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Empresas criam ‘dia sem e-mail’ para reduzir tráfego e promover integração

Fábrica reduziu 70% do tráfego interno de e-mails às sextas-feiras.
‘Trocamos e-mails sem saber que colega trabalha ao lado’, diz funcionária.

Renata Oliveira e Daiana Rodrigues, da SKF, empresa que implantou o dia sem e-mail e reduziu em 70% o tráfego de mensagens pela internet às sextas-feiras (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Renata Oliveira e Daiana Rodrigues, da SKF, empresa que implantou o dia sem e-mail e reduziu em 70% o tráfego de mensagens pela internet às sextas-feiras (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Publicado originalmente no G1

Se comunicar por e-mail é rotina na grande maioria das empresas. Comunicados, relatórios, envio de documentos, agendamento de reuniões, contato com fornecedores, é tanto e-mail que muitos funcionários passam um bom tempo apertando a tecla ‘delete’ para mandar tudo para o lixo virtual. Mais do que este tráfego intenso, a comunicação formal e documentada na rede muitas vezes torna impessoal o contato dos funcionários. Para tentar mudar esta situação uma empresa de São Paulo e outra do Rio criaram o “dia sem e-mail”.

A data será comemorada nesta sexta-feira (14) no escritório da Chemtech, empresa de engenharia e atuação em petróleo e gás com sede no Rio. Toda segunda sexta-feira do mês a empresa bloqueia a comunicação interna. Se precisa falar com alguém da empresa, mesmo de outro departamento, o funcionário deve usar o telefone ou chamar pelo comunicador instantâneo. E que tal levantar-se da cadeira e ir à outra sala para falar pessoalmente com o colega?

Excesso de mensagens nas empresas envolve até a comunicação com o colega que trabalha ao lado (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Excesso de mensagens nas empresas envolve até
a comunicação com o colega que trabalha ao lado
(Foto: Paulo Guilherme/G1)

A campanha já existe há um ano e meio. “O grande desafio é promover a integração entre diversas áreas de engenharia da empresa”, explica Samara Souza, coordenadora de recursos humanos da Chemtech. Ela conta que muitas vezes para se tratar de um assunto interno por e-mail a conversa se prolongava por intermináveis mensagens copiadas para mais de 30 pessoas.

“Como a nossa rotina é de muito envio de e-mails, a pessoas acabavam se habituando a usar e-mail para tudo e se viciando neste processo. Muitas coisas podem ser resolvidas com uma breve reunião presencial”, explica Samara.

Na SKF do Brasil, fabricante de rolamentos para área industrial e automotivo, toda sexta-feira a ordem é não usar o e-mail. A empresa conta com 1.030 empregados na operação brasileira, três escritórios na Grande São Paulo (Cajamar, Jordanésia e Barueri), e a comunicação interna pela internet foi reduzida em até 70% no ‘dia sem e-mail’.

Mas o objetivo principal é promover a relação interpessoal entre os funcionários. “Às vezes a gente fica meses trocando e-mails com um colega que não sabemos que é, e então quando o conhecemos pessoalmente descobrimos que ele é a pessoa trabalha na sala ao lado”, diz a analista fiscal Renata Oliveira, de 35 anos.

Ela trabalha diariamente ao lado de Daiane Rodrigues, de 25 anos, também analista fiscal, e no meio de tantas operações, acabam por vezes se falando por e-mail. “É muita documentação, assim uma copia a outra, mas sempre procuramos conversar pessoalmente”, destaca Daiana.

Antonio Carlos Bouéri, diretor de recursos humanos da SKF do Brasil, explica que a implementação do programa melhorou a qualidade no trabalho. “Estávamos percebendo muita formalidade dentro das áreas como situações como um colega mandando e-mail para colega do lado pedindo algo que poderia ser feito verbalmente”, afirma.

“Como implementamos o casual day, no qual o funcionário pode ir sem gravata ao escritório, aproveitamos para liberar a questão dos e-mails incentivamos as pessoas a conversarem mais, circularem mais na empresa. Teve uma repercussão boa porque as pessoas sentiam falta de conversar mais. Acho importante resgatar a confiança das pessoas e trabalhar em time. A iniciativa fortalece esse valor.” Segundo Bouéri, a ideia despertou interesse das subsidiárias da Argentina e Japão, que estudam criar o ‘dia sem e-mail’ nos seus escritórios.

Cansado de ser chamado de reacionário?

