TRT condena empresa que obrigou funcionário a cortar black power

blackpower1Marcelo Sperandio, na Época

O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região manteve, no início deste mês, uma condenação por assédio moral a uma agência de turismo que obrigou um funcionário a cortar o cabelo.

O autor da reclamação trabalhista, que trabalhava como revisor na Voetur Turismo, relatou que era vítima de comentários irônicos sobre o seu cabelo, a sua cor e seu excesso de peso.

Num evento da empresa que teve shows e cabeleireiros, o seu chefe insistiu, em público, para que ele cortasse o seu cabelo. Coagido, o revisor se submeteu ao corte, enquanto seus colegas o fotografavam e filmavam.

Na ação trabalhista, o reclamante diz que se sentiu “uma atração de circo”. No dia seguinte, envergonhado, o revisor pediu demissão.

Depois de ouvir depoimentos de testemunhas, o TRT condenou a Voetur Turismo a pagar uma indenização de R$ 5 mil ao seu ex-funcionário. Na decisão, o tribunal diz que o uso de cabelos grandes “nem de longe pode ser considerado comportamento inadequado, de modo que o estilo black power (…) não se apresenta como algo inusual, provocante ou que revele descuido no asseio pessoal”.

A decisão ainda afirma que a restrição ao uso do black power pode resvalar para o racismo. Para a desembargadora Cilene Santos, trata-se de um caso em que a questão racial foi levada a um patamar inaceitável.

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Em vez de dinheiro, festival de metal cobra ingressos com cabelo para amenizar a dor de crianças com câncer

Publicado no Hypeness

Uma das formas de amenizar o sofrimento de crianças que lutam contra o câncer é devolvendo a elas o cabelo, perdido durante a quimioterapia. Isso é feito por meio de perucas que chegam a custar US$ 1.500 cada, mas que poderiam ser feitas a partir da doação de cabelo humano.

Foi então que um festival de bandas de metal, evento com a maior quantidade de cabeludos por metro quadrado na região, tornou-se a forma perfeita de ajudar os pequenos que passam por esta batalha: em vez do dinheiro, o ingresso seria comprado com cabelo.

Realizado na Cidade do México, o Hair Fest contou com 9 bandas para comandarem cerca de 8 horas de metal. E nos riffs de guitarra, os headbangers, conhecidos por balançarem o cabelo ao som da música, tiveram que se contentar com a careca. A iniciativa conseguiu arrecadar cabelo suficiente para 107 perucas (o equivalente ao arrecadado durante todo um ano) e virou notícia nos principais veículos do mundo.

Além de ajudar as crianças com câncer, o projeto ainda serviu para provar de uma vez por todas que metaleiro também faz o bem. Confira tudo isso no vídeo e nas fotos abaixo:

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Designer cria série de imagens polêmicas usando modelo nua para criar alfabeto com os próprios cabelos

Shurong Diao desenvolveu série de imagens polêmicas ao usar amiga Xingpei Wang posando nua para criar alfabeto com cabelo.

publicado TechMestre

Uma designer chinesa chamada Shurong Diao, de 24 anos, desenvolveu uma série de imagens polêmicas ao usar sua amiga de faculdade, Xingpei Wang, para posar completamente nua criando o alfabeto inteiro com os próprios cabelos.

A arte diferente foi feita no estúdio da designer, em Nova York, nos Estados Unidos. A ideia de Shurong, que está cursando o último ano da Faculdade de Artes Visuais, era representar o alfabeto romano tendo uma referência à caligrafia chinesa.

A modelo, de cabelos compridos, usou apliques para conseguir maior extensão e atingir o comprimento necessário para criar as letras do alfabeto romano. Confira:

Designer cria série de imagens polêmicas usando modelo nua para criar alfabeto com os próprios cabelos

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‘Não como e não durmo mais’, diz jovem torturada por mais de 6 horas

Ela teve o cabelo cortado e levou socos; agressões foram parar na internet.
Jovem e amigos teriam armado para torturar vítima que é de Suzano.

Vídeo de adolescente de Suzano sendo espancada foi parar no YouTube (foto: Reprodução/YouTube)
Vídeo de adolescente de Suzano sendo espancada foi parar no YouTube (foto: Reprodução/YouTube)

Carolina Paes, no G1

Após ter ficado seis horas e meia sendo torturada por uma jovem, a adolescente de 15 anos, moradora de Suzano (SP), diz que sua vida acabou depois da agressão. “Eu não durmo, não como e nem saio para ir à escola. Ela [agressora] destruiu com a minha adolescência”, declarou a vítima.

