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Cantora Perlla ministra em culto evangélico em igreja no RJ

Perlla posta foto no Twitter durante culto evangélico no Rio de Janeiro. Foto: Reprodução/Twitter
Perlla posta foto no Twitter durante culto evangélico no Rio de Janeiro

Publicado originalmente no Terra

Perlla postou uma foto em seu perfil no Twitter, na última terça-feira, (20) na qual aparece ministrando culto evangélico na igreja Advec de Vilar dos Teles, no Rio de Janeiro. “Uma benção” [sic], dizia a legenda da imagem.

A cantora deixou de cantar funk e se converteu à religião evangélica no início deste ano. A decisão aconteceu depois do relacionamento com Cássio Castilhol, pai de Pérola, primeira filha do casal.

Foto: Reprodução/Twitter

Mr Catra: “Não existe a palavra dinheiro na minha casa, existe prosperidade e bênção”

Família de Mr. Catra (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Mr. Catra reúne parte de sua prole para o especial de Dia dos Pais do EGO (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)

Patrícia Teixeira, no EGO

Se um é pouco, dois é bom e três é demais… Imagina 21? Sim, Mr. Catra é pai de 21 filhos (com 14 mulheres diferentes) e, se depender dele, essa conta não vai parar no número ímpar. Para o especial do Dia dos Pais do EGO, o cantor tentou reunir parte de sua prole em sua casa de Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio, e contou sobre sua rotina com os filhos.

Se você acha que ele consegue lembrar o nome de todos, se engana. “Você consegue falar a escalação do seu time? Eu não. Tenho uma ‘colinha’ no carro que me ajuda muito”, brincou o cantor, logo no início da entrevista. Apesar do entra e sai que acontecia no local, Catra conseguiu mostrar o carinho que tem por cada um. Tem filho engraçado, talentoso, tranquilão, mas o que Catra festeja é que todos os homens de seu clã são garanhões: “Cada um tem seu estilo, um é mais neurótico, outro mais playboy, mas graças a Deus todos são garanhões. Vai gostar de mulher assim lá longe. As mulheres são mais tranquilas, não são periguetes. Uma já é casada, outra está na igreja”.

Entre os valores que tenta passar para toda a sua cria estão a humildade e o amor: “Por mais que pareça difícil, o certo é sempre mais fácil de passar. O certo é aquilo que você sente dentro do seu coração. Todo mundo nasce bom, todo mundo nasce puro. Receio que meus filhos dêem muito ouvido à cultura ocidental. Que deixem de ser sagrados, que deixem de acreditar no verdadeiro para acreditar no ilusório. Isso significa que na nossa sociedade, todo mundo vive de sensação, não vive de realidade. Sensação de segurança, de poder. Sensação não é nada”, explicou o cantor.

Pé da galinha não mata o pinto

Amável com as crianças, ele afirma que não gosta de bater nos filhos e que sempre prefere conversar: “Sou mais do diálogo. Mas o pé da galinha não mata o pinto”, disse sobre o fato de, vez em quando, dar uns tapinhas neles.

“Eu acho melhor ver a plantação que seu filho está fazendo para depois poder mostrar a colheita. A plantação é livre, mas a colheita é obrigatória. Se você colocar isso na mente dos seus filhos, eles não vão plantar coisas erradas porque, certamente, vão querer colher coisas boas”, ensinou.

Aos 43 anos, Catra, que teve seu primeiro filho aos 21, ainda não está certo de que quer fechar a fábrica.  “Ainda tenho disposição e é essa disposição que me dá virilidade. Só paro de fazer filho se o pessoal aqui me der o direito de defesa”, divertiu-se o cantor, apontando para sua mulher Silvia, de 33 anos.

Paixão por joias: herança de Catra

Quando pronunciada a palavra dinheiro, Catra rapidamente trata de substituí-la pela palavra benção. E ele garantiu que sua relação com toda grana que juntou, nada tem a ver com soberba e extravagância: “Não existe a palavra dinheiro na minha casa, existe prosperidade e benção. Porque você tem que separar o que é dinheiro de benção e o de maldição. Dinheiro bom compra coisa boa, dinheiro ruim compra coisa ruim. Por mais que você vá a uma loja de marca ou compre um Porshe Panamera, um boing ou um iate, se for com dinheiro ruim, tudo isso é ruim também”.

