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Com 292 quilos, britânica não consegue sair da sua poltrona

Além do excesso de peso, Georgia Davis tem uma infecção na perna e não consegue se locomover Foto: Reprodução / The Sun

Além do excesso de peso, Georgia Davis tem uma infecção na perna e não consegue se locomover Foto: Reprodução / The Sun

publicado no Extra

Georgia Davis precisou de um resgate dramático para sair da cama e ir ao hospital, em maio do ano passado. A sua casa teve que ser parcialmente demolida e 50 construtores tiveram que carregar a britânica de 330 quilos. Menos de um ano depois, a jovem de 19 anos até pesa menos (292 quilos), mas está com uma infecção na perna e agora não consegue sair da sua poltrona.

De acordo com o jornal inglês “The Sun”, Georgia chegou a perder 127 quilos no período em que ficou internada. Mas não conseguiu manter a dieta desde que recebeu alta, no último mês de novembro, e passou a morar num apartamento no País de Gales com o amigo de infância Sian Thomas.

— Eu tento ter uma alimentação saudável, mas não posso cozinhar para mim neste estado. Algumas semanas são boas e algumas semanas não são. Eu me perco em alimentos. Não consigo abrir um pacote de biscoitos e comer só um. Eu tenho que comer todos — declarou Georgia.

Para piorar, além de ganhar muito peso, a britânica obesa pegou uma doença chamada celulite (que não é aquela que quase toda mulher tem), que causou um inchaso doloroso em suas pernas. Com isso, ela não consegue mais se locomover e fica o tempo todo em sua poltrona vendo TV e lendo seus romances de vampiros favoritos. Até dormir se tornou um fardo para Georgia.

— Hoje eu estou comendo KFC porque é muito doloroso para mim estar na cozinha e cozinhar. Dormir é muito difícil, porque eu tive que fazer dessa cadeira a minha cama e eu acordo com dor a cada duas horas — revelou.

Em 2008, Georgia Davis tinha 15 anos e era a adolescente mais gorda do Reino Unido, com pouco mais de 209 quilos. Foi aí que ela se internou pela primeira vez, numa clínica para obesos nos Estados Unidos, e conseguiu descer para 114 quilos. Só que, de lá pra cá, ela engordou mais do que emagreceu e agora vive mais um drama por causa do peso.

— Eu tento não deixar isso me derrubar. Obviamente não é o ideal e não é onde eu esperava estar neste momento. Eu já pensei que o peso iria me matar, mas não vou desistir — afirmou.

Jesus nunca não amou

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Caio Fábio

Amou os amáveis, os amigos, os discípulos, os pais e irmãos, e todo o povo carente.

Amou as pessoas das Forças de Ocupação Romana, amou autoridades boas, como o Centurião, como o oficial do rei, e como o bom chefe da sinagoga de Cafarnaum, Jairo.

Amou coletores de impostos, meretrizes, pecadores, religiosos sinceros, insinceros, lobos, mercenários, e todos os Herodes, Anás, Caifás, e cia…, bem como amou os religiosos aos quais confrontou; sim, até mesmo aos que chamou de “filhos do diabo”.

Jesus nunca não amou. Sim, até quando disse “não podes vir”… ou quando disse “quem olha pra trás não é digno do reino”… ou ainda quando disse a alguém que para segui-Lo não daria para esperar a morte do pai: “… deixa aos mortos sepultarem os seus mortos”.

Jesus nunca não amou. Mas amar para Ele não era namoro e nem romance; era  verdade, compaixão e sinceridade sábia na expressão do amor!

Jesus nunca não amou. Nem quando fez um azorrague e a todos os negociantes do Templo expulsou!

Jesus nunca não amou. Nem quando Judas o traiu. Sim, amou antes, durante e depois…

Jesus nunca não amou. Nem quando era o Cordeiro de tudo o que ainda não era… Posto que antes de haver [...] Ele já se dera em amor por tudo o que seria!

Jesus nunca não amou e nunca não amará. Nem quando o mundo conhecer a Ira do Cordeiro. Sim, alguém pensa que a Ira de Deus é ódio? A Ira de Deus é amor em estado de fogo purificador.

Jesus nunca não me amou. Nem nos piores ou mais escuros dos dias e horas de agonia. Ele sempre está comigo. Ele nunca não me amará.

Ah, como amo a santidade livre desse amor incomunicável de Deus, e que transcende a tudo o que compreendemos como amor.

