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Carta ao meu filho que virá um dia

Pai caminhando com o filho

Claudio Figueiredo, no Blog do Cláudio Busu

Amado filho, seu Pai te ama. É com essas palavras que inicio essa mensagem.

Hoje estava lendo um debate sobre família, valores, ética e resolvi escrever esta pequena mensagem para que um dia possa ler.

Saiba que o mundo que você virá não será fácil, porém Papai estará sempre ao seu lado e enquanto eu estiver vivo estarei lutando para tornar esse lugar melhor.

Infelizmente algumas pessoas aqui irão tentar te fazer chorar, porém sempre haverá alguém bom para consolar.

Busque sempre em você a força para superar os desafios, porque tudo que você precisa Deus te deu.

Um dia eu escutei uma gravação de um Pastor Americano que mudou minha maneira de pensar. Ele disse: “Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!”.

Tudo começou porque suas filhas não podiam estudar na mesma escola que crianças brancas.

Tempos depois ele foi morto, porém o seu sonho sempre ficou vivo e sua luta conseguiu gerar resultados.

Acredita meu filho, que até certo tempo atrás era impossível o EUA aceitar um negro ser presidente? Chegaram inclusive a enforcá-los em árvores e queimar cruzes para comemorar.

Eu vi o primeiro e o nome dele é Barack Obama. Tudo começou com o sonho deste Pastor Americano que era negro e se chamava Martin Luther King.
As pessoas no mundo de hoje estão brigando porque um outro Pastor está na mídia.

Só que esse é branco, brasileiro e ao invés de lutar pela conquista de direitos para sua gente, ele batalha contra a luta que outras pessoas fazem por seus direitos.

Seu nome é Marco Feliciano, ele luta contra a União Homoafetiva e o seu reconhecimento pelo Estado.

Meu amado filho, não quero doutriná-lo, muito ao menos direcionar seu pensamento.

Porém deixo apenas os seguintes ensinamentos.

Seu Pai é um cristão Católico Apostólico Romano com muito orgulho e por isso faz questão de seguir a palavra de Jesus como seu supremo professor e Mestre.

Ele veio para esse mundo não por causa dos Doutores, intelectuais, ricos ou poderosos, mas pelas pessoas humildes e os pecadores humilhados.

Esse mundo meu filho amado é muito injusto. Aqui você será julgado pela sua cor, suas escolhas, seu local de morada, sua profissão, pela sua fé e pela sua opção sexual.

Para isso usarão as mais diversificadas doutrinas. Citarão intelectuais, autores e inclusive a Bíblia Sagrada.

Porém meu filho aprenda que Jesus veio para reescrever a nossa história, sendo que certa vez ele nos ensinou:

“Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar, e sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes” (Marcos 12:28-31).

Então meu filho, jamais julgue alguém ou aponte o dedo. Se não concordares com uma atitude, ame aquela pessoa dobrado. Viva sua vida na caridade, justiça e amor.

Nunca acredite nas verdades do homem, mas sim em tudo aquilo que Deus tocar seu coração. Leia a bíblia, principalmente o Novo Testamento. Extraia dali o sentido da palavra e não trate os textos bíblicos como um manual de instrução.

Pensar que a Bíblia é um manual de instrução, significa enxergar Deus apenas como um Senhor barbudo sentado em um trono de ouro, brincando de Governar.

Não caia nesse erro. A família de Deus é como os dedos de uma mão. Todos são diferentes, porém o que seria do forte polegar, sem o pequeno mindinho para auxiliá-lo?

Por fim apenas ame as pessoas, respeite-as e siga o seu caminho. Não se preocupe com o outro, porque somente Deus tem a autoridade para julgar uma alma pecadora.

Um olhar de um peregrino sertanejo

Aprendi uma coisa que escola nenhuma me ensinou. O que é de verdade um próximo. Aquilo que as Escrituras Sagradas falavam através dos nossos avós. 

bomsamarit

João Euler, no Eu, ler? Pode ser!

“Minha vida era andar por esse país…” era a canção que eu mais gostava. Trabalhava viajando de uma cidade para outra. Às vezes, sem descanso, só pra dar tempo de chegar logo na outra cidade bem “cedim”. Eu achava muito bom essa vida que eu tinha mesmo doendo a saudade da minha família.

Mas tenho que contar “procês” um “causo” que mexeu com minha vida, com a vida desse sertanejo “véi” da Judéia. Aprendi uma coisa que escola nenhuma me ensinou. O que é de verdade um próximo. Aquilo que as Escrituras Sagradas falavam através dos nossos avós. Eu “tava” vindo de Jerusalém pras bandas de Jericó. Sempre fazia isso, era costumeiro. Pois num é que apareceu um bando “servergonhe” de ladrão. Eu não sei “daonde” aqueles cão saíram. Não é assim? Do nada, as desgraças aparecem? Só sei que me pegaram de jeito, levaram meu “jumentim” que carregava as coisas tudo. Meu material de venda, meu mostruário, minhas malas, meu dinheiro… Ainda me bateram, me bateram, me bateram… Quando pedi pra parar… aí, que me bateram mais. Nunca senti tanta dor.

