Após vetar Lázaro Ramos e Camila Pitanga, Fifa escolhe casal de brancos para sorteio da Copa

Publicado no TV Esporte Blog

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Foto: divulgação

A Globo sugeriu o baiano Lázaro Ramos e a carioca Camila Pitanga para a apresentação do sorteio dos grupos da Copa, mas a ideia foi rejeitada pela Fifa.

De acordo com a coluna “Radar on-line”, do site da revista “Veja”, a entidade que comanda o futebol mundial preferiu outra dupla, Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert, para estar à frente do badalado evento do Mundial de 2014, a ser realizado dia 6 de dezembro, na Bahia.

Deve ser coincidência a opção pelo casal branco, formado por uma gaúcha e um catarinense. A rejeição aos atores negros, também. Tomara, né?

dica do Pedro Grabois

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DisHollywood: personagens como você nunca viu

Camila Mello, no Plugcitários

Idealizado pelo ilustrador José Rodolfo Ontiveros Loaiza, o projeto DisHollywood nos traz os personagens da Disney e de outros grandes filmes de uma forma que nunca veremos de verdade por aí, em situações adversas.

A ideia de José Rodolfo foi mostrar a influência que os contos de fadas, assim como outros personagens que marcaram presença em nossas vidas, têm sobre nós, e que vê-los por outra perspectiva acabaria nos chocando. Com isso, o ilustrador quis aguçar nas pessoas a tolerância delas às situações adversas, como ver uma princesa, que antes era um personagem imaculado, se deixando levar pelas tentações do “nosso mundo”.

Abaixo vocês conferem algumas imagens e mais do trabalho de José Rodolfo pode ser visto em seu Pinterest.

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Em Manaus, artistas revoltam-se contra lei para eventos evangélicos

Emenda LDO é de autoria do vereador Carlos Alberto, do PTB.
Para cineasta Keila Serruya, lei “desrespeita Estado Laico”.

Show de Kleber Lucas, durante a Marcha para Jesus deste ano, lotou Sambódromo (foto: Marcos Dantas/G1 AM)
Show de Kleber Lucas, durante a Marcha para Jesus deste ano, lotou Sambódromo (foto: Marcos Dantas/G1 AM)

Camila Henriques, no G1

A classe artística de Manaus criticou a proposta do vereador Carlos Alberto (PTB), que pediu a inclusão de eventos culturais evangélicos no calendário da Prefeitura de Manaus e o repasse de recursos da Fundação Municipal de Artes e Cultura (Manauscult) para a realização dos mesmos. A emenda à lei aprovada na Câmara Municipal de Manaus (CMM) foi sancionada pelo prefeito Artur Neto (PSDB) na edição de dia 17 de julho do Diário Oficial do Município. No documento, o vereador afirma que “o objetivo da lei é proporcionar à grande nação evangélica de Manaus a possibilidade de desenvolver eventos culturais na cidade”.

Keila Serruya faz parte de grupo de artistas que não concorda com emenda (foto: Christian Braga/Arquivo Pessoal)
Keila Serruya faz parte de grupo de artistas que não
concorda com emenda
(foto: Christian Braga/Arquivo Pessoal)

Para a cineasta Keila Serruya, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de autoria de Carlos Alberto  “é um desrespeito ao Estado Laico”. Procurada pelo G1, ela comentou a reação da comunidade artística na cidade. “O vereador pontua a religiosidade, mas a proposta dele está pautada apenas na religião evangélica”, afirmou.

Junto a outros artistas, ela deve participar de uma reunião no Estação Arte e Fato, nesta terça-feira (23), para discutir os impactos dessa emenda em Manaus. “Vamos nos reunir para afinar o discurso e decidir o direcionamento que iremos tomar. É importante dizer que a Manauscult provavelmente já tinha conhecimento disso e não informou ninguém. Descobrimos por conta própria”, acrescentou.

Assim como Keila, o cineasta Zeudi Souza também mostrou preocupação com a proposta do vereador. “Ele é eleito para representar o povo, que são todos aqueles que vivem na cidade e não um nicho religioso que o colocou no poder”, declarou. Na opinião de Zeudi, essa emenda representa uma ameaça aos “princípios morais e éticos dos artistas que nunca tiveram privilégios por serem evangélicos, afros, umbandistas etc”. “Conhecemos bem a história e a intromissão dos evangélicos nas instituições culturais. Há uma dificuldade de esse vereador entender o que é cultura, arte e religião”, completou.

