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Um jogo de tênis foi interrompido devido a chuva; mas olha o que fez esse adversário

publicado no Mega Curiosidade

Um jogo de tênis entre os adversários João Souza contra o servo Novak Djokovic teve que ser interrompido por causa da chuva… Mas o show do jogo não acabou por aí! Com muito bom humor Novak Djokovic teve uma atitude hilária e levou sua torcida e a rival ao delírio…

Espanha: menores podem ser forçados por lei a fazer tarefas domésticas

foto (meramente ilustrativa): Wikimedia Commons

foto (meramente ilustrativa): Wikimedia Commons

Fernando Moreira, no Page not Found

Crianças e adolescentes até 18 anos na Espanha podem ser obrigados por lei a ajudar nas tarefas domésticas, determinadas de acordo com o gênero e com a idade. O projeto de lei está sendo analisado pelo Parlamento do país espanhol.

De acordo com o projeto, crianças e adolescentes se tornam obrigados a “participar da vida familiar” e a “obedecer pais e irmãos”. Além disso, o proposta legislativa afirma que os menores têm que “respeitar as regras escolares”, estudar o tanto quanto for exigido pela escola e manter uma atitude positiva”, de acordo com o jornal espanhol “ABC”.

O projeto, entretanto, não estabelece penas para crianças e adolescentes que falharem no cumprimento das obrigações domésticas.

Acampamento só para meninas tem rock, feminismo e atitude

Sorocaba recebe o Girls Rock Camp pelo segundo ano consecutivo.
Aulas de música, skate e defesa pessoal fazem parte do currículo.

Girls Rock Camp Brasil recebeu 60 meninas durante a semana em Sorocaba (Foto: Babi Góes/G1)

Girls Rock Camp Brasil recebeu 60 meninas durante a semana em Sorocaba (Foto: Babi Góes/G1)

Fernando Cesarotti, no G1

“Não à Barbie! Não à Barbie!” O grito esganiçado sai da garganta de uma menina miúda, que aparenta não ter mais de 10 anos, e ecoa pela sala de aula, mas não se trata de nenhuma revolução punk-infantil: é apenas um momento de ensaio de uma das 10 bandas formadas no Girls Rock Camp Brasil.

É uma espécie de acampamento de verão, que reuniu 60 garotas de 7 a 17 anos para uma semana de música e diversão em Sorocaba (SP). Saídas de vários lugares do Brasil, as meninas se reúnem para aprender música – mas, acima de tudo, para celebrar coisas como a amizade, o trabalho em grupo, a solidariedade e a autoestima.

“Eu adoro o som que ela faz”, diz Alice, de 7 anos, sem parar de tocar a bateria nem na hora em que fala com o repórter. Com a guitarra na mão, Maria Fernanda, de 9 anos, conta que a inspiração veio de casa. “As minhas primas têm uma banda”, diz. “E você também quer ter uma?” “Claro!”

“Nosso foco é o empoderamento feminino. O objetivo não é formar bandas nem revelar talentos, mas mostrar que as meninas podem fazer o que elas quiserem, inclusive ter uma banda de rock. Mostrar que elas são iguais aos meninos e não precisam depender deles para nada”, explica Flavia Biggs, socióloga, guitarrista com mais de uma década de estrada na cena do rock independente e diretora do evento.

Muita atenção na hora de receber noções básicas de guitarra (Foto: Jéssica Ribeiro/Girls Rock Camp)

Muita atenção na hora de receber noções básicas de guitarra (Foto: Jéssica Ribeiro/Girls Rock Camp)

Flavia se inspirou no Girls Rock Camp americano, criado em 2001 e que ela frequentou em três ocasiões. Depois de organizar diversas oficinas específicas de guitarra para meninas, ela organiza um evento de temática feminista óbvia, mas sem explicitar a palavra “feminismo”. “As meninas em geral têm uma formação individualista, de competir umas com as outras, além de passiva, ou seja, de esperar que outra pessoa tome a atitude.” Por isso, explica, a ausência de meninos: “Se eles estivessem aqui, provavelmente tomariam a frente para organizar e liderar tudo. Por isso, para que a gente possa treinar essa atitude independente, é que o evento é feito só de meninas”, completa

Há ainda o componente artístico. Bandas só de mulheres são muito mais raras que bandas de homens – que, eventualmente, aceitam uma mulher como vocalista. “A gente não é incentivada a tentar instrumentos como guitarra, baixo e bateria, acaba muitas vezes relegada a cantar ou tocar teclado, que seria uma coisa mais feminina. Aqui, a gente mostra que esse tipo de escolha não tem nada a ver com o sexo”, diz Patricia Saltara, outra das organizadoras, também ela guitarrista e membro de banda.