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Publicado por Aline Valek

Sente saudades de um tempo que já se foi? Não sabe explicar para o seu filho por que o coleguinha tem dois pais ou duas mães, e não uma família como deve ser? Lamenta que pobres e negros possam entrar nas universidades, concorrendo a vagas que sempre foram suas? Cansado de ser chamado de reacionário por uma gente maluca que quer mudar coisas que para você estão ótimas? Pare de se chatear. Seus problemas acabaram!

Volte a viver em um tempo em que todos sabiam o seu lugar: o da mulher, na cozinha; o do negro, na senzala; o do gay, no armário; e o do pobre, bem longe de você! Agora isso é possível, com a nova Retro-Machine.

Desenvolvida pela Status Quo S.A. especialmente para você, a Retro-Machine permite que você viaje no tempo e volte para a época em que todos os privilégios eram seus e não era  preciso se preocupar com manifestantes querendo mudanças, já que seriam todos recebidos na porrada.

Usar a Retro-Machine é muito fácil: entre na elegante cabine projetada para todos os tamanhos e ajuste a data desejada no painel. Quer viver em uma sociedade onde mulheres que não seguiam a moral e os bons costumes eram queimadas em enormes fogueiras? Fácil! Gire o indicador do tempo para trás, até o painel mostrar o ano de 1450. Não quer se preocupar em dividir seu lugar na sociedade com negros? Ajuste o indicador de tempo para mostrar o ano de 1540.

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A viagem é confortável e dura apenas alguns minutos. Você também pode acionar a função Ab-Shaper da cadeira para definir o seu abdômen e perder algumas calorias sem fazer esforço enquanto viaja. Não é incrível? O melhor é que, depois de usar, basta dobrar a Retro-Machine e guardar debaixo da cama. É super compacta!

Pare de perder tempo tentando converter gays e volte para um tempo em que eles não tinham coragem de se assumir. Adquira já a sua Retro-Machine e livre-se do incoveniente de lutar contra as mudanças da sociedade!

Viaje para a época em que a igreja tinha a última palavra, ou para o tempo em que mulheres não tinham voz. Viva em um mundo sem cotas para isso ou para aquilo, onde quem fazia as regras eram coronéis e fazendeiros! Ou ainda explore os ajustes pré-definidos como “Bons Tempos da Ditadura”, “A Terra Não É Redonda”, “Só Homens Ricos Sabiam Ler” e o incrível “Catequize e Escravize um Índio”. Você vai adorar o século XV! Aproveite e fique por lá. Para sempre.

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Retro-Machine. Porque algumas pessoas não pertencem a este tempo.

Cantora Veracy: Churrasco e Coca-Cola

Cantora-Veracy-Churrasco-e-Coca-Cola

Thiago Matso, no Profetirando

PAREM AS MÁQUINAS MAIS UMA VEZ!!

Quando você pensa que o cúmulo da vingança gospel tinha começado e parado com a Damares, acabou de cair da cadeira e quebrar a cara. A escola Damares de Música Cristã Brasileira Gospel Internacional do País tem uma mais nova candidata. Dá o play e ponha o sangramento dos seus ouvidos em risco. Aquele abraço!

Mulher que expôs traição na internet é condenada

Acima, frame do vídeo gravado secretamente pela advogada V.O

Acima, frame do vídeo gravado secretamente pela advogada V.O

publicado na INFO

A mulher que expôs em rede social na internet a traição que sofreu da melhor amiga foi condenada a pagar R$ 67 mil de indenização à suposta amante do ex-marido, em Sorocaba (SP). A decisão, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), ainda admite recurso.

O caso teve repercussão nacional em 2010. Depois de descobrir que o marido a traía com a amiga, a advogada V.O., de 35 anos, chamou a mulher em sua casa e gravou um vídeo em que mostrava as provas da traição e a agredia. A mulher traída postou o vídeo em sua página no Orkut, mas as cópias foram parar no YouTube.

Além de destratar a rival, ela a agarrou pelos cabelos, derrubando-a sobre a cadeira. A suposta amante, J.C., que também era casada – os casais eram amigos -, entrou com ação por danos morais. De acordo com o advogado dela, Márcio Leme, a decisão não levou em conta a traição, mas a humilhação pública sofrida pela cliente.

O TJ-SP acatou a tese de que não se pode expor a privacidade de outra pessoa. Para Leme, o tribunal considerou que V. praticou um ato ilícito ao ter planejado a ação, além de ter declarado à imprensa, na época, que o fez por vingança. Segundo o advogado, o valor da indenização não repara a humilhação sofrida pela vítima, mas ao menos penaliza a autora da ofensa. A advogada informou que vai entrar com recurso.

