Cheiro de puns podem ajudar a prevenir doenças como câncer

puns

Jéssica Maes, no HypeScience

Parece que cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Exeter (Reino Unido) encontraram uma desculpa perfeita para aqueles que não tem tanto controle assim dos seus intestinos. De acordo com os pesquisadores, o cheiro de puns pode ajudar a prevenir doenças como câncer, acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e demência.

Isso porque o sulfureto de hidrogênio, um dos gases produzidos pelas bactérias à medida que quebram os alimentos no estômago, é tóxico em doses elevadas, mas em pequenas quantidades ajuda a proteger as células e combater doenças.

Quando as células ficam estressadas por doenças, tentam atrair enzimas para gerar seu próprio sulfeto de hidrogênio. Este composto químico ajuda a preservar as mitocôndrias, que impulsionam a produção de energia em células dos vasos sanguíneos e regulam inflamações. Se isso não acontecer, as células morrem e perdem a capacidade de regular a sobrevivência.

Por isso, os estudiosos criaram um novo composto, chamado AP39, para ajudar o corpo a produzir a quantidade certa de sulfeto de hidrogênio – apenas pequenas porções. “Os nossos resultados indicam que, se as células estressadas são tratadas com AP39, as mitocôndrias são protegidas e permanecem vivas”, explicou o professor Matt Whiteman.

Seu colega, Mark Wood, acrescentou: “Embora o sulfeto de hidrogênio seja bem conhecido como um gás com um mau-cheiro pungente de ovos podres e flatulência, ele é produzido naturalmente no corpo e pode, de fato, ser um herói da saúde, com implicações significativas em futuras terapias de uma gama de doença”.

Ou seja, da próxima vez que alguém soltar um pum no elevador, respire fundo e pense que é para o bem das suas mitocôndrias. [Gizmodo,Western Daily Press]

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Campanha incentiva mulheres com câncer a não desistirem de se casar

Mariana Leone, que fez ensaio vestida de noiva para incentivar pacientes de câncer a não desistirem de dizer sim (foto: Beto Bocchino\Divulgação)
Mariana Leone, que fez ensaio vestida de noiva para incentivar pacientes de câncer a não desistirem de dizer sim (foto: Beto Bocchino\Divulgação)

Chico Felitti, no UOL

Mariana Leone, 39, está caracterizada de noiva por uma causa.

A catarinense fez um ensaio vestida de branco para incentivar mulheres que, como ela, perderam os cabelos com o tratamento contra o câncer. Mas que não perderam a vontade de serem felizes.

Ela criou um blog chamado Câncer com Alegria, em que compartilha seu cotidiano e dá dicas de beleza e de auto-estima, e vai veicular nele a campanha de incentivo.

“Tenho encontrado muita gente que quer casar e não está se sentindo bem porque recebeu o diagnóstico de câncer”, diz ela, que  já se casou, mas  que “casaria mais uma vez assim, careca”.

“Quero mostrar para a mulher que ela é bonita, charmosa e tem seus encantos. E que a vida não acabou, que ela consegue se casar e ficar linda mesmo careca.”

foto: Beto Bocchino\Divulgação
foto: Beto Bocchino\Divulgação
foto: Beto Bocchino\Divulgação
foto: Beto Bocchino\Divulgação

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Em vez de dinheiro, festival de metal cobra ingressos com cabelo para amenizar a dor de crianças com câncer

Publicado no Hypeness

Uma das formas de amenizar o sofrimento de crianças que lutam contra o câncer é devolvendo a elas o cabelo, perdido durante a quimioterapia. Isso é feito por meio de perucas que chegam a custar US$ 1.500 cada, mas que poderiam ser feitas a partir da doação de cabelo humano.

Foi então que um festival de bandas de metal, evento com a maior quantidade de cabeludos por metro quadrado na região, tornou-se a forma perfeita de ajudar os pequenos que passam por esta batalha: em vez do dinheiro, o ingresso seria comprado com cabelo.

Realizado na Cidade do México, o Hair Fest contou com 9 bandas para comandarem cerca de 8 horas de metal. E nos riffs de guitarra, os headbangers, conhecidos por balançarem o cabelo ao som da música, tiveram que se contentar com a careca. A iniciativa conseguiu arrecadar cabelo suficiente para 107 perucas (o equivalente ao arrecadado durante todo um ano) e virou notícia nos principais veículos do mundo.

