Alto escalão da TAM decide embarcar em voo condenado por vidente

A premonição era de que a aeronave se chocaria contra um prédio na avenida Paulista

Publicado no R7

Executivos do alto escalão da TAM decidiram embarcar no voo JJ 4732 (São Paulo/Congonhas – Brasília) para tranquilizar a população sobre um possível acidente aéreo na avenida Paulista, marcado para a manhã desta quarta-feira (26). O vidente Jucelino Nóbrega da Luz previu que o avião que faria a viagem se chocaria com um edifício na esquina da avenida Paulista com a alameda Campinas.

O voo está marcado para as 8h30. Segundo a assessoria de imprensa da TAM, estarão presentes o vice-presidente de Operações, Ruy Amparo, e a diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade, Gislaine Rossetti.

Este é um dos prédios que estariam na rota da colisão da aeronave J. Duran Machfee/ AE/ Estadão Conteúdo
Este é um dos prédios que estariam na rota da colisão da aeronave
J. Duran Machfee/ AE/ Estadão Conteúdo

De acordo com o vidente, a previsão não vai se concretizar porque a companhia aérea mudou o número do voo e a aeronave que apresentaria uma pane mecânica. Originalmente, o número do voo era JJ 3720.

Ainda por conta da premonição de Luz, a administração do condomínio Barão de Serro Azul distribuiu, de porta em porta, um comunicado aos condôminos sobre a possível tragédia. O condomínio fica na “rota” da possível batida, no número 1.156 da emblemática avenida da capital.

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Terror: ligações para celular no Brasil estão entre as mais caras do mundo

celular

Publicado no Tecmundo

Você está satisfeito com o preço que paga pelo minuto da ligação em seu telefone celular? E se disséssemos que um estudo aponta que o Brasil oferece o 119° serviço mais caro neste segmento levando em consideração um total de 166 países? E se, por outro lado, contássemos que, em outro levantamento, nosso amado país ocupa a quarta posição? Estranho, não é mesmo? Nós explicamos.

Nesta segunda-feira, dia 24 de novembro, a União Internacional de Telecomunicações (UIT) divulgou o seu estudo relativo ao preço praticado pelo minuto de ligação pelo celular em 166 países. De acordo com os resultados desse levantamento, o Brasil não está nada bem, ocupando a centésima décima nona posição neste ranking.

Entretanto, segundo o SindiTelebrasil, órgão que representa as empresas prestadoras desse serviço, o nosso país, na verdade, ocupa a quarta posição nessa classificação. De acordo com o sindicato, a metodologia e os dados utilizados pela UIT, por estarem defasados, fazem com que o Brasil não consiga uma boa posição no ranking.

Resultados divergentes

Os dados apresentados pelos dois estudos são bastante divergentes. Segundo a UIT, a média de um serviço básico pré-pago, composto por 30 ligações e 100 mensagens de textos por mês, custa US$ 38,32 (aproximadamente R$ 120). No entanto, segundo o SindiTelebrasil, o mesmo serviço, na realidade, ocasiona um rombo bem menor aos bolsos do brasileiros: US$ 16,9 (aproximadamente R$ 42).

Quando o cenário muda para os serviços de telefonia fixa, o Brasil melhora um pouco no ranking, ocupando a 110° posição entre os 166 países. Um pacote que oferece recursos específicos para essa classe de serviço custa para os brasileiros, em média, US$ 24,43 (aproximadamente R$ 60). Quando considerado a banda larga fixa, nosso país ocupa a 81° do ranking.

4° x 119°? O que justifica essa diferença?

“Apesar daquilo que UIT divulga estar correto, isso não representa a realidade”, conta Eduardo Levy, diretor-executivo do SindiTelebrasil. Segundo o figurão, o erro está em levar em consideração os valores homologados nos mais diferentes países. Por aqui, estes números são artificialmente inflados.

