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Irreconhecíveis, mães são assediadas por filhos em campanha contra o assédio

Empresa montou testes para ver reação dos envolvidos e denunciar comportamento

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Publicado em O Globo

A empresa Everlast produziu um vídeo para denunciar o assédio que as mulheres sofrem nas ruas. Para isso, um teste foi montado de forma a trazer o tema à tona. A equipe da produção identificou dois homens que assediavam sistematicamente mulheres nas ruas, entrou em contato com as mães, informou o comportamento dos filhos para elas e propôs um teste: elas receberiam tratamento com maquiagem, perucas, outras roupas e acessórios para passarem irreconhecíveis em frente ao local onde os filhos assediam as mulheres e verem as suas reações.

A produção colocou diversas câmeras para acompanhar o teste e a reação dos testados foi de susto ao verem que eram suas mães as assediadas por eles. No primeiro experimento mostrado, a mãe passa a brigar com o filho criticando sua postura:— É verdade que você diz essas grosserias para as mulheres? Eu não ensinei você a se comportar desta maneira! — criticava a mãe que começou a bater no filho com a bolsa.

A segunda foi feita no local de trabalho de um dos testados e, no momento em que a mãe respondeu o assédio do filho e se revelou, começou a gritar falando que tinha vergonha do comportamento demonstrado.

Intitulado como “Assobie para sua mãe”, o vídeo da campanha no YouTube já alcançou 2,8 milhões de visualizações.

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Campanha do Airbnb tem filme criado artesanalmente

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publicado no Brainstorm9

O mundo das miniaturas não chega a ser uma novidade na publicidade, mas geralmente consegue causar boa impressão. Especialmente quando é um projeto bem-feito, como Welcome to Airbnb, campanha global criada pela TBWA de Cingaura para o o site de aluguel de espaços.

Sem usar um único efeito por computador, o cenário foi todo criado artesanalmente, e as imagens foram captadas em uma única tomada. Para que isso fosse possível, uma equipe de 30 pessoas passou 5 semanas construindo uma maquete de 85 metros quadrados, tudo com o objetivo de ajudar o público a entender como o Airbnb funciona. E o resultado não poderia ter sido mais encantador.

Para entender como Welcome to Airbnb foi criado, basta conferir os bastidores abaixo.

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Todo mundo tem algo a doar: participe do #DiaDeDoar!

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Suzana Camargo, no Planeta Sustentável

D-O-A-R. Quatro letras. Palavra pequena, mas com imenso significado. Talvez um dos mais bonitos e complexos termos da língua portuguesa e de tantos outros idiomas. Doar vai muito além de dar. É verbo que compreende mais do que um sujeito. Quem doa, doa a alguém ou a muitos. E para fazê-lo necessita de desprendimento, generosidade e compromisso.

Para celebrar a beleza deste conceito e promover a cultura da doação em nossas sociedades, vários países, organizações e empresas do mundo inteiro realizarão uma grande campanha no dia 2 de dezembro. A proposta é simples: conclamar companhias, indivíduos, famílias, mídia e organizações não-governamentais (ONGs) a doar.

O movimento internacional #GivingTuesday existe desde 2012, nos Estados Unidos, como resultado de uma parceria entre a organização nova-iorquina 92Y e a Fundação das Nações Unidas. É o contraponto a Black Friday e a Cyber Monday, promoções do comércio para aumentar o consumo e as vendas nas lojas virtuais no final do ano, quando se aproxima a comemoração do Natal.

Rapidamente, ganhou forte adesão internacional e, hoje, reúne mais de 10 mil parceiros em países como Nova Zelândia, Canadá, Israel, Austrália, México, Singapura e Reino Unido, onde são promovidas atividades para estimular o ato de doar. A intenção é que o movimento dissemine ações inteligentes, que possam ser replicadas e gerem impacto de grande escala nas populações mais carentes.

No Brasil, o movimento – Dia de Doar – foi organizado pela primeira vez em 2013 pelo Instituto Doar, que faz parte de uma coalização de entidades – entre elas, a Acorde e a Arredondar – e indivíduos que se uniram para promover a solidariedade no país a partir do estímulo à doação, o Movimento por uma Cultura de Doação. Em 2014, terá, pela primeira vez, o apoio do movimento internacional #GivingTuesday.

O Planeta Sustentável já está engajado nesta campanha, começando por este post e também pelo encontro que será realizado na sede da Editora Abril no dia 28 próximo (acompanhe o Facebook e o Twitter para saber mais). E você?

Lembre-se: para doar não é necessário muito. Mas deve envolver sentimento. Tem que ser de coração. Doar é compartilhar com o outro. Pode ser um objeto, um valor. Todavia, pode ser muito mais. Doar tempo, sangue, medula, carinho, conhecimento, trabalho voluntário, atenção… É um ato que tem em seu interior a vontade de mudar a vida do próximo.

Todo mundo tem o que doar. Isso é fato. Que tal começar doando um pouco do seu tempo para divulgar a hashtag #DiaDeDoar nas redes sociais? Você verá que esta ação faz  bem para todos: quem doa e quem recebe. Um universo está aberto para novas mudanças e elas podem começar com apenas quatro letras: D-O-A-R.

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Girafas a bordo: Interpol procura quem tenha visto animais voando

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publicado no O Globo

A Interpol divulgou esta semana uma nota pedindo que quem tenha visto girafas voando em um avião militar da Tanzânia para o Qatar avise a agência. O pedido faz parte de uma campanha da Interpol para localizar os suspeitos mais procurados por crimes ambientais no mundo.

