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Assim surgiu a brincadeira da Girafa

imagem: Reprodução/DesktopNexus

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David Castillo, no Facebook

Diabo: Precisamos pensar em uma nova estratégia para dominar a mente das pessoas.

Sub-Diabo: Hum… deixa eu ver se descubro algo novo no Google.

Diabo: Tá… mas antes deixa eu ver meu face.

Sub Diabo: Isso chefe, o Face!

Diabo: Que tem o Face? Deixei o meu aberto?

Sub Diabo: Não chefe, o que eu quero dizer é que a gente tem q usar o Face pra conquistar a galera.

Diabo: Interessante, fale-me mais sobre isso!

Sub Diabo: Vamos criar uma charadinha com uma mensagem subliminar no meio, aí quem não acertar a gente domina a mente e faz ele fazer coisas imbecis…

Diabo: Ae… curti, pode entrar no meu face pra gente começar.

Sub Diabo: Vou entrar… opa, já tava logado… mas pera aí, esse é o perfil do Rafinha Bastos.

Diabo: Droga, esqueci de sair do meu fake… sai e entra de novo!

Sub Diabo: Beleza chefe, oq a gente faz agora?

Diabo: Antes de mais nada deixa eu cutucar o Feliciano… adorooo.

Sub Diabo: Boa.

Diabo: Bom, escreve ai uma historinha que se passa às 3 da manhã.

Sub Diabo: Mas chefe… assim o senhor está revelando o horário ultra-secreto em que os portais do inferno são abertos para nossos enviados espalhar a impureza sobre as vidas e…

Diabo: Heim?

Sub Diabo: Tá… depois não diga que eu avisei?

Diabo: Escreve aí que às 3 da manhã chega alguém pra tomar café na sua casa…

Sub Diabo: Até parece… a essa hora eu só abro a porta se for meus pais.

Diabo: Boa, escreve aí que quem chega são seus pais!

Sub Diabo: Meus pais?

Diabo: Não sua besta… os pais de quem ta lendo!

Sub Diabo: Ah tá…

Diabo: Diz aí que você tem algumas coisas pra oferecer.

Sub Diabo: Sei como é… charuto, farofa, galinha preta, pinga barata…

Diabo: Nãããoo… assim fica na cara, tem q colocar coisas inocentes tipo mel, geléia, pão, queijo…

Sub Diabo: Vinho?

Diabo: Tá… pode deixar o vinho vai!

Sub Diabo: Legal, e qual vai ser a charada?

Diabo: O que você abre primeiro?

Sub Diabo: O vinho, claro!

Diabo: Ahh… se ferrou trouxa, claro que a resposta certa é o olho!

Sub Diabo: Por que o olho?

Diabo: Porque? São 3 horas da manhã, você ta dormindo palhaço!

Sub Diabo: Tá… se eu tiver dormindo as 3 da manhã quem é que vai abrir o portal místico do inferno?

Diabo: Ah é!

Sub Diabo: Mas beleza, acho que a galera que não cuida do portal do inferno deve ta dormindo a essa hora, então pode ser essa a resposta certa!

Diabo: Legal… quem errar a pergunta vai ter que pagar uma prenda, tem que ser algo bobo, quase infantil, mas que traga uma legalidade nossa sobre a vida espiritual dessa pessoa.

Sub Diabo: E se a pessoa tiver que trocar sua foto de perfil?

Diabo: Pra que?

Sub Diabo: Pra mostrar ao mundo que aquela pessoa é nossa!

Diabo: Tipo marca da besta?

Sub Diabo: É… podia colocar uma foto de um animal bem besta mesmo!

Diabo: Macaco… eu acho macaco muito engraçado.

Sub Diabo: Não, macaco pode gerar piadas racistas, preconceituosas.

Diabo: Pô, meu fake ia curtir!

Sub Diabo: Elefante?

Diabo: Pô, legal… mas vai que a pessoa é gorda, olha o constrangimento que pode gerar.

Sub Diabo: Verdade… precisamos pensar em algo diferente, enxergar mais acima.

Diabo: Enxergar mais acima? Girafa! Esse é o bicho!

Sub Diabo: Boa chefe!

Diabo: Alem disso a girafa é um dos animais símbolos da sexualidade e que mais fazem uso do sexo com um parceiro do mesmo sexo…

Sub Diabo: Pô chefe, vc fica um saco quando assiste Discovery.

Diabo: Beleza… publica aí que ficou bom, publica aí…

Sub Diabo: Tá lá… já to vendo uma galera trocando a foto pra girafa.

Diabo: Finalmente vamos dominar o mundo!

Sub Diabo: Mas chefe, e se alguém descobrir nosso plano?

Diabo: Fácil, é só a gente trocar o avatar pra uma girafinha Tb!

