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As histórias bíblicas de Adi Nes

Publicado no Obvious

O Estudo de Adi Nes sobre Histórias Biblicas, busca no Antigo Testamento a essência ética que se tornou referência na nação israelense. Formando um painel de quatorze fotografias, o artista traz com autenticidade a identidade histórica, cultural e a tradição de uma comunidade que hoje ainda luta com problemas como êxodos e expulsões, pobreza e miséria. O artista motivou-se a concluir o trabalho em virtude de experiências de vida em sua cidade residência, Tel-Aviv, que ao contrário do imaginário coletivo retrata uma Israel totalmente adversa. Que possui assim como toda e qualquer cidade da contemporaneidade seus problemas urbanos e sociais, apesar de ser um lugar extremamente atrativo como também todo centro urbano.

As fotografias da série Histórias Biblicas foram produzidas por Nes como filmes. Cada uma delas teve uma pesquisa especifica para se escolher locação, figurino. Houve design de produção, etc. Após tudo isso a montagem de cada cena foi feita com atores ou personagens importantes da própria vida do artista, como por exemplo na montagem de “Job” onde Nes gostaria de ter fotografado o próprio pai, pela trajetória de vida dele e também por conseguir-se extrair através de sua face sensações únicas. Mas como seu pai já havia morrido, Nes escolheu o tio, que possuía semelhanças físicas e de trajetórias de vida. Em outros casos a escolha dos atores é tão bem feita e a montagem dos cenários tão adequada que emociona em um piscar de olhos.

Outro artifício usado por Adi Nes neste e também em outros trabalhos anteriores, é a referência de precedentes da história da arte, tornando seu trabalho ainda mais forte e consistente.

Abel

Abel

Elias

Elias

Rute e Noemi

Rute e Noemi

Rute e Noemi

Rute e Noemi

Jó

Hagar

Hagar

José

José

Jacó e Esaú

Jacó e Esaú

Caim e Abel

Caim e Abel

Jó e seus amigos

Jó e seus amigos

Davi e Jônatas

Davi e Jônatas

Abraão e Isaque

Abraão e Isaque

O Trabalho de Adi Nes, sempre foi impregnado por sua trajetória de vida. Ser um total “Outsider” em todo lugar onde esteve faz com que suas fotos sejam o que são. Olhar para uma obra de Adi Nes é mergulhar em um mundo a parte. Adi Nes, nasceu no Iran, em uma Família tradicional Sefaradi que migrou para Israel onde a cultura mostrava-se distinta do que estavam acostumados, somando-se a todas estas a identidade Gay de Adi Nes está muito presente também em sua vida e obra. Todos estes registros estão impregnados na sua arte. Nacionalidade, homossexualidade, cultura, tradição, etc. Conhecer a arte de Adi Nes é conhecer um mundo único de identidade própria, é conhecer alguém que se importa com os problemas reais do mundo, do seu lócus, do seu povo e do outro.

Melhor impossível?

Os poucos jovens religiosos que conheço no meio que frequento costumam ser melhores alunos, mais atentos ao que se fala em sala de aula e menos inseguros com relação a temas como sexo, drogas e rock and roll

3basesLuiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

Você lembra do filme com Jack Nicholson chamado “Melhor É Impossível”? Há uma cena em que ele, um obsessivo-compulsivo (diríamos, um caso grave de TOC), de repente, saindo do analista, se dá conta: “E se melhor do que isso for impossível?”. Referia-se a seu quadro tenso, cheio de rituais obsessivos, mas rasgado por um esforço cotidiano de enfrentá-lo.

Pois bem, outro dia, em meio a uma aula com alunos de graduação, discutindo se é melhor ser religioso ou não, essa questão apareceu: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. Ou: “E se uma vida melhor for impossível de se conseguir?”. Que vida é essa da qual falávamos? O que pensa um jovem de 20 anos acerca do que seja qualidade de vida?

A questão se apresentou quando ouvíamos uma menina, religiosa, dizer o quanto melhor era a qualidade de vida que se tinha vivendo dentro de uma comunidade religiosa. Melhores amizades, melhor namoro, meninos mais honestos, melhores férias, melhor convívio com os pais, enfim, melhor tudo que importa, apesar de nunca ser perfeito.