“É como os preços que os hotéis apresentam no balcão, quatro ou cinco vezes maiores que o valor a ser pago por alguém que fez uma reserva com antecedência”, explica Levy. “No Brasil, temos 278 milhões de clientes e uma infinidade de planos que faz com que o preço real do minuto de ligação seja bem mais barato do que foi apontado pelo UIT”. E aí, em quem devemos confiar, no final das contas?

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China tem só 5 dias de férias por ano; saiba como são as regras no mundo

foto: Carolyn Kaster/AP
foto: Carolyn Kaster/AP

Ricardo Marchesan, no UOL

Os dias de férias estabelecidos por lei não são iguais ao redor do planeta. Os 30 dias de repouso anual do brasileiro seriam considerados um imenso privilégio em países como a China e a Nigéria, onde o mínimo são cinco dias de descanso por ano.

O direito a um mínimo de três semanas de férias remuneradas está previsto em convenção da OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência ligada à ONU. Mas isso não significa que todos os países a sigam.

Segundo dados da própria OIT, Estados Unidos, Índia, Paquistão, Sri Lanka, Kiribati e Gâmbia não estipulam dias de férias em sua lei. Já a União Europeia determina o mínimo de quatro semanas para seus países membros.

A maior parte dos países tem entre 20 e 23 dias úteis (não-consecutivos, ou seja, são excluídos os fins de semana).

Comparação entre países

Jon Messenger, especialista de condições de trabalho da OIT, afirma que é difícil estabelecer uma comparação exata entre os países, porque as leis são diferentes. Alguns, como o Brasil, consideram dias corridos, incluindo os finais de semana na conta total, outros levam em consideração apenas dias úteis.

Os países com mais dias de férias, segundo esse estudo, são os Emirados Árabes e o Iêmen, com 30 dias úteis. China e Nigéria são os que determinam menos dias por lei (cinco).

O Brasil não está incluído entre os que têm mais dias de férias. Apesar de ter 30 dias para o repouso, não são dias úteis. A conta inclui os finais de semana. Para a OIT, o país tem o equivalente a 21 dias úteis de férias.

Para o cálculo, no caso do Brasil, a OIT considera cinco dias de trabalho por semana. Ela então calcula 5/7 (cinco sétimos) do estipulado pela lei. No caso do Brasil, o resultado desta conta é 21,42.

Mais e menos férias que a lei

O especialista da OIT também afirma que o limite estabelecido por lei não significa, necessariamente, a quantidade de dias que um trabalhador costuma tirar por ano.

Nos Estados Unidos, único país desenvolvido sem um limite mínimo, as férias são vistas como um benefício concedido pelas empresas, e a maior parte da população recebe duas semanas.

Na Alemanha, apesar de o mínimo ser de 20 dias, o trabalhador acaba descansando mais. Isso porque os acordos coletivos das categorias costumam estabelecer mais dias de férias. “Na prática, as férias na Alemanha podem chegar a 30 dias”.

No Japão, segundo Messenger, a maior parte dos profissionais acaba tirando apenas a metade dos oito dias a que tem direito.

Férias X produtividade

Messenger afirma que não há estudos o suficiente que estabeleçam uma relação entre a produtividade de um país e a quantidade de dias de férias.

Ainda assim, ele diz que há uma ligação direta entre descanso e produtividade. “Há uma percepção de que mais horas de trabalho resulte em maior produção, o que não é verdade. De maneira geral, é o contrário”.

O especialista diz que é necessário um distanciamento do trabalho para “recuperar as energias”. A falta de descanso leva a problemas de saúde, maior risco de acidentes de trabalho, aumento de conflitos familiares e faltas, por exemplo. “O ideal é que o trabalhador consiga produzir mais e melhor no menor tempo possível.”

