nesta semana o status de urgência à proposta, o que permitirá ao projeto pular etapas de tramitação e ganhar prioridade de votação.

O texto estende a igrejas evangélicas e outras denominações religiosas benefícios concedidos pelo governo brasileiro à Igreja Católica, a partir de um acordo feito com a Santa Sé em 2008.

Trata-se de tentativa de furar a adesão das igrejas pentecostais à campanha de Marina Silva, que é evangélica.

O projeto da Lei Geral das Religiões já foi aprovado pela Câmara e está na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

Entre outros pontos, ele concede às associações das igrejas que tiverem reconhecida ação social os mesmos benefícios tributários concedidos às filantrópicas.

Também prevê que fiéis que ajudam no dia a dia das igrejas não terão vínculo empregatício para evitar ações trabalhistas e dá uma proteção especial contra a desapropriação e a penhora dos bens das igrejas.

Pelo projeto, a imunidade tributária é garantida “às pessoas jurídicas e eclesiásticas e religiosas, assim como ao patrimônio, renda e serviços relacionados com as suas finalidades essenciais”.

EMPRESÁRIOS

A ofensiva petista para neutralizar Marina também contará com uma força-tarefa para afirmar a empresários que o programa da rival travará o gasto público em infraestrutura e provocará desemprego.

O plano petista prevê ainda a facilitação de crédito ao setor privado. A Folha apurou que o ex-presidente Lula cobrou do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, medidas para facilitar o financiamento de empresas para tentar animar a economia.

Além de Lula, o PT quer escalar o ex-ministro Antonio Palocci e o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) para atrair o setor produtivo.

Em outra frente, devem ser anunciadas ações incluídas no programa de Marina. Uma das ideias é turbinar a escola em tempo integral, um dos eixos do plano da candidata do PSB para o setor de educação.

Neste mês, Dilma detalhará seu programa de governo e pretende inserir antídotos contra o avanço de Marina, com atenção para medidas que contemplem jovens e eleitores de grandes centros urbanos, faixas onde ela concentra muito vigor eleitoral.

A rápida ascensão de sua ex-ministra do Meio Ambiente deixou Lula preocupado com o fato de até hoje o governo não ter tomado uma medida mais clara para se reaproximar de empresários.

Com a força-tarefa, o objetivo é instar parte do setor produtivo contemplado por benefícios federais a defender o projeto de Dilma.

Um dos argumentos do comitê eleitoral é o de que a proposta de Marina de independência absoluta do Banco Central acarretará uma fuga de gastos públicos para estimular a economia e aumentará o risco de desemprego.

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Ideia de renúncia, para apoiar Marina, ronda Aécio Neves

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Raymundo Costa, no Valor Econômico

SÃO PAULO  –  A ideia da renúncia seguida do apoio a Marina Silva ronda o candidato Aécio Neves, segundo reportagem exclusiva publicada no Valor Pro, serviço de notícias em tempo real do Valor. Seria a maneira de despachar o PT já no primeiro turno das eleições, sem correr o risco de uma eventual virada no segundo turno, algo que até hoje não ocorreu nas eleições, desde 1989, quando foi restabelecida a eleição direta para presidente da República.

Aécio tem prazos. Assim como o PT, o candidato do PSDB apostou na polarização e se deu mal. Contra a maioria das apostas no PSDB, Aécio ainda acredita numa resposta positiva do eleitorado, em meados de setembro, quando aposta que sua propaganda eleitoral começará a apresentar resultados. De qualquer forma, o programa de Aécio, cada vez mais, fala para Minas Gerais.

Mal na disputa presidencial, Aécio também enfrenta problemas em Minas, onde seu candidato ao governo do Estado, Pimenta da Veiga, está comendo poeira no rastro de Fernando Pimentel, o único petista a liderar a corrida para o governo do Estado, nos quatro maiores colégios eleitorais. O próprio Aécio não tem o desempenho esperado em Minas. Em algum momento da campanha, o candidato terá de se concentrar na campanha mineira, de modo a assegurar sua base de apoio mineira para as próximas eleições.

Também não é certo, a esta altura, que se Aécio desistir e apoiar Marina a fatura será liquidada no primeiro turno. Hoje a presidente está consolidada no segundo turno, graças sobretudo ao forte apelo que seu nome mantém nas regiões Norte e Nordeste. O problema de Dilma é que ela não amplia nem para o primeiro nem para o segundo turno, conforme demonstram as últimas pesquisas.

