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Os melhores anúncios com o Papa

Publicado por AdNews

O Papa é Pop também na publicidade / FOTO: Reprodução

O Papa é Pop também na publicidade / FOTO: Reprodução

O Papa Bento 16 anunciou, na última segunda-feira, 11, que irá renunciar do cargo no próximo dia 28.

Esta é a primeira vez em quase seis séculos que um Papa abdica da função. O último fazer isso foi Gregório 12, em 1415.

O líder da Igreja Católica e sucessor de Pedro, segundo a tradição, é sempre tema de produtos da indústria cultural.

O Sumo Pontífice costuma ser representado em filmes e músicas e, é claro, em anúncios.

O Adnews separa algumas peças marcantes que trouxeram o Santo Padre como protagonista.

Confira:

“Unhate”
Agência: Fabrica, Itália
A polêmica imagem do Papa Bento XVI a beijar Safwad Hagazi, imã do Cairo. O Vaticano pediu a retirada da imagem.

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“Grandes notícias. Tamanho pequeno”
Agência: Jung von Matt, Alemanha
O Papa como criança para mostrar que, apesar do tamanho, o jornal Welt Kompakt tem grandes notícias.

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“Se você tem uma boa história, as pessoas vão confiar em você.”
Agência: Istropolitana D’Arcy
Anúncio para divulgar o trabalho da agência eslovaca especializada em storytelling.

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“Nem o papa deixa tudo nas mãos de Deus.”
Agência: DM9
Anúncio feito para divulgar o Itaú Seguros.

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“Pela primeira vez na história, o encontro do Papa com o Espírito Santo.”
Agência: Criativa
Peça criativa que utiliza a vinda do papa ao Brasil para promover o jornal A Tribuna.

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Marido vai ver filme pornô escondido e descobre que sua mulher é a estrela

Do R7

Egípcio teve um treco quando viu e se acha uma múmia por não ter descoberto antes

Um sujeito casado, morador da cidade de Dakahlia, uma província que fica perto do Cairo, a capital do Egito, fugiu de sua mulher e se enfurnou em uma lan-house para ver pornografia na internet.

O que ele não contava é que sua mulher também dava suas fugidinhas e, nelas, ela trabalhava como atriz pornô em produções independentes.

Ramadan, que é casado com ela há 16 anos e tem quatro filhos, teve um treco e caiu duro no chão da lan-house.

Assim que recuperou a consciência, voltou para casa botando fogo pelas ventas e confrontou a esposa que, no começo, negou tudo, alegando que Ramadan estava maluco.

Ramadan, no entanto, estava preparado para a negativa e trouxe consigo um catálogo completo de todos os 11 filmes em que sua mulher aparecia.

Por causa disso, quando ele bateu com sua moral na mesa, dizendo que a mulher havia traído seus votos de casamento, ela desatou a chorar e confessou tudo.

- Eu encontrei 11 filmes mostrando minha mulher em cenas indecentes com o amante dela… Foi a primeira vez que eu assisti a um filme pornô e confesso que o fiz só pela curiosidade.

Sim, pela curiosidade.

Prossiga, Ramadan.

- Primeiro, ela negou tudo e ficou me acusando de insanidade até eu mostrar a ela os filmes. Então, ela confessou que ainda é apaixonada por seu antigo namorado porque ele tem a mesma idade que ela e eu sou um caco velho.

Inverno árabe: Aumento da influência islâmica põe cristãos em risco no Egito

Lourival Sant’Anna, no Estadão

Um mural de pastilhas de vidro com a imagem da Virgem Maria e do Menino Jesus não foi restaurado, para lembrar a noite do ataque. O restante da Igreja da Virgem Maria, na favela de Imbeba, periferia do Cairo, foi reformado com 6 milhões de libras egípcias (US$ 1 milhão) em verba do governo, e mais doações de fieis.

Mas aquela noite de maio ainda continua tão viva na mente dos cristãos ortodoxos quanto o seu medo de falar do assunto.

A hostilidade em Imbeba começou quando uma moça da favela, ex-cristã que se convertera ao Islã ao se casar com um muçulmano, decidiu voltar para o cristianismo. A notícia espalhou-se pela favela, causando revolta entre os muçulmanos mais radicais.

