Camisa e ônibus do Corinthians farão referência aos Simpsons

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Publicado no Estadão

Neste sábado, no Itaquerão, os jogadores do Corinthians que enfrentarão o Sport usarão uma camisa com um detalhe bem diferente. O nome dos atletas estará escrito com mesma letra amarela usada na série de animação Os Simpsons.
Além disso, o ônibus da delegação corintiana, que trocou o preto e branco pelo amarelo, terá um desenho de Homer Simpson vestindo a camisa do Corinthians.
A ação de marketing faz parte da parceria que o clube assinou nesta semana com a Fox, emissora norte-americana que produz a longeva e bem-sucedida série.

Pelo acordo, o Corinthians poderá comercializar produtos com os personagens da série. De acordo com o departamento de marketing do clube, além de receitas extras, o nome do time ganha evidência mundial, num processo de internacionalização da marca.

Outros grandes clubes do mundo já assinaram parcerias semelhantes. Entre eles, o Barcelona (Espanha), o Chelsea (Inglaterra) e o Zenit (Rússia). No Brasil, o Corinthians é primeiro time do País a assinar um acordo desse tipo com a Fox.

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Jogadores católicos e evangélicos querem retirar mascote do Guarani – índio caboclo – do uniforme

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Título Original: Pedido de elenco faz Guarani sacar índio caboclo de uniforme e vestiário

Publicado no Globo Esporte

Sobrou para o índio caboclo. Em má fase na Série C do Campeonato Brasileiro, já que não vence há quatro rodadas, o elenco do Guarani pediu à diretoria que retirasse a imagem dos uniformes e também do vestiário do Brinco de Ouro. O assunto foi conversado entre jogadores e comissão técnica, antes do treinamento desta quinta-feira de manhã, em Campinas.

O símbolo funciona como uma espécie de protetor do Guarani. Direta ou indiretamente, faz parte da rotina do clube desde a inauguração do Brinco de Ouro, no início dos anos 50, sob a administração do então presidente Jayme Silva. A imagem ficou mais concreta em 1977, quando o índio foi pintado na calçada do portão de entrada do estádio. Curiosamente, na temporada seguinte, o Bugre atingiu a maior glória de sua história: o título do Campeonato Brasileiro.

O tema já era motivo de discussão desde a colocação do símbolo nos uniformes, a pedido do presidente Álvaro Negrão, logo nas primeiras rodadas da Série C. Apesar de nunca admitirem oficialmente, alguns atletas se incomodaram com a importância dada à imagem em detrimento ao desempenho dos jogadores.
A questão também atinge o aspecto religioso: a figura do índio caboclo é ligada a crenças da umbanda e também ao espiritismo. Por essa razão, católicos e evangélicos enxergam a figura do índio caboclo de maneira diferente, o que provocou um “racha ideológico” no vestiário bugrino. Desde a primeira partida com o símbolo no peito (goleada por 5 a 1 para o Guaratinguetá, em Americana), o incômodo estava claro nas conversas entre integrantes do elenco e também da comissão.

O ápice foi nesta semana, quando o técnico Evaristo Piza levou um grupo de amigos pastores para conversar com o elenco, antes do treino desta quinta-feira de manhã. No bate-papo, surgiu o assunto do índio caboclo, que, a partir do jogo contra o Madureira, no sábado, não fará mais parte do uniforme. A diretoria acatou o pedido sem questionamentos.

– Para uns, incomoda. Para outros, não. O evangélico não acredita na imagem, é insignificante. O católico já acha que é um símbolo do candomblé. O que nos foi passado é que é um símbolo do Guarani. O pedido dos jogadores foi para tirar. Eles iam se sentir mais confortáveis para atuar. Isso foi atendido. Estamos fazendo de tudo para que os jogadores fiquem confortáveis – explicou o comandante, em apoio ao elenco.

Os números do índio caboclo em campo também não são favoráveis. Em seis jogos com o “talismã” no peito, o Bugre conquistou uma vitória, três empates e duas derrotas (sequência que mantém o clube entre os últimos colocados do Campeonato Brasileiro). Os jogadores têm a chance de provar que estão certos na próxima rodada, contra o Madureira, no Rio de Janeiro.

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Assembleia de MG posta foto de Mick Jagger com camisa do Chile

Texto de post diz que imagem é para ‘dar força’ para a torcida do Brasil.
Rolling stone é famoso pé frio em Copas do Mundo.

Publicado no G1

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais publicou na rede social um post bem irreverente na tarde desta sexta-feira (27). A imagem mostra o rolling stone Mick Jagger com uma camisa do Chile. Na fotografia há ainda o dizer “Viva Chile”.

Assembleia de Minas posta foto de Mick Jagger com blusa do Chile "para dar uma força" para a seleção brasileira (Foto: Reprodução/Facebook)Assembleia de Minas posta foto de Mick Jagger com blusa do Chile "para dar uma força" para a seleção brasileira (Foto: Reprodução/Facebook)

Jagger é um famoso pé frio em copas do mundo. Geralmente, a seleção para qual ele torce ou veste a camisa, por tradição acaba sendo derrotada em uma partida ou eliminada da competição.

No texto postado com a foto, a ALMG pede que o músico torça para o Chile e deseja força a Seleção brasileira. “Para dar uma força na nossa torcida para o jogo de amanhã do #Mineirão, mandamos uma camiseta de presente para o nosso Rolling Stone favorito. Contamos com você, Mick!”, diz a mensagem.