 

Suplicy pede para Renan Calheiros desistir de candidatura

Em 2009, Suplicy subiu à tribuna e deu um cartão vermelho a Sarney. Hoje, mandou nota

Em 2009, Suplicy subiu à tribuna e deu um cartão vermelho a Sarney. Hoje, mandou nota

Senador petista enviou nota ao candidato favorito à presidência do Senado. Ele quer que o peemedebista deixe a corrida em favor de Pedro Simon (PMDB-RS), um dos independentes da Casa

Mario Coelho, no Congresso em Foco

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) pediu nesta segunda-feira (28) para Renan Calheiros (PMDB-AL) desistir da candidatura à presidência do Senado. Em nota enviada ao peemedebista e aos colegas de Casa, Suplicy sugeriu que o candidato do partido fosse Pedro Simon (PMDB-RS), o único “capaz de obter o consenso entusiástico e praticamente unânime de todos os demais 80 senadores”.

De acordo com a nota emitida por Suplicy, é preciso haver um tempo até todas as denúncias contra Renan serem esclarecidas. No sábado, o Congresso em Foco mostrou que o procurador Geral da República, Roberto Gurgel, denunciou o peemedebista no caso das notas dos “bois de Alagoas”, derivado das suspeitas de ter despesas particulares pagas por um lobista de empreiteira após o parlamentar ter um filho com a jornalista Mônica Veloso.

Já a revista Época informou detalhes da Operação Navalha que implicam Renan. De acordo com a semanal, homens de confiança do peemedebista são acusados de receber propina e traficar influência em favor de um empreiteiro. “Nós senadores teremos que aguardar um tempo até que haja o esclarecimento sobre todos os episódios apontados, por exemplo, na reportagem da Revista Época que, se tiverem fundamento, constituem problemas sérios para quem hoje se candidata à Presidência do Senado”, disse Suplicy.

Para o petista, somente a candidatura de Simon seria capaz de unir o Senado. E faria, inclusive, o senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), único nome declarado até o momento, deixar a corrida pela cadeira mais importante da Casa. Na sua nota, ele citou que o peemedebista gaúcho foi escolhido diversas vezes como um dos melhores senadores do país pelo Congresso em Foco. Ele, no entanto, reiterou que, caso Renan seja confirmado como candidato, vai cumprir o acordo feito com o PT e votar no escolhido pelo PMDB.

Em 2009, Suplicy subiu à tribuna do Senado e deu um cartão vermelho ao senador José Sarney (PMDB-AP). Na época, ele queria que o peemedebista, envolto em denúncias, pedisse afastamento da presidência do Senado, o que acabou não ocorrendo. Em 2010, Sarney foi reeleito senador e escolhido mais uma vez para ocupar o cargo.

Leia a íntegra da nota do senador petista:

Prezado Senador Renan Calheiros
Líder do PMDB no Senado Federal

Prezado Senador Waldir Raupp
Presidente Nacional do PMDB

Prezado Presidente do Senado José Sarney
Prezados Senhores Senadores do PMDB

Prezados Senhores Senadores e Senhoras Senadoras

Agradeço ao Senador Renan Calheiros a gentileza de me enviar uma carta e a Nota à Imprensa, datada de hoje, em que comenta a reportagem da Revista Época desta semana sobre práticas impróprias  que foram objeto de apuração da Polícia Federal e consequente denúncia do Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, ao Supremo Tribunal Federal. Segundo esclarecimento que me foi dado pelo Sr. José Martins Arantes, da Procuradoria Geral da República, a denúncia formulada pelo Procurador Geral  é objeto de sigilo e, portanto, não é possível ter acesso à mesma presentemente. Por outro lado, esclareceu-me que possíveis atrasos nas investigações decorreram de excesso de procedimentos investigatórios que têm ocupado a Polícia Federal.

De qualquer maneira, nós senadores teremos que aguardar um tempo até que haja o esclarecimento sobre todos os episódios apontados, por exemplo, na reportagem da Revista Época que, se tiverem fundamento, constituem problemas sérios para quem hoje se candidata à Presidência do Senado.

