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Campanha faz cadelinha abandonada receber carinho de diversas pessoas na rua

Publicado no Irado Rox

Depois de ter sido maltratada, abandonada e ficado desnutrida, a cadelinha Pat viu de perto como é o lado ruim de um ser humano.

A ONG MaxMello, defensora dos animais, resolveu fazer uma campanha para mostrar a Pat que existem pessoas boas no mundo, e que nem todos são iguais. Eles a levaram para a rua e fizeram com que ela recebesse carinho o dia inteiro, de diversas pessoas.

Dava pra ver no seu rosto que ela estava feliz. Assista!

Para incentivar as pessoas, a ONG colocou placas com dizeres: “Pat já conheceu o lado mau do ser humano. Mostre para ela o lado bom – Faça um carinho!”. Será que dava pra resistir?

Além de ajudar a Pat, a ONG também incentivou as pessoas a cuidarem dos seus animais e até mesmo adotar os que estão na rua. Atualmente, a MaxMello trabalha diariamente com mais de 320 cães, 18 gatos e até mesmo 2 porquinhas. A campanha de ajuda é essencial, já que a instituição não tem muitos recursos para abrigar todos esses animais.

Cadela cruza cidade do interior de SP com carne na boca para dar a filhotes

Animal ia até mercado ganhar carne para levar em barranco para filhotes.
Mãe protegia a ninhada, que não conseguia sair do local.

Cadela Menina, com o comerciante João e os filhotes (foto: Reprodução / TV Tem)

Cadela Menina, com o comerciante João e os filhotes (foto: Reprodução / TV Tem)

Publicado no G1

Uma cadela de rua comoveu moradores da pequena cidade de Ariranha (SP), cidade com pouco mais de oito mil habitantes. Ela deu cria em um buraco e fazia uma verdadeira maratona para alimentar os filhotes, até que o segredo foi descoberto por um comerciante que a alimentava e os filhotes foram resgatados.

“Menina”, nome que o comerciante João Teodoro deu para a cachorrinha, aparecia há um mês, todos os dias, na mercearia onde ele trabalha. Em pouco tempo, ela conquistou o carinho de todos os funcionários. “Ela ficava com a gente, brincava bastante, ela se acostumou com a nossa presença porque a gente cuidava dela, é muito carinhosa”, afirma.

Sempre quando chegava, a cadelinha estava cansada e com fome. O comerciante Jucimar Teodoro, que é dono do mercado, passou a oferecer carne, pelo menos três vezes ao dia. “Ela ficava louca com tanta comida, comia muito, vinha umas quatro vezes por dia aqui. Dava impressão que estava com muita fome”, diz.

Mas João começou a perceber algo diferente no comportamento da cadela. Depois de comer, ela enchia a boca de carne e ia embora. “Ela enchia a boca e ia embora levando a carne. Foi quando eu comecei a desconfiar de algo errado e fui sondar o que acontecia”, afirma João.

Curioso, ele seguiu os passos de Menina. Juntos, eles atravessaram a cidade e cruzaram até uma rodovia, em um trajeto que levou meia hora. Segundo ele, a cachorra parecia ansiosa, como pressa de chegar ao local. A caminhada de quase dois quilômetros o levou a descobrir porque todos os dias a vira-lata saia da mercearia com a boca cheia de carne. No local, estavam os filhotes, que ela alimentava com a carne que conseguia.

Menina atravessa cidade e leva carne na boca para os filhotes (foto: Reprodução / TV Tem)

Menina atravessa cidade e leva carne na boca para
os filhotes (foto: Reprodução / TV Tem)

Em um esconderijo improvisado, no meio de um barranco de 4 metros, a mãe protegia a ninhada, que não conseguia sair do local. Para chegar até os cachorrinhos, João precisou chamar o Corpo de Bombeiros. “O resgate foi complicado. Os bombeiros desceram o barranco e com medo, os filhotes se calaram. Sem barulho, foi difícil encontrá-los. Só quando eles começaram a chorar conseguimos localizá-los”, diz Marta Félix, protetora de animais e que acompanhou o resgate.

Vice-presidente de uma ONG protetora de animais, Roseli Gutierrez já conhecia a história da cadela. “Essa cachorrinha apareceu no centro da cidade prestes a dar à luz, mas antes de a gente conseguir fazer alguma coisa, ela sumiu”, afirma Roseli.

