Novo vírus faz caixas eletrônicos ejetarem dinheiro

imagem
publicado no Olhar Digital

A Interpol (Política Internacional) e a empresa de segurança Kaspersky informaram ter detectado um novo malware que permite ejetar dinheiro em caixas eletrônicos. Conhecido como “Tyupkin”, o malware gera códigos que mudam de forma rotativa e possibilitam sacar notas no caixa eletrônico. Sendo assim, com o código em mãos, o criminoso pode repassar o algoritmo para um parceiro por alguma forma de comunicação, como telefone.

O hack ainda mostra quanto dinheiro está no caixa eletrônico e, para não chamar a atenção, ele só funciona nas noites de domingo e segunda-feira. Com o malware, é possível liberar até 40 notas de uma só vez. Estima-se que até agora, 50 caixas foram afetados no Leste Europeu, no entanto, relatos informam que o malware também foi usado nos Estados Unidos, China e Índia.

Confira abaixo um vídeo demonstrando o malware:

Leia Mais

Cadelinha criada com gatos pensa que é um felino; veja fotos

cachorro-gato0

publicado na Veja São Paulo

A cachorrinha Tally da raça husky siberiano vive uma crise de identidade. Por ter crescido em uma casa com diversos gatos, ela tem absoluta certeza de que é um felino.

Tally está fazendo sucesso na internet depois que seu dono publicou algumas fotos suas fazendo movimentos comuns entre os bichanos como, por exemplo, sentar com as patas dobradas sob o corpo e se esconder em pequenos espaços como caixas.

“Ela não tem nenhum interesse em interagir com seus iguais. Eu a levo para parques de cães e é muito engraçado, pois ela anda por aí farejando coisas, enquanto um bando de cachorros a segue tentando socializar, mas ela sequer dá bola”, escreveu seu dono.

Confira as poses de Tally como um gatinho:

cachorro-gato1

cachorro-gato2

cachorro-gato3

cachorro-gato4

cachorro-gato5

cachorro-gato6

cachorro-gato7

cachorro-gato8

cachorro-gato9

 

Leia Mais

Americano é enterrado em cima de uma Harley-Davidson

Bill Standley, de 82 anos, foi enterrado em cima de sua Harley-Davidson 1967 (Foto: AP)
Bill Standley, de 82 anos, foi enterrado em cima de sua Harley-Davidson 1967 (Foto: AP)

Filhos de Bill Standley construíram caixa de acrílico para o enterro da moto.
Standley costumava exibir com orgulho seu futuro caixão.

Publicado no G1

Um norte-americano decidiu não se separar da moto nem mesmo depois de sua morte. Bill Standley, aos 82 anos, foi enterrado nesta sexta-feira (31) em cima de sua Harley-Davidson 1967 no cemitério de Fairviw, no condado de Crawford. O veículo, com o piloto (morto) em cima estava dentro de uma caixa de acrílico.

A família explicou que Standley já tinha manifestado esse desejo em várias conversas durante a vida. Ele também tinha o hábito de levar as pessoas que o visitavam para a garagem para mostrar o caixão incomum que seus dois filhos tinham construído para ele.

Cinco embalsamadores prepararam o corpo com cintos e hastes metálicas para garantir que ele não caísse.

Standley era pai de quatro filhos e morreu de um câncer de pulmão no dia 26 de janeiro.

Filhos construíram caixão para que o pai pudesse ser enterrado junto com a moto (Foto: AP)
Filhos construíram caixão para que o pai pudesse ser enterrado junto com a moto (Foto: AP)

Leia Mais

Há quatro meses, cão monta guarda, em vão, à espera do dono

Cão Beethoven espera dono que morreu há dois meses de ataque cardíaco (foto: Apu Gomes/Folhapress)
Cão Beethoven espera dono que morreu há dois meses de ataque cardíaco (foto: Apu Gomes/Folhapress)

Roberto Oliveira, na Folha de S.Paulo

Ninguém imaginaria que aquele bichinho, abandonado numa favela, infestado de carrapatos e tomado pela sarna, sobreviveria a doenças de pele espalhadas pelo corpo.

Voluntários de uma ONG recolheram o cão e lhe deram tratamento. Faltava um lar. José Santos Rosa, funileiro da zona leste paulistana, quis ficar com ele. O filhote chegou numa caixa de sapatos.

