Homem come macarrão diretamente do chão de estação de metrô

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Para provar a eficácia de um aspirador de pó, um homem comeu macarrão diretamente do chão de uma estação do metrô de Toronto (Canadá). Depois de usar o aparelho no chão da estação, o homem engravatado jogou macarrão no piso e comeu a massa com molho de tomate. Para mostrar que confia mesmo no aspirador, ao fim ele ainda esfrega pão no molho que ficou no chão e degusta com todo o apetite… Naturalmente, diante de passageiros boquiabertos.

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Boneca com pênis é vendida no Canadá e causa polêmica entre pais e na internet

publicado no Brasil Post

Uma boneca com um pênis está deixando alguns consumidores e internautas assustados.

O brinquedo, que é feito e distribuído pela marca You & Me Mommy, chora quando sua fralda precisa ser trocada, de tão real que é sua proposta.

Não é especificado no site da empresa ou na caixa do brinquedo, mas a boneca é anatomicamente um bebê do sexo masculino (a maioria dos bonecos são feitas sem os órgãos genitais no mundo todo). Recentemente, a marca publicou uma imagem no Facebook, que já foi retirada, e que despertou certa inquietação em alguns consumidores e cidadãos.

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umas pessoas consideraram a boneca inapropriada e desnecessária para as crianças, enquanto outros brincaram que poderia ser uma forma única de celebrar a questão de “gênero”. Enquanto isso, outros usuários do Facebook só queriam que a boneca continuasse na caixa e que viesse com uma etiqueta indicando a “novidade”.

A escritora Monica Beyer, do site SheKnows.com, no entanto, não viu problema algum no sexo da boneca. “Como assim não é adequado uma criança ver um bebê nu? Ou ele ter um pênis ou uma vagina?”. Ela escreve: “A verdade é que, quando uma criança aponta para uma parte do corpo que ela não tem, os pais são obrigados a explicar”.

Dr. Logan Levkoff, sexólogo, diz que proibir algo como a boneca com pênis, é um erro dos pais e que, se não dermos nomes para as partes do corpo, pode ser difícil para as crianças identificarem quando sentirem alguma dor no local, por exemplo.

Esta não é a primeira boneca anatomicamente correta. Sites como Momlogic, data a primeira boneca feita com forma “perfeita” em 1976, que ainda está disponível para venda no eBay.

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Narcisistas têm mais chances nas entrevistas de emprego

Estudo mostra que recrutadores são mais atraídos por este comportamento

Dr. House - divulgação
Dr. House – divulgação

Publicado em O Globo

Sabe aquela dica padrão de que numa entrevista de emprego é preciso ser humilde? Pois um estudo realizado pela Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, traz um resultado diferente e afirma que, considerando dois entrevistados de mesma qualificação, são os narcisistas que têm mais chances de se sair bem na conversa, como mostra o site Phys.org. Os resultados da pesquisa sugerem, ainda, que os candidatos de culturas que colocam maior ênfase na humildade, incluindo algumas asiáticas, podem ter mais dificuldade em conseguir um emprego na América do Norte.

“A entrevista de emprego é uma das poucas situações sociais em que o comportamento narcisista pode trazer uma boa impressão. Normalmente, as pessoas o evitam, especialmente para não se exporem demais”, afirma o professor de psicologia da Universidade e principal autor do estudo, Del Paulhus.

Durante a pesquisa, os participantes tiveram que responder um questionário para medir seu nível de narcisismo e foram filmados também. Na avaliação da gravação, os pesquisadores perceberam que os candidatos com este perfil tendem a falar de si, fazer contato visual, contar piadas e a fazer mais perguntas aos recrutadores. O estudo descobriu que as pessoas que se classificaram como narcisistas e os que tiveram este comportamento na filmagem eram vistos como mais atraentes pelos entrevistadores.