As inscrições para o evento se encerraram em apenas quatro dias – e ainda sobrou uma fila de espera com cerca de 40 nomes. No ato, as meninas já tinham que escolher um instrumento, e uma das primeiras atividades do acampamento, aberto na última segunda-feira (13), foi a formação de 10 bandas, cada uma delas com seis integrantes – vocalista, duas guitarristas, baixista, tecladista e baterista -, separadas pela afinidade musical.

Como saber tocar não era condição para participar, as meninas aprendem um pouco de teoria musical, recebem dicas de composição e noções básicas de cada instrumento. Cada grupo tem de compor uma música própria para a apresentação de encerramento, que será neste sábado (18). Mas dizem que rock não é só música, mas atitude – e, por isso, as aulas são intercaladas com oficinas de skate e silk screen, para fazer as camisetas personalizadas das bandas.  “Com isso, elas aprendem a ter responsabilidade, a respeitar a opinião da maioria, a ter uma verdadeira concepção do que é trabalhar em grupo”, diz Flavia.

Também estão no “currículo” aulas de defesa pessoal, para prevenção de situações de assédio e violência. Elas se dividem em grupos e metade representa meninos em posição ofensiva, enquanto outras colocam a mão na frente do rosto para afastar o “oponente” enquanto gritam “não” em voz alta.

Atenta, Alice não larga da bateria nem para dar entrevista (Foto: Fernando Cesarotti/G1)

Atenta, Alice não larga da bateria nem para dar entrevista (Foto: Fernando Cesarotti/G1)

Colaborações
O ambiente colaborativo é uma característica fundamental do evento, bancado em parte pelas inscrições das participantes (50 delas pagaram R$ 75 e dez ganharam bolsa), parte por shows beneficentes realizados no segundo semestre do ano passado e parte por doações. A reportagem do G1 presenciou, por exemplo, a chegada de uma carga de oito caixas de picolé e dezenas de panetones, tudo dado por uma comerciante.

As instrutoras são todas voluntárias e recebem apenas a alimentação e a hospedagem – e muitas delas ainda emprestam seus próprios instrumentos. “É um ambiente que toca muito quem acredita na música como catalisador de transformação social”, discursa Patrícia Saltara.

Palco do evento desde sua primeira edição, no ano passado, a EE Prof. Júlio Bierrenbach de Lima, onde Flavia Biggs já deu aulas de sociologia, também não cobra nada. “Faz parte de nosso papel interagir com a comunidade e colaborar com a valorização do mundo feminino”, discursa a diretora, Maria Helena Vieira de Camargo. E o barulho não incomoda? “Claro que não. A escola deve ser um núcleo de propagação de todo tipo de conhecimento, e a gente dee se renovar, gostar de tudo”, completa.

As aulas e oficinas se encerraram na sexta-feira (17). Neste sábado, o bar Asteroid, que fica na rua Aparecida, 737, no bairro Santa Rosália, recebe o show de encerramento. Pais e parentes já estão empolgados. Os ingressos serão vendidos na hora, e costuma lotar. “No ano passado não coube todo mundo, ficou gente de fora”, relembra Flavia. Quem quiser ir deve chegar cedo. E melhor não levar a Barbie.

O amor pela música não tem idade nem tamanho (Foto: Fernando Cesarotti/G1)

O amor pela música não tem idade nem tamanho (Foto: Fernando Cesarotti/G1)

Poupadores são mais atraentes que gastadores, diz pesquisa

pouparPublicado no UOL

Poupar uma parte do dinheiro que se ganha é uma das chaves do sucesso financeiro, proclamam todos os especialistas em finanças pessoais. Uma pesquisa divulgada recentemente nos Estados Unidos mostra que, além do campo das finanças, essa atitude pode ajudar também em outra área: a dos relacionamentos.