Zé pensou em levá-lo para casa, mas, ao saber que o cão ficaria “gigante”, herança de seus traços genéticos, mezzo labrador, mezzo rottweiler, resolveu deixá-lo na oficina.

Logo, Beethoven passou a orquestrar barulhos por onde andava. Serelepe, cruzava fácil as grades do portão, que ganhou tampões de madeira para mantê-lo a salvo da rua.

O cãozinho, lembra a vizinha Margareth Thomé, 47, “achava que era gato”: escalava o muro da funilaria e andava sobre ele, espreitando, ansioso, a chegada do dono.

Na tentativa de conter o ímpeto felino do cão, Zé levantou ainda mais o muro.

Por volta das 7h, o barulho do molho de chaves de Zé era a senha para Beethoven pular da cama e ir direto se sacudir no colo do dono.

Sábado, domingo ou feriado, sol e chuva, pouco importava o dia, tampouco o clima, lá estava ele, postado na entrada, fazendo festa para Zé.

Mas, desde o dia 8 de junho, uma manhã de sábado, o silêncio e a tristeza tomaram conta de Beethoven: a rotina de latidos, saltos e carinhos, ao longo de quatro anos, foi interrompida.

Na noite anterior, depois de se despedir do “amigão”, como era de costume, o funileiro pegou o carro para ir embora. Dirigia pela avenida Rio das Pedras (zona leste), quando, sentindo fortes dores no peito, procurou às pressas um lugar para estacionar.

Ligou para o Samu. A emergência veio rápido, só que tarde demais: Zé, 54, sofreu um ataque cardíaco. Deixa a mulher, duas filhas e Beethoven.

Mesmo calado e desolado, Beethoven continua fiel à guarda matinal à espera de Zé
Mesmo calado e desolado, Beethoven continua fiel à guarda matinal à espera de Zé

‘SEMPRE AO SEU LADO’

“O cachorro ficou tão desamparado quanto elas”, diz Margareth. A vizinha fez uma “vaquinha” para comprar ração, mas o apetite do cão, antes voraz, diminuiu bastante.

Ela pretende encontrar um novo lar para Beethoven, que hoje divide o teto com outros seis cães de rua, trazidos por um carroceiro que está “ocupando” a funilaria. A família de Zé não tem condições de ficar com Beethoven, que foi para adoção (www.facebook.com/cristiane.biral ).

“Quando ele ouve o barulho de chaves, vem correndo para o portão”, conta Margareth. “Acha que é o Zé.”

Elvira Brandolin, 79, outra vizinha, lembra que a rua nunca esteve tão calada. “Ele latia fazendo festa para o Zé. Infelizmente, a festa acabou.”

Autora de livros como “Um Cão pra Chamar de Seu”, a veterinária Regina Rheingantz Motta, 53, explica que Beethoven continua exercitando sua rotina “de encontros e despedidas de seu dono, mas ele ainda não aprendeu a incluir nela a morte”.

A persistência de Beethoven fez com que seus vizinhos enxergassem semelhanças entre o cão sem raça definida e a tocante história de Hachiko, o cachorro akita do filme “Sempre ao Seu Lado”.

Após a morte do dono, Hachiko continua indo “buscá-lo” na estação de trem, assim como Beethoven continua lá, às portas da funilaria, à espera do amigo humano.

Baseado em uma história real acontecida no Japão, o longa fez sucesso com Richard Gere no papel do professor, dono do cão, que morre, assim como o Zé, vítima de um ataque fulminante.

Mesmo calado e desolado, Beethoven continua fiel à guarda matinal à espera de Zé, todos os dias, às 7h.

O que ele ainda não sabe é que o dono jamais voltará.

José Teixeira da Silva, 60, brinca com o cão Beethoven, que parou de latir após morte do dono (foto: Apu Gomes/Folhapress)
José Teixeira da Silva, 60, brinca com o cão Beethoven, que parou de latir após morte do dono (foto: Apu Gomes/Folhapress)

Leia Mais

“Não se pode demonizar igrejas evangélicas dizendo que só elas apoiaram ditadura”

“As igrejas evangélicas hoje no Brasil passam por um período de trevas. É preciso que haja a percepção que nem todo evangélico é igual a Marco Feliciano, que há evangélicos com posições em defesa da justiça, da liberdade, da solidariedade e da verdade”

pauloayresPublicado por Agência Brasil [via Terra]

O bispo emérito da Igreja Metodista e teólogo Paulo Ayres disse durante depoimento às comissões Nacional e Estadual da Verdade no auditório da Caixa de Assistência dos Advogados do Estado do Rio de Janeiro (Caarj), no centro do Rio, que não se pode demonizar a atuação de igrejas com a definição somente de que elas apoiaram o Golpe de 64 e a ditadura. Muitos integrantes, como ele, defendiam posições contrárias.

