Arquivo da tag: Brasil

As 10 profissões que estarão em alta no Brasil em 2014

As áreas de marketing e infraestrutura são os principais destaques

Silvia Balieiro na Época Negócios

Carreira: marketing e infraestrutura em alta (Foto: Shutterstock)

Carreira: marketing e infraestrutura em alta (Foto: Shutterstock)

Este ano promete. Teremos carnaval no mês de março, Copa do Mundo em junho e eleições em outubro. Todos esses eventos mexerão bastante com a agenda das empresas. “Este conjunto de questões atrapalha qualquer previsão sobre como será o ano e assusta um pouco”, diz João Nunes, diretor da Michael Page, empresa de recrutamento de altos executivos.

Mas mesmo com as incertezas, é fato que as empresas precisarão buscar novas estratégias para garantir o crescimento, já que 2013 não foi um ano de grandes resultados. Será preciso ganhar posicionamento sem aumentar muito os investimentos. Em outras palavras, as companhias precisarão dar um tiro certeiro em vez de atirar para todos os lados e aguardar o retorno.

É aí que aparece a necessidade de um profissional capaz de analisar uma grande quantidade de dados, o chamado Big Data. “As empresas precisarão de uma pessoa com viés analítico, que consiga entender o padrão de consumo do brasileiro, para tomar atitudes certas e ganhar mercado”, diz Nunes.

Com o aumento do comércio eletrônico e do uso das redes sociais, as empresas demandarão cada vez mais desenvolver o marketing digital e precisarão de um profissional com habilidades nesse segmento.

Também ganharão importância carreiras ligadas a áreas de infraestrutura. “Ano de eleição aquece o mercado de obras e isso aumentará a demanda por engenheiros de orçamento e engenheiros de segurança”, afirma o diretor da Michael Page.

Confira abaixo as dez profissões que estarão em alta este ano e o porquê de elas terem uma demanda aquecida.

Profissão Motivos para a alta demanda
1 Marketing Digital Não há mais dúvidas que o digital é uma realidade dentro do mercado e que as empresas estão cada vez mais vendo a importância de possuir um foco nisto.
Devido à conectividade e a maior presença dos consumidores no ambiente online, é possível hoje mapear e focar a comunicação no seu público-alvo. Com isso, a tendência é fugir dos meios massificados, tendo além de um saving de budget, um posicionamento muito mais assertivo junto ao target.
2 Go to market ou Planejamento Comercial 2013 foi um ano muito apertado para a indústria de bens de consumo e as projeções para 2014 são de um mercado muito mais competitivo e com uma margem de lucro cada vez menor para conseguir ganhar posicionamento, isso inevitavelmente desenvolve a necessidade de criarem cadeiras com foco mais estratégico nas ações das áreas comerciais e cadeiras com viés analítico que acompanham a implementação dessas estratégias diretamente no ponto de venda.
3 Marketing e Vendas Gerente de Acesso Público / Privado – Mudança no perfil e tipo de fonte pagadora, cada vez mais governo, hospitais e operadoras embasam suas decisões em necessidades especificas e em nos conceitos de Healtheconomics, é fundamental que os fornecedores estejam preparados para entender e atender as demandas destes mercados.
4 Engenheiro de orçamento Necessidade de maior controle sobre o retorno financeiro das obras (margens menores) e a uma expectativa de maior volume de obras de infraestrutura.
5 Geocientistas (geofísico, geólogos) Expectativa da indústria de petróleo ter um melhor ano em 2014.
6 Engenheiros de Segurança do Trabalho Maior preocupação das empresas e sociedade sobre a saúde do trabalho e expectativa de maior volume de obras de infraestrutura.
7 Atuário Expectativa de crescimento devido ao bom momento do mercado de seguros e resseguros em 2013.
8 Cientista de dados (formação em ciência da computação ou análise de sistemas) Estará em alta devido às oportunidades do aumento da aplicação das tecnologias do big data, conceito fundamental no armazenamento de dados e maior velocidades dos sistemas.
9 Direito/Ciências Contábeis Devido à complexidade fiscal brasileira que continuará demandando posições com essa formação. O perfil exige excelente base técnica fiscal e destaque para os que possuem boa visão de negócios.
10 Engenharia/Economia Profissional comum em posições de modelagem financeira e viabilidade de novos negócios/projetos (mercado de infraestrutura deverá estar aquecido).
Executivo com excelente visão analítica, base financeira e visão holística.
Fonte: Michael Page