Os cristãos pressentiram que algo aconteceria, disse ao Estado um funcionário da igreja, que concordou em falar depois de enorme relutância.

Era meia-noite quando a igreja foi cercada. Um coquetel molotov rompeu uma janela e provocou incêndio no carpete e nos móveis de madeira. A porta da igreja foi arrombada a tiros. Havia dois funcionários dentro.

Os homens invadiram e decapitaram, com uma espada, um dos funcionários, deixando seu corpo queimar. O outro conseguiu fugir, com ajuda de moradores muçulmanos que vieram acudir, gritando: “Que vergonha o que estão fazendo! Eles são nossos vizinhos.” O Exército também chegou e dispersou a multidão.

No primeiro andar da igreja há uma capela de 50 lugares, com a imagem de São Jorge enfrentando o dragão. Em cima fica o salão principal, com capacidade para 400 fieis, e uma imagem da Virgem Maria no altar, outra de Jesus. Os dois andares foram destruídos pelo fogo.

Ataques a igrejas não são novidade no Egito, cujos cristãos representam 10% da população de 80 milhões. Mas, depois da queda do ditador Hosni Mubarak, eles se intensificaram – desde fevereiro, cinco igrejas foram queimadas -, motivados pela maior liberdade de ação dos islâmicos radicais, antes clandestinos e agora até com um partido político, Al-Nur, que teve bom desempenho nas eleições parlamentares da semana passada; e possivelmente também de grupos no interior das Forças Armadas, interessados em causar instabilidade para justificar o poder dos militares.

Um protesto pacífico de cristãos em frente à TV estatal em outubro acabou em confronto com o Exército, deixando 24 mortos e 272 feridos.

Os cristãos, como indivíduos, não são perseguidos nem vivem segregados no Egito. Um dos maiores empresários egípcios, Nagib Sawiris, é cristão e preside o recém-criado Partido Egípcios Livres, de tendência secular – chamado pelos islâmicos radicais de “bloco dos cruzados”.

“Sawiris é benquisto pelos muçulmanos, uma vez que suas empresas empregam mais de 100 mil pessoas”, observa o pastor presbiteriano Fawzi Wahebi, da Igreja Evangélica Kasr el-Dobara, na Praça Tahrir, que manteve um hospital de campanha para socorrer manifestantes.

Tanto o pastor Fawzi quanto o padre católico Raphael Kozman, da Igreja Sagrado Coração de Jesus, do bairro de classe média alta de Heliópolis, acreditam que os ataques às igrejas sejam executados por muçulmanos radicais com a complacência ou o incentivo de grupos interessados na desestabilização do Egito.

Nader Bakkar, dirigente do Al-Nur, negou ao Estado que os salafistas estejam por trás dos ataques às igrejas. “É uma questão de lei”, explicou Bakkar. “Se fôssemos um país que aplica as leis sobre todos – muçulmanos, coptas, padres e xeques -, tudo correria bem. Mas fazemos tudo com jeitinho.”

Conversão proibida. A lei egípcia – como a de muitos países islâmicos – proíbe a conversão de muçulmanos para outras religiões, ao mesmo tempo em que aceita o ostensivo esforço das mesquitas em obter novos adeptos. “Para se tornar muçulmano, são necessários só três segundos”, ironiza o pastor Fawzi. Basta que uma pessoa pronuncie a frase “Não há outro Deus a não ser Alá e Maomé é seu mensageiro” para se considerar muçulmano.

O pastor conta que sua igreja tem sido cenário de várias conversões – mantidas sob sigilo – de muçulmanos que se sentiram atraídos ao cristianismo por diferentes razões, incluindo por terem sonhado com Jesus.

Nesse ponto, o padre Raphael discorda. A Igreja Católica no Egito proíbe conversões. “Os ataques aos cristãos têm sido causados em parte por essas conversões”, analisa o padre jesuíta, que estudou com Alaa Mubarak, filho do ditador, na escola católica Saint George, para onde a elite manda seus filhos.

