Uso incorreto do enxaguante bucal causa mau hálito e diminui o paladar

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Publicado no iTodas

Na lista de produtos usados para promover a higienização bucal, o enxaguatório é o item que promete eliminar as bactérias que causam a placa bacteriana, a gengivite e a cárie. Segundo a dentista Dra. Alessandra Rodrigues, no entanto, é preciso ficar atenta ao uso exagerado desse tipo de produto. “Os que possuem sabor muito forte, por exemplo, acabam ressecando a boca”, afirma.

Malefícios do enxaguante bucal

De acordo com o cirurgião-dentista Marcelo Rezende, o uso contínuo de produtos com álcool para bochecho acaba inibindo as papilas gustativas, o que diminui o paladar. Além disso, esses enxaguantes desequilibram a flora bacteriana responsável pelo pH da saliva e pelos tecidos da boca, o que pode deixar os dentes amarelos.

“O álcool presente nesses produtos de sabor forte também resseca a mucosa e provoca descamação, que resulta na formação de saburra lingual, motivo do mau hálito”, completa Alessandra.

Benefícios do enxaguante bucal

O cirurgião-dentista destaca que, escolhendo os produtos certos, é possível tornar o enxaguante bucal um grande aliado da higienização oral. “Os colutórios – substâncias para enxaguar a boca – à base de clorexidina tem ação antisséptica e ajudam a proteger a gengiva”, explica. Contudo, o especialista destaca que eles não substituem o fio dental e a escovação e que não devem ser usados mais do que uma vez por dia.

Outro enxaguante bucal que pode ser usado é aquele que contém apenas flúor em sua fórmula. “Essa versão do produto ajuda a reduzir o risco de cárie dentária e não oferece prejuízos à saúde bucal”, diz Alessandra, da Sorridents.

Como usar

A dentista explica que o produto não precisa ser usado várias vezes ao dia e que o ideal é que complete a última higienização do dia, antes de dormir. Segundo Alessandra, o bochecho não pode ultrapassar 45 segundos e deve ser usado após o fio dental e a escovação.

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Artista usa criatividade para transformar os próprios lábios em personagens de desenhos animados

Publicado no Hypeness

Com criatividade e tinta, você pode pintar verdadeiras obras de arte – e a tela pode ser seu próprio corpo. A maquiadora inglesa Laura Jenkinson surpreendeu ao levar a maquiagem a um novo e desafiador nível, criando personagens dos desenhos animados em sua boca.

Com produtos de maquiagem e tinta para rosto, ela transformou seus lábios nos lábios de cada personagem, dando início a uma divertida série. Pateta, Shrek, Meninas Superpoderosas, Mario e até o peixinho Nemo já fizeram parte da brincadeira.

Confira o resultado desse trabalho criativo de Laura Jenkinson e se surpreenda também:

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Todas as fotos © Laura Jenkinson

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Biólogo registra tubarão-baleia de boca aberta próximo a mergulhador

Apesar da imagem, animal marinho é inofensivo ao ser humano.
Foto foi tirada durante mergulho na Isla Mujeres, em Cancún, México.

Biólogo marinho queria registrar um tubarão-baleia de boca aberta; imagem foi feita durante megulho na Isla Mujeres, próximo a Cancún, no México (Foto: Simon Pierce/Mercury Press/Caters)
Biólogo marinho queria registrar um tubarão-baleia de boca aberta; imagem foi feita durante megulho na Isla Mujeres, próximo a Cancún, no México (Foto: Simon Pierce/Mercury Press/Caters)

Publicado no G1

O biólogo marinho neozelandês Simon Pierce registrou fotos da aproximação de um tubarão-baleia a um grupo de mergulhadores na Isla Mujeres, perto de Cancún, no México.

Na imagem acima, o tubarão-baleia parece querer engolir um dos mergulhadores. Mas o efeito é apenas visual, porque aparentemente o homem estaria atrás do animal, uma vez que o mergulhador aparece mais “embaçado” (com mais água entre ele e o fotógrafo) que o peixe cartilaginoso, que estaria mais próximo e é visto com maior nitidez.

Segundo Pierce, naquele dia, havia cerca de 100 tubarões-baleia nadando na área. Ele explica que tirou a foto com uma lente grande angular porque queria registrar a boca escancarada do animal.

Em seu blog, o biólogo dá uma dica importante para quem quer captar uma cena como essa: “Quanto mais perto você ficar do tubarão-baleia, melhor, porque a imagem vai ficar mais nítida com menos água separando vocês. Dá para ficar a 50 centímetros do tubarão-baleia e ainda conseguir pegar ele inteiro”.

A espécie pode medir entre 2 e 17 metros e se alimenta principalmente de zooplâncton (organismos que vivem dispersos na coluna d’água), mas também fazem parte de sua dieta ovos e larvas de peixes, invertebrados e lulas.

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Mulher chinesa que entrou em coma grávida acorda com a voz do filho

Zhang Rongxiang deu à luz filho quando estava em coma, após acidente.
Em maio, chinesa acordou com a voz do garoto, agora com 2 anos.