Removidos pela Copa fazem Natal diferente em Pernambuco

natal

 

Publicado no Terra

Nesta segunda-feira, a partir das 19h, nos escombros de casas demolidas para construção do Ramal da Copa, nas proximidades do Terminal Integrado da cidade da Região Metropolitana do Recife, removidos pelas obras da Copa do Mundo que receberam ou não suas indenizações prometem se reunir para um Natal diferente. A festa reunirá famílias que moravam no Loteamento São Francisco (Camaragibe) e em outras comunidades atingidas pela Arena Pernambuco e por obras de mobilidade que estão sendo construídas para o Mundial de 2014 em Pernambuco.

No Estado, mais de 2.000 famílias foram ou serão removidas por obras do Mundial de 2014. Além dos removidos em Camaragibe, onde 129 residências estão sendo demolidas para as obras do Terminal Integrado da cidade e do Ramal da Copa, devem participar também representantes de outras comunidades como Cosme e Damião, São Lourenço da Mata e do Coque.

No Brasil, entre 170 mil e 250 mil pessoas estão sendo obrigadas a sair de suas casas para dar espaço a obras realizadas para o Mundial de 2014, segundo estudo da Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa. No Loteamento São Francisco, em Camaragibe, apesar de estarem confraternizando, as famílias fazem questão de lembrar que as insatisfações são muitas, só que diante de tantas mudanças alguns querem se despedir do seu bairro, outros abraçar os amigos/vizinhos e ainda assim fazer um ato para contar o sofrimento principalmente de quem já foi removido e corre o risco de passar o fim de ano sem receber suas indenizações.

Na última terça-feira, famílias do Loteamento São Francisco queimaram pneus para chamar a atenção do Governo do Estado. O poder público diz ter feito audiências públicas, explica que as famílias não receberam por não ter conseguido vencer a burocracia para comprovar a posse, mas em recente visita ao Estado a relatora da ONU para o Direito à Moradia, Raquel Rolnik, chegou a afirmar que a Copa do Mundo cria dezenas de sem teto a poucos quilômetros da Arena Pernambuco.

A surpreendente (ao menos para mim) lista das 50 músicas mais tocadas nas rádios do Brasil em 2013

Publicado por Alexandre Inagaki

A impressão que tive quando vi a lista das músicas mais tocadas nas rádios do Brasil em 2013, segundo levantamento feito pela Crowley Broadcast Analysis, foi similar à perplexidade que tenho naquele momento In Memoriam da cerimônia do Oscar, quando são homenageados todos os profissionais da indústria cinematográfica que faleceram em determinado ano, e me surpreendo ao descobrir que certo ator ou diretor havia morrido e eu nem sabia ainda. Do mesmo modo, fiquei realmente surpreso ao constatar que só conhecia 31 das 50 músicas que constam no Top 50 das rádios brasileiras.

top50crowley

 

matéria do G1 destacou a queda de popularidade do rock. Entre as 50 mais tocadas, só “Meu Novo Mundo”, do Charlie Brown Jr., representa o rock nacional. No Top 100, aparecem apenas duas outras faixas: “Anjos (Pra Quem Tem Fé)”, do Rappa, e “Tempos Modernos”, regravação do hit de Lulu Santos feita pelo Jota Quest para a trilha sonora de Malhação. À primeira vista, uma constatação simples: o rock mainstreambrasileiro nunca esteve tão em baixa, dependendo de arroubos de inspiração de bandas surgidas nos anos 80 e 90 para se destacar nas rádios. Mas, em tempos de YouTube, Deezer, Soundcloud, Spotify e inúmeros sites e blogs dedicados à música, será que novos grupos ainda precisam tocar em AMs e FMs para divulgarem seus trabalhos? Vale a reflexão.

