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Artista pinta rosto de pessoas com bandeira e comida de seus países

publicado no Criatives

Uma ótima idéia para você mesmo fazer ou sugerir para algum turista que vier para torcer por seu país na Copa do Mundo em 2014!
A série Fat Flag, do fotógrafo francês Jonathan Icher, mostra um modelo todo pintado com a bandeira do país e ainda com a comida local na boca. Muito engraçado ver o americano comendo hambúrguer ou o francês se deliciando com um croissant! Veja aí!

Escola para meninas ensina modos de princesa

As alunas Caroline, Giovanna, Gabriela de Paula e Gabriela Araújo no quarto das princesas da escola de Uberlândia

As alunas Caroline, Giovanna, Gabriela de Paula e Gabriela Araújo no quarto das princesas da escola de Uberlândia

Publicado na Folha de S. Paulo

Uma bandeira cor-de-rosa e dourada tremula no alto de uma casa branca. Não é um conto de fadas. Naquele castelo, em Uberlândia, fica a Escola de Princesas.

Coroas de vários tipos e tamanhos decoram a sala de chá, a suíte da princesa, o quarto onde ela se veste e se maquia e outros espaços. Lá, princesas assistem a filmes, ouvem histórias, aprendem culinária, costura, noções de etiqueta e princípios humanos.

“Você não se torna uma princesa ao usar um belo vestido e tiara brilhante”, diz a criadora da escola, Nathália de Mesquita. “Precisa se tornar a melhor versão de si mesma.” Ela considera sua escola uma prestadora de serviços aos pais, “que não têm tempo para ensinar as coisas que nossas avós ensinavam”.

Nathália passou oito meses planejando todos os passos do empreendimento. Por ser um projeto inédito, a ideia foi registrada e patenteada.

A inauguração foi em janeiro e, desde então, 500 meninas passaram pela escola (em módulos que vão de workshops de duas horas a cursos que duram três meses, uma ou duas vezes por semana).

A maior procura é de alunas entre seis e nove anos, mas há meninas de até 15, e o aprendizado vai de prendas domésticas a primeiros socorros. “Minha expectativa era que a Júlia melhorasse a organização das próprias coisas e conhecesse as regras de etiqueta”, diz Adriana Miranda, mãe da garota de 9 anos.

“Mas ela também aprendeu culinária, artesanato, a arrumar a mesa para uma refeição formal, a usar os talheres e o guardanapo”, completa.

Formada em letras, com especialização em psicopedagogia, Nathália lecionou durante 17 anos em escolas particulares. Casada, mãe de dois meninos, acha que criou “uma escola prática para a vida, que inclui valores morais e princípios éticos imutáveis”.

As alunas vestem-se normalmente no dia a dia. Quando uma delas faz aniversário, ela se veste de princesa e as amigas usam coroas.

OPRESSÃO

A escola vem provocando reações em redes sociais, como na página do Facebook “Escola de Ogras”, criada para “confrontar os princípios de tal educação [de princesas], e expor as consequências [...] na sociedade”.

A professora de literatura da Universidade Federal do Ceará Lola Aronovich critica o que considera culto à ostentação e à maneira como as crianças são obrigadas a se comportar.
“A admiração aos padrões de beleza pela riqueza material e pela forma como as meninas devem se comportar merecem atenção dos defensores dos direitos da criança e do adolescente”, diz.

Samara Castro, universitária, postou: “Uma escola de princesas precisa causar incômodo”, pois incentiva, “a submissão da mulher, especialmente na idade de formação, quando ela deixa de buscar o caminho da liberdade”.

Apesar das críticas, um novo “castelo” vai surgir em Belo Horizonte, onde sócios de Nathália preparam o lançamento. A “rainha Nathália” luta por um final feliz.

Pastor com bandeira colorida de igreja é retirado de evento evangélico

Ele subiu ao palco com bandeira da igreja Quadrangular e depois retornou.
‘Houve um mal entendido’, informou organização do evento.

Nathalia Passarinho e Fabiano Costa, no G1

Logomarca da Igreja Quadrangular, usada na bandeira (reprodução do site www.quadrangular.com.br)

Logomarca da Igreja Quadrangular, usada na bandeira
(reprodução do site www.quadrangular.com.br)

Um pastor foi expulso nesta quarta-feira (5) do palco de um evento evangélico, organizado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, porque portava uma bandeira colorida, símbolo da igreja pentecostal Quadrangular.

Ao avistarem a bandeira formada por quatro quadrados de cores roxa, vermelha, amarela e azul – que lembra a do movimento gay, com as cores do arco-íris – os seguranças pediram que o pastor se retirasse. A assessora do pastor tentou intervir e houve confusão. O pastor resistiu e foi retirado à força do palco pelos seguranças. O G1 tentou fazer imagens da retirada, mas teve que interromper por determinação dos seguranças.

No Congresso, a bancada evangélica é tradicionalmente contrária a reivindicações do movimento gay, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A confusão se deu durante o evento “Manifestação pela liberdade de expressão, liberdade religiosa e família tradicional”, organizado pelo pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, e que reuniu milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios.

Após a retirada do pastor da Quadrangular, representantes da igreja esclareceram aos organizadores do evento que o homem forçado a deixar o local é religioso e destacaram que ele apenas segurava a bandeira símbolo de uma congregação evangélica.