A agência pede a ajuda do público para rastrear os nove principais suspeitos de crimes ambientais, e como ressalta Ioannis Kokkinis, agente da inteligência da Interpol, qualquer pista pode ser útil. Crimes como tráfico de vida silvestre, pesca ilegal, corte ilegal de árvores e comércio de marfim são alguns dos delitos cometidos pelos suspeitos.

Entre os nove mais procurados pela agência está Ahmed Kamran. Segundo a Interpol, Kamran teria pagado pelo transporte de impalas, espécie de antílope, e girafas vivas em um avião militar do Aeroporto Internacional de Kilimanjaro até o Qatar.

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Emerson Bisan resolveu fazer tatuagem para identificar-se como diabético (foto: Casa de Vídeo/Divulgação)

Diabéticos usam tatuagens para identificação em caso de emergência

Paciente deve usar alguma forma de identificação para facilitar atendimento.
Campanha conta a experiência de pacientes que aderiram à estratégia.

Emerson Bisan resolveu fazer tatuagem para identificar-se como diabético (foto: Casa de Vídeo/Divulgação)
Emerson Bisan resolveu fazer tatuagem para identificar-se como diabético (foto: Casa de Vídeo/Divulgação)

Mariana Lenharo, no Bem Estar

Médicos recomendam que todo diabético leve consigo algum acessório que identifique que ele tem a doença, medida que facilita o atendimento médico no caso de uma emergência. Pode ser um colar, uma pulseira ou um cartão que traga a inscrição “sou diabético”, por exemplo. Mas alguns pacientes têm adotado uma forma mais radical de se identificarem: a tatuagem.

Uma campanha promovida pela associação ADJ Diabetes Brasil está divulgando a experiência de pacientes que aderiram à estratégia. É o caso do atleta e professor de educação física Emerson Bisan, de 40 anos. Diagnosticado com diabetes tipo 1 quando tinha 21 anos, ele fez uma tatuagem que o identifica como diabético há duas semanas.

“Sabemos que um dos cuidados que temos que tomar é sempre andar com uma identificação. Nada melhor do que uma identificação que nunca vai sair do seu corpo”. Antes da tatuagem, ele usava uma medalha que informava sobre a doença e fornecia um telefone de emergência.

Como ele se relaciona com outros pacientes – o atleta lidera um grupo de corrida formado por diabéticos – Emerson também vê a tatuagem como uma das forma de incentivar as pessoas a aceitar e assumir a doença e o tratamento.

Para a médica Denise Franco, diretora de educação da ADJ, ter uma forma de se identificar como diabético é importante. “Se alguém chega desacordado a uma emergência de um hospital e o profissional tem a informação rápida de que a pessoa tem diabetes, ele vai fazer o exame de ponta de dedo e entrar rapidamente com glicose endovenosa em caso de hipoglicemia, procedimento que pode salvar vidas”, diz.

Telma Valezin já sofreu por não ser identificada como diabética durante crises de hipoglicemia (foto: Casa de Vídeo/Divulgação)
Telma Valezin já sofreu por não ser identificada como diabética durante crises de hipoglicemia (foto: Casa de Vídeo/Divulgação)

‘Quer uma água?’

A dona de casa Telma Valezin, de 50 anos, já sofreu por não ser identificada como diabética. Uma vez estava no shopping com sua sobrinha quando começou a passar mal e perder a consciência. “Minha sobrinha pediu a ajuda de um segurança. Ele achou que eu tinha bebido, não imaginou que fosse hipoglicemia, e não ajudou.”

Segundo ela, a tatuagem que a identifica como diabética tipo 2 já mudou a forma como as pessoas se relacionam com ela. Em uma de suas crises de hipoglicemia, por exemplo, ela estava encostada em seu carro, comendo um churro para elevar a taxa de açúcar do sangue, quando foi abordada por um morador da região.

“O moço que estava dentro de uma casa disse: ‘Não tenho bola de cristal, mas estou vendo que você é diabética. Se está comendo doce, é porque a taxa de açúcar baixou. Quer uma água, quer sentar?’.” Telma conta que não acreditava que não tinha nem precisado pedir ajuda.

O estudante João Francisco Fink escolheu desenhar um frasco de insulina em seu braço (foto: João Francisco Fink/Arquivo Pessoal)
O estudante João Francisco Fink escolheu desenhar
um frasco de insulina em seu braço
(foto: João Francisco Fink/Arquivo Pessoal)

Outro que adotou a tatuagem foi o estudante João Francisco Gentile Fink, de 18 anos. “Não foi difícil tomar essa decisão. Já tinha uma tatuagem e achei a campanha muito interessante.” Ele escolheu desenhar um frasco de insulina no braço, além da informação de que tem diabetes tipo 1. O desenho foi inspirado em uma ilustração presente na nota de 100 dólares canadenses. “Fiz intercâmbio no Canadá e lá foi o primeiro lugar em que sintetizaram a insulina em laboratório”, conta.

A médica Denise Franco observa que a tatuagem é apenas mais uma forma de se identificar como diabético e que, caso o paciente opte por ela, é importante escolher um estabelecimento seguro, além de consultar seu médico para saber se ele pode se submeter ao procedimento. “É preciso ver se o controle glicêmico está bom. Caso não esteja, há mais risco de ter uma infecção secundária devido à tatuagem.”

A campanha da ADJ, chamada IdentiArte, também promove um concurso que vai dar tatuagens a diabéticos que contarem suas histórias. Interessados devem se inscrever no site da campanha até 5 de dezembro.

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