Salta aos olhos também o predomínio da música sertaneja no Top 50. São 28 canções do gênero na lista, interpretadas por Bruno & Marrone, Luan Santana (3 músicas), Jads & Jadson, Leonardo, Michel Teló (2 faixas), Victor & Léo (também 2 vezes), Gabriel Valim, Thaeme & Thiago, Paula Fernandes (que canta uma faixa e faz participações especiais em outras duas), Eduardo Costa (2), Gusttavo Lima, George Henrique & Rodrigo, João Bosco & Vinícius, Fernando & Sorocaba (2), João Neto & Frederico (2), Zé Ricardo & Thiago, Marcos & Belutti, Cristiano Araújo (2), Munhoz & Mariano e Zezé di Camargo & Luciano.

Dois gêneros aparecem representados com quatro músicas cada um: o funk (com dois hits de Anitta e outros dois de Naldo) e o pagode (através de sucessos de Thiaguinho, Grupo Revelação e duas faixas do Sorriso Maroto). O rap emplacou a 4ª. posição com o Pollo, a MPB aparece com “Esse Cara Sou Eu”, do rei Roberto Carlos, e a lista é completada com 11 hits internacionais. E, diga-se de passagem, a mais executada (“Don’t You Worry Child”, da Swedish House Mafia, que ficou no 6º. lugar) é uma música que me torrou o saco o ano inteiro sem que eu sequer quisesse saber o nome desse poperô.

A conclusão? Que bom viver em tempos privilegiados nos quais não dependo mais de rádios para descobrir novos sons e nutrir meus fones de ouvido. Aquela música dos Smiths nunca me soou tão atual:

Hang the blessed DJ
Because the music that they constantly play
It says nothing to me about my life

dica do Ed Brito

Os dois deuses do Brasil

Por Juan Arias, no El País

Talvez seja um caso único no mundo: quase 90% dos brasileiros (87%) estão convencidos de que “a fé em Deus torna as pessoas melhores”. Junto com esse dado surpreendente para países secularizados aparece outro não menos importante: 67% creem que o crescimento da economia deve ser impulsionado pelo Estado, não pela iniciativa privada, uma cifra que aumenta entre a população pobre.

É possível que ambos os dados possam estar relacionados, embora a confiança que a grande maioria dos brasileiros deposita em ambas as divindades – Deus e o Estado – tenha origens diferentes. A fé em Deus livraria as pessoas dessa maldade que impregna a sociedade, com suas violências e corrupções, tornando-as melhores, com menos tentações de maldade; 85% se declaram contrários ao uso de qualquer tipo de drogas.

A fé no Estado, por sua vez, os livraria das dificuldades econômicas. O Estado, como uma divindade boa, cuidaria das necessidades das pessoas melhor do que a economia privada, o esforço pessoal ou a criatividade. Seria o verdadeiro talismã para serem menos pobres.

Os dados, que aparecem em uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto Datafolha, são importantes porque não se trata de uma possível anomalia de algum pequeno país periférico do mundo, como ocorre com o Butão e o PIB da felicidade, o “índice de felicidade bruta” (IFB). São dados de um grande país emergente, que começa a contar seriamente na geopolítica mundial, com 200 milhões de habitantes, coração do continente latino-americano.

Sempre se soube que o Brasil, como todo o continente latino-americano, tem um povo profundamente religioso, com uma religiosidade eclética e ecumênica, na qual convivem em paz diferentes crenças, daquelas de origem africana ou indígena até a católica e a evangélica.