É improvável que Aécio aceite algum tipo de acordo com Marina já no primeiro turno, mas o simples f ato de a proposta circular nas áreas afins ao candidato, eleitores fiéis que agora pensam no voto útil em Marina, dá uma ideia do tamanho do apoio que se delineia em torno da candidata do PSB. Na hora em que o PT perder a eleição, a disponibilidade dos outros partidos para se aproximar será grande.

No segundo turno, a tendência do PSDB é apoiar Marina Silva e ajudá-la a governar, se ela for eleita, como apontam as pesquisas. Ao contrário do que aconteceu em 1992, quando era oposição e se recusou a compor com o governo Itamar Franco, o PT tem muitos interesses em jogo e deve  pensar com mais receptividade a ideia de dar apoio congressual a Marina. O problema é que Marina se tornou a primeira opção ao PT.  O mercado financeiro é parceiro de Marina porque não quer o PT no governo.

Nos cálculos dos políticos mais experientes, Marina não precisará compor com o PT. Ela pode fazer maioria tranquila com partidos médios e apoios nos maiores, mas, sobretudo, vai jogar luz sobre o Congresso. Marina terá uma agenda dura, para trazer as pessoas da rua, os manifestantes de junho. É evidente que haverá gente no Congresso tentando esconder com mão de gato, mas será muito mais difícil com uma relação transparente.

Dilma, no momento, tem maioria instável no Congresso. Pode-se afirmar que Marina deve ter uma minoria estável. Ela também vai contar com o apoio da mais tradicional sigla brasileira, o PG, o Partido do Governo, aquele que está com qualquer que seja o presidente no Palácio do Planalto. Mas a candidata do PSB também quer  inverter a lógica adotada pela presidente para a nomeação dos ministros.

Assim, não será o PSDB, por exemplo, que vai dizer “eu quero fulano”. Marina vai escolher, até porque poderá dizer que não tem interesse na reeleição. É uma negociação que não está sobre a mesa. E quando fala que não quer disputar um segundo mandato, Marina Silva desarma os partidos e seus eventuais candidatos em relação a ela. Pode montar um ministério de melhor qualidade. Eduardo Campos, o candidato cuja morte virou de ponta cabeça a  sucessão presidencial, era mais gestor e menos equipe. Marina, que o sucedeu, é menos gestora mas tem mais equipe

O PSDB deve declarar apoio a Marina Silva no segundo turno da eleição, se as pesquisas atuais forem confirmadas em 5 de outubro. A dúvida no entorno da candidata do PSB é sobre o apoio do PT. Afinal, Lula é candidato declarado em 2018. O fato de Marina não querer disputar um novo mandato ajuda um entendimento, se houver convencimento de que ela não cederá a pressões para permanecer, caso faça um bom governo.

A situação do PT hoje é muito diferente daquela vivida quando o partido teve de decidir se apoiava ou não Itamar Franco, após o impeachment de Fernando Collor. Não se trata simplesmente de uma questão de manter cargos, isso também existe, mas de projetos e políticas em andamento que são muito caras ao partido. Diz um integrante da coordenação da campanha de Dilma: “Na época do governo Itamar nós éramos oposição. Agora, com um monte de gente no governo, nós vamos ficar”.

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Coordenador da campanha de Aécio sinaliza aliança com Marina no 2º turno

foto: Diário do Poder
foto: Diário do Poder

Débora Bergamasco e Erich Decat, no Estadão

O coordenador geral da campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB), senador Agripino Maia, sinaliza uma possível aliança com Marina Silva (PSB) no segundo turno. Essa hipótese é considerada dentro do ninho tucano caso Aécio não passe da primeira etapa. Atualmente, ele é o terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, atrás de Marina e da presidente Dilma Rousseff (PT), tecnicamente empatadas, segundo o Ibope.

“O sentimento que nos move – PSDB, DEM e Solidariedade – é garantir a ida de Aécio para o segundo turno. Se não for possível, avalizar a transição para o segundo turno. Ou seja, com uma aliança com Marina Silva, por exemplo. É tudo contra um mal maior que é o PT”, disse Agripino, em entrevista exclusiva ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

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