No chão, me senti humilhado. Só lembrei da minha família. Como ia voltar pra casa. E se eu ia, como ia levar o sustento… Pedi tanto a Deus a morte. Mas nada… Só silêncio. Sem força, só tinha a saída de esperar alguma coisa caído naquele sol quente. Nunca me senti tão só em toda a minha vida. Nem um pé de gente naquele fim de mundo.

Quando de repente vem alguém. Tava com a vista ruim, mas deu pra ver que era alguém importante. Acho que era um sacerdote, um líder da igreja certamente. Pela roupa, dava mais ou menos pra ver. Eu vi que ele me viu. Talvez tenha me reconhecido, mesmo eu não sendo da religião dele. Quem sabe, eu tinha até visitado lá o lugar dele. Tentei falar, fiquei com vergonha. Afinal… eu tava quase nu. Quem é que vai ajudar alguém sem nada, não é mesmo? O que pude ver mesmo, foi ele passar meio que “arrudeando” por onde eu tava. Quando ele se foi, só me deu vontade de chorar… de tristeza, de dor, de sofrimento…

Depois de um “tempim”, deu pra notar no meio dos raios do sol, outro homem vindo. Era conhecido? Era sim… Era cantor! Eu tinha comprado os LP’s dele! Eu não ia reconhecer aquele chapéu dele de longe? Oura não?! Esse eu vou chamar. Na verdade, eu vou cantar a música mais famosa dele. Não dá, não tenho forças. Ele passou tão rápido, que… deixa pra lá! Não valho nada mesmo. Não tenho nada. Devo morrer. Ninguém se importa comigo.

Eu estava chorando, quando sem perceber, um homem parou e, ao se abaixar, colocou suas mãos no meu ombro dizendo pra não eu me preocupar. Ele tirou de sua bolsa remédios e ataduras, e cuidou de minhas feridas. Ele me “arribou” no lombo do cavalo e me levou pra um Hotel na beira da estrada lá perto. Nunca vou esquecer. Não sabia quem eu era. Não fez nem questão de saber. Só sei que ele era de Samaria. Os Judeus não gostavam muito do povo de lá não.

O Samaritano ainda tinha que viajar pra outro lugar. Assim, deixou tudo pago no Hotel tanto pra hospedagem quanto pro meus cuidados. E como ele conhecia o dono, se tivesse mais despesa podia ficar fiado que ele pagava na volta.
Nunca vou esquecer. Aprendi o que é ser próximo. Ensinei pros meus filhos. Conto a história do que esse Samaritano fez por mim no pior momento da minha vida. Ele não era nada meu, fez o bem pra mim pelo simples fato de ser um “Cabra bom”.

 

Inglesa mantém ovo de Páscoa intacto há 56 anos

Charles Nisz, no Vi na Internet

Judith Bowen era uma adolescente de 17 anos quando comprou um ovo de chocolate para sua mãe na Páscoa de 1957. Quando a mãe de Judith morreu, 10 anos atrás, a inglesa encontrou o ovo que ela havia dado de presente: ele estava intacto e até com a embalagem preservada.

Atualmente com 73 anos, a moradora de Wooton mantém o ovo embalado e em bom estado de conservação – o chocolate nunca derreteu. A intenção é passar o doce aos filhos e netos para que eles sigam a tradição. Segundo o jornal “Daily Mail”, o ovo de Páscoa de de Judith é o mais antigo do mundo a permanecer fechado.

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Jesus nunca não amou

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Caio Fábio

Amou os amáveis, os amigos, os discípulos, os pais e irmãos, e todo o povo carente.

Amou as pessoas das Forças de Ocupação Romana, amou autoridades boas, como o Centurião, como o oficial do rei, e como o bom chefe da sinagoga de Cafarnaum, Jairo.

Amou coletores de impostos, meretrizes, pecadores, religiosos sinceros, insinceros, lobos, mercenários, e todos os Herodes, Anás, Caifás, e cia…, bem como amou os religiosos aos quais confrontou; sim, até mesmo aos que chamou de “filhos do diabo”.

Jesus nunca não amou. Sim, até quando disse “não podes vir”… ou quando disse “quem olha pra trás não é digno do reino”… ou ainda quando disse a alguém que para segui-Lo não daria para esperar a morte do pai: “… deixa aos mortos sepultarem os seus mortos”.

Jesus nunca não amou. Mas amar para Ele não era namoro e nem romance; era  verdade, compaixão e sinceridade sábia na expressão do amor!

Jesus nunca não amou. Nem quando fez um azorrague e a todos os negociantes do Templo expulsou!

Jesus nunca não amou. Nem quando Judas o traiu. Sim, amou antes, durante e depois…

Jesus nunca não amou. Nem quando era o Cordeiro de tudo o que ainda não era… Posto que antes de haver [...] Ele já se dera em amor por tudo o que seria!

Jesus nunca não amou e nunca não amará. Nem quando o mundo conhecer a Ira do Cordeiro. Sim, alguém pensa que a Ira de Deus é ódio? A Ira de Deus é amor em estado de fogo purificador.

Jesus nunca não me amou. Nem nos piores ou mais escuros dos dias e horas de agonia. Ele sempre está comigo. Ele nunca não me amará.

Ah, como amo a santidade livre desse amor incomunicável de Deus, e que transcende a tudo o que compreendemos como amor.

Nele,

fonte: site do Caio Fábio