Quando cheguei ao Brasil, há 15 anos, o escritor brasileiro Paulo Coelho me advertiu “Vai ser difícil para você aqui, inclusive entre intelectuais e artistas, encontrar agnósticos e ateus convictos”, e acrescentou: “Nós, brasileiros, sempre precisamos acreditar em algo”.

Talvez essa necessidade de acreditar em algo seja também, de algum modo, universal, embora nem sempre declarada. Países altamente secularizados, como por exemplo a Espanha, continuam sendo oficial e majoritariamente católicos ou cristãos. A diferença em relação aos brasileiros é que é difícil hoje encontrar um povo no qual 90% creiam que a mera fé em Deus torna as pessoas melhores. Até os crentes convictos de outros lugares do planeta reconhecem que nem sempre a fé em Deus e a boa conduta dos crentes caminham em paralelo. A história está repleta de criminosos, corruptos, racistas e exploradores que se professam religiosos e até frequentam igrejas. A história das guerras de religião e das diferentes inquisições revela como tantas vezes existe um divórcio entre a fé e a vida; entre o que se professa religiosamente e como se age na vida real. No Brasil, para 87% basta crer em Deus para que as pessoas sejam melhores.

O fato de uma ampla maioria dos cidadãos revelar também uma maior fé no papel benéfico do Estado do que na força da iniciativa privada poderia explicar o fato de que, na hora de votar ou de julgar os políticos, que aparecem sempre coletivamente na lanterna do apreço popular, salve-se sempre a figura do presidente da República, a quem se perdoa muito mais do que aos demais políticos.

Talvez porque o presidente seja visto pela maioria como uma espécie de divindade, de pai poderoso e bom, que acaba cuidando melhor do que ninguém dos seus súditos, mesmo que cometa erros.

Se a fé em Deus torna as pessoas melhores, a fé no Estado e no seu maior representante também deixaria os cidadãos mais protegidos das tentações do livre mercado e da iniciativa privada, um tema de candente atualidade hoje em dia, que divide as diferentes escolas do pensamento a respeito do papel do Estado no crescimento econômico.

Melhor que o Estado cuide de nós? Estamos mais seguros protegidos pelo pai religioso Estado do que pelo deus ateu ou pagão que reina no mundo das finanças, dos bancos, dos que tecem na escuridão as grandes crises mundiais?

Hoje, os brasileiros parecem ter certeza disso. E amanhã? Porque este país está em plena evolução, seus jovens estão mais conectados com o mundo externo da secularização e desejam abrir eles mesmos os caminhos, com suas próprias forças.

Carlos Alberto Di Franco, diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais, escreve na sua coluna de segunda-feira em O Globo que, na universidade e nos ambientes de trabalho, “ao contrário das utopias do passado, os jovens acreditam na excelência e no mérito como forma de fazer a verdadeira revolução. Defendem o pluralismo e o debate de ideias”.

Os 60 milhões de jovens brasileiros sem dúvida forjarão o Brasil do futuro, que poderá ser muito diferente do que o refletido na pesquisa atual, onde ainda permanecem as marcas de um passado que vai se transformando à velocidade da luz.

21% dos preços subiram na Black Friday

black_friday_deals1

Publicado no Estadão

Na Black Friday brasileira deste ano, o número de itens que tiveram os preços aumentados no dia da promoção foi mais que o dobro do que aqueles que tiveram seus preços reduzidos. Apesar de os organizadores terem tentado apagar a imagem de “Black Fraude”, durante a cobertura do evento, o ‘Estadão’ chegou a registrar queixas de consumidores. Em geral, a reclamação era que o preço de alguns produtos havia subido dias antes do início das vendas com “promoções”.

