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7 filmes muito esperados que estreiam em maio nos cinemas

“Se Beber, Não Case! Parte 3”, “Somos Tão Jovens” e “Faroeste Caboclo” são algumas das principais estreias do mês

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Por Luciana Carvalho, na Exame

A programação do mês de maio está um prato cheio para amantes de cinema e, quem diria, de música. Além de sequências muito esperadas, como “Se Beber, Não Case! Parte 3” e “Velozes e Furiosos 6”, estreiam também “Somos Tão Jovens” e “Faroeste Caboclo”, filmes feitos especialmente para fãs da banda Legião Urbana. A seguir, você confere essas e outras grandes estreias deste mês.

“Ferrugem e Osso” – 3 de maio

Esse drama, que estreia em 3 de maio, conta a história de Alain (Matthias Schoenaerts), um homem desempregado que, para conseguir criar o filho de cinco anos, se muda para a casa da irmã. Ele consegue um trabalho como segurança em uma boate e, certo dia, quando aparta uma briga, conhece Stéphanie (Marion Cotillard), uma treinadora de baleias assassinas. Alain leva a moça para casa e consegue seu telefone, mas, em pouco tempo, a vida dela estará completamente modificada, após sofrer um sério acidente que a deixa em uma cadeira de rodas. Sem ter pena da condição de Stéphanie, ele tenta ajudá-la a se sentir viva novamente.

“Ferrugem e osso” (“De Rouille Et D’os”)
Direção:
 Jacques Audiard
Duração: 115 minutos
Gênero: Drama
Elenco: Marion Cotillard, Matthias Schoenaerts, Céline Sallette
LinksSite oficialIMDb Rotten Tomatoes

“Somos Tão Jovens” – 3 de maio

A história de uma das bandas de rock mais importantes do Brasil é contada no filme “Somos Tão Jovens”, que estreia nos cinemas no dia 3 de maio. O longa-metragem começa com a mudança de Renato (Thiago Mendonça) e sua família do Rio de Janeiro para Brasília, em 1973. Sofrendo de uma doença séria, o jovem é obrigado a passar muito tempo em casa e começa a se interessar por música. Aos poucos, ele vai conquistando espaço na cena musical da cidade e desempenha um importante papel na formação dos grupos Aborto Elétrico e da própria Legião Urbana.

“Somos Tão Jovens”
Direção:
 Antonio Carlos da Fontoura
Duração: 104 minutos
Gênero: Drama, biografia
Elenco: Thiago Mendonça, Bianca Comparato, Conrado Godoy, Olívia Torres, Laila Zaid
LinksSite oficialIMDb

“Amor Profundo” – 10 de maio

Estrelado por Rachel Weisz, o filme “Amor Profundo”, que estreia no dia 10 de maio, retrata Hester Collyer, esposa do juiz Sir William Collyer (Simon Russell Beale) e amante de Freddie Page (Tom Hiddleston), um piloto de avião abalado pela guerra. Essa relação secreta é revelada e Hester pensa em se matar. Sem sucesso, ela passa a refletir sobre sua própria vida.

“Amor Profundo” (“The Deep Blue Sea”)
Direção: 
Terence Davies
Duração: 98 minutos
Gênero: Drama
Elenco: Rachel Weisz, Tom Hiddleston, Simon Russell Beale, Ann Mitchell
LinksSite oficialIMDb Rotten Tomatoes

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Juliana Paes vai defender o candomblé em programa da Globo

(foto: Gabo Morales/Folhapress)

(foto: Gabo Morales/Folhapress)

Publicado no F5

Juliana Paes, 34, é uma das estrelas da Globo que vão dar a cara no programa “Sagrado”.

A atração da emissora pretende retratar a diversidade religiosa do Brasil e mostrar aspectos culturais das religiões que existem no país.

A protagonista de “Gabriela” foi escolhida para falar sobre o candomblé por ter afinidade com a religião.

Também participam, entre outros, o ator Eriberto Leão, 40, tratando do catolicismo, e a atriz Mayana Neiva, 29, discutindo a umbanda.

Haverá ainda programas sobre igrejas protestantes, espiritismo, islamismo, budismo e judaísmo, entre outras.

O programa, que estreia nova temporada na segunda-feira (29), é exibido de segunda a sexta em compactos de dois minutos por volta das 4h45 da manhã e, aos domingos a partir das 5h45, em um compacto apresentado por Ana Maria Braga, 64.

Ator britânico diz ser 70% homem e 30% mulher

O ator, apresentador e escritor britânico Richard O’Brien, autor do musical The Rocky Horror Show, continua provocando polêmica décadas após abalar atitudes conservadoras em relação à sexualidade nos anos 1970.

O escritor britânico Richard O´Brien autor de Rocky Horror Show

O escritor britânico Richard O´Brien autor de Rocky Horror Show

publicado na BBC

O’Brien diz ser 70% homem e 30% mulher, e contou em entrevista exclusiva à BBC que toma hormônio feminino (estrogênio) há mais de uma década, e está feliz por conseguir “suavizar o lado masculino”.

