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Garota de 15 anos não suporta vexame brasileiro e se suicida no Nepal

Brasil x Alemanha foi o jogo mais tweetado da história do Twitter | Crédito: Laurence Griffiths/Getty Images

Brasil x Alemanha foi o jogo mais tweetado da história do Twitter | Crédito: Laurence Griffiths/Getty Images

Publicado no Terra

A nepalesa Pragya Thapa, uma garota de apenas 15 anos, não suportou a goleada sofrida pela seleção brasileira diante da Alemanha e se suicidou. O Brasil era o seu time favorito, e ela sentiu-se deprimida após o jogo, deixando uma carta aos familiares explicando os motivos da sua decisão antes de se enforcar. As informações são do jornal Ekantipur.

Ela, que morava com a mãe e a avó, se suicidou dentro da própria casa e foi encontrada pela sua família. Ela assistiu ao jogo ao lado de alguns amigos, em Bharaul, a 400 km da capital do país. Segundo informações da polícia local ao jornal, Pragya havia discutido com os colegas por causa da partida.

Na carta de despedida, ela revelou que sentia “uma dor profunda” pelo massacre que o Brasil estava sofrendo: 7 a 1.

Pragya era a filha mais velha da família e estudava na ‘décima série’ da Siddhartha Memorial School, no Nepal. Ela era esportista e considerada uma boa lançadora de dardos.

Fã de nove anos escreve carta fofa ao jogador David Luiz: “você é o meu campeão”

Foto: Arquivo Pessoal / Facebook

Foto: Arquivo Pessoal / Facebook

Menina ficou abalada ao ver o jogador chorando após a derrota para a Alemanha

Publicado no Diário Catarinense
O choro de David Luiz após a derrota de 7 a 1 para a Alemanha, na última terça-feira, deixou a pequena Ana Luz, de apenas nove anos, sentida. Para ela, que elegeu o zagueiro – desde a primeira partida – seu jogador preferido, David não merecia isso.

Ana escreveu uma cartinha delicada ao jogador. Ela pede para ele não ficar triste, “porque às vezes, a vida é assim”. E ainda confirma: “você é o meu campeão”. Não é uma fofa?

A mãe, a fotógrafa de São Paulo Renata Penna, compartilhou  a cartinha pelo Facebook  ainda na noite desta quarta-feira e pela tarde desta quinta, já havia mais de 11 mil compartilhamentos.

— Aí você, mais uma vez, se dá conta: tem muita criança de 9 anos que já sabe de tudo aquilo que tá cheio de marmanjo precisando aprender — disse a mãe em seu perfil.

A ideia é que a cartinha chegue até o jogador David Luiz, que frequentemente usa a rede social. Ana vai ficar feliz da vida se o zagueiro, por acaso, responder.

‘Depressão pós-Copa’: como lidar com o problema

Frustração com derrotas e o encerramento do Mundial podem abalar o emocional dos torcedores

Torcedores brasileiros choram a derrota da seleção para a Alemanha no Mineirão, em Belo Horizonte (foto: Ricardo Corrêa)

Torcedores brasileiros choram a derrota da seleção para a Alemanha no Mineirão, em Belo Horizonte (foto: Ricardo Corrêa)

Vivian Carrer Elias e Patricia Orlando, na Veja on-line

As chances de o Brasil conquistar a Copa do Mundo de 2014 acabaram-se na terça-feira com a derrota histórica da seleção para a Alemanha por 7 a 1. Alguns torcedores, porém, ainda mantêm vivo algum entusiasmo com o evento diante da possibilidade de acompanhar uma boa partida na final entre Alemanha e Argentina neste domingo no Maracanã ou de vivenciar os últimos dias da festa proporcionada pela competição no país.

Seja como for, a partir de segunda-feira não haverá mais Copa do Mundo. Com isso, algumas pessoas, independentemente da seleção para qual torcem, podem passar a ter problemas físicos e mentais, como desânimo, cansaço, dificuldade para dormir e dores musculares. Trata-se de sintomas típicos de quem se entregou emocionalmente a um evento que chegou ao fim: é a depressão pós-Copa.