Gao Qianbo, de 2 anos, faz a mãe rir; garoto fica o dia todo ao lado da mãe acamada. (foto: QCH/The Grosby Group)
Gao Qianbo, de 2 anos, faz a mãe rir; garoto fica o dia todo ao lado da mãe acamada. (foto: QCH/The Grosby Group)

Publicado no G1

Zhang Rongxiang estava grávida quando sofreu um grave acidente de carro na província de Jiangsu, na China, há três anos. Ela entrou em coma e os médicos chegaram a dizer ao marido, Gao Dejin, que ela nunca iria se recuperar, segundo o site do jornal britânico “Daily Mail”.

Mas o bebê sobreviveu em seu útero e, cinco meses depois, a equipe médica fez uma cesárea, da qual nasceu o garoto Gao Qianbo. Desde o acidente, Zhang foi mantida em sua casa, recebendo cuidados do marido. O filho aprendeu a conviver com a mãe inerte desde os primeiros dias de vida.

Para a surpresa dos médicos, em maio deste ano, Zhang acordou repentinamente, ao ouvir a voz do pequeno Gao, agora com 2 anos. Atualmente o menino ajuda a alimentar a mãe que, apesar de conseguir engolir os alimentos, não consegue mastigá-los. Gao chega a mastigar os alimentos e colocá-los direto na boca da mãe acamada.

A família tem sobrevivido principalmente com ajuda do governo e auxílio de familiares e amigos, segundo o “Yangtze Evening Post”.

Gai Qianbo ajuda a mãe Zhang Rongxiang a se alimentar, mastigando os alimentos e colocando-os em sua boca. (foto: QCH/The Grosby Group)
Gai Qianbo ajuda a mãe Zhang Rongxiang a se alimentar, mastigando os alimentos e colocando-os em sua boca. (foto: QCH/The Grosby Group)

dica do Jénerson Alves

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Vídeo que mostra consumo de 400 cigarros faz sucesso na internet

Água é usada para aquecer 20 maços, absorve alcatrão e fica preta.
Material restante não gruda nos pulmões, mas causa danos a longo prazo.

400 cigarros foram 'fumados' por máquina, e água foi ficando preta (foto: Reprodução/YouTube/Samimys)
400 cigarros foram ‘fumados’ por máquina, e água foi ficando preta (foto: Reprodução/YouTube/Samimys)

Luna D’Alama, no G1

Um vídeo que mostra um experimento que “fuma” 400 cigarros de uma só vez para ver o que sobra dessa combustão faz sucesso na internet, com mais de 1,7 milhão de visualizações no YouTube até esta quinta-feira (26).

O usuário Samimys, que tem 30 vídeos publicados com várias invenções caseiras, criou uma máquina a vácuo para queimar 20 maços com 20 cigarros cada, durante mais de 3 horas.

A uma temperatura inicial de 50° C, a água aquece o cigarro e, aos poucos, vai absorvendo o alcatrão (resíduo do tabaco), ficando viscosa e mudando de coloração – primeiro amarela, depois marrom e, por fim, preta.

Feito isso, a água é fervida, para observar o que resta de partículas sólidas. Após 40 minutos, a água se evapora e deixa 7.200 mg de alcatrão. Esse material preto, que lembra um “carvão” pegajoso, é então cortado com garfo e faca e manipulado.

O vídeo diz que isso é o que chega aos pulmões pela inalação, em partículas muito pequenas, que aos poucos vão causando problemas respiratórios, como enfisema pulmonar, e doenças como câncer, além de alterações nos dentes, na língua e na gengiva.

A cardiologista Jaqueline Issa, do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo, destaca que o cigarro pode acarretar mais de 40 doenças, da boca à uretra, como infarto, aneurisma cerebral, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), doença vascular periférica (nos membros inferiores) e vários tipos de câncer, como de mama e laringe.

“Esse experimento ilustrativo dá uma ideia do que é o cigarro, que por fora parece uma coisa bonita e às vezes até cheirosa, já que a regulamentação dos aromatizantes foi mantida. Apesar de aquele material não ficar grudado nos pulmões, ele entra no sangue e, a longo prazo, causa mudanças genéticas e transforma o pH das células. Por isso, o vídeo é educativo, causa um impacto”, avalia.

O cigarro libera mais de 4.700 substâncias nocivas – além do alcatrão, há a nicotina, o monóxido de carbono e muitas outras derivadas da combustão do cigarro – que vão afetando a parte funcional dos pulmões. Com o tempo, o órgão perde seus alvéolos (estruturas localizadas nos bronquíolos que fazem as trocas gasosas entre oxigênio e gás carbônico), fica “aerados” e com um espaço “morto”, o que causa dificuldades respiratórias. Essas toxinas também estão presentes no cigarro eletrônico, só que em menor quantidade, explica a cardiologista.

“Se você colocar apenas cinco cigarros em um copo d’água da noite para o dia, já vai ver que a água fica num tom amarelo-achocolatado”, diz.

Sobre como o organismo pode se recuperar após uma pessoa abandonar o vício, Jaqueline afirma que depende de quanto tempo o indivíduo fumou, de suas características genéticas e também individuais.

“Se uma pessoa largar o vício antes dos 35 anos e tiver menos de 20 anos de exposição ao cigarro, provavelmente não desenvolverá nenhuma doença relacionada e apresentará a mesma sobrevida de quem nunca fumou, como mostram alguns estudos. Quanto mais o paciente posterga esse dia, porém, mais perde anos de vida”, ressalta.

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