Os semiletrados pensam que jovens gostam de ser “livres”.

Risadas? Jovens querem famílias estáveis, casa com segurança, futuro garantido, um grupo para dizer que é seu, códigos que os definam de forma clara e distinta, enfim, de um quadro de referências que torne o mundo significativo e seu.

Quando encontram, aderem de forma muito mais direta do que pessoas com mais de 30. Estas já começam a entrar no desgaste cético que a vida impõe a todos nós. Da louça que lavamos, do sexo meia boca que fazemos à arte que cultivamos.

Basta ver o caráter dogmático do movimento estudantil pra ver esse tipo de adesão direta e sem medo dos jovens. Às vezes temo que mais atrapalhamos os jovens do que os ajudamos com o conjunto de exigências que fazemos a eles: sejam diferentes, mudem o mundo, rompam com tudo, inventem-se. Woodstock foi um surto do qual eles já se curaram, mas nós não.

Mas, de volta a: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. O problema era: É melhor viver sem religião ou viver aceitando um código religioso claro?

E vejam: no dia a dia, os poucos jovens religiosos que conheço no meio que frequento costumam ser melhores alunos, mais atentos ao que se fala em sala de aula, menos inseguros com relação a temas como sexo, drogas e rock and roll, assim como também quando se fala de futuros relacionamentos. Enfim, parecem saber mais o que querem e serem menos permeáveis às modinhas bobas que existem por aí.

A conclusão parece ser que uma adesão a uma vida religiosa sem exageros de contenção de comportamento nutre mais esses meninos e meninas ao redor dos 20 anos do que a parafernália de teorias que a filosofia ou as ciências humanas produziram nos últimos séculos.

É como se as religiões tradicionais (como digo sempre, se você quiser uma religião, pegue uma com mais de mil anos…) carregassem uma sabedoria mais instalada, apesar de silenciosa, com relação ao que de fato eles precisam.

E se tivermos alcançado algum limite nas utopias propostas para a modernidade? E se o surto do século 18 pra cá tiver se esgotado como fórmula e chegarmos à conclusão que, como pequenos ajustes aqui e ali, pequenas correções de percurso (um cuidado com os recursos do meio ambiente, uma sensibilidade maior aos riscos de um materialismo extremado, maior longevidade, beijo gay na novela das nove), a vida se impõe em seu ritmo como sempre se impôs aos nossos ancestrais?

E se o velho ritmo de nascer, crescer, plantar, colher, reproduzir e morrer, com variações criadas pela Apple, for tudo o que temos? E se for justamente essa “perenidade do esforço” impermeável às modas de comportamento a realidade silenciosa da vida?

E se o Eclesiastes, livro que compõe o conjunto de quatro textos da Bíblia hebraica (que os cristãos chamam de Velho Testamento) conhecidos como Sabedoria Israelita (Provérbios, Eclesiastes, Livro de Jó e Cântico dos Cânticos) estiver certo, e não existir nada de novo sob o Sol? E se tudo for, como diz o sábio bíblico, vaidade e vento que passa?

Muita fé debaixo do viaduto no Rio de Janeiro

Igreja Batista Alfa e Ômega realiza cultos sob elevado da Linha Amarela na Cidade de Deus

 A Bíblia é colocada sobre um latão vazio de óleo, enquanto a pastora faz a pregação para os fiéis, que usam cadeiras de plástico (foto:  Uanderson Fernandes / Agência O Dia)


A Bíblia é colocada sobre um latão vazio de óleo, enquanto a pastora faz a pregação para os fiéis, que usam cadeiras de plástico (foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia)

Flavio Araújo, em O Dia

Rio – A Bíblia repousa em um púlpito improvisado sobre um latão vazio de óleo. Ao lado, um valão tomado pelo mato exala cheiro de esgoto. Os cânticos religiosos só não são abafados pelos motores que passam a toda velocidade por causa do uso de microfone e amplificadores. No chão de terra batida, as cadeiras de plástico dão um pouco de conforto a cerca de 50 almas aflitas. Esta é a sede da Igreja Batista Alfa e Ômega, que funciona sob o viaduto da Linha Amarela, na Cidade de Deus.