Zeudi definiu ainda a lei como “horrenda”. “Se eu quiser fazer um longa com R$ 1 milhão, terei que passar por um edital. Se os evangélicos quiserem um festival de música com o mesmo valor, irão receber a verba direta”, exemplificou o cineasta.

Integrante do Conselho Municipal de Cultura, o diretor teatral Douglas Rodrigues foi quem descobriu a existência do documento. “Isso vai contra toda a produção e a cadeia produtiva de cultura. Ele retira direitos do segmento que está lutando por melhores condições de trabalho”, defendeu. “Todos os artistas estão na causa. Terça, nós faremos uma consulta a eles e, a partir daí, pretendemos encontrar com o presidente da Câmara Municipal ou até com o prefeito Artur Neto”, concluiu.

Prefeitura de Manaus se manifestou por meio de nota (foto: Reprodução/Facebook)
Prefeitura de Manaus se manifestou por meio de
nota (foto: Reprodução/Facebook)

Ao G1, a Manauscult informou que a Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) responderá a quaisquer questionamentos a respeito da Lei. Em nota, a Semcom esclareceu que “a Lei número 1.70 trata das disposições sobre as diretrizes para elaboração e execução da Lei Orçamentária do próximo ano”.

Ainda de acordo com a pasta, o artigo 64 do capítulo 7 da Lei, que pede a realização de dois eventos evangélicos, “alia-se a outros como o artigo 55 – que trata da inclusão de Bandas e Fanfarras em todas as escolas municipais – e os artigos 62 e 63 – que indicam a previsão da criação da Rua dos Artistas e da Praça do Rock, respectivamente. Há indicações para outras áreas, como a implementação de uma clínica veterinária pública e uma clínica para cuidar de idosos”.

Durante discurso no plenário da CMM na terça-feira, o vereador Carlos Alberto defendeu a proposta. ““Apresentei a emenda com o propósito de ajudar e contribuir com a grande nação evangélica. Me orgulho de poder ajudar essa grande nação, que foi capaz de colocar nas ruas, na ‘Marcha para Jesus’, praticamente 1 milhão de pessoas. E por que não fazer uma emenda para beneficiar eventos que atraem milhares de pessoas, que pregam a palavra de Deus, que cura, liberta e abençoa. A minha emenda veio com o propósito de beneficiar e não prejudicar. A proposta é justa, não tem nada de errado e por isso foi aprovada, está dentro da lei, do direito que temos de assim fazer e executar”, afirma.

dica da Patricia Crepaldi

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O que diz a voz do povo

Pesquisa exclusiva mostra que maioria é a favor das manifestações e que há menos otimismo sobre o futuro do país do que há dois anos

Alguns manifestantes ao redor do Brasil (Fotos: Ap)
Alguns manifestantes ao redor do Brasil (Fotos: Ap)

Camila Guimarães, na Época

A maioria da população (75%) apoia as manifestações populares que tomaram as ruas nas duas últimas semanas. Mas apenas 6% participou dos protestos e 35% dos que não foram iriam. Esses são alguns dos resultados de uma pesquisa exclusiva da CNT e do Ibope, feita a pedido de ÉPOCA, que revelou a opinião dos brasileiros sobre os atos, sobre as atuais e futuras condições de vida no Brasil, sobre os políticos e eventos como a Copa do Mundo de 2012.

Apesar de a maior parte dos brasileiros ser a favor dos protestos, 69% se diz satisfeita com sua vida atual e tem expectativas positivas sobre o futuro do país (43%). Há, no entanto, uma deterioração das expectativas. A mesma proporção de brasileiros (43%) está menos otimista com o futuro do que há dois anos.

A maioria da população (75%) apoia as manifestações populares que tomaram as ruas nas duas últimas semanas. Mas apenas 6% participou dos protestos e 35% dos que não foram iriam. Esses são alguns dos resultados de uma pesquisa exclusiva da CNT e do Ibope, feita a pedido de ÉPOCA, que revelou a opinião dos brasileiros sobre os atos, sobre as atuais e futuras condições de vida no Brasil, sobre os políticos e eventos como a Copa do Mundo de 2012.

Apesar de a maior parte dos brasileiros ser a favor dos protestos, 69% se diz satisfeita com sua vida atual e tem expectativas positivas sobre o futuro do país (43%). Há, no entanto, uma deterioração das expectativas. A mesma proporção de brasileiros (43%) está menos otimista com o futuro do que há dois anos.

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