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Casal escolhe nome de filha baseado em sugestões de internautas

Publicado no UOL

O casal canadense Alysha e Stephen McLaughlin teve uma ideia que tinha tudo para dar errado: criaram um site, chamado NameMyDaughter, para que os internautas sugerissem e escolhessem o nome da sua filha por meio de votação.

E se não fosse a intervenção dos pais, teria dado errado mesmo. Isso porque o nome escolhido pela maioria foi “Cthulhu”, que representa um monstro das histórias de terror “The Call of Cthulhu”. Nos contos, o personagem é tido como sinônimo de mal extremo e horror.

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Os McLaughlin preferiram, no entanto, o nome “Amelia”, que foi o segundo mais votado pelos internautas. O nome completo da pequena menina ficou Amelia Savannah Joy McLaughlin (um final feliz, ufa).

O nome do meio (Savannah Joy) também podia ser escolhido pelos usuários, mas as decisões dos internautas foram descartadas pelos pais. Uma atitude sábia, uma vez que os nomes do meio preferidos da web foram coisas como Salad (salada) e Pond (lagoa).

Eu, no entanto, não entendo como ficaram de fora do topo nomes como “Princesa Leia” (“Star Wars”), “Penny” (“The Big Bang Theory”) ou tenente Uhura (“Star Trek”).

De qualquer forma, a sorte da pequenina Amelia foi não ter nascido menino. Se fosse, com certeza teria grandes chances de se chamar “Goku”, dada a popularidade do anime “Dragon Ball”.

Veja o que a internet já produziu sobre essa ideia de chamar um filho de “Goku”:

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Homem assassina o filho para poder jogar videogame

Cody Wygant sufocou bebê de 16 meses porque criança estava chorando

Cody Wygant, em foto divulgada pela polícia da Flórida (Reprodução/TV)

Cody Wygant, em foto divulgada pela polícia da Flórida (Reprodução/TV)

Publicado na Veja on-line

Um homem na Flórida, nos Estados Unidos, incomodado com o fato de o choro do filho de dezesseis meses não deixá-lo jogar videogame matou a criança, disse a polícia nesta sexta-feira. Cody Wygant, de 24 anos, foi preso na quinta-feira acusado de assassinato em terceiro grau, que na legislação americana significa que ele não planejou a morte. Wygant também foi acusado de negligência infantil com grande dano corporal, disse a porta-voz do gabinete do xerife do condado Citrus, Heather Yates.

Um juiz determinou a fiança em 100.000 dólares para Wygant, que é de Homosassa, cerca de 148 km a oeste de Orlando. Wygant contou a investigadores que estava tentando jogar jogos de Xbox on-line às 1h de quinta-feira e ficou frustrado com o fato de o filho Daymeon chorar incontrolavelmente, de acordo com o depoimento de prisão. “É inconcebível que um pai mate seu filho”, disse o xerife de Citrus, Jeff Dawsy, em comunicado.

Wygant disse que colocou a mão sobre a boca e nariz do bebê por três a quatro minutos até que a criança pareceu exausta e letárgica. Depois, ele colocou a criança em um cercadinho e cobriu-o da cabeça aos pés, com várias camadas de roupas de cama – impedindo a circulação de, disseram os investigadores. A namorada de Wygant, mãe da criança, não estava em casa no momento.

O acusado não verificou o bebê por cinco horas, informaram os investigadores. Nesse tempo, ele ficou jogando videogame e assistiu três episódios do programa de televisão Fringe. Quando ele foi olhar a criança, Daymeon  estava com um aspecto azulado e já estava morto.

A porta-voz do gabinete do xerife disse que Wygant estava desempregado e tinha recentemente se mudado da Califórnia para a Flórida. Segundo ela, Wygant tem uma ficha criminal extensa na Califórnia, incluindo crimes de invasão e estupro.

Menina de 12 anos idade dá à luz bebê cujo pai é um menino de 13 anos

publicado no Gadoo

Uma menina de 12 anos e 3 meses e seu namorado, de 13 anos de idade, se tornaram os pais mais jovens da Grã-Bretanha. A mãe tinha apenas 10 anos quando conheceu o pai, e ainda estava na escola primária quando ficou grávida.

O jovem casal, do norte de Londres, comemorou o nascimento de sua filha bebê no fim de semana, e prometeu ficar juntos como uma família. A menina é 5 meses mais nova que a anterior mãe mais jovem do Reino Unido.