“Estamos há 14 anos na comunidade e, desde 2007, funcionamos como igreja. Usávamos um galpão, mas com o fim do contrato, o proprietário aumentou o aluguel, de forma que não pudemos pagar, já que a chegada da UPP valorizou os imóveis. Então, a Administração Regional, da prefeitura, nos deixou usar esse espaço, que era reduto de usuários de drogas. Conseguimos trazer alguns deles para a igreja, mas muitos sumiram”, relembra o pastor Leandro Campos, de 34 anos.

Ele divide as pregações, às quintas e domingos — dia em que o público sobe para cerca de 300 pessoas — com a mulher, Cláudia Cristina dos Santos, 35. “Aproximadamente 90% dos nossos fiéis são jovens que lutam por oportunidades melhores de vida”, explica a pastora. Problemas com álcool e drogas na família, falta de trabalho e de atendimento médico convivem com a esperança de dias melhores: para quem reza e para a igreja.

Em alguns momentos da celebração, enquanto hinos são tocados ao violão, os fiéis dão as mãos, em duplas ou quartetos, e oram livremente. Durante a pregação, Cláudia Cristina reconhece que a igreja vem sofrendo com a perda de seguidores. “Quem aqui está sentindo falta de um irmão, que não está mais vindo, levanta a mão?” Quase todos acenam.

“Importa de verdade a questão espiritual. Vir aqui me faz bem, mas é claro que é desconfortável. Mas a mensagem é o mais importante. E a mensagem passada aqui é de alegria e esperança”, diz o comerciário Gérson Moraes, 28.

No fim do culto, pouco dinheiro é depositado nas caixas de oferendas. O valor quase não paga o lanche oferecido às crianças que ficam em um espaço mais iluminado brincando sob supervisão de adultos da igreja.

O pastor Leandro acredita que sua igreja é a única no Rio que funciona embaixo de um viaduto. “Ouvi falar de outra em Bangu, mas nunca vi”, diz, como São Tomé.

Fiel sai de Santa Cruz para rezar

“Venho aqui para acalmar meu coração, que anda muito aflito. Deus levou meu filho e tenho certeza que, em breve, vai me levar para junto dele”, afirma, com um sorriso no rosto, a aposentada Aurília Maria Benícia, 62.

Moradora da Cidade de Deus por mais de 50 anos, ela se mudou para um apartamento em Santa Cruz por causa de obras viárias que passaram pelo pequeno sítio em que vivia.

Para rezar junto com seus amigos e conhecidos pelo filho Anderson, que aos 35 anos foi morto em um assalto, Aurília enfrenta cerca de 60 quilômetros de viagem.

“Essa igreja é uma bênção para mim”.

dica do Ailsom Heringer

40 coisas que você nunca percebeu que eram cristãs

grid-cell-31387-1395856546-8Matt Stopera, no BuzzFeed

1. Há um versículo da Bíblia no fundo de todos os copos do restaurante de fast food In-N-Out.

2. O mesmo acontece nas sacolas das lojas de roupas Forever 21.

3. Mary Kay Ash da empresa de venda direta de cosméticos Mary Kay atribui seu sucesso à decisão de “aceitar Deus como nosso parceiro”.

4. O cara que fundou o site de relacionamentos eHarmony é um psicólogo cristão.

5. O fundador e diretor executivo da companhia aérea JetBlue é um mórmon.

6. O fundador dos restaurantes de fast food Carl’s Jr. começou uma tradição nas reuniões da sua empresa: eles fazem uma oração e recitam o “Pledge of Allegiance” (juramento à bandeira) antes de começarem.