Brasil e Chile se enfrentam pelas oitavas de final da Copa do Mundo, neste sábado (28) no Mineirão, em Belo Horizonte. A gerente de comunicação em mídias digitais da ALMG, Fabiola Farage, afirmou que a ideia do post com um tom mais voltado ao humor é buscar a aproximação com os internautas. “No Facebook buscamos ir  mesclando temas mais sérios e de interesses da população com assuntos mais ligados ao humor e ao cotidiano. Coisas mais leves”, disse.

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Arquidiocese notifica TV italiana por usar imagem do Cristo Redentor

Imagem do Cristo Redentor foi utilizada em propaganda de TV italiana - Ivo Gonzalez / Agência O Globo
Imagem do Cristo Redentor foi utilizada em propaganda de TV italiana – Ivo Gonzalez / Agência O Globo

A propaganda termina com o Cristo vestido com a camisa azul número 10, do craque italiano Antônio Cassano

Deborah Berlinck, em O Globo

BOLONHA – A Arquidiocese do Rio está pedindo entre 5 e 7 milhões de euros (entre R$15 e R$21 milhões) de indenização à maior rede de televisão da Itália, a RAI, por a emissora ter “vestido” o Cristo Redentor com uma camisa da seleção italiana de futebol, num filme para promover sua programação na Copa do Mundo. Além de desrespeito religioso, a Arquidiocese acusa a rede italiana de exploração “ilitica” da imagem do Cristo, lembrando que é dona exclusiva dos direitos autorais, materiais e morais do monumento.

– A Arquidiocese se sente ultrajada. É como se uma TV brasileira promovesse sua programação colocando mulatas com gladiadores no Coliseu de Roma. É um insulto a um simbolo nacional – disse Alexandro Maria Tirelli, o advogado italiano que enviou notificação a Rai, a pedido de Rodrigo Grazioli, advogado paulista contratado pela Arquidiocese.

Tirelli disse que entrou em contato com a direção da Rai na sexta-feira e que, aparentemente, a propaganda foi retirada. Agora faltam as indenizações. Na notifição por escrito que enviou a Rai, a Arquidiocese não menciona o montante da indenização. A entidade eclesiástica diz que tomou conhecimento da publicidade no dia 30 de abril através da rede social Youtube, e pede a retirada “imediata” do anúncio. A carta acaba com uma ameaça de entrar na Justiça caso não haja acordo que “englobe a indenização pela utilização indevida ja consumada”.

O advogado italiano disse que a Arquidiocese quer usar a indenização para obras caritativas da igreja.

– A motivação não é para fins lucrativos. Uma marca mundial de artigos de esporte propôs pagar à Arquidiocese US$ 2 milhões para vestir o Cristo Redentor com suas camisas. A Arquidiocese se recusou – disse Tirelli.

A Copa do Mundo no Brasil virou uma dor-de-cabeca inesperada para a Arquidiocese. Com o Cristo Redentor sendo o maior cartão-postal do Brasil, a Arquidiocese também ameaça comprar uma briga com a casa de apostas inglesa Landbroke. Numa publicidade, a Landbroke nao apenas vestiu o Cristo Redentor com uma camisa de futebol, como cobriu seu rosto. Um pedido de informação feita pelo GLOBO por email à assessoria de imprensa da Rai não foi respondido.

A propaganda da Rai, de cerca de 30 segundos, reúne todos os clichês do Rio: crianças, futebol, favelas. E termina com o Cristo vestido com a camisa azul número 10, do craque italiano Antônio Cassano.

Ancelmo Gois, em sua coluna desta sexta-feira, publicou uma foto do perfil no Instagram do jogador italiano Mario Balotelli. O craque italiano aparece de braços abertos no alto do Corcovado, como o Cristo Redentor, com a camisa da Azurra.

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Camiseta do Brasil com a palavra “merda” causa polêmica na Europa

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Marca holandesa também usa palavrões para se referir a espanhóis, italianos e ingleses

Publicado no IG

A Cool Cat, marca holandesa de roupas que tem lojas também na França, em Luxemburgo e na Bélgica, lançou camisetas com a bandeira do Brasil abaixo da palavra “merda”, em caixa alta.

O país não foi o único agraciado na coleção da empresa sobre a Copa do Mundo: o brasão da seleção italiana de futebol enfeita uma estampa com a palavra cazzo – “caralho”, em italiano. O modelo da Inglaterra traz “idiotas” escrito. Para a Espanha, foi reservada a palavra “putas”, também em caixa alta

A sacada levou brasileiros que moram em Luxemburgo a fazer um protesto em frente a uma das unidades da cadeia no país na última quarta-feira (23), segundo a Rádio Latina. O produto já não estava mais disponível no site da empresa nesta quinta-feira (25).

Em nota divulgada em sua página oficial numa rede social, a Coolcat diz que os textos buscam “remeter para o ambiente de um jogo de futebol” usando “a linguagem do povo e da linguagem dos próprios jovens”.

“Os textos nos t-shirts não devem ser nunca interpretados de maneira pessoal ou discriminatória”, diz a mensagem. “A CoolCat lamenta que algumas pessoas se sintam, apesar de tudo, apontadas por estes t-shirts e decidiu retirar por enquanto estes artigos da venda.”

A criatividade da moda ao lançar coleções com o tema da Copa do Mundo também causou problemas para a Adidas. A marca, que lançou camisetas com conotação sexual – uma delas, com uma mulher de biquíni e uma frase que pode ser entendida ‘querendo pegar garotas’ – gerou reclamações do Ministério do Turismo.

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