Empresas criam ‘dia sem e-mail’ para reduzir tráfego e promover integração

Fábrica reduziu 70% do tráfego interno de e-mails às sextas-feiras.
‘Trocamos e-mails sem saber que colega trabalha ao lado’, diz funcionária.

Renata Oliveira e Daiana Rodrigues, da SKF, empresa que implantou o dia sem e-mail e reduziu em 70% o tráfego de mensagens pela internet às sextas-feiras (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Renata Oliveira e Daiana Rodrigues, da SKF, empresa que implantou o dia sem e-mail e reduziu em 70% o tráfego de mensagens pela internet às sextas-feiras (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Publicado originalmente no G1

Se comunicar por e-mail é rotina na grande maioria das empresas. Comunicados, relatórios, envio de documentos, agendamento de reuniões, contato com fornecedores, é tanto e-mail que muitos funcionários passam um bom tempo apertando a tecla ‘delete’ para mandar tudo para o lixo virtual. Mais do que este tráfego intenso, a comunicação formal e documentada na rede muitas vezes torna impessoal o contato dos funcionários. Para tentar mudar esta situação uma empresa de São Paulo e outra do Rio criaram o “dia sem e-mail”.

A data será comemorada nesta sexta-feira (14) no escritório da Chemtech, empresa de engenharia e atuação em petróleo e gás com sede no Rio. Toda segunda sexta-feira do mês a empresa bloqueia a comunicação interna. Se precisa falar com alguém da empresa, mesmo de outro departamento, o funcionário deve usar o telefone ou chamar pelo comunicador instantâneo. E que tal levantar-se da cadeira e ir à outra sala para falar pessoalmente com o colega?

Excesso de mensagens nas empresas envolve até a comunicação com o colega que trabalha ao lado (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Excesso de mensagens nas empresas envolve até
a comunicação com o colega que trabalha ao lado
(Foto: Paulo Guilherme/G1)

A campanha já existe há um ano e meio. “O grande desafio é promover a integração entre diversas áreas de engenharia da empresa”, explica Samara Souza, coordenadora de recursos humanos da Chemtech. Ela conta que muitas vezes para se tratar de um assunto interno por e-mail a conversa se prolongava por intermináveis mensagens copiadas para mais de 30 pessoas.

“Como a nossa rotina é de muito envio de e-mails, a pessoas acabavam se habituando a usar e-mail para tudo e se viciando neste processo. Muitas coisas podem ser resolvidas com uma breve reunião presencial”, explica Samara.

Na SKF do Brasil, fabricante de rolamentos para área industrial e automotivo, toda sexta-feira a ordem é não usar o e-mail. A empresa conta com 1.030 empregados na operação brasileira, três escritórios na Grande São Paulo (Cajamar, Jordanésia e Barueri), e a comunicação interna pela internet foi reduzida em até 70% no ‘dia sem e-mail’.

Mas o objetivo principal é promover a relação interpessoal entre os funcionários. “Às vezes a gente fica meses trocando e-mails com um colega que não sabemos que é, e então quando o conhecemos pessoalmente descobrimos que ele é a pessoa trabalha na sala ao lado”, diz a analista fiscal Renata Oliveira, de 35 anos.

Ela trabalha diariamente ao lado de Daiane Rodrigues, de 25 anos, também analista fiscal, e no meio de tantas operações, acabam por vezes se falando por e-mail. “É muita documentação, assim uma copia a outra, mas sempre procuramos conversar pessoalmente”, destaca Daiana.

Antonio Carlos Bouéri, diretor de recursos humanos da SKF do Brasil, explica que a implementação do programa melhorou a qualidade no trabalho. “Estávamos percebendo muita formalidade dentro das áreas como situações como um colega mandando e-mail para colega do lado pedindo algo que poderia ser feito verbalmente”, afirma.

“Como implementamos o casual day, no qual o funcionário pode ir sem gravata ao escritório, aproveitamos para liberar a questão dos e-mails incentivamos as pessoas a conversarem mais, circularem mais na empresa. Teve uma repercussão boa porque as pessoas sentiam falta de conversar mais. Acho importante resgatar a confiança das pessoas e trabalhar em time. A iniciativa fortalece esse valor.” Segundo Bouéri, a ideia despertou interesse das subsidiárias da Argentina e Japão, que estudam criar o ‘dia sem e-mail’ nos seus escritórios.

Cansado de ser chamado de reacionário?

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Publicado por Aline Valek

Sente saudades de um tempo que já se foi? Não sabe explicar para o seu filho por que o coleguinha tem dois pais ou duas mães, e não uma família como deve ser? Lamenta que pobres e negros possam entrar nas universidades, concorrendo a vagas que sempre foram suas? Cansado de ser chamado de reacionário por uma gente maluca que quer mudar coisas que para você estão ótimas? Pare de se chatear. Seus problemas acabaram!