Férias em cada país (em dias úteis)

  • Não há mínimo por lei
    Estados Unidos e Índia
  • 5 dias
    China e Nigéria
  • 6 dias
    México
  • 8 dias
    Japão
  • 10 dias
    Vietnã, Argentina, Canadá, Colômbia, Equador e Paraguai
  • 12 dias
    Indonésia e Turquia
  • 13 dias
    África do Sul, Bolívia, Chile e Qatar
  • 18 dias
    Angola, Egito e Marrocos
  • 20 dias
    Senegal, Austrália, Nova Zelândia, Uruguai, Bélgica, Finlândia, Alemanha, Itália, Holanda, Rússia e Suíça
  • 21 dias
    Brasil, Cuba, Peru, Arábia Saudita, Bahrein, Noruega e Espanha
  • 22 dias
    Portugal
  • 25 dias
    Áustria, Dinamarca, França, Suécia, Kuait e Síria
  • 28 dias
    Reino Unido
  • 30 dias
    Emirados Árabes Unidos e Iêmen

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A tribo do ‘whey protein’

A febre do suplemento que é consumido sem controle, vendido a peso de ouro e usado como ingrediente de receitas

Daniel Bastos toma whey protein todos os dias (foto: Ivo Gonzalez)
Daniel Bastos toma whey protein todos os dias (foto: Ivo Gonzalez)

Roberta Salomone, em O Globo

Durante a adolescência, os apelidos mais carinhosos que Daniel Bastos recebeu foram “fofinho” e “pão de queijo”. Nessa época, o estudante de Relações Internacionais chegou a 106 quilos, numa proporção não tão bem distribuída em 1,70m de altura. Dois anos atrás, ele resolveu perder o peso que tanto o incomodava. Pesquisou sobre dietas na internet, criou o próprio cardápio, cortou os carboidratos depois das 18h e acabou enxugando as medidas. Mas o corpo ideal, ele diz, só conseguiu mesmo depois de incorporar uma rotina regular de exercícios, sempre finalizada com uma espécie de pó “mágico”.

— Passei por uma mudança radical e, no início, me sentia muito cansado. Foi quando eu me rendi ao whey protein e comecei a tomar depois dos treinos — garante Daniel Bastos, 23 anos, hoje com 72 quilos, apenas 8% de gordura corporal, sobre o suplemento que é elaborado a partir da proteína extraída do soro do leite e diluído em água ou suco antes do consumo.

Discursos como o de Daniel são repetidos por frequentadores assíduos — e nem tanto — das academias. Apesar do preço alto (dependendo da marca, um pote de quase um quilo pode custar até R$ 400) e da indicação para atletas com “A” maiúsculo, o consumo de whey protein cresceu sem controle, virou modismo e abriu até uma rota de contrabando no país No mês passado, uma empresária de 26 anos foi presa no Galeão com R$ 25 mil em quilos da proteína e de outros suplementos que trazia de Miami, nos Estados Unidos — onde é comercializado por, pelo menos, um terço do preço cobrado por aqui —, e oferecia pelas redes sociais.

De acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Suplementos Nutricionais e Alimentos para Fins Especiais (Brasnutri), o whey protein, em diversos formatos (pó, barra de cereal etc.), corresponde a 60% das vendas de seu segmento, ou seja, é o recordista no Brasil. Em tempo: a indústria de suplementos alimentares faturou R$ 1 bilhão no ano passado e prevê crescimento de 10% ainda em 2014.

De assunto nas salas de musculação, o whey (como chamam os aficionados) foi parar na cozinha. Ao lado de ovos, açúcar e fermento, virou ingrediente de pratos como bolos, tortas e pães. As receitas, nem sempre tão saborosas, são compartilhadas e se multiplicam na internet.

Patrícia Helu tem uma conta no Instagram com mais de 30 mil seguidores que curtem cada foto de prato novo que ela inventa. Nem todo mundo imagina que, até o ano passado, a chef de cozinha, vegetariana e adepta da dieta funcional fumava um maço de cigarros por dia e fugia de qualquer atividade física.