‘Tanto no caso da Igreja Metodista, como na Presbiteriana e na Batista, foram nossos próprios irmãos que agiram em nome da repressão contra nós, muitas vezes forçados até pela repressão do governo militar, mas havia gente que, por assumir posições contrárias ao que estava dominando no país, tiveram que pagar um preço. As igrejas não são corpos estranhos na sociedade’, esclareceu.

No depoimento, Paulo Ayres fez um relato sobre a participação das igrejas evangélicas no período e mostrou que o trabalho teve ligações com igrejas católicas e com pessoas que não tinham religião. Na avaliação do teólogo, as informações que apresentou na audiência agregaram ao trabalho da comissão um resgate relevante porque, atualmente, as igrejas evangélicas passam por um período difícil. ‘As igrejas evangélicas hoje no Brasil passam por um período de trevas. É preciso que haja a percepção que nem todo evangélico é igual a Marcos Feliciano, que há evangélicos com posições em defesa da justiça, da liberdade, da solidariedade e da verdade’, disse.

Ayres defendeu que os torturadores do período da ditadura no Brasil sejam punidos. Ele contou que no período foi denunciado aos órgãos de repressão por um bispo da própria igreja que frequentava. ‘Alguns anos depois nos tornamos amigos e ele [o bispo que o denunciou] sabia que eu tinha conhecimento que havia me denunciado, mas, mesmo assim, acho que ele tem que ser punido’, disse Ayres.

Na avaliação dele, não haverá uma democracia plena no Brasil se os torturadores não forem levados à Justiça. ‘Se não vamos continuar tendo situações como, ‘cadê o Amarildo?’ O que nos anos 70 foi em relação aos presos políticos, hoje é em relação a qualquer cidadão, inclusive o Amarildo’, diss

Para o coordenador do grupo de trabalho Papel das Igrejas durante a ditadura da CNV, Anivaldo Padilha, o depoimento do bispo Paulo Ayres apresentou elementos novos sobre a própria situação de perseguições e delações e mostrou a necessidade de reflexão sobre a complexidade das instituições religiosas, no caso a composição das igrejas.

‘Não se pode olhá-las como se fossem homogêneas. Elas têm dentro de si seus conflitos e suas diversidades e posições políticas e as vezes teológicas divergentes. Posições em conflito que se manifestaram na época da ditadura que extrapolaram as fronteiras da convivência democrática com posições diferentes. Foram setores da igreja que denunciaram seus irmãos e irmãs, setores que apoiaram a ditadura e setores que se opuseram’, disse.

Antes do depoimento de Ayres, a comissão exibiu o depoimento de dom Waldyr Calheiros, bispo emérito de Volta Redonda, região do Vale do Paraíba, que atuou na defesa dos direitos de trabalhadores e de agentes de pastoral presos durante a ditadura. Aos 90 anos e com problemas de saúde, o depoimento foi feito por meio de vídeo que teve a captação de áudio e de imagens da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O bispo disse que quem tomava posição dos problemas sociais era mau visto. ‘Quando não queriam mostrar as suas tendências, procuravam se esconder’, disse. Dom Waldyr contou episódios como o do ex-deputado Márcio Moreira Alves, que pertencia à pastoral universitária. Segundo o religioso, Márcio tinha posições claras e por isso foi perseguido e se complicou com o governo na ditadura e, por isso, foi morar na França.

‘Márcio tinha a sua mãezinha que por um acidente estava quase morrendo em situação dolorosa. Ele pediu para eu o acompanhar e conseguiram licença para o Márcio vir ao Brasil assistir o enterro da mãe. Era uma concessão só para o enterro. Márcio não aceitou e manteve a sua liberdade de posição’, revelou.

dica do Ailsom Heringer

Leia Mais