Diante das explicações, os seguranças trouxeram o pastor de volta ao palco. A organização do evento disse aos jornalistas que “houve um mal entendido”.

Depois, informou que adotou a medida porque o evento é de “todas as igrejas evangélicas” e que, portanto, não era permitido portar bandeiras de igrejas específicas. O pastor retirado à força não quis dar entrevista.

dica do Fabio Martelozzo Mendes

Bandeira com 349 m e 5 toneladas bate recorde na Romênia

Peça com 226 m de altura precisou ser fotografada do alto. Mais de 200 pessoas foram necessárias para posicionar o tecido.

Levando uma bandeira da Romênia em versão menor à mão, grupo ajuda a esticar a nova maior bandeira do mundo, em Clinceli, perto de Bucareste (Foto: Bogdan Cristel/Pool/Reuters)

Levando uma bandeira da Romênia em versão menor à mão, grupo ajuda a esticar a nova maior bandeira do mundo, em Clinceli, perto de Bucareste (Foto: Bogdan Cristel/Pool/Reuters)

publicado no G1

Na região sul de Bucarest, capital da Romênia, uma bandeira nacional entrou para o Guinness como a maior do mundo, e precisou ser fotografada do alto para caber na imagem.

O pendão possui 349 m de comprimento por 226 m de altura, três vezes o tamanho de um campo de futebol, e foram necessárias mais de 200 pessoas para estender a bandeira de cinco toneladas, em um processo que levou horas para ser concluído.

Bandeira gigante é vista do alto em campo na Romênia. Pendão de 398 m entrou para o Guinness como a maior do mundo (Foto: Bogdan Cristel/Pool/AP)

Bandeira gigante é vista do alto em campo na Romênia. Pendão de 398 m entrou para o Guinness como a maior do mundo (Foto: Bogdan Cristel/Pool/AP)

Cerca de 200 pessoas foram necessárias para carregar e posicionar a bandeira com mais de toneladas (Foto: Bogdan Cristel/Pool/AP)

Cerca de 200 pessoas foram necessárias para carregar e posicionar a bandeira com mais de toneladas (Foto: Bogdan Cristel/Pool/AP)

 

Trabalho escravo no mundo da moda divide opiniões no SPFW

Enquanto uma parte dos entrevistados condenou a exploração, outra confessou que a situação não seria ponto decisivo na escolha de uma marca.

Foto: Bruno Santos/Terra

Foto: Bruno Santos/Terra

Por Sabrina Novais e Thais Sabino, no Terra

Problema recorrente no Brasil e no mundo, o uso de mão de obra escrava em oficinas de costura que atendem grandes marcas divide opiniões entre profissionais da moda e fashionistas no SPFW. Enquanto uma parte dos entrevistados condenou a exploração, outra confessou que a situação não seria ponto decisivo na escolha de uma marca.

O tema veio à tona nesta sexta-feira (22), após fiscais do Ministério Público do Trabalho e da Receita Federal encontrarem 29 bolivianos que trabalhavam em regime de escravidão em uma oficina clandestina na zona leste de São Paulo. Eles trabalhavam mais de 12 horas por dia, de segunda-feira a sábado, e recebiam R$ 4 por peça de roupa, que era levada para marcas conhecidas, como Cori, Emme e Luigi Bertolli, que pertencem à empresa GEP, segundo informações do SPTV, da Globo. O grupo disse que desconhecia as condições de trabalho dos bolivianos.

O designer e diretor de TV Orlando Medaglia comparou o caso ao tráfico de mulheres tratado na novela Salve Jorge. “As empresas trazem eles para cá, eles já chegam devendo e se sujeitam a este trabalho”, disse. Segundo ele, isso é só a pontinha do iceberg. “É uma vergonha, pois as roupas chegam super caras às lojas e as pessoas estão trabalhando nestas condições”, criticou.

Para Medaglia, explorar trabalhadores faz toda diferença na escolha de uma marca. A estilista e professora do curso de Moda no SENAC, Yara Buonamici, se colocou totalmente contra o caso. “A moda deveria usar bandeira contra esse tipo de coisa”, disse ela.

O cabeleireiro Adilson Delawega disse que pararia de comprar roupas de uma marca, caso soubesse de trabalho escravo. “Uma roupa não define quem você é. Se soubesse que as marcas que eu uso utilizam trabalho escravo, eu mesmo faria as minhas roupas”, disse.”Eu deixaria de comprar com certeza. Sou bem correta nesse sentido, só uso couro ecológico, pele ecológica, tudo fake. Isso mudaria completamente a minha opinião sobre a marca”, afirmou a estudante de moda Amanda Tcherniakovsky.

No entanto, fashionistas, apesar de serem contra, não ignorariam as coleções das grifes. “Acho que seria hipócrita se dissesse que iria deixar de comprar na marca. A maioria das grandes marcas tem irregularidades, e isso no mundo todo. Uma atitude minha não mudaria nada”, disse Gabriela Campos de Paula, estudante de moda.

Apaixonado por moda, Daniel Lira também não deixaria de consumir produtos feitos com trabalho escravo. “Quando soube da Zara, fiquei impressionado, mas não tinha outra opção para comprar, se tivesse eu mudaria”, contou.

 

Custando a entender porque as opiniões estão divididas…