— Resolvi correr atrás do prejuízo e testar algumas receitas. Posso garantir que tudo com whey vira o maior sucesso. Dá para agradar todos os gostos com pão de abóbora, trufa de tâmaras e até churros com calda de chocolate — enumera Patrícia, autora de receitas que conquistaram gente como a musa fitness Carol Buffara.

A doceira Ana Foster incluiu receitas com a proteína a pedido dos clientes (foto: Leo Martins)
A doceira Ana Foster incluiu receitas com a proteína a pedido dos clientes (foto: Leo Martins)

Doceira de mão cheia, Ana Foster criou recentemente uma linha para atender clientes que, como ela, preferem evitar o açúcar. São guloseimas com alfarroba de avelã, banana e crispy de aveia, pinhão e, claro, whey protein. O formato do docinho com recheio de brigadeiro é igual àqueles que transbordam calorias. As diferenças estão nos ingredientes e na “decoração’’ especial, com desenhos de halteres ou de um muque.

— Faltavam opções para convidados de casamentos e aniversários que vivem de dieta ou que têm restrição alimentar. A maior parte da linha é sem glúten e lactose, mas as receitas com whey foram tão bem recebidas que não paro de pensar nas próximas combinações — conta Ana, 29 anos, formada em Nutrição, namorada de um fisiculturista e responsável por uma produção mensal de cerca de cem mil doces e chocolates.

Sem esforço, não há whey protein que faça milagre. Os especialistas dizem, inclusive, que o uso regular do suplemento por quem não pratica exercícios físicos pode não ter relevância alguma. A sugestão é sempre a mesma: basta seguir uma alimentação balanceada, que inclua um cardápio de opções saudáveis. Boas fontes de proteína, como um bife, são mais do que suficientes para os não-atletas. Já entre os mais ativos, adeptos de atividades físicas intensas e com frequência regular, estudos mostram que as proteínas ajudam, sim, na recuperação e construção dos músculos, e que a melhor indicação é o consumo logo após o treino (pesado).

— O whey protein contém uma proteína de alto valor biológico e de rápida absorção, e é indicado para auxiliar no ganho de massa muscular entre quem pratica atividade de alto ou médio impacto — explica Lúcia Flávia Ramalho, endocrinologista do Hospital Adventista Silvestre. — Quando acontece, a perda de peso se dá, principalmente, devido à sensação de saciedade que o produto oferece.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enquadra a proteína como um alimento, e não medicamento, e marca em cima das empresas brasileiras. Só neste ano, mais de 20 lotes tiveram distribuição e comercialização vetadas. O maior problema era o desencontro de informações entre a quantidade de carboidratos e de proteínas presentes nos produtos e a que era declarada nos rótulos.

— O acompanhamento de um nutricionista é fundamental para evitar qualquer problema — ressalta Gabriel Alvarenga, coordenador do setor de nutrição das unidades Bodytech Rio de Janeiro e Brasília. — Este é um produto com calorias semelhantes as dos carboidratos e seu uso exagerado pode provocar aumento de peso. Além disso, quem tem intolerância à proteína do leite pode sentir inchaço, apresentar problemas intestinais e desenvolver até processos alérgicos. É recomendável fazer exames clínicos e laboratoriais.

Longe do mundo dos pesos, anilhas e caneleiras, pouca gente sabe, mas o whey protein também tem indicações médicas. Pode ser recomendado, por exemplo, em casos de desnutrição, emagrecimento excessivo e até como auxiliar em tratamentos de câncer.

De olho no interesse crescente pelo produto, empresas do ramo de suplementos, e também de fora dele, usam e abusam da imaginação para lançar uma série de produtos com a proteína na fórmula. Tem cupcake, barrinha de cereal, musse de chocolate, cookie, sorvete, cereal, sucos, cappuccino com canela e macarrão.

Apesar das novidades, nada chega perto de ameaçar o lugar do produto original, em pó. Entre os adeptos, não existe qualquer regra na utilização. Há quem beba antes ou depois das atividades físicas; há quem prefira meia hora antes de dormir; logo depois de acordar; e aqueles que escolhem todas estas opções. Na maioria das vezes, sem qualquer orientação de um profissional especializado.