Volte a viver em um tempo em que todos sabiam o seu lugar: o da mulher, na cozinha; o do negro, na senzala; o do gay, no armário; e o do pobre, bem longe de você! Agora isso é possível, com a nova Retro-Machine.

Desenvolvida pela Status Quo S.A. especialmente para você, a Retro-Machine permite que você viaje no tempo e volte para a época em que todos os privilégios eram seus e não era  preciso se preocupar com manifestantes querendo mudanças, já que seriam todos recebidos na porrada.

Usar a Retro-Machine é muito fácil: entre na elegante cabine projetada para todos os tamanhos e ajuste a data desejada no painel. Quer viver em uma sociedade onde mulheres que não seguiam a moral e os bons costumes eram queimadas em enormes fogueiras? Fácil! Gire o indicador do tempo para trás, até o painel mostrar o ano de 1450. Não quer se preocupar em dividir seu lugar na sociedade com negros? Ajuste o indicador de tempo para mostrar o ano de 1540.

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A viagem é confortável e dura apenas alguns minutos. Você também pode acionar a função Ab-Shaper da cadeira para definir o seu abdômen e perder algumas calorias sem fazer esforço enquanto viaja. Não é incrível? O melhor é que, depois de usar, basta dobrar a Retro-Machine e guardar debaixo da cama. É super compacta!

Pare de perder tempo tentando converter gays e volte para um tempo em que eles não tinham coragem de se assumir. Adquira já a sua Retro-Machine e livre-se do incoveniente de lutar contra as mudanças da sociedade!

Viaje para a época em que a igreja tinha a última palavra, ou para o tempo em que mulheres não tinham voz. Viva em um mundo sem cotas para isso ou para aquilo, onde quem fazia as regras eram coronéis e fazendeiros! Ou ainda explore os ajustes pré-definidos como “Bons Tempos da Ditadura”, “A Terra Não É Redonda”, “Só Homens Ricos Sabiam Ler” e o incrível “Catequize e Escravize um Índio”. Você vai adorar o século XV! Aproveite e fique por lá. Para sempre.

Ligue agora e peça a sua Retro-Machine. Os dez primeiros que ligarem receberão inteiramente grátis uma palmatória de 60 cm para usar em crianças indisciplinadas e o Guia do Reacionário Atemporal, com mais de 2 mil receitas para manter o status quo da sua época preferida. Frete grátis para todo o Brasil.

Retro-Machine. Porque algumas pessoas não pertencem a este tempo.

Cantora Veracy: Churrasco e Coca-Cola

Cantora-Veracy-Churrasco-e-Coca-Cola

Thiago Matso, no Profetirando

PAREM AS MÁQUINAS MAIS UMA VEZ!!

Quando você pensa que o cúmulo da vingança gospel tinha começado e parado com a Damares, acabou de cair da cadeira e quebrar a cara. A escola Damares de Música Cristã Brasileira Gospel Internacional do País tem uma mais nova candidata. Dá o play e ponha o sangramento dos seus ouvidos em risco. Aquele abraço!

Mulher que expôs traição na internet é condenada

Acima, frame do vídeo gravado secretamente pela advogada V.O

Acima, frame do vídeo gravado secretamente pela advogada V.O

publicado na INFO

A mulher que expôs em rede social na internet a traição que sofreu da melhor amiga foi condenada a pagar R$ 67 mil de indenização à suposta amante do ex-marido, em Sorocaba (SP). A decisão, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), ainda admite recurso.

O caso teve repercussão nacional em 2010. Depois de descobrir que o marido a traía com a amiga, a advogada V.O., de 35 anos, chamou a mulher em sua casa e gravou um vídeo em que mostrava as provas da traição e a agredia. A mulher traída postou o vídeo em sua página no Orkut, mas as cópias foram parar no YouTube.

Além de destratar a rival, ela a agarrou pelos cabelos, derrubando-a sobre a cadeira. A suposta amante, J.C., que também era casada – os casais eram amigos -, entrou com ação por danos morais. De acordo com o advogado dela, Márcio Leme, a decisão não levou em conta a traição, mas a humilhação pública sofrida pela cliente.

O TJ-SP acatou a tese de que não se pode expor a privacidade de outra pessoa. Para Leme, o tribunal considerou que V. praticou um ato ilícito ao ter planejado a ação, além de ter declarado à imprensa, na época, que o fez por vingança. Segundo o advogado, o valor da indenização não repara a humilhação sofrida pela vítima, mas ao menos penaliza a autora da ofensa. A advogada informou que vai entrar com recurso.