Estilista cria vestidos de noiva para a Copa do Mundo

As criações de Edson Eddel inspiradas na Copa do Mundo (Foto: Divulgação)

Bruno Astuto, na Época

A paixão pelo futebol ultrapassa barreiras e inspira muita gente, ainda mais com a proximidade da Copa do Mundo. O estilista curitibano Edson Eddel acaba de lançar uma coleção de trajes de noiva inspirada no grande evento esportivo. Em vez do tradicional branco, vestidos azuis, amarelos, verdes e brancos, com véus igualmente coloridos e muitos detalhes, como franjas, bandeirinhas e estrelas.

O preço não perde em nada para um look ‘normal': a partir de R$ 18 mil. “Uma noiva que opta por um vestido temático, como o da Copa do Mundo, precisa ter personalidade para enfrentar a surpresa geral. Muitas gostariam de ousar, mas seguem o padrão estético, escolhem vestidos convencionais e ficam frustradas para o resto da vida”, diz Edson, que já criou aproximadamente 10 mil vestidos em 20 anos de carreira na moda. “Faço vestidos que deixam as mulheres sensuais, sem vulgaridade. Gosto de noivas que estão à frente de seu tempo e com a cabeça aberta para as novidades”, explica.

 

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Carimbo, Xerox e Fotocópia: os nomes mais “curiosos” do mundo em uma só família

Cleber Fachi, no Brasil Post

Você detesta o seu nome? Sente raiva dos seus pais pelo nome que eles escolheram para você? Então o vídeo aaixo vai fazer mudar de opinião em poucos segundos.

Registrado como Xerox Miguel Porfírio, este pai de família resolveu se vingar dar sequência ao nome curioso que ostenta. Irmão de Autenticada e Fotocópia (não é brincadeira), Xerox batizou os próprios filhos de Xerlaine, Xequira, Xeroline, Brucesfielde e… Carimbo.

São tantos nomes “pouco convencionais”, que no fim das contas o pobre Carlos Eduardo é o que mais assusta no meio dessa história toda.

Precisando de sugestões de nomes para os seus filhos? Sem dúvidas um bom exemplo para (não) seguir.

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Almas gêmeas: 25 jogadores do álbum de figurinhas da Copa que se parecem com celebridades

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publicado no Pop! Pop! Pop!

O sucesso do álbum de figurinhas da Copa é tamanho que até quem não curte muito futebol se rendeu à coleção. Ao abrir os pacotinhos com os colantes, reconhecer os jogadores da seleção brasileira ou de outras nações como Espanha e Itália é fácil até para menos atentos. No entanto, quem chama mesmo atenção, principalmente no quesito estilo, são os atletas não tão famosos.

A seguir, separamos alguns deles de times diferentes que se parecem com celebridades:

Pierre Webo, de Camarões, e o lutador de MMA Anderson Silva:

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Gholamreza Rezaei, do Irã, e o ex-BBB Kleber Bambam:

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Ermin Bičakčić, da Bósnia e Herzegovina, e o ator André Segatti:

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 Hassan Yebda, da Argélia, e o cantor Belo (antes dos dreads, claro!):

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Dimitris Siovas, da Grécia, e o ator Juliano Cazarré:

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 Manuel Neuer, da Alemanha, e o astro do seriado Dexter, Michael C. Hall:

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Antunes, de Portugal, e o ator e humorista Gregório Duvivier: 

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“Boyhood”, o filme que levou 12 anos para ser filmado

A vida de um garoto dos 5 aos 18 anos. Em tempo real

publicado no Amigos do Fórum

Não é legal quando você vê um filme/série/novela que acompanha a vida de algum personagem ao passar dos anos? De criança até a vida adulta e tal, é sempre maneiro comparar a fisionomia do ator que fez o papel do “Zé” quando criança e o ator que fez o “Zé” quando adulto. Agora imagina fazer isso na vida REAL, durante 12 anos usar o MESMO ELENCO pra se contar uma história…

Foi o que o diretor Richard Linklater fez: desde 2002 ele vem usando o mesmo elenco para o filme “Boyhood“. Quando o Ellar Coltrane tinha apenas 6 anos ele foi escalado para o papel de Mason. Durante 12 anos ele e outros atores se reuniam 1 vez por ano para as filmagens. A ideia era capturar a evolução natural de cada um deles para, 12 anos depois, lançar o filme.