Mas tornar isso público levou tempo. Até muito recentemente, o que se sabia mais claramente sobre a sexualidade de O’Brien estava no texto e nas canções deRocky Horror Show. O musical conta a história de um casal de noivos que se vê enclausurado no castelo do pansexual, cross-dresser e cientista louco Dr. Frank N Furter, que apresenta sua criação, o louro musculoso Rocky.

O musical se tornaria um dos mais cultuados de toda a história ao levar a grandes teatros de todo o mundo provocações como as canções Sweet Transvestite (Doce Travesti) e I can make you a man (Posso fazer de você um homem), uma homenagem ao corpo de Rocky.

Em 1975, o musical ganhou os cinemas, com um elenco que incluía o próprio O’Brien e a novata Susan Sarandon no papel da noivinha Janet Weiss. Apesar do fracasso de bilheteria, o filme se espalhou através de cópias privadas e popularizou o texto de O’Brien para além de Grã Bretanha e Estados Unidos.

No Brasil, duas montagens são particularmente memoráveis: a primeira, de 1975, dirigida por Rubens Corrêa (com Eduardo Conde, Lucélia Santos e Edy Star no elenco, e música de Jorge Mautner e Zé Rodrix); e, já nos anos 80, a montagem de Miguel Fallabela, no Colégio Andrews, no Rio de Janeiro, que marcaria a estreia da cantora Marisa Monte nos palcos.

‘Princesa encantada’

Mas, apesar de ter amplificado o grito por liberdade preso na garganta de tantas pessoas que não se enquadravam nos padrões de comportamento de 40 anos atrás, o criador de Rocky Horror Show se envergonhava da vontade, há muito acalentada, de ser mais feminino.

“Eu tinha seis anos e meio e disse ao meu irmão mais velho que queria ser a princesa encantada quando crescesse”, O’Brien revela.

“A expressão de desprezo na cara dele me fez ver que eu nunca mais deveria dizer isso em voz alta.”

Richard O´Brien e os atores de Rocky Horror ShowRichard O´Brien e os atores de Rocky Horror Show

Por 50 anos, O’Brien reprimiu o sentimento. Mas “não se pode simplesmente ignorar as coisas e fingir que elas não existem”, diz.

Então, há uma década, ele começou a tomar hormônios femininos, e está feliz com os resultados.

“Suaviza o meu lado masculino, movido a testosterona, e eu gosto muito disso”, diz.

“Acho que me tornei uma pessoa mais agradável de certa maneira, um pouco mais suave. Pela primeira vez na vida eu comecei a engordar um pouquinho, o que gosto.”

Ele também desenvolveu pequenos seios. Mas O’Brien não pretende ir além e fazer cirurgia de mudança de sexo.

“Eu não quero fingir ser algo que não sou. Anton Rodgers, o ator, disse ‘você é o terceiro sexo’. E eu achei isso legal. Gosto desta posição”, diz.

Sexo e ciência

O’Brien diz acreditar que “somos um (ser) contínuo entre homem e mulher”. “Há pessoas que são homens até o pescoço, ou mulheres até o pescoço, mas a maioria de nós é algo entre os dois, e acredito que eu seja 70% homem e 30% mulher.

A visão do autor sobre gênero pode parecer não corresponder à realidade – tanto no século passado quanto em 2013. Mas há evidências científicas de que O’Brien está correto. A professora de Psicologia da Universidade de Cambridge Melissa Hines diz que não há dois sexos distintos, homem e mulher.

“A pesquisa nesta área sugere exatamente o oposto, de que há uma variedade de gêneros – e há muitas dimensões de gênero em uma só pessoa. Cada indivíduo pode ter diferentes porções masculina e feminina”.

Já o professor Dinesh Bhugra, do Instituto de Psiquiatria do King’s College de Londres, tem uma visão diferente. Ele sugere que as pessoas podem não se sentir inteiramente homens ou mulheres, mas todos nascem ou homem ou mulher.

“É preciso ser feita uma distinção entre gênero e sexo. Gênero é construção social, sexo é biológico. Minha impressão é de que as noções de gênero são ditadas pelo nosso comportamento.”

Então, como explicar que transexuais sintam ter nascido no “corpo errado” e queiram mudar de sexo?

Há pesquisas mostrando que cérebros de transgêneros convertidos de homem para mulher têm características de cérebros femininos na região central do comportamento sexual. Mas não se sabe se ser transgênero é causa ou efeito disso.

Melissa Hines acredita que o hormônio masculino, a testosterona, tem um papel importante nisso. Ela afirma que meninas que receberam quantidades altas deste hormônio enquanto estavam no útero tendem a preferir brinquedos tradicionalmente de meninos, como caminhõezinhos, na infância.

E elas estariam mais propensas a se comportar como homem em comparação a outras meninas.