7. Em 2001, Katy Perry lançou um álbum cristão sob o nome Katy Hudson.

8. A maioria das canções do U2 têm temas cristãos.

9. Sylvester Stallone é um cristão fervoroso e devoto e já apareceu no “700 Club”, um programa de TV cristão.

10. O filme “Rocky – Um Lutador” está LOTADO de referências religiosas.

11. Bob Dylan se tornou um “cristão renascido” na década de 1980.

12. Assim como Chuck Norris.

13. Chris Tucker se converteu, ou “renasceu”, depois de filmar “Tudo Por Dinheiro” em 1997.

14. Jane Fonda foi criada como uma ateia mas se converteu para o cristianismo depois de se divorciar de Ted Turner.

15. Alice Cooper acredita em cada palavra da Bíblia ao pé da letra.

16. Gary Busey se converteu depois de um acidente de moto.

17. Sixpence None the Richer é uma banda cristã.

18. Depois do furacão Katrina, Mr. T doou todas suas jóias de ouro por causa de sua fé cristã.

19. George Foreman é um pastor com seus próprios cultos semanais na igreja.

enhanced-buzz-wide-31336-1395857458-1920. Bow Wow também é um cristão convertido.

21. O fundador da cadeia de hotéis Marriott era um mórmon devoto.

22. Stephen Colbert dá aulas de catequese.

23. Bear Grylls também é um cristão devoto.

24. Tyson, a maior companhia de frangos do mundo, emprega um grupo de padres que realizam cultos no local de trabalho.

25. Chris Martin do Coldplay não perdeu sua virgindade até os 22 anos, devido a “questões religiosas”.

26. Jessica Simpson esperou até seu casamento com Nick Lachey para manter relações sexuais.

27. Assim como Mariah Carey e Nick Cannon.

28. Jon Adams tinha um cachorro chamado “Satan”.

29. “In God We Trust” (Em Deus Nós Confiamos) tornou-se o lema nos Estados Unidos em 1956, quando o presidente Eisenhower assinou uma lei.

30. Em 1954, “under God” (sob Deus), foi adicionado ao juramento à bandeira dos EUA, também pelo presidente Eisenhower. Só pra você saber, ele foi batizado apenas um ano antes disso.

31. As iniciais do Grilo Falante (Jiminy Cricket) do filme “Pinóquio” podem ser uma referência escondida a Jesus Cristo.

32. A Branca de Neve comendo a maçã pode ter sido uma referência escondida sobre a queda do Jardim do Éden.

33. A filosofia da empresa de alimentos Little Debbie começa com: “A família McKee reconhece a providência de Deus no nosso sucesso contínuo”.

34. Fieldy, o baixista do Korn, é agora um cristão devoto.

35. Ben Stein é um criacionista. Ben Stein também é judeu, mas esse fato é bom demais para não ser incluso.

36. Está escrito “João 3:16” no fundo dos potes de frozen yogurt das lojas Sweet Frog.

enhanced-30123-1395861642-738. Sufjan Stevens é um cristão devoto que vai regularmente à missa em Brooklyn.

39. Tom Chappell, o fundador e diretor executivo da marca Tom’s, recebeu um diploma pela faculdade de Divindade de Harvard e quase largou o seu trabalho para seguir um caminho clerical.

40. Kel Mitchell trabalha agora como cristão profissional.

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Bruna Marquezine frequenta grupo de jovens evangélicos

Entidade é ligada à Igreja Batista

foto: Agnews

foto: Agnews

Publicado no MSN Entretenimento

Quem vê as cenas quentes de Bruna Marquezine na TV, ou a bela gravando com pequeninos biquínis na praia, nem pode imaginar que a atriz agora tem uma atividade mais conservadora.

Há quatro meses Bruna frequenta um grupo de jovens evangélicos do ministério Soul da Esperança. A entidade é ligada à Igreja Batista, de acordo com a revista “Veja”.

Vale lembrar que o ex-namorado da atriz, o jogador Neymar, é evangélico e frequenta também a Igreja Batista há anos. Inclusive, quando namoravam, o atacante do Barcelona chegou a levar Bruna aos cultos.

A atividade espiritual não tem impedido Bruna de abusar de sua sensualidade nas cenas como Luiza, na novela “Em Família”. O fato foi elogiado pelo autor Manoel Carlos.

“Bruna tem um despudor para representar só visto nas grandes atrizes. Além de uma beleza e um frescor incontestáveis”, afirmou.