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70% dos fundadores da Rede defendem união gay e legalização da maconha, diz Marina Silva

Marina Silva anuncia a coleta de 780 mil assinaturas em apoio à criação de seu novo partido, a Rede Sustentabilidade (foto: Joel Silva/Folhapress)

Marina Silva anuncia a coleta de 780 mil assinaturas em apoio à criação de seu novo partido, a Rede Sustentabilidade (foto: Joel Silva/Folhapress)

Paulo Gama, na Folha de S.Paulo

A ex-senadora Marina Silva afirmou nesta quarta-feira (17) que “pelo menos 70%” da Rede, partido que tenta criar, é favorável à descriminalização do aborto, à legalização da maconha e à união civil entre pessoas do mesmo sexo.

“Do ponto de vista dos temas levantados –maconha, aborto e dos temas de comportamento– a Rede tem mais ou menos 350 fundadores, eu posso te dizer que pelo menos 70% deles são a favor dessas bandeiras que estão aqui. A favor literalmente falando”, afirmou Marina, ao ser questionada sobre os temas pela plateia de um debate em São Paulo.

Evangélica, Marina defende a extensão dos direitos civis a casais homossexuais. Na campanha pela Presidência em 2010, defendeu a realização de plebiscitos sobre a descriminalização do aborto e da maconha.

Ontem, a ex-senadora afirmou ainda que a porcentagem dos favoráveis às bandeiras deve se repetir em outras instâncias do partido, como a direção nacional e o colegiado executivo.

“O que tem aqui dentro da Rede é a tolerância com aqueles que têm um pensamento diferente. E que não concordam que seja porque sejam conservadores. É porque são pontos de vista que envolvem aspectos filosóficos, morais, religiosos, de várias naturezas, que faz parte da diversidade.”

Ela elencou ainda como pontos que unem os militantes da Rede o “respeito à diferença”, “a questão da sustentabilidade” e “a busca por uma nova ferramenta que seja capaz de dialogar com essas mudanças que estão acontecendo”.

“E a Rede tem uma conformação que antes das manifestações já buscava esses caminhos e agora tem muito mais razão, porque aquilo que era apenas uma intuição agora se revela algo que de fato tem um rebatimento na realidade”, concluiu.

dica do Fabio Martelozzo Mendes

Candeia, Mano Brown, Eu e Você.

reflexão

Publicado por Marcos Almeida

Aos 41 anos, o sambista carioca Candeia ouviu seu amigo Cartola gravar os seguintes versos: “se alguém por mim perguntar / Diga que eu só vou voltar / Depois que eu me encontrar” (Preciso me encontrar – gravada por Cartola em 1976). Depois da chamada “curva da desesperança” que os psicólogos falam – aquele período de 11 aos 23 anos – é comum vir um tempo de produtividade, de criação e busca por identidade.

Não sei quando Candeia escreveu esses versos, mas é possível dizer que depois dos 23 vem um tempo de intimidade consigo. É nesse período que os compositores começam a escrever sobre este  assunto: “quem sou eu”. Essa preocupação parece nos acompanhar até uma certa idade, quando depois resolvemos falar mais sobre o que nos cerca, narrando o mundo. Nesse caso, é curioso ver um senhor de 41 anos assistindo um amigo de 68 (Cartola) cantando versos tão íntimos.

O cancioneiro popular brasileiro está repleto de confissões que mostram essa busca por identidade. Dos artistas do samba, do rock, passando pelo clube da esquina, tropicália, bossa-nova ou mangue-beat, todos eles deixaram ver nas suas obras esse aspecto da nossa jornada. Agora, pare um pouco para pensar nesta letra:

 

“ Talvez eu seja um sádico
Um anjo
Um mágico
Juiz ou réu
Um bandido do céu
Malandro ou otário
Padre sanguinário
Franco atirador se for necessário
Revolucionário
Insano
Ou marginal
Antigo e moderno
Imortal”     

(Genesis Intro, Racionais Mc’s)

 

Como ouvinte ou leitor sempre podemos escolher sobre qual aspecto da canção vamos colocar nosso foco. É interessante descobrir que a música acaba mandando recados pra gente, não só ao corpo mas à nossa razão, informando, propondo, fazendo pensar, questionando.