Pessoas mais vulneráveis — O problema pode ser provocado tanto por uma frustração muito grande no Mundial, caso dos brasileiros na semifinal, quanto pelo simples fato de o evento ter acabado. Especialistas ouvidos pelo site de VEJA afirmam que, entre as pessoas mais vulneráveis à “depressão pós-Copa”, estão aquelas que se envolveram de forma muito intensa com a competição, que mudaram radicalmente sua rotina por causa do evento ou que são mais ansiosas normalmente.

“A Copa do Mundo é um evento que provoca muito stress, positivo e negativo. A competição mobiliza uma grande parte do país e faz com que as pessoas depositem muita expectativa em apenas onze jogadores”, diz Ricardo Monezi, psicobiólogo e professor do Instituto de Medicina Comportamental da Unifesp.

O stress negativo e o positivo têm efeitos fisiológicos semelhantes: elevam a produção de hormônios como adrenalina e cortisol, que podem aumentar a pressão arterial e acelerar os batimentos cardíacos. Derrotas e grandes frustrações intensificam esses efeitos. Com isso, algumas pessoas podem demorar mais para se recuperar após uma partida tensa, pois continuam a produzir esses hormônios até 72 horas depois do jogo. “Além disso, a expectativa, antes positiva, pode se transformar em tristeza, ansiedade ou até depressão, e as pessoas precisam trabalhar esse sentimento de perda de uma maneira cuidadosa”, diz.

O fim — O encerramento da Copa do Mundo pode abalar o emocional dos torcedores por dois motivos, como explica a psicóloga Ana Maria Rossi, e presidente da International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), associação internacional dedicada à pesquisa sobre o stress.

O primeiro deles está no fato de toda a euforia e novidade trazida pela Copa do Mundo chegar ao fim, e a rotina das pessoas voltar a ser como antes. “É o que chamamos de síndrome do lazer, que pode acontecer no retorno ao trabalho após o fim de uma viagem, por exemplo. Com o fim do Mundial, as pessoas vão sentir falta da nova rotina que criaram, de socializarem com outras pessoas e de sentirem diferentes emoções de forma mais intensa, como a felicidade em ver seu time ganhar”, diz. Ana Maria.

Segundo a psicóloga, essas consequências podem acometer, sobretudo, pessoas que não são emocionalmente estimuladas, cuja vida se resume ao trabalho ou que não costumam socializar com amigos — mas que, com o Mundial, mudaram esses comportamentos. “Existe um perigo de elas descontarem o vazio que vem com o fim do evento com o uso de medicamentos, consumo de bebida alcoólica ou ingestão excessiva de alimentos calóricos.” Ana Maria explica que os sintomas depressivos da síndrome do lazer podem durar até doze dias.

Controle emocional — O segundo motivo pelo qual o fim da Copa do Mundo pode ter efeitos negativos sobre a saúde é o fato de muitas pessoas, durante os jogos de futebol, controlarem suas emoções para que consigam assistir às partidas e torcer pela sua seleção. Em situações como essas, é comum que todos os problemas relacionados à tensão e ao stress apareçam depois que o evento acaba — o que caracteriza, segundo Ana Maria, a síndrome do ‘let down’.

“Ela pode acontecer, por exemplo, após um dia de trabalho muito intenso ou depois que uma pessoa acaba de organizar o seu casamento. O individuo precisa controlar as suas emoções para concluir sua tarefa e, quando ela acaba, é como se descarregasse toda a ansiedade e tensão que sentiu”, diz a psicóloga. Dores musculares, nas costas e de cabeça, além de cansaço excessivo, são sintomas dessas situações.