A agressão foi na última sexta-feira (21) em uma rua deserta perto da estação de trem, em Guaianazes, na Zona Leste de São Paulo. A adolescente foi torturada por uma garota que foi ajudada por outros dois jovens. A vítima foi acusada de “talaricar” (paquerar alguém que é comprometido na gíria popular) o namorado dela. Os momentos de tortura foram registrados e divulgados no YouTube, mas as imagens foram retiradas nesta sexta-feira (28) horas depois da reportagem ser publicada pelo G1.

Durante a entrevista, a adolescente lembra as horas que ficou refém dos jovens. “Foi o pior dia da minha vida. Eles me ameaçavam e diziam que se eu contasse para alguém iam me matar”. Além de ter sofrido agressões psicológicas, a vítima teve o cabelo cortado com uma tesoura e ainda levou vários socos no rosto. Ela diz que ficou sabendo do vídeo pela mãe quando estava na casa de uma amiga. “Minha mãe me ligou várias vezes e quando atendi me contou do vídeo. Foi só aí que falei da tortura. Quando vi o vídeo entrei em desespero. Não acreditava no que estava acontecendo. Ela [agressora] acabou com a minha imagem”, declara.

A mãe da vítima, que preferiu não se identificar, em entrevista ao G1 nesta sexta (28)  afirmou que só ficou sabendo das agressões sofridas pela filha depois que as imagens começaram a ser compartilhadas nas redes sociais. “É torturante ver esse vídeo. Minha filha não teve chance de defesa. Ela ainda é ameaçada nas redes sociais por essa menina e as amigas. Quero que peguem essa covarde”.

Um boletim de ocorrência foi feito na Delegacia da Mulher de Itaquera. A menina de 15 anos também passou por exame de corpo de delito. Por conta da repercussão na internet, a adolescente afirma já ter virado motivo de piadas. “Não vou para escola e tenho vergonha de sair de casa. Tem gente que é solidário, mas outras ficam me zuando”.

O Conselho Tutelar de Suzano informou que recebeu na noite de quinta-feira (27) uma denúncia do caso vinda de uma mulher que teve acesso ao vídeo pelas redes sociais. Porém, como ainda não foi acionado pela família da vítima, aguarda o contato para poder dar o apoio psicológico para adolescente.

Agressão
Para atrair a vítima até o local da agressão, a jovem mandou mensagem dizendo que precisava da ajuda da adolescente para desmascarar o namorado, que mentia sobre o fato de estar solteiro. “Confiei nela e fui para gente conversar e desmascará-lo”, conta a vítima.

A vítima saiu de casa por volta das 16h sem dizer para a mãe onde ia. Ao chegar na estação de trem de Guaianazes, em São Paulo, ela foi surpreendida pela agressora “Só ela me batia. Os outros dois rapazes ficavam incentivando e filmavam. Eu já conhecia há algum tempo o namorado dela [agressora], mas quando ele voltou a namorar eu apaguei ele do Face. De uns dia para cá ele me procurou de novo, disse que eu estava bonita e que estava solteiro. Começamos a conversar.”

Com ciúmes, a agressora teria visto as mensagens da vítima no celular do namorado e ficado enfurecida com a possível traição. “Eu não tinha noção do mostro que ela [agressora] era e nem que era tão covarde”, diz. “Quando me prendeu ela só dizia que queria que eu falasse que eu não ia ficar com ele.”

A vítima ainda diz que é ameaçada pela agressora. “Depois que apanhei ela me obrigou a manter segredo. Se não fizesse isso disse que ia me matar. Até hoje, ela e as amigas ficam me mandando mensagem de ameaças no celular e na internet. Falam que vão raspar todo o meu cabelo e me cortar.”

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Mulher leva 11 anos para fazer blusa e chapéu de crochê com fios do próprio cabelo

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Publicado na Istoé

Uma professora aposentada fez algo um tanto inovador. Xiang Renxian de Chongqing, na China, passou 11 anos tricotando uma blusa e um chapéu feitos com fios do seu próprio cabelo. Foram utilizados 116.058 fios – ela diz ter contado um por um.

O objetivo era preservar a memória de sua juventude e dar um presente para seu marido.  “Ao longo da minha mocidade sempre fui conhecida por meu cabelo cumprido e maravilhoso, e quando fiquei mais velha, percebi que, assim como a minha aparência , meu cabelo estava perdendo seu brilho”, afirmou a mulher de 60 anos ao jornal Daily Mail.

Xiang disse ter demorado um pouco para aperfeiçoar a técnica – ela começou a fazer as peças quando tinha 49 anos. Mas, de acordo com a chinesa, não é difícil fazer roupas usando cabelo, basta apenas ter paciência e tempo.  Ela não revelou qual foi a reação de seu marido quando ganhou os presentes.

dica do Ailsom Heringer

“Aconteça o que acontecer com o meu cabelo, agora eu sei que ele vai sempre estar lá como um lembrete da minha juventude e das muitas boas lembranças que eu e o meu marido compartilhamos naquela época”, afirmou.

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