Nesse texto apresento para vocês esse tema da identidade que anteriormente só aparecia aqui no blog quando falávamos da brasilidade mais geral, social, de um grupo de brasileiros. Mano Brown, o líder dos Racionais, aos 27 também estava procurando se encontrar, sobrevivendo num mundo que para ele era o inferno. No meio da violência, da covardia, da ausência do Estado, entre pastores, padres e marginais, ele tentava achar uma imagem que o representasse como pessoa; talvez um anjo, um mágico … um revolucionário.

O longo e surpreendente discurso do nosso cancioneiro popular nos ajuda a identificar não apenas as realidades sociais do período específico da obra, como nas canções de protesto do Chico Buarque, Belchior ou do próprio Brown, mas possibilita um diálogo com a nossa intimidade, uma reflexão sobre a natureza humana. Isso porque toda obra de arte só existe por causa do homem e por não ser neutra, impossível ser neutra, ela perigosamente expõe nossa alma. E qual alma nunca quis saber a respeito de si? Candeia e Mano Brown são como eu e você.

Cientista da Nasa diz que busca por vida em lua de Júpiter é promissora

Lua Europa teria maior probabilidade por possuir oceano líquido sob o gelo. Robert Pappalardo, do laboratório Jet, comentou fato em evento nos EUA.

publicado no G1

Na busca por vida no sistema solar, a Europa, uma lua de Júpiter que abriga um oceano, parece mais promissora do que Marte, o grande deserto onde os Estados Unidos concentram seus esforços limitados por cortes orçamentários, afirmam especialistas.

“Fora da Terra, a Europa é o lugar do nosso sistema solar com a maior probabilidade de se encontrar vida, e deveríamos explorá-la”, afirmou Robert Pappalardo, cientista responsável do Jet Propulsion Laboratory (JPL), laboratório da agência espacial americana Nasa.

Ele comenta que a lua é recoberta por uma camada de gelo relativamente fina, possui um oceano (líquido sob o gelo) em contato com rochas no fundo, é geologicamente ativa e bombardeada por radiações que criam oxidantes e formam, ao se misturar com a água, uma energia ideal para a vida.

No entanto, a pedido da Nasa a missão que exploraria a lua Europa foi revista devido a um corte de custos, explicou à imprensa o cientista, durante a conferência anual da Associação americana pelo avanço da ciência (AAAS, em inglês), que acontece em Boston até o dia 18 de fevereiro.

O JPL, aliado ao laboratório de física aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, concebeu um novo projeto de exploração chamado “Clipper” num valor total de US$ 2 bilhões, sem contar com o lançamento da nave.

O aparato seria colocado na órbita de Júpiter e realizaria vários vôos de aproximação à Europa, seguindo o exemplo da sonda Cassini em Titã, uma lua de Saturno. “Desta forma, podemos cobrir de forma eficaz toda a superfície da Europa, pela metade do custo inicial”, assegurou Pappalardo. Se for aprovado, o “Clipper” pode ser lançado em 2021 e demoraria de três a seis anos para chegar à lua Europa.

Em comparação, são necessários apenas seis meses para se chegar a Marte. De qualquer forma, a Nasa informou não possuir fundos suficientes para sustentar a missão Clipper no atual contexto de cortes orçamentários.

Uma prioridade científica 
No entanto, a agência espacial anunciou em dezembro o envio de um novo robô a Marte em 2020 seguindo o exemplo do Curiosity, um projeto de US$ 2,5 bilhões. Tendo chegado ao planeta vermelho em agosto de 2012, o Curiosity busca determinar se Marte pode ter desenvolvido alguma forma de vida.

De acordo com os projetos atuais de exploração robótica da Nasa, os Estados Unidos não terão mais sondas na parte mais longínqua do sistema solar após a chegada da nave Juno à órbita de Júpiter em 2016, programada para se chocar contra o planeta um ano mais tarde.

Por outro lado, a Nasa pode participar da missão da Agência Espacial Europeia (ESA) a Júpiter e as suas luas, batizada de “Jupiter Icy Moon Explorer”, com previsão de chegada para 2030.

O robô Curiosity em Marte (Foto: Divulgação / Nasa)
O jipe Curiosity em Marte (Foto: Divulgação / Nasa)

Embora Pappalardo admita que Marte representa grande parte da exploração do sistema solar pela Nasa, ele acredita que a agência “também deveria explorar lugares que constituem uma grande prioridade científica”. “Uma das perguntas fundamentais é saber se existe vida fora do sistema solar”, completou.

