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Fotos mostram cachoeiras da Califórnia iluminadas em neon; veja

Fotógrafos usaram bastões fluorescentes de várias cores.
Eles querem criar paisagens artificialmente iluminadas em outros lugares.

Cachoeira da Califórnia iluminada pelo projeto Neon Luminance (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Cachoeira da Califórnia iluminada pelo projeto Neon Luminance (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Por Flávia Mantovani, no G1

Dois fotógrafos resolveram levar um pouco de beleza artificial a um cenário conhecido por sua beleza natural.

O americano Sean Lenz e o dinamarquês Kristoffer Abildgaard colocaram bastões luminescentes de várias cores nas cachoeiras do norte da Califórnia, no Parque Nacional de Point Reyes.

O resultado é uma paisagem que parece um arco-íris noturno. O projeto foi batizado de Neon Luminance.

Sean conta que ele e Kristoffer passaram meses refinando a ideia até que criaram a técnica para colocá-la em prática.

“Hoje em dia, o fotógrafo precisa criar um trabalho original e criativo para ser notado”, disse ao G1. “Somos fascinados por luzes artificiais e seu efeito na paisagem em volta. Pensando nisso, quisemos criar algo que nunca tínhamos visto antes”, completou.

Segundo ele, a ideia agora é criar outras paisagens artificialmente iluminadas.

Para quem ficou na dúvida sobre o impacto ambiental da intervenção nas cachoeiras, os autores garantem que os bastões foram coletados no fim de cada sessão de fotos, e não foram abertos em nenhum momento. Assim, a substância que eles continham, chamada cyalume, não poluiu a água, afirmam.

Veja algumas fotos abaixo. O projeto completo está no site dos autores.

Outra cachoeira iluminada com bastões de várias cores (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Outra cachoeira iluminada com bastões de várias cores (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Paisagem iluminada na cor vermelha (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Paisagem iluminada na cor vermelha (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Paisagem iluminada com bastões de cor verde (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Paisagem iluminada com bastões de cor verde (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Cachoeira da Califórnia iluminada pelo projeto Neon Luminance (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Cachoeira da Califórnia iluminada pelo projeto Neon Luminance (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

 

 

 

Meninas drogam pais para usar internet depois das 22h

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Publicado originalmente no Terra

Duas adolescentes do Estado americano da Califórnia foram presas após drogarem os pais de uma delas para poderem usar a internet além do horário permitido a elas, disseram autoridades locais à agência AP.

As jovens, de 15 e 16 anos e moradoras da cidade de Rocklin, colocaram pílulas para dormir – que necessitavam de prescrição médicas para serem comercializadas – em milk-shakes e deram para o casal. Após acordarem grogues, eles suspeitaram de algo e auto aplicaram um teste de toxicidade. Quando o teste deu positivo, eles levaram os resultados para a polícia.

Segundo a polícia, elas agiram dessa forma porque consideravam a regra de não poderem usar a internet depois das 22h muito “rígida”.  ”As meninas queriam usar a internet, e fariam o que fosse necessário para isso”, disse o tenente Lon Milka ao jornal The Sacramento Bee.

As jovens foram levadas para um reformatório juvenil no sábado passado e acusadas de suspeita de conspiração para manipular farmacêuticos com comida. Cabe agora à Promotoria local decidir se elas serão indiciadas judicialmente. Não há informações se as adolescentes já foram liberadas e sobre quanto tempo permaneceram detidas.

Surfista de 180 quilos ‘desafia a gravidade’ e encara ondas gigantes

Publicado originalmente no Extra

O americano Jimbo Pellegrine, de 40 anos, é um exemplo para as pessoas superarem seus limites. Mesmo pesando 180 quilos, ele se dedica ao esporte que mais adora: o surfe. E, surpreendendo a todos, consegue se manter em pé em cima da prancha, encara ondas gigantes e tubos nas melhores praias do Havaí e da Califórnia. Em um vídeo gravado em 2009, Pellegrine aparece pegando altas ondas, e se mantendo em pé em todas elas.

Filho de pai surfista e formado em Harvard, Pellegrine começou a surfar com apenas quatro anos. Em entrevista ao site “Chubstr”, o americano contou que as pessoas ficam com medo quando ele sobe na prancha.

– As pessoas estão sempre com temor, especialmente quando vou a lugares que eu não nunca tinha surfado ainda.Normalmente, as pessoas ficam com olhares estranhos, desconfiadas. Depois não acreditam no que veem – disse.

Pellegrine contou ainda que ganhou esculturas e cartazes em algumas praias.

– Há lugares onde você pode encontrar o meu nome esculpido em cimento e cartazes sobre mim. É engraçado – afirmou.

Fotos no mesmo quintal marcam passagem de ’30 verões’ na vida de amigos

Publicado por BBC Brasil

Cinco amigos que completaram o ensino secundário juntos em uma escola da Califórnia reproduzem a cada cinco anos uma foto tirada em julho de 1982.

Acima, da esquerda para a direita, John Wardlaw, Mark Rumer, Dallas Burney, John Molony e John Dickson fizeram a primeira foto quando tinham apenas 19 anos. Acima, a foto de julho de 1987.

Wardlaw convidou os melhores amigos da escola para a casa dos dos avós de Wardlaw no Lago Copco, norte da Califórnia. Durante o tempo que passaram no local, os cinco tiraram uma foto juntos. Acima, julho de 1992.