A ideia é tão fora do comum, tão simples e incrível que sério, eu tô meio que chocado. Veja o trailer e fique como eu:

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O Brasil estragou tudo?, questiona revista ‘The Economist’

Capas da revista 'The Economist' em 2009 e em outubro de 2013; Enquanto antes dizia que Brasil iria decolar, sentimento hoje é de pessimismo
Capas da revista ‘The Economist’ em 2009 e em outubro de 2013; Enquanto antes dizia que Brasil iria decolar, sentimento hoje é de pessimismo

Publicado na Folha de S.Paulo

Se em 2009 a revista britânica “The Economist” sinalizava que a economia brasileira estava pronta para decolar, hoje o sentimento é de pessimismo.

Naquele ano, a revista trazia na capa o Cristo Redentor na forma de um foguete, prestes a levantar voo, com o título “Brazil takes off” (“Brasil decola”, em tradução livre). A nova edição, de outubro, e que deve ser publicada nesta quinta-feira (26), também mostra o Cristo, mas, desta vez, em trajetória de queda.

A reportagem de capa, de 14 páginas, questiona “Has Brazil blown it?” (“O Brasil estragou tudo?”, em tradução livre).

Não é a primeira vez que a revista critica a economia brasileira.

Em junho, chamou de medíocre o desempenho da país desde 2011 e pediu, em tom irônico, para o ministro Guido Mantega permanecer no cargo. Em reportagem anterior, havia pedido sua saída.

Desde 2012 a publicação britânica já vem adotando tom mais cauteloso quando o assunto é o Brasil. As matérias dedicadas ao país chamam a atenção, entre outros fatos, a riscos políticos, elevados custos para fazer negócio e protecionismo no petróleo, o que afastaria investidores externos.

CRÍTICAS

A matéria contrasta dois momentos bastantes discrepantes da economia brasileira. Primeiro, quando sinalizava um futuro bastante promissor ao registrar crescimento de 7,5% em 2010, o melhor desempenho em um quarto de século. Para aumentar a magia, o Brasil foi premiado tanto com a Copa do Mundo (2014) quando com as Olimpíadas (2016), diz a matéria.

De 2010 para cá, porém, o que se viu foi um tranco. Em 2012, a economia cresceu 0,9%, bem abaixo do que foi visto em 2010. Além disso, em junho de 2013 milhares de pessoas foram às ruas para protestar do alto custo de vida, da má qualidade dos serviços públicos e da corrupção.

Segundo a matéria, muitos já perderam a esperança de que o país decolou e que o crescimento passado foi apenas outro “voo de galinha” –expressão usada para designar surtos econômicos de curta duração.

Ainda segundo a reportagem, o Brasil fez poucas reformas durante os anos de boom econômico. Diz que o setor público brasileiro impõe um fardo particularmente pesado no setor privado.

A “Economist” ressalta que as empresas enfrentam o sistema tributário mais pesado do mundo, com impostos que chegam a 58% sobre a folha de pagamento e que o governo tem suas prioridades de gastos incoerentes.

INFRAESTRUTURA

Quanto à infraestrutura nacional, diz que é ruim e o investimento, muito pequeno. “Gasta-se 1,5% do PIB em infraestrutura, contra uma média global de 3,8%”, afirma a reportagem.

Para a revista, os problemas do Brasil vêm se acumulando ao longo das gerações, e a presidente Dilma tem sido relutante ou incapaz de enfrentá-los, o que criou novos problemas justamente por interferir na economia –mais do que o ex-presidente Lula.

“Ela assustou investidores estrangeiro em projetos de infraestrutura”, avalia.

“DILMA FERNÁNDEZ”

Para o Brasil se recuperar, precisa de reforma, diz a revista, sobretudo no que diz respeito aos impostos.

Destaca ainda que os impostos representam 36% do PIB, a maior proporção entre os emergentes, mas ao lado da Argentina.

Nesse contexto, a matéria ironiza ao chamar a presidente de “Dilma Fernández”, fazendo uma referência à presidente da Argentina Cristina Fernández de Kirchner.

Também criticou o setor previdenciário brasileiro. Embora seja um país jovem, o Brasil gasta uma grande parcela da sua renda nacional com aposentadorias e pensões.

“O governo precisa remodelar o gasto público, especialmente pensões”, afirma.

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