Enquanto Marte pode ter sido habitada a bilhões de anos atrás, a Europa pode ser propícia à vida neste momento, insistiu o cientista. “Se a Europa é o melhor lugar do sistema solar para abrigar vida depois da Terra, a Encelade, uma lua de Saturno, a segue de perto”, ressaltou Amanda Hendrix, do Instituto de ciência planetária em Tucson (sudoeste).

A Encelade conta com ‘um mar e um oceano de água líquida embaixo de uma camada de gelo e é geologicamente ativa com uma fonte de calor no polo sul, além de um gêiser que emite partículas de água’, explicou na mesma coletiva de imprensa. A Europa foi observada de perto pela primeira vez pelas sondas americanas Voyager em 1979 e Galileo nos anos 1990.

Fim do mundo provoca alta na procura por terreno no céu e Igrejas aumentam o preço

outdor

Por causa do fim do mundo, terrenos no céu estão sendo vendidos por no mínimo 5 mil reais

publicado impagavelmente no G17

O comércio está bastante agitado com a aproximação do fim do mundo. Quem busca por salvação está tendo que enfrentar filas em algumas igrejas para comprar um espaço no céu.

Algumas igrejas estão vendendo salvação por até 5 mil reais a vista. “Não dá para vender parcelado nem fiado porque o mundo acaba sexta-feira”, disse o pastor Erenildo Elvis, que abriu recentemente uma igreja para arrecadar com o fim do mundo.

O pastor garante que o kit salvação é confiável. “Com a tecnologia de hoje, assim que o fiel paga os 5 mil pela salvação, imediatamente envio o nome dela por e-mail lá para o céu e pronto”, disse.

Na manhã desta terça-feira, cerca de 241 mil pessoas compraram o Kit Salvação e estão mais aliviadas com o fim do mundo. “Vendi moto, computador velho e até o colchão pra comprar a salvação”, disse o dono de casa Sebastião Silva.

Aplicativo provoca polêmica ao buscar no Facebook fotos de amigos com pouca roupa

Volvard, no Mundo Nerd

Novo aplicativo para iPhone tem preocupado agências que trabalham contra exploração infantil na internet e em defesa da privacidade na rede. É o app Badabing!, que vasculha os perfis dos internautas no Facebook buscando fotos em que aparecem com “roupas reveladoras”, descreve o Daily Mai l.

Na iTunes Store, o mote do aplicativo é facilitar a busca por fotos de conhecidos na praia ou na piscina.

Na prática, diz o jornal, o aplicativo, à venda por US$ 1,99, usa uma tecnologia de reconhecimento de imagens para encontrar as fotos em que “aparece mais pele”. Uma vez que tenham sido descobertas e reunidas, os usuários podem não só vê-las como adicioná-las aos favoritos e compartilhar com outros amigos.

O app chama a atenção para o possível uso de imagens insinuantes postadas por internautas, muitas vezes sem consciência dos perigos de compartilhar esse tipo de conteúdo na rede.

Pesquisa divulgada na semana passada pela organização Internet Watch Foundation (IWF) indica que 88% das fotos e vídeos caseiros sexualmente explícitos de pessoas jovens foram retiradas do seu site de original e publicadas em outras páginas na internet sem conhecimento dos usuários que aparecem nelas.

Foram analisadas 12 mil imagens e vídeos do gênero, presentes em 68 sites, durante 48 horas.

Conforme a publicação da IWF, enquanto os usuários usaram sites como redes sociais para publicar e compartilhar as imagens originalmente, os sites parasitas – como chamaram os pesquisadores – que replicaram os arquivos eram voltados especificamente à conteúdos explícitos.

“Encontramos muitas fotos íntimas que foram copiadas do local original e então republicadas em outros sites para formar coleções há algum tempo, mas essa é a primeira vez que conseguimos demonstrar a extensão disso”, diz Sarah Smith, pesquisadora técnica da IWF.

Além disso, recentemente o site Reddit retirou do ar alguns fóruns dedicados à divulgação de fotos de mulheres desconhecidas com roupas justas ou curtas. As imagens eram publicadas sem o conhecimento delas.

De acordo com o Daily Mail, o aplicativo tem o potencial de acelerar a divulgação de imagens de menores na rede. “Infelizmente sempre haverá uma tecnologia ou dispositivo que pode ser explorado”, disse um porta-voz de uma agência de proteção das crianças britânica ao jornal.

Comentários no site do aplicativo na iTunes Store também dão um parecer negativo sobre o app. “Eu acho que é um app esquisito e não quero minhas fotos usadas desse jeito”, disse um internauta.

Fonte: Daily mail