Morre americana com câncer que anunciou suicídio assistido

Brittany Maynard foi diagnosticada em janeiro com um tumor no cérebro

A americana Brittany Maynard tinha 29 anos e era recém casada - Reprodução
A americana Brittany Maynard tinha 29 anos e era recém casada – Reprodução

Publicado em O Globo

A americana que sofria de um câncer terminal se suicidou no sábado, depois de anunciar que o faria, provocando uma onda de debates sobre o direito de morrer.

Brittany Maynard, de 29 anos, foi manchete na imprensa internacional no mês passado, depois de divulgar um vídeo na internet anunciando que iria se suicidar.

“Adeus a todos os meus queridos amigos e familiares que amo. Hoje é o dia que eu escolhi para partir com dignidade diante de minha doença terminal, esse terrível câncer no cérebro que levou tanto de mim… mas poderia ter tomado muito mais” escreveu em uma mensagem circulou amplamente pelas redes sociais, compartilhadas por milhões de usuários.

“O mundo é um lugar bonito, viagens tem sido o meu melhor professor, meus amigos mais próximos e os meus pais são os que mais têm me dado. Tenho mesmo um círculo daqueles que me acompanham ao redor da minha cama enquanto eu escrevo… Adeus mundo. Compartilhem energia boa. Vale a pena!”

Maynard havia anunciado em um vídeo que acabaria com sua vida em 1 de novembro para não sofrer os estragos do seu tumor cerebral, mas na terça-feira disse: “ainda não é o momento certo para morrer”.

“Ainda me sinto suficientemente bem e ainda tenho alegria suficiente e sigo rindo e sorrindo junto à minha família e amigos, pelo que parece que ainda não chegou o momento adequado”, explicou em um novo vídeo divulgado na noite de terça-feira.

A psicóloga americana começou a ter enxaquecas fortes e recorrentes no final de 2013, pouco depois de se casar com Dan Diaz. Em janeiro deste ano ela teve o diagnóstico de um dos tipos mais graves de tumor cerebral maligno, chamado glioblastoma. Brittany logo foi submetida a duas cirurgias, que contiveram o câncer e renderam-lhe um prognóstico de mais dez anos de vida. No entanto, em abril, os médicos constataram que o tumor voltou maior e mais agressivo. O prognóstico de vida mudou para só seis meses.

Um porta-voz de Maynard disse há algumas semanas que a mulher planejava morrer pela ingestão de uma combinação letal de barbitúricos em 1 de novembro, devido a dores de cabeça constantes e outros efeitos que lhe causou o tumor.

Maynard e seu marido decidiram se mudar da Califórnia para Oregon, um dos poucos estados americanos que permitem a eutanásia.

Um médico poderia em consequência prescrever os medicamentos necessários para terminar com sua vida, cercada por sua família, na cama que dividia com o marido.

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Mãe realiza sonho de dançar no casamento do filho três dias antes de morrer de câncer

 

Publicado no Extra

Nem mesmo a batalha contra um câncer de mama fez a americana Mary Ann Manning desistir de realizar um de seus maiores sonhos: dançar com o filho Ryan na festa de casamento dele, no último dia 5 de setembro. Já debilitada, a senhora de 61 anos emocionou todos os presentes na festa ao se apresentar com o noivo, seu filho, ao som de “Over the rainbow”, trilha do filme Mágico de Oz. Três dias depois de ter seu desejo atendido, Mary Ann morreu, devido a complicações da doença. As informações são do Daily Mail.
A dança foi registrada pela outra filha de Mary Ann, Kristie, em vídeo publicado no YouTube. Na publicação, ela escreve que a mãe “aguentou firme para dar ao filho esse último presente” e chama o acontecido de uma “síntese do que é o amor de mãe”. Kristie diz ainda que Mary Ann se juntou a seu outro filho, que morreu há quatro anos.

Mary Ann, de vestido com brilhantes ao lado da noiva, e a família Manning Foto: Reprodução / Facebook
Mary Ann, de vestido com brilhantes ao lado da noiva, e a família Manning Foto: Reprodução / Facebook

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Ir para cama com celular ou tablet pode tirar o sono

Luz azul emitida por dispositivos eletrônicos suprime a produção de hormônio responsável por controlar os ciclos do sono

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Publicado na Veja on-line

Acessar o Facebook ou assistir a um vídeo no YouTube na cama, antes de dormir, pode não ser uma boa ideia se o objetivo é ter uma noite tranquila de sono. Segundo o pesquisador Richard Hansler, da Universidade John Carroll, a luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos tem efeitos negativos que podem causar insônia e outros males à saúde.