O foco das hostilidades dos muçulmanos está nos ortodoxos, que representam 90% dos cristãos – chamados de coptas, o antigo nome de todos os egípcios, antes da conquista árabe, há 13 séculos.

Da palavra “copta” deriva o nome “Egito”, apesar da distância de pronúncia nas línguas modernas. Foi o apóstolo Marcos quem trouxe o cristianismo ao Egito, que conviveu com as mitologias faraônicas e gregas até a conquista islâmica.

Ao tentar falar com um padre ortodoxo na Igreja de Abbassia, o Estado teve uma medida das tensões que os envolvem no Egito. “Só posso falar com você com autorização do Ministério do Interior”, disse o padre. O repórter observou que entrevistara dezenas de pessoas no Egito, e o religioso era o primeiro a mencionar a autorização. “É porque o senhor é cristão”, provocou o repórter. “Preciso seguir as normas”, resignou-se.

foto: Reuters

Eleição no Egito usa ícones ao invés de números para identificar candidatos

Via Shortlist

Os estranhos símbolos políticos do Egito

A forma como o Egito representa seus candidatos políticos nas eleições é, no mínimo, curiosa.

Desde a década de 1950, o Egito tem usado símbolos para representar os partidos políticos e os candidatos. Originalmente, a ideia era ajudar os eleitores analfabetos a identificarem o partido em que desejavam votar.

O Egito em breve vai às urnas, depois da vitoriosa revolução que depôs Mubarak. Este ano são cerca de 250 símbolos, desde barcos Viking até guarda-sóis, cada um associado a um candidato a cargos locais e também ao primeiro-ministro. É importante lembrar que eles são distribuídos de forma aleatória pela Comissão de Eleições, uma espécie de Supremo Tribunal Eleitoral.

Outros países consagraram símbolos para seus partidos como o elefante e o burros nos EUA ou a estrela e o tucano no Brasil. Mas o do Egito mudam a cada eleição e algumas opções são, digamos, de gosto duvidoso.

Porém, alguns candidatos não ficaram nada satisfeitos. O candidato em um distrito do Cairo se disse “humilhado” ao ver que o símbolo atribuído a ele é vestido de mulher. Outros estão reclamando por terem recebido símbolos que representam armamentos e temes ser associados ao regime militar que foi derrubado em fevereiro deste ano.

Há símbolos curiosos, incluindo câmeras digitais, celulares, eletrodomésticos, frutas e  até um ônibus espacial decorado com flores.
Veja alguns deles abaixo

Universitário americano tira ‘férias’ lutando como soldado voluntário na Líbia

Agência Pavanews, com informações de Christian Science Monitor
História melhores férias de verão sempre

Quais foram as suas melhores férias de verão? Para Chris Jeon, 21 anos (foto), e prestes a se formar em matemática pela universidade norte-americana UCLA, isso inclui voar para a Líbia e lutar ao lado dos rebeldes.

Jeon disse que comprou uma passagem só de ida para o Cairo, de onde atravessou a fronteira da Líbia. Sem saber uma palavra de árabe, o estudante usou linguagem de sinais e um pouco de italiano para se comunicar com os rebeldes líbios.

Ele conta que foi recebido de braços abertos e ganhou um nome honorário: Ahmed El Saidi Maghrabi Barga. Também explica que não precisou gastar um único dólar, já que a população do país tem fornecido comida e abrigo a todos os soldados rebeldes.

O universitário chama a revolta da Líbia de “uma das poucas revoluções verdadeiras”, e planeja voltar para casa logo que ajudar os rebeldes a tomar a fortaleza de Sirte, último refúgio do ditador Gadafi.  Afirma ainda não estar preocupado com as próximas batalhas. “Eu acredito no destino”, afirmou, esclarecendo que não teme “morrer antes da hora certa”.

Ironicamente, seu único temor é que seus pais descubram o que ele fez, uma vez que saiu de férias sem dizer para onde ia. As férias de Jeon têm data para acabar: final de setembro, pois em outubro suas aulas recomeçam. Caso Gadafi caia antes disso, ele acredita que pode antecipar sua volta aos Estados Unidos.