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Ditados populares das redes sociais

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Publicado no youPIX

Ter perfil ativo nas redes sociais não é fácil. Todos os dias temos que conviver com vários tipos de pessoas programadas para matar a sua produtividade, o seu foco e a sua paciência, e fazer você rir muito, claro. E sempre um tiozão que aplica umas gírias idosas, piadinhas do tipo “é pavê ou pacumê?” e umas frases de efeito de gente gagá, né? Por mais que seja estúpido, é engraçado! Daí, que a gente resolver ser o tiozão e trouxemos os ditos populares para as redes sociais.

Frases profundas que refletem o comportamento do internauta que poderão guiar seus passos digitais(sic). Vem com a gente:

1) Em casa de blogueiro o espeto é viral.
2) Nem tudo o que reluz é moeda verde.
3) O pior seguidor é aquele que não quer retuitar.
4) Quem tem pressa usa script.
5) RT de promoção, 100 anos na prisão.
6) Antes forever alone, que mal seguido.
7) Não há marcas que o Google apague.
8) Em terra de badges, quem é mayor, é rei.
9) Nada como um poke atrás do outro.
10) Em Twitter privado não entra stalker.
11) As aparências enganam.
12) Quem com post fere, com comentário será ferido.
13) Twittar é poder.
15) Trollagem no perfil dos outros é refresco.
16) O bom follower a seguir torna.
17) Orkut de bêbado não tem dono.
18) O unfollowado é sempre o último a saber.
19) Quem publica o que quer, lê o que não quer.
20) Quem com tag em flyer fere com tag em flyer será ferido.
21) Post engraçado não se olha a fonte.
22) Tuítem bem, tuítem mal, mas tuítem de mim.
23) Tuita quem pode, retuita quem segue.
24) Diga-me o que lês no Google Reader e te direi quem és.
25) De atriz, blogueiro e dj o inferno tá cheio.
26) O mural do vizinho é sempre mais curtido que o nosso.
27) Roupa suja se lava por DM.
28) Comunidades paradas não movem tópicos.
29) De view em view o Youtube cria uma celebridade.
30) É melhor prevenir estudando do que remediar com o Yahoo! Respostas.
31) Antes uma badge roubada do que nenhuma.
32) Quem tem Google Maps vai a Roma. (E dá check-in).
33) Quem semeia quizes, colhe spams.
34) Em terra de apps quem tem iPhone é rei.
35) A união faz a Super Swarm Badge.
36) Anônimo do Formspring que ladra, não morde.
39) Azar no Angry Birds, sorte no poke.
40) Em briga de blogueiro não se mete o mouse.
42) A desculpa do troll é a zoeira.
43) Não adianta chorar sobre perfil hackeado.
44) O fake tem pernas curtas.
45) Dos encurtadores de URL, o menor.
47) Retuitou não leu, o pau comeu.
48) Mais vale um seguidor na mão do que dois unfollows.
49) Nunca diga “nesta rede social nunca entrarei”.
50) Onde há Trending, há Topics.

Blogs ganham até R$ 80 mil por elogios

Maurício Cid, criador do blog de humor "Não Salvo", tido como um dos mais rentáveis no uso de posts patrocinados
Maurício Cid, criador do blog de humor “Não Salvo”, tido como um dos mais rentáveis no uso de posts patrocinados

Juliana Cunha, na Folha de S.Paulo

Ganhar brindes de marcas, ser convidado para participar de eventos e receber entre R$ 500 e R$ 15 mil por uma opinião favorável a um produto estão entre as regalias de ser um blogueiro famoso.

Segundo levantamento feito pela Folha com 12 agências de publicidade que trabalham com marketing digital, um blogueiro cujo site tenha a partir de 40 mil acessos diários ganha entre R$ 15 mil e R$ 80 mil por mês fazendo publieditoriais.

Também conhecidos como publiposts, post pagos e jabás, são textos financiados por marcas e veiculados em blogs. A maioria aparece com uma discreta identificação de que se trata de publicidade -apenas uma “tag” no pé do texto, com a palavra “publipost”. Outros nem isso mostram. É comum que esses avisos apareçam só no fim do texto, em tamanho pequeno.

Publipost é todo material pago veiculado em blogs como se fosse um post normal. De certo modo, corresponde aos chamados “informes publicitários”, textos com aparência jornalística feitos por empresas e publicados em jornais e revistas com identificação para que o leitor não o confunda com reportagem.