Nele,

fonte: site do Caio Fábio

Padre estreia como árbitro em SP e promete equilíbrio contra palavrões do futebol

Padre Ramires vai conciliar a vida em igreja do Ipiranga com a missão de apitar futebol

Bruno Freitas, no UOL

Imagine uma cena clássica do futebol. Jogadores dos dois times discutindo a marcação da arbitragem. A bola parada, esperando ser chutada. A torcida fervendo na arquibancada, quase invadindo o gramado. Tenso? Agora coloque um padre no meio dessa confusão. Sim, um padre. E na função de árbitro.

Em São Paulo, o religioso Ramires Henrique de Andrade pode se deparar com os desafios da mais patrulhada função dos gramados. Ele acaba de se formar juiz de futebol e fará sua estreia na temporada 2013.

Sacerdote responsável pela Paróquia de São José, no bairro do Ipiranga, capital do Estado, padre Ramires se formou no curso de preparação da FPF (Federação Paulista de Futebol) no fim do ano passado. A partir de fevereiro, ele deve aparecer em escalas de partidas de divisões menores, no princípio de trajetória convencional de um árbitro iniciante. O novato diz estar pronto para o lado mais bruto do futebol, inclusive para os diálogos mais ríspidos.

“Como padre, ouço muitas histórias, no sacramento e no contato com a comunidade. Coisas boas e coisas difíceis da realidade das pessoas. Claro que no campo de futebol, na relação com o jogador e com a torcida, você precisa ter uma outra disposição interior. Você tem que ter uma frieza, um equilíbrio para se adaptar a essas situações”, afirma o novo árbitro de 31 anos.

Padre Ramires viu nascer a paixão pela arbitragem quase paralelamente ao despertar da vocação religiosa. Pouco antes de ingressar no seminário, o adolescente fã de futebol já apitava partidas amadoras em sua cidade, Tocos do Moji, no sul de Minas Gerais.

“Sempre faltava quem iria apitar. Talvez por esse espírito de liderança, por gostar muito de futebol e por assistir a muitos jogos, eu tinha já uma boa noção. Lembro até do meu primeiro apito, de quando eu consegui ele. Lembro que os cartões eu confeccionava em casa mesmo, o amarelo e o vermelho. São ocasiões muito agradáveis”, diz o padre, que encarou preparação de um ano e meio, passando por três testes teóricos e outros três práticos.

No entanto, a retomada do sonho de árbitro teve de esperar alguns anos, até a estabilidade da vida na Igreja Católica. Para ir ao universo do futebol, contou com a anuência dos clérigos superiores da congregação de religiosos de Nossa Senhora do Sion.

A expectativa de padre Ramires é dar os primeiros passos na arbitragem paulista nas categorias sub-11 e sub-13. Mas o horizonte do religioso é comum a qualquer iniciante no apito e aponta no futuro para os palcos mais importantes, com o desejo de mediar grandes clássicos.

Com 92 anos, a Paróquia São José é a igreja mais antiga do Ipiranga e lida com a demanda média de 200 casamentos por ano. No domingo são cinco missas, em agenda que tem padre Ramires à frente de pelo menos duas delas.

Com esta rotina, o novo árbitro da Federação Paulista diz que ainda não sabe como conciliará as duas atividades. Padre Ramires afirma que começará a adaptar sua agenda assim que as primeiras escalas saírem.

“A paróquia tem uma vida bastante intensa, uma vida pastoral, comunitária, é uma das igrejas que mais celebra matrimônios na cidade de São Paulo, é a mais antiga do bairro. Para mim é uma experiência nova. Oficialmente ainda não comecei a apitar, vou passar por um período de estágio. Estou aberto a descobrir esse novo, ver como conseguir equilibrar para viver esses dois momentos bonitos que estão diante de mim”, declara.

O árbitro estreante afirma ver na sua condição de padre em campo uma oportunidade de mudar a imagem geralmente negativa dos juízes. Também diz acreditar que eventualmente pode até levar conceitos evangelizadores para os jogadores.

Apesar de a Fifa coibir manifestações de fé dentro de campo, principalmente depois da reza coletiva da seleção na Copa de 2002, o padre do Ipiranga diz entender que eventuais gestos de conotação religiosa devem ser encarados com naturalidade.

dica do Rogério Moreira

Inglesa com câncer terminal se cura após gastar todas as economias em viagem de despedida

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Lisa com segura o cachorro da família na foto com seu marido e filhas Foto: Reprodução / site “Daily Mail”

Publicado por Extra

Uma inglesa considerada doente terminal devido a um câncer no pulmão se curou após gastar todas as suas economias para criar memórias com a família, de acordo com o site “Daily Mail”.

