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Com pai internado, Lívian Aragão vai a culto evangélico

Lívian ao lado do namorado em culto (foto: Xande Nolasco)

Lívian ao lado do namorado em culto (foto: Xande Nolasco)

Publicado no Extra

Filha caçula de Renato Aragão, Lívian Aragão, 15 anos, tirou a noite de domingo para ir a um culto evangélico na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

A adolescente está frequentando o Soul Church, igreja protestante que tem a ex-mulher de Romário, Danielle Favato, como pastora.

Lívian foi orar ao lado do namorado, Nicolas Prattes. Bem disposta, ele pediu pela saúde do pai. A mãe de seu namorado, Giselle Prattes, também estava na igreja _ ela é cantora gospel. Marcus Menna, ex-líder do LS Jack que foi recentemente batizado na mesma religião, também foi ao culto.

Renato Aragão voltou a ser internado no hospital Barra D’Or na tarde de sábado, 22, com febre alta. A equipe médica constatou que ele está com infecção urinária e ficaria em observação até segunda, 24, sendo medicado com antibióticos.

No sábado anterior, ele sofreu um infarto e ficou internado até quarta, 19, quando voltou para casa.

Lívian Aragão e o namorado (foto: Picasa / Xande Nolasco)

Lívian Aragão e o namorado (foto: Picasa / Xande Nolasco)

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A banda da sogra de Lívian (foto: Picasa / Xande Nolasco)

A banda da sogra de Lívian (foto: Picasa / Xande Nolasco)

Marcus Mena, ex-LS Jack, que foi recentemente batizado na religião (foto: Picasa / Xande Nolasco)

Marcus Mena, ex-LS Jack, que foi recentemente batizado na religião (foto: Picasa / Xande Nolasco)

Festa no Rio de Janeiro toca batidão evangélico e proíbe a saliência

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Publicado no Extra

No sábado à noite a galera se arruma, reúne os amigos e vai para um lugar com luzes e um DJ mandando ver na pista, com batidas de pop, funk e hip hop. À primeira vista parece uma festa qualquer, mas na Gospel Night o público se diverte e louva Deus.

A noitada “100% evangélica” rola hoje, no Mello Tênis Clube, na Vila da Penha, e é indicada até pela cantora Perlla. A festa tem tudo o que as outras têm, menos bebida, cigarro e pegação.

Aliás, para que ninguém perca a linha, não há espaços escuros e ainda tem a Operação Desgrude, para separar aqueles casais mais saidinhos.

— Nem namorado pode ficar se beijando. A Operação Desgrude é um grupo que fica rodando pelo salão para não deixar ninguém se agarrar ou passar do limite dançando. Às vezes a gente usa até um extintor — conta o DJ Marcelo Araújo, o criador e organizador do evento.

Vista de fora, a Gospel Night parece uma festa como as outras. E até engana os desavisados:

— Pensam que é uma loucura, mas é diferente. Mesmo assim curtem.

Na primeira edição, em 1998, não foi ninguém. Hoje é um sucesso que já chegou a outros estados, como Bahia, Minas Gerais e Paraná. No Rio, acontece quatro vezes por ano, juntando até 4 mil pessoas em cada festa.

— Por que não fazer algo tranquilo e com decência? Eu sabia que podia usar o dom que Deus tinha me dado em favor daquilo que eu acreditava — conta o DJ.

A iniciativa conquistou a cantora Perlla, que tocou na última edição da Gospel Night:

— Foi uma satisfação muito grande. O mais especial é que os jovens se alegram, dançam a noite toda sem estar sob o efeito de álcool ou drogas. A presença de Deus já basta para ficarem felizes. É legal!

No palco de 360 graus, uma mega estrutura com luzes e telas de led dão o clima que empolga a galera. Mas tudo é desligado, lá pelo meio da noite, para todos ouvirem a Palavra.

— Tem tido uma média de 50 pessoas por noite que decidem aceitar Jesus — diz o DJ.

“Brasil pode ser pequeno demais para Anitta”, diz artigo da ‘Forbes’

Publicado no Terra

“Até agora, sua carreira meteórica indicou que o Brasil pode ser pequeno demais para ela”. Assim termina um artigo publicado na Forbes, nesta sexta-feira (30), sobre a cantora Anitta. Escrito pelo brasileiro Anderson Antunes, colunista fixo da versão digital da revista, o texto indica motivos que levariam a uma carreira internacional de sucesso da funkeira.