Por causa do post pago, é possível ver blogueiros elogiando marcas de absorvente, roupas, celulares, restaurantes e até dermatologistas.

A propaganda, que não tem cara de publicidade, nem sempre aparece identificada como tal. Escrita em primeira pessoa, assemelha-se a uma dica de amigo.

“O grande problema é a falta de regulamentação. Cada blogueiro identifica as propagandas como quer. Alguns com uma ‘tag’ minúscula no fim do post, outros com selos”, diz o blogueiro e publicitário Alexandre Inagaki.

Para Inagaki, o correto seria identificar como propaganda logo no título.

Neste ano, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) investigou um caso de propaganda disfarçada em blogs pela primeira vez: três blogueiras publicaram textos idênticos elogiando produtos da loja de maquiagens Sephora.

Ao final, o conselho recomendou que elas evitassem gerar desconfianças nos consumidores.

Segundo as agências de publicidade, os melhores blogs para anunciar são os de humor e os de moda, que já ganharam até uma rede para organizar os publiposts, chamada F.Hits.

A plataforma criada pela empresária Alice Ferraz reúne 24 blogs de moda e chegou a receber o título de oitava companhia mais inovadora do Brasil no ranking da americana Fast Company.
Um dos blogs de humor mais rentáveis é o “Não Salvo”, feito por Maurício Cid. Ele afirma identificar suas publicidades por meio de ‘tags’.

“O que o blogueiro tem de mais importante é a sua credibilidade. Além disso, meus leitores acham justo que eu ganhe dinheiro com o blog.”

AGÊNCIAS

O procedimento padrão do publipost é feito por uma agência de publicidade ou setor de marketing de uma empresa. A agência entra em contato com blogueiros cujos sites tenham a ver com o produto. São acertados valores e a exposição do texto.

Há quem peça, por exemplo, que o texto fique na página principal do blog por um número determinado de dias.

O blogueiro costuma escrever o texto para que o material não seja muito diferente dos textos normais do site.

Há, porém, redatores publicitários especializados em imitar o estilo dos blogueiros. A marca aprova o material antes de ele ser publicado.

Outras ações publicitárias como vídeos, mudança do “layout” do blog e participação dos blogueiros em eventos costumam ser mais caras.

Para Daniel Oliveira, do blog “Não Intendo”, não há como blogs grandes se sustentarem sem publicidade. Ele a identifica com uma tag.

“Publico uma média de 25 textos toda semana, apenas 2 ou 3 são publicidade. Um site com muitos acessos como o meu precisa de um servidor elástico, o que pode custar US$ 2.000 por mês.”

Entre seus clientes, Oliveira já teve marcas de bebida, carros e lojas de roupa.

Para Ian Black, da agência New Vegas, o mercado está inflacionado: “A demanda de marcas que se interessam por esses serviços cresceu e surgiram agenciadores que sabem cobrar como agência”.

foto: Zé Carlos Barretta/Folhapress

Editoria de Arte/Editoria de Arte/Folhapress

“Deixem os blogs ganharem dinheiro honestamente”

"Por que só os blogs não podem fazer isso?"

Stephanie Hering e Leonardo Araujo, no Adnews

Depois de merchandisings e anúncios relâmpagos em programas de televisão, outra forma de publicidade ganhou os holofotes nas últimas semanas. No dia 23 de agosto, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) iniciou três procedimentos para investigar se a loja de cosméticos Sephora estaria pagando blogueiras para fazerem propaganda positiva de produtos vendidos em sua unidade. As denúncias surgiram após três blogueiras terem publicado posts idênticos sobre uma linha de maquiagem da marca Yves Saint Laurent.

Famosa no exterior e recém-inaugurada em São Paulo, no shopping JK Iguatemi, a loja negou as acusações e afirmou que não influencia qualquer resenha publicada na internet ou em qualquer outro veículo.

De acordo com o Conar, como prescreve o Código de Defesa do Consumidor, qualquer tipo de publicidade deve ser explicitada pelo meio de comunicação, não podendo ser “disfarçada”. Em meio à questão, outros debates têm sido suscitados. Afinal, a prática de pagar blogs para fazer propaganda é errado ou não? Para responder esta e outras perguntas, o Adnews entrevistou Felipe Morais, coordenador da Pós Graduação em Marketing Digital da Faculdade Impacta Tecnologia. Confira abaixo a entrevista:

Adnews: Qual a eficácia e o impacto desse tipo de publicidade?