Quero aqui assinalar que durante os anos que temos convivido no Senado, mesmo quando fui crítico de alguns procedimentos do Senador Renan Calheiros como os que o levaram a deixar a presidência do Senado, tenho tido com Vossa Excelência uma relação de respeito e construção mútua, de cooperação no processo de discussão e votação de matérias de interesse comum do governo e da nação. Também registro que é a minha intenção respeitar o acordo feito pelo PMDB e pelo PT, segundo o qual respeitaremos as indicações de ambos os partidos para os cargos da mesa.

Gostaria, entretanto, de fazer uma sugestão ao Senador Renan Calheiros e ao PMDB por ocasião da eleição que teremos em 1º de fevereiro para a Presidência e demais cargos da Mesa. Do ponto de vista da história do Senado Federal e do Congresso Nacional, do fortalecimento da instituição, do respeito de todo o povo brasileiro por tudo aquilo que aqui realizamos, pelo histórico de todos os 21 senadores do PMDB, tenho a convicção de que será muito oportuno se Vossa Excelência, Senador Renan Calheiros, puder abrir mão de sua indicação em benefício do Senador Pedro Simon.

Desde 1991, quando aqui cheguei no Senado Federal, tenho observado o extraordinário valor do Senador do Rio Grande do Sul, que também foi Governador do Estado de 1987 a 1990. Também foi vereador em Caxias do Sul de 1960 a 1962, e deputado estadual de 1963 a 1978. Foi eleito Senador por quatro vezes, 1979-87, 1991-1998 e 2007-2014. Ao lado do Senador José Sarney, ele é o mais veterano dos senadores, já no seu quarto mandato. Como se pode testemunhar ao longo de todo esse período, praticamente de todos os senadores o Senador Pedro Simon tem recebido manifestações de apreço por sua extraordinária contribuição aos nossos trabalhos. Seja na hora de propor e apresentar proposições relativas aos mais diversos temas, como o da Reforma Política, à necessidade de maior transparência, ao tema da Ficha Limpa, seja na hora de participar das históricas Comissões Parlamentares de Inquérito, como as que apuraram os atos de PC Farias, ou as do Orçamento, ou mais recentemente a de Carlos Cachoeira. Ele também se distinguiu, e disso sou testemunha pessoal, como um dos mais estudiosos e proponentes da Reforma Administrativa do Senado, e que até agora não foi completada.

Se há um Senador que seria capaz de obter o consenso entusiástico e praticamente unânime de todos os demais 80 senadores, tenho a certeza que este é justamente do PMDB, é o Senador Pedro Simon. Acredito mesmo que se fôssemos permitir ao povo votar em um senador do PMDB para exercer a Presidência do Senado Federal, em eleições livres e diretas, muito provavelmente o vencedor seria o Senador Pedro Simon. Ao longo de sua vida política e administrativa, com 83 anos de idade, não há registro de qualquer mal feito ou procedimento incorreto que possa ser considerado grave.

É relevante notar que nos 19 anos que o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, DIAP, até 2012, todos os anos o Senador Pedro Simon foi sempre escolhido como um dos “Cabeças” do Congresso Nacional, isto é, um dos mais influentes. Também o Sítio Eletrônico e a Revista Congresso Em Foco, pelo voto dos 186 jornalistas que cobrem os trabalhos do Congresso Nacional, em todos os anos de 2006 a 2012, o Senador Pedro Simon esteve escolhido como um dos melhores senadores.

Reitero que respeitarei o acordo feito pelo PT com o PMDB na votação da Mesa Diretora na próxima sexta-feira. Faço aqui abertamente esta sugestão aos senadores do PMDB e a todos os demais, de todos os partidos. Se efetivamente consultarem a opinião de todos, creio que muitos estarão de acordo com esta sugestão. Acredito mesmo, com carinho e respeito, que o próprio outro candidato, Randolfe Rodrigues, também abrirá mão a favor de Pedro Simon.

Claro que será importante a consideração da Presidenta Dilma Rousseff sobre como se portará o Senador Pedro Simon se for eleito o Presidente do Senado. Todos que ouvimos os pronunciamentos do Senador Pedro Simon ao longo dos Governos do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da Presidenta Dilma Rousseff sabemos que muitas vezes, ainda que ao formular críticas ao Governo, aos Ministros ou ao Presidente e à Presidenta, o Senador Pedro Simon sempre procedeu com a atitude de um amigo que tantas vezes fez recomendações que inclusive foram levadas em conta. Tenho a certeza que, eleito Presidente do Senado, ele saberá agir com a imparcialidade devida e com espírito de colaboração com o Governo Dilma Rousseff e com a Nação.

Respeitosamente, o abraço amigo,
Senador Eduardo Matarazzo Suplicy