Semelhança entre diabo de série religiosa e Obama causa polêmica

O ator Mohamen Mehdi Ouazanni caracterizado em The Bible e o presidente dos EUA (Foto: Reuters / Divulgação)

O ator Mohamen Mehdi Ouazanni caracterizado em The Bible e o presidente dos EUA                                     (Foto: Reuters / Divulgação)

Pulicado por EFE [via Terra]

O semelhança física entre o personagem satã da série de TV The Bible, interpretado pelo ator marroquino Mohamen Mehdi Ouazanni, e o presidente dos EUA, Barack Obama, gerou uma grande polêmica no país nesta segunda-feira (18), segundo a qual algumas pessoas passaram a questionar se a coincidência não poderia também esconder uma suposta mensagem política.

A discussão em torno da semelhança física entre satã e Obama foi repercutida nas redes sociais pelo comentarista conservador cristão Glenn Beck, que, no domingo (17), perguntou aos seus mais de 640 mil seguidores do Twitter se o personagem da série do History Channel era como “esse tipo”, em alusão ao presidente dos EUA.

Junto com a mensagem, Beck também postou uma imagem do personagem interpretado por Ouzanni – encapuzado e com semblante de seriedade -, reproduzida na imprensa local e comparada com outras fotos de Obama.

Ouzanni já havia participado de outras séries de conteúdo religioso antes de The Bible, como Bíblia Sagrada – Davi, Jeremiah, No Começo e Os Dez Mandamentos.

O History Channel ainda não se pronunciou em relação à polêmica, que certamente despertará mais interesse na série. Com apenas dez capítulos, The Bible se transformou rapidamente em grande êxito nos EUA - sua estréia, no início do mês, registrou audiência de 13 milhões de espectadores.

De acordo com o site The Hollywood Reporter, a série conta com produtores que contribuíram financeiramente na campanha presidencial de Obama de 2008, assim como na Convenção Nacional Democrata de 2009 e em outros candidatos do mesmo partido.

Mas não é a primeira vez que uma série de televisão se vê envolvida em uma polêmica deste tipo. No ano passado, os criadores de Game of Thrones tiveram de pedir desculpas pela utilização indevida de cabeças similares à do ex-presidente George W. Bush em sequências de pessoas decapitadas.

Na ocasião, David Benioff e D.B. Weiss admitiram ter usado um modelo de rosto similar ao de Bush por motivos de orçamento.

“A cabeça de George Bush aparece em algumas cenas. Não foi uma escolha e não se trata de uma mensagem de conteúdo político, já que tivemos que usar todas as cabeças que tínhamos ao nosso alcance”, justificaram.

Sean Penn faz churrasco para ator brasileiro com síndrome de Down; veja foto do encontro

O ator Ariel Goldenberg com seu ídolo, o também ator Sean Penn

O ator Ariel Goldenberg com seu ídolo, o também ator Sean Penn

Rodrigo Salem e Fernanda Ezabella, na Folha de S.Paulo

O sonho do ator Ariel Goldenberg, do filme “Colegas”, de encontrar o astro Sean Penn foi realizado nesta sexta-feira (15), em Los Angeles. De acordo com Marcelo Galvão, diretor do longa, o brasileiro foi com a mulher, Rita Pokk, à casa de Penn, na praia de Malibu, sem avisar e tocou a campainha.

“Foi tudo de surpresa. Teve uma americana no local dizendo que essas coisas são proibidas e que chamaria a polícia se tocássemos a campainha. Mas o próprio astro atendeu e, como conhecia a campanha Vem Sean Penn, foi superbacana com Ariel”, conta à Folha o cineasta, que ficou no Brasil por causa de problemas no visto e mandou dois assistentes para acompanhar a empreitada.

A Folha recebeu a foto do encontro com exclusividade.

“Nós batemos na porta com a cara e a coragem. Eu achava que era a maior roubada do mundo, que éramos loucos, mas ele [Sean Penn] atendeu [a porta]“, disse Carlos Cardinalli, amigo de Ariel e de Galvão que mora em San Diego (Califórnia) e está ajudando na viagem. “Penn o chamou para andar na praia e fez um churrasco para Ariel, que ficou muito feliz.”

O ator hollywoodiano, segundo o diretor, pensou em viajar para o Brasil para encontrar Ariel Goldenberg e o elenco de “Colegas”, mas não queria sua imagem ligada a nenhum tipo de patrocínio. “Em compensação, Penn tirou da parede o certificado do Oscar que venceu por ‘Milk’ e deu para Ariel com um pôster autografado”, revela Galvão.

Protagonizado por um trio de atores com síndrome de Down (incluindo Ariel Goldenberg e Rita Pokk), “Colegas” já foi visto nos cinemas por mais de 96 mil pessoas ao longo de duas semanas em cartaz.

O casal Rita Pokk e Ariel Goldenberg no apartamento em que moram, em São Paulo foto: Zé Carlos Barretta/Folhapress

O casal Rita Pokk e Ariel Goldenberg no apartamento em que moram, em São Paulo foto: Zé Carlos Barretta/Folhapress