Segundo o jornal The Sun, o casal estava junto há mais de 1 ano. A família dos dois está dando apoio ao casal.

Menina de 12 anos e menino de 13 se tornam pais mais jovens da Grã-Bretanha

Menina de 12 anos e menino de 13 se tornam pais mais jovens da Grã-Bretanha

Acusação de tentativa de homicídio contra bebê é retirada no Paquistão

Bebê de nove meses, acusado de assassinato, comparece em audiência na Justiça do Paquistão

Bebê de nove meses, acusado de assassinato, comparece em audiência na Justiça do Paquistão

Publicado no UOL

Um bebê de nove meses que era suspeito de tentativa de homicídio no Paquistão compareceu a uma audiência nesta sábado (12) onde sua família foi informada de que a acusação contra a criança tinha sido retirada.

Mohammed Moussa Khan foi levado à Corte por seu avô, Muhammad Yasin. Ao lado do juiz, tomou uma mamadeira de leite e ouviu que a acusação ele contra tinha sido retirada, mas mantida contra a sua família.

Uma dúzia de membros da família do bebê foi acusada de tentativa de homicídio de um dos policiais que tentaram acabar com um confronto entre um grupo de moradores e funcionários de uma companhia de gás, segundo o jornal “Dawn”.

O caso gerou um debate sobre o funcionamento do sistema judiciário no Paquistão, onde rodou a imagem da criança chorando enquanto tinha as impressões digitais tiradas quanto teve que comparecer à audiência pela primeira vez.

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A polícia abriu uma investigação interna para determinar por que o menor foi acusado junto com o resto de seus familiares.

‘Clone de dinossauro’ engana internautas no 1º de abril

Notícia traz foto de bebê canguru como se fosse de um apatossauro

Foto de bebê canguru que foi divulgada como do filhote de dinossauro clonado (foto: Reprodução)

Foto de bebê canguru que foi divulgada como do filhote de dinossauro clonado (foto: Reprodução)

Cesar Baima, em O Globo

RIO – O Dia da Mentira chegou mais cedo na internet. Ao longo do último fim de semana, a notícia de que cientistas britânicos teriam produzido um clone de um dinossauro extinto há mais de 65 milhões de anos atraiu a atenção de milhares de pessoas, que prontamente a replicaram nas redes sociais. Mas a história, inicialmente publicada pelo site “news-hound.org”, era completamente falsa. A foto do suposto filhote apatossauro, batizado “Spot”, era de um bebê canguru.

De acordo com o artigo no “news-hound.org”, o dinossauro teria sido clonado por pesquisadores da Universidade John Moores a partir de DNA recuperado de um fóssil que estava em exposição o museu de História Natural da instituição (real e sediada em Liverpool) e injetado no útero de uma fêmea de avestruz. “Os avestruzes compartilham muitos traços genéticos com os dinossauros”, justificou ao site o falso professor de biologia da universidade Gerrard Jones, apontado como líder da equipe responsável pelo projeto, numa tentativa de dar legitimidade à história. “As microestruturas das cascas de seus ovos são quase idênticas às dos apatossauros e por isso a clonagem funcionou tão perfeitamente”.

Compartilhada nas redes sociais, a falsa notícia ganhou comentários preocupados dos internautas, como “isso não vai acabar bem”, e comparações com o método fictício para produção de dinossauros mostrado na série de filmes “Jurassic Park”, no qual o DNA dos animais foi obtido do sangue guardado em mosquitos preservados em âmbar, a resina fossilizada de árvores. A possibilidade desta técnica funcionar, no entanto, também já havia sido descartada em setembro do ano passado, quando pesquisadores da Universidade de Manchester publicaram artigo no periódico científico “PLoS One” em que relataram seu fracasso na tentativa de recuperar material genético em amostras de sangue dentro de insetos presos em copal, estágio de fossilização da resina de árvores anterior ao âmbar, com idades entre 60 e 10,6 mil anos. Em comunicado, eles classificaram seu estudo como “o último prego no caixão de Jurassic Park”.

E o pior é que nem mesmo na mentira o “news-hound.org” foi original. Em setembro de 2011, o site americano “Weekly World News” já havia publicado a notícia falsa com quase exatamente os mesmos textos e comentários. As únicas diferenças eram que, neste caso, os cientistas responsáveis pela clonagem e os comentaristas eram da Universidade da Flórida e tinham outros nomes.