Depois do nascimento da filha, Joana Gervais substituiu o jantar por uma dose de whey protein (foto: Guito Moreto)
Depois do nascimento da filha, Joana Gervais substituiu o jantar por uma dose de whey protein (foto: Guito Moreto)

A atriz Joana Gervais, 27 anos, é mãe de Eva, de seis meses. Durante a gestação, engordou 30 quilos (“tudo era desculpa para comer”, lembra). Quando a filha completou três meses, ela voltou a fazer exercícios e também resolveu trocar o jantar por uma dose de whey protein misturada à água.

— O meu marido toma há anos e nunca entendi direito para que servia aquilo. Mas aí uma amiga me disse para experimentar porque com certeza eu secaria. É claro que não é tão simples assim, mas a sensação é que a minha fome está mais controlada — comemora Joana, que segue tomando a misturinha depois dos treinos funcionais que faz religiosamente três vezes por semana.

Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), Jomar Souza condena o consumo indiscriminado do produto e faz um alerta aos empolgadinhos de plantão.

— Há riscos com o uso abusivo de proteínas, que pode sobrecarregar o fígado e os rins e interferir na função destes órgãos. Se a pessoa vai se submeter a um treinamento intenso que justifique o uso deve fazer uma avaliação médica e nutricional para determinar exatamente que quantidade e quando o suplemento deverá ser utilizado — afirma o médico do esporte.

A estudante Giovanna Noletto não sai de casa sem as suas barrinhas (foto: Ivo Gonzalez)
A estudante Giovanna Noletto não sai de casa sem as suas barrinhas (foto: Ivo Gonzalez)
A estudante do terceiro período de Medicina Giovanna Noleto, 20 anos, contou ter pesquisado bastante sobre o tema antes de incorporar a proteína à rotina. Para ela, é uma combinação perfeita para potencializar o treino intenso: três dias por semana dedicados a musculação e dois a exercícios aeróbicos, como esteira e transport.

— Experimentei pela primeira vez há dois meses e agora levo até barrinhas de proteína para o lanche da tarde, na faculdade. Quando tenho tempo livre, gosto de inventar receitas com o suplemento. A minha especialidade é a panqueca — conta Giovanna.
Lilia Lima largou o emprego para vender doces com whey protein (foto: Leo Martins)
Lilia Lima largou o emprego para vender doces com whey protein (foto: Leo Martins)

Ex-gordinha e hoje com um corpo torneado à prova de celulite mesmo quando veste legging branca, Lilia Lima, de 36 anos, virou a própria garota propaganda dos doces e salgados que faz em casa e vende pela internet e em academias de Copacabana, bairro onde mora.

— Quem falou que não dá pra manter a forma com beijinho de coco? — pergunta Lilia, que largou o emprego de vendedora de loja para passar horas na cozinha e faturar até R$ 3 mil por mês. — É o que eu digo sempre: whey bom é whey caro, por isso que, para mim, a qualidade vem em primeiro lugar. Capricho porque nunca vi tanto interesse de pessoas tão diferentes. Tenho mais é que aproveitar.

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Artista cria intervenção para chamar a atenção para a crise da água

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publicado no Mistura Urbana

O artista de rua Mundano, criador do projeto “Pimp my Carroça” resolveu chamar a atenção para o grande problema que estamos enfrentando que é a crise da água. Infelizmente nossos rios estão secando, os reservatórios estão com baixo índice e se não tivermos uma atitude sustentável, reduzindo o consumo pelo menos, a situação vai ficar ainda pior.

Mundano criou a intervenção no Sistema Cantareira, que consiste em um cacto com torneiras, e contou com a ajuda dos grafiteiros Subtu e Fel. Eles ficaram tão chocados com a represa que preferiram ir conferir de perto a atual situação. É hora de mudar, de repensar, de cobrar, porque olha, o negócio tá feio!

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