Comovida, Roseli não pensou duas vezes e levou “Menina” e os filhotes para casa dela. No novo lar, bem mais confortável que o antigo, eles recebem água e comida à vontade, uma recompensa pequena perto do exemplo tão verdadeiro de amor e generosidade. “Essa é uma história que teve um final feliz, mas não é isso que acontece com a maioria dos animais abandonados, que morrem queimados nos canaviais ou atropelados”, afirma. Tanto a cadela quanto os sete filhotes passam bem e serão doados depois que desmamarem.

Estudo: dois terços das pessoas comprometidas sentem falta de carinho

De acordo com especialistas, o toque pode aumentar a autoestima das mulheres em 40%

Oito em cada dez britânicos disseram que o toque é o elemento mais importante para um relacionamento (foto: Getty Images)

Oito em cada dez britânicos disseram que o toque é o elemento mais importante para um relacionamento (foto: Getty Images)

Publicado originalmente no Terra

Viver uma relação amorosa deveria ser um motivo óbvio para dar e receber carinho, mas muitas vezes a rotina agitada, estresse e cansaço atrapalham a vida dos casais. De acordo com uma pesquisa encomendada pela Durex, marca especializada em produtos sexuais, dois terços dos entrevistados disseram que sentem falta de contato com o parceiro, mesmo que estejam em um relacionamento feliz. As informações são do Daily Mail.

O levantamento, realizado com 2 mil britânicos comprometidos, mostra que três em cada cinco entrevistados gostariam de passar mais tempo beijando e abraçando o companheiro, mas quase 30% dos casais costumam passar dias sem tocar um no outro.

Oito em cada dez britânicos disseram que o toque é o elemento mais importante para um relacionamento. Ainda assim, eles contam que o contato corporal diário, como acariciar, abraçar e dar as mãos, costuma ser deixado de lado.

A pesquisa mostra ainda que o carinho pode substituir os tratamentos de beleza, já que quatro em cada dez mulheres se sentem mais bonitas quando tocadas pelo parceiro e a autoestima feminina pode aumentar em até 40% com carinho. Isso porque o toque estimula o fluxo sanguíneo, que traz novos nutrientes para a pele, gerando um brilho natural.

Animal de estimação pode deixar dono mais feliz, otimista e ativo

Saiba qual o melhor bicho para cada tipo de pessoa e família.
Cães, gatos e outros mascotes ajudam pressão, hiperatividade e depressão.

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Publicado no Bem Estar

Ter um animal de estimação em casa pode ser melhor do que remédio e terapia juntos. Isso porque um cão, gato ou outro bichinho mais exótico – como aves, peixes, tartarugas e escargôs – é capaz de deixar o dono mais feliz, otimista, ativo e menos solitário.

Além disso, os animais domésticos podem fazer bem para o coração (pressão arterial e circulação sanguínea), sistema imunológico, hiperatividade, depressão, postura e alergias.

O psiquiatra Daniel Barros e a veterinária Silvia Ricci explicaram os benefícios de ter um bichinho como companheiro diário e qual é o mais indicado para cada tipo de dono e família. Em alguns casos, até animais de grande porte podem ajudar, como cavalos e botos.

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Sua saúde x do animal
Animais seguem os donos em vários aspectos: costumam saber quando a pessoa está triste ou feliz e podem ser os melhores companheiros. Mas é importante saber que a saúde deles também é determinante para a sua.

Um animal com a saúde debilitada, por exemplo, pode ser incapaz de desempenhar as funções de convívio social, vínculo afetivo e companhia que você espera. Ele pode, ainda, se tornar arredio e ficar estressado. Por isso, pelo bem da sua saúde, mantenha seu animal sempre bem.

Veja abaixo o animal mais indicado para cada tipo de dono:

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Dicas para benefício mútuo
1 – Seja tolerante com seu animal e ensine-o a ser tolerante com o seu carinho
2 – Não abra exceções se criar uma regra na educação dele
3 – Cuidado com a bronca: prefira usar reforços positivos, como elogios, recompensas com biscoitos, etc
4 – Conheça a espécie. Isso pode ajudar a você agradar mais ao seu animal
5 – Mantenha as vacinas do seu bichinho em dia

Após sofrer maus-tratos e perder pata, vira-latas conquista jovens na zona norte

O cachorro mora na rua, em frente ao prédio onde vive a dupla, e se alimenta graças à ajuda “de todo mundo que dá uma coisinha”.