Os pesquisadores também descobriram que os participantes da herança japonesa, chinesa e coreana exibiram menores níveis de narcisismo, e eram menos propensos a serem classificados nos processos seletivos.

Paulhus diz que o estudo oferece lições importantes tanto para quem busca um emprego como para os contratantes. “Os candidatos devem se envolver com o entrevistador, continuando a se autopromover durante a conversa. Por outro lado, os entrevistadores devem olhar para além de estilo cultural e avaliar as qualificações individuais. Ao invés de focar no charme superficial, os recrutadores devem analisar o potencial dos candidatos aptos a longo prazo na organização”.

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Adolescentes “sem nada para fazer” encontram bebê raptado de hospital

A pequena Victoria tinha 16 horas de vida quando foi levada dos braços da mãe. Um grupo de quatro adolescentes descobriu, graças ao Facebook, o paradeiro da mulher que a raptou

Publicado na Época

Victoria, de volta aos braços dos pais. Pelo Facebook, a mãe agradeceu às "quatro pessoas maravilhosas" que descobriram o paradeiro de sua filha (Foto: Reprodução/Facebook)
Victoria, de volta aos braços dos pais. Pelo Facebook, a mãe agradeceu às “quatro pessoas maravilhosas” que descobriram o paradeiro de sua filha (Foto: Reprodução/Facebook)

No Canadá, o rapto de um bebê foi solucionado graças ao tédio da adolescência e a uma foto compartilhada no Facebook. Tudo começou na segunda-feira (26). Naquele dia, uma mulher, vestida como enfermeira, entrou na maternidade de um hospital da cidade de Trois-Rivières, Québec. Pegou um bebê, saiu sem levantar suspeitas e embarcou em um carro vermelho com o adesivo “bebê à bordo”. O grande problema? A criança não era filha dela.

A pequena Victoria tinha apenas 16 horas de vida quando foi raptada, deixando seus pais apavorados. Segundo Mélissa McMahon, mãe da criança, a falsa enfermeira tomou Victoria de seus braços, dizendo que a menina precisava ser pesada. Nunca mais voltou. Sem conseguir encontrar a autora do crime, a polícia da cidade decidiu divulgar as imagens da câmera de segurança do hospital, mostrando fotos da mulher e do Toyota que ela dirigia. Um grupo de adolescentes viu as imagens divulgadas pelo Facebook.  Os quatro estavam entediados em casa. Decidiram sair para ajudar nas buscas. “Nós não tínhamos nada para fazer aquela noite”, disseram. “Saímos para procurar o carro vermelho”.

"Como detetives, nós somos as melhores" (Foto: Reprodução/ Facebook)
“Como detetives, nós somos as melhores” (Foto: Reprodução/ Facebook)

Os quatro saíram em busca de um carro que se encaixasse na descrição. Ao encontrar o veículo, chamaram a polícia. O palpite dos adolescentes foi certeiro – a dona do carro em questão era a enfermeira falsa. A mulher de 21 anos foi presa e Victoria retornou aos pais.

Entre o rapto e o reencontro, Victoria ficou desaparecido por três horas. Pelo Facebook, a mãe da menina agradeceu a presteza dos policiais, que foram rápidos em divulgar o alerta, e aos quatro adolescentes que encontraram sua filha: “Quatro pessoas maravilhosas, que nós tivemos a chance de conhecer, identificaram aquela mulher graças ao Facebook. São a única razão de Victoria estar nos meus braços nesse momento”.

Os quatro amigos  – Sharelle Bergeron, Marc-Andre Coté, Charlène Plante e Mélizanne Bergeron – ficaram efusivos. Sharelle Bergeron chegou a publicar uma foto no Facebook, abraçada às duas amigas, comemorando o sucesso de sua investigação: “Como detetives, nós somos as melhores”. “Salvar a vida da bela Victoria, WOW! Charlène Plante,Mélizanne Bergeron, Marc-André Côté, nós trabalhamos bem e podemos sentir orgulho”.

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