Apesar de tanta humildade, Catra não dispensa os ouros que carrega nos dedos, no pulso e no pescoço. Questionado se os filhos também gostam de joias, ele foi direto: “Todos! Joia e tatuagem são coisas espirituais. Se você tem, elas precisam significar alguma coisa que venha lhe proteger ou lhe lembrar da presença de Deus. Tenho um cordão que nos elos está escrita a frase: “família sagrada família”, em hebraico. No outro, eu tenho uma estrela de Davi que representa a união dos povos. Eu mesmo que desenho e mando confeccionar. Sou sócio de um joalheiro em Minas Gerais. Quando meus filhos me pedem algo, faço o que posso. Me viro nos 30. Mas também digo que tudo tem seu limite e sua idade. Não vou dar um carro para um menino de 11 anos. Apesar de que meu pai fez tudo para mim antes do tempo”. Continue lendo

Os pastores feiticeiros e seu evangelho pagão

Pastores da Igreja Universal do Reino de Deus inovam. Pela TV, em Brasília, prometem bom desempenho em concursos públicos. O fiel só precisa levar caneta ou comprovante de inscrição ao templo para ser ungido. O discurso? “Se Deus te iluminar, te der a direção, nada dá errado” [Sonia Racy, no Estadão]

Ed René Kivitz

O pior dessa notícia é que tem uma lógica danada. Literalmente, a lógica é danada. É dos quintos dos infernos. Mas faz todo o sentido dentro da cosmovisão religiosa popularmente identificada como cristã, isto é, da subcultura sociologicamente definida como segmento religioso que se pretende cristão. Senão, observe.

  • Para quem crê em um Deus intervencionista, que se mete no cotidiano da vida humana vindo de fora (de outro mundo, da sala do trono, ou sei lá de onde), qual é o problema de pedir a Deus que favoreça um dos seus filhos em um concurso público?
  • Para quem acredita em unção como ritual litúrgico, e sai por aí passando óleo e azeite em portas e janelas, carros, pessoas, animais de estimação, propriedades, galpões empresariais e escritórios, e outras coisas mais, qual é o problema de ungir ritualisticamente uma caneta ou uma ficha de inscrição para um concurso público?
  • Para quem acredita que Deus revela segredos aos seus filhos, fala pela boca dos profetas e dá palpite na vida dos outros, qual é o problema em pedir uma iluminação ou uma direção, tipo informação privilegiada, como ajuda para o êxito num concurso público?
  • Para quem acredita que o templo é a Casa do Senhor, e que os pastores, bispos, apóstolos e patriarcas são Servos do Senhor, pessoas especiais, com uma unção especial de Deus, qual é o problema de participar dessa unção ritualística no Templo Sede Internacional e receber a bênção do homem de Deus antes de atravessar o desafio de um concurso público?
  • Para quem faz promessas de subir escadas de joelhos, realiza peregrinações carregando cruz nas costas, amarra fitinhas de santos no pulso, pendura no pescoço colares benzidos nos terreiros, carrega santinhos na carteira, ou participa de correntes da fé em busca de bençãos materiais e soluções para problemas circunstanciais, qual é o problema de ungir a caneta ou a inscrição para o concurso público?

Em síntese, apesar de grotesca e de causar espanto, respeitada a lógica religiosa popular cristã, não há nada de errado nessa prática noticiada pela Agência Estado. O desafio é responder se essa lógica expressa de fato o Evangelho de Jesus Cristo.

fonte: Blog do Ed René Kivitz

Brasileira do futebol lidera evangélicos na igreja da Vila, que tem até pastor

Gustavo Franceschini*, no UOL Esporte

A Vila Pan-Americana tem lugares de convivência, de relaxamento, de lazer e de… oração. O espaço ecumênico do local que abriga a maior parte dos atletas que estão em Guadalajara atende também aos evangélicos. Ketlen Wiggers, do futebol feminino, é uma das líderes de um grupo que, segundo ela, reúne fieis de vários países e conta até com um pastor das “Atletas por Cristo”.

A jovem de 19 anos é uma das mais fervorosas. Em seu Twitter, ela já falou sobre bandas gospel, orações que recebeu de um colega e sobre a experiência na Vila. “Cheguei da igreja, foi bênção. Tremendo mesmo. O melhor é saber o que Deus faz com as outras pessoas”, disse a atleta.

“É sempre muito legal. Tive essa experiência pela primeira vez na Universíade, na China, neste ano. Nós tínhamos perdido para as chinesas, estávamos meio chateadas e fomos na igreja. Acabamos encontrando as meninas [para quem perderam] lá e ficamos amigas”, disse Ketlen, após a vitória do Brasil por 2 a 1 sobre a Costa Rica, na última quinta-feira.

A jogadora foi acompanhada de algumas companheiras de time. Renata Diniz, Thais e Beatriz também já passaram na reunião, que envolve atletas de outros países. “Nós vimos muita gente do México ontem. Também tinha um pessoal do atletismo da Colômbia”, conta Ketlen, sem poupar elogios ao clima encontrado no local.

O responsável por tanto é um pastor da Atletas por Cristo. Trata-se de uma entidade religiosa internacional que está sempre presente em grandes eventos esportivos para fornecer amparo religioso para esportistas que estão em atividade. Entre os adeptos do grupo, que não compõe uma igreja evangélica, o mais famoso é o meia Kaká, do Real Madrid, que já foi fiel da Igreja Renascer, no Brasil.

*Colaborou Alexandre Sinato

foto: Marty Melville/Getty Images

dica do Leone Lacerda