Cachorro Snoopy, de 3 patas, segue Felipe Alves Nunes,14 e Evandro Pereira dos Santos,12, até o colégio em SP. Foto: Eduardo Knapp/Folhapress

Cachorro Snoopy, de 3 patas, segue Felipe Alves Nunes,14 e Evandro Pereira dos Santos,12, até o colégio em SP. Foto: Eduardo Knapp/Folhapress

Publicado originalmente na Folha de S. Paulo

Caso alguém decida fazer uma visita à escola municipal Romão Gomes, no Parque Novo Mundo, na zona norte de São Paulo, no período da tarde, vai ser recebido, em primeiro lugar, por um cão vira-latas de três patas batizado pelas crianças de Snoopy.

Todos os dias, com faltas eventuais apenas por questões amorosas, o cachorro aguarda os garotos Felipe Alves Nunes, 14, e Evandro Pereira Santos, 13, saírem do compromisso escolar para acompanhá-los de volta para casa, em um conjunto residencial Cingapura, pouco menos de um quilômetro dali.

O cachorro mora na rua, em frente ao prédio onde vive a dupla, e se alimenta graças à ajuda “de todo mundo que dá uma coisinha”.

Felipe acredita que o chamego do cão com ele e com o amigo Evandro veio após eles terem dado “duas salsichas saborosas” ao bicho.

“Ele é meu melhor amigo. Reconheço o esforço que faz, todos os dias, andando 850 metros só para ficar me esperando. Retribuo brincando, jogando bola e fazendo carinho nele”, diz Felipe.

Alunos fazem desenhos em escola municipal onde contam a história do vira-lata Snoppy que sofreu maus-tratos

Alunos fazem desenhos em escola municipal onde contam a história do vira-lata Snoppy que sofreu maus-tratos

HISTÓRIA DE AMOR

A história de amor entre Snoopy e os meninos começou há dois anos, antes de o cão ter sofrido a amputação devido a maus-tratos.

“O cachorro desapareceu por um tempo e todos na escola acharam estranho. Só ficamos sabendo de tudo o que tinha acontecido quando ele retornou à rotina, já sem a patinha da frente”, afirma a diretora, Tânia Carmona.

Quando sumiu, Snoopy só foi encontrado após uma busca que envolveu estudantes e moradores do bairro. “Encontramos ele muito machucado. Ele me viu e parecia que pedia para eu ir embora porque queria morrer sozinho. Foi muito triste”, lembra Felipe, estudante da oitava série.

VAQUINHA

Moradores e alunos fizeram uma vaquinha e conseguiram arrecadar o valor de R$ 2.000 para os cuidados veterinários emergenciais para o cachorro.

Em poucas semanas, o vira-lata sorridente -meio branco, meio caramelo- estava recuperado, mas tendo de conviver com uma deficiência: andar sem a pata esquerda dianteira.

“Para mim, ele ter só três patas não faz diferença nenhuma. Só no começo, que ele andava um pouco mais devagar, mas, agora, é quase normal. O meu amor por ele é igual”, conta Evandro.

Apesar de os alunos conhecerem o cachorro “da portaria”, poucos sabiam de sua saga, que só ficou popular após a publicação dos detalhes em um blog do colégio.

“A história do Snoopy é próxima da vida da gente, não é conto de fadas. Todo o mundo se emociona com a vontade dele de continuar vindo com os meninos”, conta Giovanna Lemos, 12.

Snoopy também virou tema de exposição de cartazes feitos na escola. Os alunos descreveram em desenhos seus sentimentos pelo bicho.

UNIÃO

“O cachorro ultrapassou a função dos nossos projetos pedagógicos e mexeu com o emocional das crianças, que vivem uma realidade muito dura no bairro, muitas vezes de pobreza, de violência”, declara Ana Paula Faria, professora de informática educativa do colégio.

O cachorro só sai da portaria durante o período de aula em três situações: quando vê um dos garotos na quadra de esporte e começa a latir em desespero, quando consegue driblar os funcionários para ficar babando na janela da sala de aula dos meninos e para acompanhar a dupla de volta para casa.

Para a assistente de diretoria Marisa Testone, os detalhes da história do cachorro “despertaram um sentimento de união entre os alunos”.