Em entrevista ao site americano Gigaom, Hansler, que durante 42 anos trabalhou na divisão de iluminação da GE, afirmou que seus estudos associam a cor azul, presente nas telas de eletrônicos, à supressão da melatonina, o hormônio do sono. Essa substância não só contribui para que as pessoas durmam bem como tem influência na saúde. A falta da melatonina no organismo pode levar o usuário a desenvolver diabetes, obesidade, doenças do coração e alguns tipos de câncer.

A luz azul é muito brilhante e por isso é usada em larga escala em aparelhos como smartphones, tablets, notebooks e TVs. As primeiras pesquisas que relacionam esse tipo de iluminação à melatonina foram realizadas em 2001. Os estudos mais recentes afirmam ainda que a exposição à luz azul à noite causa insônia e aumenta a incidência de doenças como lúpus e enxaqueca.

Há alguns meses, a American Chemical Society divulgou um vídeo que explica como a luz azul à noite engana o organismo, fazendo-o acreditar que é dia. Isso aumenta o ritmo dos batimentos cardíacos e faz com que a pessoa fique alerta. O melhor a se fazer antes de dormir, garante Hansler, é evitar o uso de gadgets na cama.

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Cheiro de puns podem ajudar a prevenir doenças como câncer

puns

Jéssica Maes, no HypeScience

Parece que cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Exeter (Reino Unido) encontraram uma desculpa perfeita para aqueles que não tem tanto controle assim dos seus intestinos. De acordo com os pesquisadores, o cheiro de puns pode ajudar a prevenir doenças como câncer, acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e demência.

Isso porque o sulfureto de hidrogênio, um dos gases produzidos pelas bactérias à medida que quebram os alimentos no estômago, é tóxico em doses elevadas, mas em pequenas quantidades ajuda a proteger as células e combater doenças.

Quando as células ficam estressadas por doenças, tentam atrair enzimas para gerar seu próprio sulfeto de hidrogênio. Este composto químico ajuda a preservar as mitocôndrias, que impulsionam a produção de energia em células dos vasos sanguíneos e regulam inflamações. Se isso não acontecer, as células morrem e perdem a capacidade de regular a sobrevivência.

Por isso, os estudiosos criaram um novo composto, chamado AP39, para ajudar o corpo a produzir a quantidade certa de sulfeto de hidrogênio – apenas pequenas porções. “Os nossos resultados indicam que, se as células estressadas são tratadas com AP39, as mitocôndrias são protegidas e permanecem vivas”, explicou o professor Matt Whiteman.

Seu colega, Mark Wood, acrescentou: “Embora o sulfeto de hidrogênio seja bem conhecido como um gás com um mau-cheiro pungente de ovos podres e flatulência, ele é produzido naturalmente no corpo e pode, de fato, ser um herói da saúde, com implicações significativas em futuras terapias de uma gama de doença”.

Ou seja, da próxima vez que alguém soltar um pum no elevador, respire fundo e pense que é para o bem das suas mitocôndrias. [Gizmodo,Western Daily Press]

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Campanha incentiva mulheres com câncer a não desistirem de se casar

Mariana Leone, que fez ensaio vestida de noiva para incentivar pacientes de câncer a não desistirem de dizer sim (foto: Beto Bocchino\Divulgação)
Mariana Leone, que fez ensaio vestida de noiva para incentivar pacientes de câncer a não desistirem de dizer sim (foto: Beto Bocchino\Divulgação)

Chico Felitti, no UOL

Mariana Leone, 39, está caracterizada de noiva por uma causa.

A catarinense fez um ensaio vestida de branco para incentivar mulheres que, como ela, perderam os cabelos com o tratamento contra o câncer. Mas que não perderam a vontade de serem felizes.

Ela criou um blog chamado Câncer com Alegria, em que compartilha seu cotidiano e dá dicas de beleza e de auto-estima, e vai veicular nele a campanha de incentivo.

“Tenho encontrado muita gente que quer casar e não está se sentindo bem porque recebeu o diagnóstico de câncer”, diz ela, que  já se casou, mas  que “casaria mais uma vez assim, careca”.

“Quero mostrar para a mulher que ela é bonita, charmosa e tem seus encantos. E que a vida não acabou, que ela consegue se casar e ficar linda mesmo careca.”

foto: Beto Bocchino\Divulgação
foto: Beto Bocchino\Divulgação
foto: Beto Bocchino\Divulgação
foto: Beto Bocchino\Divulgação

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