Os amigos prometeram voltar a cada cinco anos no mesmo local e reproduzir a primeira foto nos mínimos detalhes. Acima, foto de setembro de 1997.

Além da aparência diferente, em alguns anos o céu estava nublado, em outro, o pote de vidro ficou maior. Mas, eles tentam manter até as mesmas expressões faciais. Acima, junho de 2002.

Dois dos amigos não moram mais na região de Santa Barbara. No entanto, todos concordam em viajar para reencontrar os amigos. Acima, foto de setembro de 2007.

Eles afirmam que pretendem continuar com as fotos. E, caso algo aconteça com um deles, os amigos contam que apenas vão deixar um espaço vazio na foto. Acima, a foto de 2012.

Cinco amigos que completaram o ensino secundário juntos em uma escola na Califórnia tiram, a cada cinco anos, uma foto igual à tirada pela primeira vez há 30 anos.

John Wardlaw, Mark Rumer, Dallas Burney, John Molony e John Dickson posaram para a foto original em julho de 1982, quando tinham apenas 19 anos.

Tudo começou com o convite de Wardlaw aos melhores amigos da escola em Santa Bárbara para passar um mês na casa de seus avós no Lago Copco, no norte da Califórnia.

A foto foi tirada nessa ocasião. Um deles usa chapéu, outro segura um pote de vidro na mão e ao fundo podem ser vistas as montanhas da região.

Os amigos então prometeram voltar a se encontrar a cada cinco anos no mesmo local para reproduzir a primeira foto nos mínimos detalhes.

Mas apesar de os amigos manterem a mesma expressão facial, as fotos mostram diferenças, como a ação da passagem do tempo sobre os rapazes, que agora já estão mais próximos dos 50 anos, e o céu, mais ou menos nublado, dependendo da ocasião.

Com a chegada da digitalização das fotos, os amigos agora postam os reencontros a cada cinco anos em uma página criada no Facebook – http://www.facebook.com/fiveyearphoto.

O registro inusitado da amizade do grupo chamou a atenção da mídia americana e história já foi transmitida por redes como a CNN e sites como o Huffington Post.

Dois dos amigos não moram mais na região de Santa Barbara, e um deles se mudou para Nova Orleans. No entanto, todos concordam em viajar para se reencontrar e fazer a foto.

Perguntados o que pretendem fazer caso algo aconteça com um deles, eles disseram que vão deixar um espaço vazio na foto.

Fotos: Cortesia John Wardlaw

Homofobia tende a ser maior entre pessoas que têm atração pelo mesmo sexo, diz estudo

Estudo defende que atração homossexual reprimida pode se manifestar pelo ódio
Estudo defende que atração homossexual reprimida pode se manifestar pelo ódio

Publicado originalmente no UOL

Um estudo realizado pelas universidades de Rochester, Essex e Califórnia, nos Estados Unidos, revela que as pessoas homofóbicas sentem atração por pessoas do mesmo sexo. O comportamento agressivo em relação aos homossexuais seria uma forma de reprimir o desejo sentido que, por uma série de motivos, o indivíduo considera errado (a criação recebida dos pais, por exemplo).

Publicada no mês de abril no “Journal of Personality and Social Psychology“, a pesquisa foi composta por quatro experimentos distintos, cada  um envolvendo em média 160 estudantes universitários, entre alemães e norte-americanos. Com o intuito de explorar a atração sexual explícita e implícita dos participantes, os pesquisadores mediram as discrepâncias entre o que as pessoas diziam sobre sua orientação sexual e como eles reagiam durante uma tarefa.

Para o primeiro experimento, palavras e imagens eram mostradas aos participantes na tela de um computador e, então, era pedido para que as classificassem como “gay” ou “hétero”. Para a segunda parte, os estudantes foram incentivados a buscar fotos de pessoas do mesmo sexo ou do sexo oposto. Ambos os testes foram realizados para entender a atração sexual implícita.

Nos dois testes finais, os pesquisadores buscaram saber qual o tipo de criação familiar dos estudantes e suas opiniões políticas e crenças. Para medir o nível de homofobia na própria casa, os participantes responderam questões como: “Seria perturbador para minha mãe descobrir que ela estava sozinha com uma lésbica” ou “Meu pai evita homens gays sempre que possível”.

Segundo a pesquisa, os resultados fornecem novas evidências para apoiar a teoria psicanalítica de que a ansiedade, medo e aversão por pessoas homossexuais pode ser uma reação de quem se identifica com o grupo, mas não aceita isso. Segundo o estudo, são pessoas que, com medo do julgamento alheio, reprimem e negam seus instintos e desejos.

Testes anteriores

Em coluna que assina no jornal Folha de S. Paulo, o psicanalista Contardo Calligaris conta como foi realizada uma pesquisa com o o mesmo intuito (de compreender a homofobia) e com resultados semelhantes:

A Universidade da Georgia selecionou 64 homens que se apresentavam como sendo exclusivamente heterossexuais. Todos foram entrevistados e classificados em um índice de homofobia, de 0 a 100. Com isso, foram compostos dois grupos: os não homofóbicos (de 0 a 50) e os homofóbicos (de 50 a 100).

Os participantes usaram um aparelho que mede qualquer sinal de ereção. Exposto a vídeos pornográficos entre adultos heterossexuais e homossexuais masculinos e femininos, o grupo classificado como homofóbico teve tumescência e ereção significativas diante dos vídeos de sexo entre homossexuais masculinos (leia a íntegra da coluna aqui – para assinantes).