Lisa Russel, de 37 anos, já havia planejado o seu funeral e até mesmo escrito cartas se despedindo de suas filhas Chloe e Geórgia. Ela e o seu marido, Anthony, decidiram então dar para as meninas o melhor ano da vida delas. Eles então pegaram sua poupança e gastaram em viagens.

Lisa queria deixar memórias boas para as filhas Chloe e Geórgia Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Lisa queria deixar memórias boas para as filhas Chloe e Geórgia Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

— Eu era muito nova quando perdi minha mãe. Foi horrível imaginar que elas pudessem crescer sem mim. Poder dizer a elas que eu não ia a ligar nenhum foi o melhor momento da minha vida — contou.

Lisa lembra que fumava dez cigarros por dia e começou a tossir muito. Em 2009, ela resolveu visitar um médico e foi diagnosticada com câncer de pulmão.

Antes e depois: Lisa quando precisou raspar o cabelo para o tratamento de quimioterapia Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Antes e depois: Lisa quando precisou raspar o cabelo para o tratamento de quimioterapia Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Na época, os médicos disseram que seu câncer não tinha como operar, mas que o tratamento com quimioterapia lhe daria mais 18 meses de vida com a família:

— Eu não queria que a história se repetisse, então eu prometi criar tantas memórias maravilhosas para minhas filhas quanto fosse possível.

Lisa e Anthony organizaram até um casamento. Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Lisa e Anthony organizaram até um casamento. Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Ela gastou mais de R$ 65.000,00 em viagens para Lanzarote, Bulgária e Turquia, além de organizar um casamento com o marido para que as filhas assistissem.

— Era impossível esquecer o câncer, mas ver as meninas se jogar no mar e brincar na praia foi fantástico — lembrou.

A família durante uma das viagens Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

A família durante uma das viagens Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Na volta para casa depois da viagem, já haviam passado os 18 meses de vida estipulados pelos médicos. Lisa continuou fazendo check-ups a cada três meses, sem mudar a perspectiva.

Lisa brinca com as filhas em uma das viagens Foto: Reprodução / SIte "Daily Mail"

Lisa brinca com as filhas em uma das viagens Foto: Reprodução / SIte “Daily Mail”

De repente, em abril de 2012, tudo mudou. Três anos após o diagnóstico original, ela fez mais uma biópsia de rotina e recebeu a notícia que o tumor tinha encolhido tanto que os médicos não conseguiam mais encontrá-lo.

— Eu não podia acreditar. Comecei a rir. Me sinto tão sortuda.

Facebook te deixa gordo e pobre

Carol Castro, na SuperInteressante

Bastam cinco minutos no Facebook (ou em qualquer outra rede social) para você ficar um pouquinho mais descontrolado. Aí fica difícil resistir às tentações, como comidas calóricas e compras desnecessárias. Ou seja, Facebook te faz engordar e se endividar.

A conclusão é de uma pesquisa da Universidade de Pitsburgo e da Universidade Columbia. Dois professores de marketing convidaram 541 pessoas para alguns testes – uma parte delas acessava o Facebook e outras não. E, na sequência, eles tinham de escolher entre comer umbiscoito de chocolate ou uma barra de cereal. O pessoal do Facebook preferia os doces. E eles também se mostravam mais propensos a seguir impulsos consumistas e torrar o dinheiro com uma compra qualquer. Além disso, os fãs de redes sociais desistiam mais rápido na hora de encontrar respostas para problemas de matemática.

Isso só acontece porque quando você tem boas interações com seus amigos pelo Facebook, você fica mais feliz. “Quando as pessoas usam o Facebook elas ficam mais felizes com elas mesmas”, explica Andrew Stephen, co-autor do estudo. “E pessoas que se sentem bem tendem a se controlar menos. Eles se dão permissão para extrapolar em algumas coisas”, conclui.

Os pesquisadores também perguntaram aos participantes sobre o tempo que passam online. Os mais cheinhos sempre gastavam mais tempo, todos os dias, com o Facebook.

Ou seja, meus amigos, fechem aquela aba ali do Facebook e vão aproveitar o dia lá fora.