Isso é o que revela uma pesquisa do Programa de Administração de Varejo (Provar) em parceria com a empresa Íconna, especializada em monitoramento de preços no e-commerce. O levantamento mostra que 21,5% dos cerca de 1.300 itens acompanhados na internet tiveram seus preços majorados, em média 10,2%, no dia da promoção. Em contrapartida, apenas 9,5% dos itens monitorados tiveram os preços foram reduzidos. E o corte médio foi de 11%.

Nuno Fouto, diretor de Pesquisas do Provar e responsável pelo trabalho, observa que, dentre os 1.300 itens acompanhados, estão eletrodomésticos, eletrônicos, jogos, livros e artigos para a casa, em 11 sites que participavam da promoção. Ele pondera, que, teoricamente, esse itens deveriam participar da promoção, pois estavam sendo anunciados dentro dos sites participantes da Black Friday.

“Aconteceram as promoções, mas elas foram menos intensas em número de itens”, afirma Fouto. Um dado que reforça essa afirmação é que, em relação à pesquisa da Black Friday do ano passado, o evento deste ano registrou um número quatro vezes maior de itens que tiveram os preços majorados e numa proporção bem maior. Em 2012, 5,1% dos itens pesquisados tiveram os preços reajustados para cima em 5,7%, em média, na Black Friday. Neste ano, foram 21,5% dos itens majorados, e em 10,2%, em média.

No sentido oposto, houve reduções, mas com uma significância muito menor em relação aos aumentos. Na Black Friday de 2012, 2,8% dos itens tiveram os preços reduzidos, em média, 6,3%. Neste ano, foram 9,5% dos itens que registraram corte, com uma redução média de 11%. A fatia de itens cujos preços não tiveram alteração no evento, nem para cima nem para baixo, foi de 47,5% em 2012 e de 24,3% neste ano.

Surpresa. Um resultado surpreendente deste ano foi o grande volume de itens cujos preços foram reduzidos após a Black Friday. “O consumidor que esperou para comprar depois do evento se deu bem”, afirma o coordenado da pesquisa.

O levantamento mostra que neste ano 22,6% dos itens pesquisados tiveram redução de preços após a Black Friday. Coincidentemente o porcentual é muito semelhante àquele dos que aumentaram preços na Black Friday (21,5%). No ano passado, apenas 2,6% dos itens tiveram os preços reduzidos após o evento.

Na análise de Fouto, esse resultado reafirma o cenário fraco de vendas neste ano e que a Black Friday teve um desempenho abaixo das expectativas. Tanto é que foi necessário reduzir os preços após a promoção. “O comércio ficou com medo de carregar esses estoques até o Natal.” No ano passado, observa o coordenador da pesquisa, a economia estava mais aquecida, as vendas no varejo cresciam na faixa de 8%, o dobro do registrado neste ano, e não foi necessário desovar estoques após a Black Friday, como ocorreu neste ano.

A competição mais acirrada no varejo este ano levou a uma situação inusitada. No evento deste ano, a pesquisa listou itens com maiores aumentos e reduções de preços, segundo o acompanhamento feito por site de cada loja virtual. E o resultado mostrou que um mesmo item, por exemplo, fogão ou geladeira, apareceu tanto na lista dos maiores aumentos de preço como na relação das maiores quedas.

Segundo Fouto, isso mostra que as lojas fizeram um mix – isto é, reduziram muito os preços de alguns produtos para atrair o consumidor, ao mesmo tempo que aumentaram o preço de outros itens. Essa estratégia é antiga e muito usada por supermercados que, para atrair os compradores reduz os preços dos itens básicos como arroz feijão, na expectativa de que o consumidor compre por impulso outros produtos nos quais os preços e as margens são maiores. Por isso, diz ele, em alguns sites a geladeira aparece com menor preço e em outro com maior preço, dependendo da estratégia e do mix de produtos da loja.

A lição que fica da pesquisa, segundo o seu coordenador, é que o consumidor precisa acompanhar, pesquisar e comparar preços para fazer bons negócios, até nas promoções.