Segundo o estudo, feito pelo professor de marketing Scott Rick e pela estudante de doutorado em marketing Jenny G. Olson, da Universidade de Michigan, pessoas poupadoras são vistas como mais atraentes, até fisicamente, pelos outros.

O estudo “Penny Saved is a Partner Earned: The Romantic Appeal of Savers” (em tradução livre: “Um centavo que se poupa é um parceiro que se ganha: o apelo romântico dos poupadores”) foi feito com a ajuda de voluntários, homens e mulheres. Eles foram convidados a avaliar perfis de potenciais parceiros.

As fotos mostradas aos voluntários eram de um homem e de uma mulher de beleza considerada mediana (para que a aparência física não fosse determinante na avaliação). A cada teste, uma característica era atribuída a eles pelos pesquisadores. Eles eram mostrados como “gastadores”, “equilibrados” ou “poupadores”.

A conclusão foi que as pessoas mostradas como econômicas pareciam mais interessantes quando o assunto era uma relação romântica. Em segundo lugar apareceram os equilibrados e, em último, os gastadores.

Para os pesquisadores, o resultado desmente a ideia de que ostentar bens, como um carro novo ou um imóvel de alto padrão, ajuda a atrair parceiros.

Mais autocontrole e mais compromisso

Para os voluntários, os poupadores eram mais atraentes porque aparentavam ter mais autocontrole e, assim, pareciam ser mais capazes de levar a sério um compromisso.

A característica influenciou, até, na atração física exercida sobre os voluntários. Quem participou do teste considerou que os poupadores tinham mais disciplina para levar dietas adiante e fazer exercícios físicos regularmente. Assim, eles eram, também, fisicamente mais interessantes.

Os poupadores também foram vistos como menos aventureiros, divertidos e emocionantes do que os gastadores. Mas, para os voluntários, ainda assim eles eram mais interessantes.

Os pesquisadores fizeram apenas uma ressalva ao fim do estudo. A pesquisa foi feita num período em que os Estados Unidos enfrentam uma crise financeira. Não é possível saber, segundo os autores, se os poupadores continuariam parecendo tão interessantes em momentos econômicos mais tranquilos.

Como uma atitude positiva pode aumentar sua expectativa de vida

heartrate-monitor-111220-600x499Guilherme de Souza, no HypeScience

Se você tem alguma doença cardíaca e é mal-humorado/estressado/rabugento, é bom mudar de atitude o quanto antes: isso pode salvar sua vida.

Em estudo publicado recentemente na revista Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, pessoas com atitude positiva tiveram 42% menos chances de morrer em um período de cinco anos (um intervalo que, naturalmente, pode ser ainda maior).

Os pesquisadores analisaram informações de 600 pacientes com doença arterial coronariana (em que ocorre estreitamento das artérias que fornecem sangue aos músculos cardíacos) que foram tratados em um hospital da Dinamarca. Os participantes responderam em 2005 um questionário a respeito de sua (ou da ausência de uma) rotina de exercícios.

Ao longo do estudo, 80 pacientes faleceram, sendo que 30 (5% do total) tinham uma atitude positiva e 50 (8,3%) tinham uma atitude negativa.

Esse aumento na expectativa de vida pode ser explicado em parte porque, de modo geral, os pacientes com atitude positiva eram duas vezes mais propensos a manter uma rotina de exercícios, garantindo um impacto positivo na saúde. Os autores do estudo não souberam responder, contudo, o que veio antes: a atitude positiva ou a rotina de exercícios (uma vez que atividades físicas prazerosas podem melhorar o humor da pessoa).

A cardiologista preventiva Suzanne Steinbaum, do Hospital Lenox Hill (Nova York, EUA), lembra que uma visão de mundo positiva pode reduzir níveis de hormônios de estresse e de substâncias inflamatórias, além de incentivar a pessoa a manter hábitos saudáveis – como ter uma dieta balanceada, ter uma boa rotina de sono e evitar o consumo de tabaco. “Acho que é mais provável que as pessoas positivas cuidem mais de si mesmas e ajudem a si mesmas”. [LiveScienceCirculation: Cardiovascular Quality and Outcomes]