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No início do artigo, Ivete Sangalo é citada como a principal artista brasileira da atualidade com reconhecimento fora do Brasil. “Apenas há duas semanas, foi a cantora brasileira Ivete Sangalo que esteve nas manchetes dos Estados Unidos, onde ela começou a tão esperada turnê por cinco cidades. Comparada a Tina Turner pelo The New York Times, Sangalo é, sem dúvida, uma megastar no Brasil, onde já vendeu 15 milhões de discos e onde ganha até US$ 500 mil por show”.

O jornalista, no entanto, opina que o sucesso de Ivete no Brasil é grande demais para que a cantora se arrisque na carreira internacional. “Na verdade, ela é tão grande no país sul-americano que, neste momento de sua carreira, seria um risco enorme se deslocar até o estrelato internacional, que é o tipo de compromisso que exige tempo e atenção. No seu caso, pode simplesmente não valer a pena”, continua.

Depois de falar sobre o sucesso da baiana, o artigo aponta argumentos para a impossibilidade de sucesso de Ivete fora do País. “Além disso, o problema de Sangalo, que tem 41 anos e quase não fala inglês, é que ela é muito brasileira. E, salvo exceções, a música brasileira ainda não teve um grande impacto fora do Brasil, principalmente por causa da barreira linguística – muito do encanto da língua é devido à característica bonita e sexy do idioma português, tornando-se algo para aqueles que apreciam a linguagem, e não para o público em geral”.

Como contraponto, Antunes cita Anitta como uma jovem de 20 anos que fala inglês fluentemente e que tem o estilo musical influenciado por elementos internacionais. “Natural do Rio de Janeiro e ex-funcionária da (multinacional) Vale, Anitta começou cantando funk carioca, mais conhecido no exterior como baile funk, um gênero musical criado nas favelas do Rio de Janeiro que combina elementos do hip hop moderno com o Miami bass. Hoje, ela evoluiu para o mais aceito internacionalmente pop com R&B, que é semelhante ao feito por músicos norte-americanos como Rihanna e Kei$ha”.

O artigo ainda descreve os sucessos de Anitta e a importância do Youtube para que a carreira da funkeira deslanchasse. Antunes também não deixa de comentar sobre o estilo desenvolvido pela cantora, que foca na “mulher poderosa”. “Anitta parece ter aprendido bem como promover-se no Youtube, indiscutivelmente a plataforma mais poderosa de mídia atualmente. Ela tem uma imagem forte e suas letras indicam que ela quer que as pessoas a vejam como uma mulher poderosa, o tipo de mensagem que agrada a maioria das mulheres”.

Para finalizar o artigo, o jornalista afirma que o apelo sexual de Anitta condiz ao utilizado por estrelas internacionais que figuram como as mais poderosas atualmente. “Além disso, o frescor e beleza de Anitta podem ser um trunfo em um momento em que a indústria aprendeu a priorizar a atratividade sexual tanto quanto o talento musical”, afirma. “A mais recente lista daForbes das 100 maiores celebridades só prova que, em três de suas 10 principais artistas, estão cantoras do sexo feminino que se encaixam nessa categoria (Lady Gaga, Beyoncé e Taylor Swift)”.

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Globo pode desistir de mocinha evangélica

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Por Keila Jimenez, na Folha de S. Paulo

Fazer sucesso tem o seu preço. Que o diga Valdirene, personagem de Tatá Werneck que virou hit em “Amor à Vida”, novela das 21h da Globo. A “piradinha” mais querida do folhetim de Walcyr Carrasco deve ter a história original modificada só para atender à demanda do público.

Antes mesmo de Tatá ser escalada para o papel, Valdirene já era a grande aposta do autor, que criou a personagem para ser uma amalucada que sofreria uma grande reviravolta e se transformaria em uma cantora gospel de enorme sucesso.

Seria ela então a primeira mocinha evangélica de uma novela das 21h da Globo se o tom de comédia de Valdirene não tivesse dado tão certo.

Pesquisas de opinião e dados de audiência mostram que as cenas de humor da personagem são as preferidas pelo público da novela. Com isso, a parte dramática de Valdirene, a busca pela nova religião, pode ser engavetada de vez.

A Folha apurou que tanto a Globo como o autor da trama cogitam esquecer essa história de cantora gospel, mocinha evangélica, para apostar mais no deboche de Valdirene e sua mãe, Márcia (Elizabeth Savalla).

Uma das ideias é que elas fiquem ricas de fato na trama, mas sem perder toda a falta de noção da dupla, o que renderá mais cenas de comédia.