Felipe Morais:Quando as pessoas seguem um blog é por que acreditam no blogueiro que está por trás daqueles textos. Independente do conteúdo, as pessoas querem saber o que esse blogueiro escreve ou acha de determinado assunto. Os blogueiros hoje são fortes formadores de opinião. Com a eficácia da propaganda boca-a-boca na web, que está mais potencializada do que nunca, os blogs tem sido armas publicitárias, pois é a opinião de formador de opinião referente a um produto. Já fiz campanhas com blogs que optaram gratuitamente em falar de algumas marcas multinacionais com grande sucesso.

Adnews: É uma alternativa válida e eficiente?

FP:Eu acho que sim. Não é um banner pago em um site falando do produto. É um formador de opinião que tem 10, 15, 20 mil seguidores diários esperando para saber o que o dono do blog tem a dizer.

Adnews: Existe algum conflito ético embutido nessa prática?

FP:Acho uma grande bobagem essa discussão de que blogueiro não pode ser pago para falar bem de marca. A Xuxa usa Monange? O Gianechinni compra no Pintos Shopping? A Paris Hilton ganhou 700 mil reais para fazer a propaganda da Devassa e duvido que ela sabia que essa cerveja existia 5 minutos antes da marca ligar para ela e fazer a proposta.

Por que eu (e sou blogueiro também) não posso fazer uma propaganda de uma marca no meu blog e receber por isso? O blog é um veículo de comunicação como qualquer outro e merece ser remunerado por propaganda. Eu já fiz propaganda de graça para divulgar livros e cursos dos meus amigos e isso nunca tirou a minha credibilidade. Fiz a propaganda, falei bem e não ganhei um centavo por isso, mas e se eu tivesse ganhado? O que mudaria na minha comunicação? Nada!

Adnews: E conflitos jurídicos?

FP: Não sou advogado para falar com precisão, mas em minha opinião, acredito que não. O blog é um veículo de comunicação escrito por uma pessoa. É como um apresentador que fala de Tekpix na televisão. Ele é pago para influenciar as pessoas a comprar um produto, por que só os blogs não podem fazer isso?

Adnews: Você acredita que esta prática pode implicar na perda de credibilidade para a marca e os blogueiros?FP:Não. Eu vejo o contrário. Primeiro porque esse papo de “post pago” não é percebido pelo consumidor final, leigo em comunicação. Ele é discutido no mercado de comunicação e marketing e só. O consumidor leigo em comunicação é um médico, advogado, psicóloga, empresária… São pessoas que não atuam na nossa área, mas que  compram os produtos.

Elas são sim influenciadas pelo blogueiro por que gostam dele e entendem que ele está sendo pago para aquilo, mas acreditam que assim como a Xuxa pintou os cabelos de preto para a propaganda da Wella ou o vocalista do Chiclete com Banana tirou a barba na campanha da Gillete, todos usam o produto e por isso divulgam.

Nós, publicitários, sabemos que não é bem assim, então, deixem os blogs ganharem dinheiro honestamente. Eles não estão roubando ninguém, não estão fazendo nada que qualquer outro veículo não faça há tantos anos!

Silas Malafaia: Humorista de stand-up comedy

Publicado originalmente no NãoSalvo

O pastor evangélico e humorista de stand-up comedy Silas Malafaia, em uma de suas esclarecedoras pregações, desafiou os blogueiros do Brasil a publicarem em seus blogs a mensagem: blogueiros são filhos do diabo. Desafio aceito™, claro:

Silas malafaia chama blogueiros de filhos do diabo por naosalvo no Videolog.tv.
,
os números do post:

- 500 “tweet”
– 1.250 “curti”
– 95 cliques no google +

Blogueiros, tuiteiros e redatores de publicidade fazem menos sexo do que outras pessoas

Muito texto e pouco sexo

Publicado em Num Clique

Em um tempo em que os nerds – hoje englobando não só os #hardusers de computador, mas qualquer pessoa que manje o mínimo de computador – estão em plena ascensão e com alguns mitos sendo derrubados, onde dizem que os nerds são melhores na cama, a Universidade de Massachusetts faz uma revelação bastante intrigante…

Conteúdo da matéria:

Segundo uma pesquisa com 5.789 homens feita pela Universidade de Massachusetts, blogueiros, tuiteiros, redatores de publicidade, jornalistas e escritores fazem menos sexo do que outras pessoas. E quanto mais populares eles são, menos tendem a comparecer.

A explicação dos neurologistas é que, ao elaborar seus textos, esses profissionais esgotam uma área cerebral que cumpre um papel-chave na hora das preliminares