Solução — Algumas medidas podem preencher o sentimento de vazio que permanecerá depois da Copa. “As pessoas que sentirem isso devem reavaliar suas rotinas. Elas podem se esforçar mais para se encontrar com os amigos ou então cultivar interesse por outras modalidades esportivas. Aquelas que se interessaram por futebol apenas agora podem passar a acompanhar outros campeonatos, ou então a praticar uma atividade física. Criar novos passatempos também é recomendado”, diz Ana Maria.

‘Eu posso ser responsável pelo primeiro gol alemão, mas não pelos outros seis’, diz Mick Jagger

Mick Jagger no Mineirão ao lado do filho Lucas - Chris Brunskill Ltd / Getty Images

Mick Jagger no Mineirão ao lado do filho Lucas – Chris Brunskill Ltd / Getty Images

Publicado em O Globo

Nem adianta culpar Mick Jagger. Notório pé-frio, o vocalista disse, em entrevista ao tabloide britânico “The Sun”, que não pode ser a razão da derrota vergonhosa do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa. Jagger assistiu ao jogo no Mineirão ao lado do filho Lucas, fruto do relacionamento com a apresentadora brasileira Luciana Gimenez.

“Eu posso ser responsável pelo primeiro gol alemão, mas não pelos outros seis”, brincou ele.

A reputação de azarado de Jagger começou na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, quando ele torceu para Inglaterra, EUA e Brasil em jogos diferentes. Todos os times perderam as partidas.

Em maio deste ano, o roqueiro disse em um show em Lisboa que achava que Portugal iria ganhar a Copa do Mundo. A seleção portuguesa, no entanto, foi eliminada ainda na primeira fase da competição. No mês passado, ele apostou com 70 mil fãs em uma apresentação em Roma que a Itália iria ganhar do Uruguai. Os italianos perderam por 1 a 0 e foram obrigados a ir para casa. Ele também tuitou seu apoio à Inglaterra frente ao Uruguai, e os ingleses acabaram perdendo por 2 a 1.

Ao longo da Copa, Mick tem sido alvo do bom humor de torcedores que o transformaram em cartazes para ‘secar’ os adversários:

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Site lista motivos para brasileiros ficarem otimistas após derrota

Bruno Astuto, na Época

Torcedores se divertem antes do início da partida entre Brasil e Alemanha, em Belo Horizonte, em Minas Gerais (Foto: Dario Lopez-Mills/AP)

Torcedores se divertem antes do início da partida entre Brasil e Alemanha, em Belo Horizonte, em Minas Gerais (Foto: Dario Lopez-Mills/AP)

O site Hollywood.com  decidiu enviar uma mensagem de otimismo aos brasileiros no dia seguinte à derrota de 7 x 1 para a Alemanha. “Foram os 45 minutos mais chocantes da TV desde o fim da temporada de Game of Thrones”, diz o site, ironizando. “Mas não é só porque o Brasil está cabisbaixo, que está completamente acabado.

Então, anime-se Brasil, você tem muito do que se orgulhar”, diz o artigo, listando os motivos:

1- Você ainda tem mais títulos da Copa do Mundo do que qualquer outra nação.

2- Você ainda é o maior país da América do Sul.

3- Você ainda tem uma população inteira de pessoas que se parecem com a Gisele Bündchen (um tanto exagerados, não?).

4- Você ainda tem na memória os dias de glória de Pelé.

5- Você ainda tem o Cristo Redentor, a maior estátua art déco do mundo. Ei, espere….

6- O Carnaval está apenas a sete meses de acontecer…

7- Você ainda têm essa versão estranha do vôlei, em que só pode usar seus pés. Isso é quase como futebol, certo?

8- Você ainda tem Cidade de Deus, o único filme no mundo que todo mundo acha que é bom.

9- Você ainda produz mais modelos da Victoria’s Secret do que qualquer outro país.

10- A maioria dos outros países parecem idiotas quando tentam dançar samba.

E vão existir provavelmente mais duas sequências do filme Rio, no mínimo. Isso deve valer alguma coisa, certo?