Além de ajudar as crianças com câncer, o projeto ainda serviu para provar de uma vez por todas que metaleiro também faz o bem. Confira tudo isso no vídeo e nas fotos abaixo:

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Relação estressante com outras pessoas encurta a vida

Nova pesquisa descobriu que pessoas que brigam frequentemente com seus parceiros, filhos e até vizinhos têm maior risco de morte

Brigas: Conflitos frequentes com o parceiro pode triplicar risco de morrer, diz estudo (foto: Thinkstock)
Brigas: Conflitos frequentes com o parceiro pode triplicar risco de morrer, diz estudo (foto: Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

Manter relações estressantes e desgastantes com outras pessoas – sejam elas amigas, familiares ou vizinhas – eleva o risco de morte prematura. Essa é a conclusão de um novo estudo feito na Universidade de Copenhague, Dinamarca. Segundo a pesquisa, tais conflitos afetam mais a saúde dos homens do que das mulheres, e mais intensamente indivíduos que estão desempregados.

De acordo os autores do trabalho, os médicos reconhecem que manter relações estreitas com familiares e amigos tem um efeito protetor sobre a saúde das pessoas. Porém, pouco se sabe sobre os efeitos do stress provocado por relações sociais conflitantes.

A pesquisa se baseou em um levantamento nacional feito na Dinamarca com 9 870 pessoas entre 30 e 60 anos. Elas foram acompanhadas entre 2000 e 2011. Durante esse tempo, os participantes responderam a questionários que incluíam perguntas sobre suas relações com parceiros, filhos, familiares, amigos e vizinhos. Esses indivíduos também relataram se sofriam algum sintoma depressivo.

Análise — Ao longo do estudo, 4% das mulheres e 6% dos homens morreram. Quase metade das mortes foi provocada por câncer – as outras causas incluíram doenças cardiovasculares e hepáticas, acidentes e suicídio.

Segundo os resultados, a chance de morrer durante a pesquisa foi duas vezes maior entre pessoas que brigavam frequentemente com seus parceiros ou amigos em comparação com quem não enfrentava esse problema. Esse risco foi três vezes mais elevado se os conflitos aconteciam com os vizinhos do indivíduo — e 4,5 maior caso ele estivesse desempregado.

Além disso, as pessoas cuja relação com o parceiro era desgastante ou causava preocupação com frequência (mas sem necessariamente envolver brigas) tiveram o dobro do risco de morrer durante o estudo do que aquelas que raramente sofriam com esse tipo de problema. No caso de esses problemas acontecerem nas relações com seus filhos, a chance de morrer foi 50% mais elevada.

Os resultados foram publicados na edição deste mês do periódico Journal of Epidemiology & Community Health.

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Homens baixos têm vida mais longa, sugere estudo

Segundo pesquisadores , gene da longevidade, mais atuante nos baixinhos, seria o responsável pela menor estatura

Homens mais baixos vivem mais: boa notícia para o ator Danny de Vito, na foto com Arnold Schwarzenegger durante as gravações do filme “Irmãos gêmeos”
Homens mais baixos vivem mais: boa notícia para o ator Danny de Vito, na foto com Arnold Schwarzenegger durante as gravações do filme “Irmãos gêmeos”

Publicado em O Globo

Enfim uma boa notícia para os baixinhos. Segundo pesquisadores da Universidade do Havaí, homens com estatura menor de 1m58 vivem mais. No fim das contas, o bullying, o complexo de inferioridade e até mesmo as dificuldades cotidianas — como a visualização prejudicada em shows e espetáculos — valem a pena. Como diz o ditado, “quem ri por último, ri melhor”.

Há uma explicação científica para o fato. O FOX03, conhecido como gene da longevidade, seria mais atuante nos baixinhos e, inclusive, estaria diretamente relacionado ao seu tamanho. O estudo foi realizado com oito mil homens americanos com descendência japonesa nascidos entre 1.900 e 1.919. Eles foram separados em dois grupos: menores e maiores de 1m58.

O resultado das análises, que levaram em conta estilo e condições de vida ao longo dos anos, mostraram que o tamanho era proporcional ao tempo de vida.

— Este estudo mostra, pela primeira vez, que o tamanho do corpo está ligada ao gene FOXO3 — disse Bradleu Willcox, autor do estudo do departamento de Medicina Geriátrica da Universidade do Havaí, ao “Telegraph”. — Quanto mais alto você é, menos você vive.

Willcox acrescentou, ainda, que a relação entre tamanho e longevidade era conhecida em animais, mas que essa foi a primeira vez que o modelo foi comprovado em humanos.

Os mais baixos também apresentavam menores níveis de insulina no sangue e menor propensão a desenvolver câncer. Cerca de 1.200 homens do estudo, publicado na revista “PLoS ONE”, viveram até 90 ou 100 anos, e aproximadamente 250 deles ainda estão vivos.

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