Motoqueira “justiceira” faz sucesso no Youtube com a missão de devolver o lixo para quem suja as ruas

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Publicado no Hypeness

Uma mulher está sendo chamada de “justiceira” na Rússia, pois ela começou a fazer algo que intimamente já desejamos fazer alguma vez: devolver o lixo que alguém acabou de descartar de dentro do carro.

Em um vídeo publicado no último dia 15 deste mês, e que até o momento já tem quase 10 milhões de views, mostra a motoqueira parada em lugares estratégicos, esperando que alguém descarte algo pela janela do veículo. Ela então vai atrás do carro e devolve o lixo que a pessoa jogou fora ou ainda pega algum outro lixo e joga para dentro do carro.

Como o vídeo não tem descrição, não sabemos se é algo ensaiado ou espontâneo, ou ainda se alguma ação de marketing (hoje em dia não dá pra saber), mas, apesar de politicamente incorreto e um tanto bruto o fato de jogar de volta o lixo em cima da pessoa, o ato é muito simbólico e faz com que a pessoa, pelo menos, pense duas vezes antes de voltar a descartar algo.

Dá uma olhada no vídeo:

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Família suspeita de fraude com milhas no RJ responderá em liberdade

Movimentação foi de quase R$ 40 milhões, segundo a polícia.
Técnico em eletrônica comandaria esquema com 11 pessoas.

advenPublicado no G1

Uma família de Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio, é suspeita de movimentar R$ 39 milhões em transações ilegais com cartões de crédito e milhas. Segundo a polícia, os parentes usavam o dinheiro pra levar uma vida de luxo: com carros, compras e viagens pelo mundo todo. A reportagem foi exibida pelo Fantástico neste domingo (3).

Segundo o delegado Flávio Porto, os suspeitos podem responder em liberdade por formação de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica, falsificação de documentos e lavagem de dinheiro. Procurados pela reportagem do Bom Dia Rio, os suspeitos não quiseram gravar entrevista.

O retrato de uma família feliz. Em Hollywood. Nos mais belos cartões postais dos Estados Unidos, da Europa, da América do Sul e até da China. Foram muitos os passeios e aventuras. Nos últimos anos, essa família brasileira realizou o sonho de conhecer o mundo. Mas a polícia suspeita que todas essas viagens foram realizadas graças a um golpe.

Uma armação cheia de criatividade digna de cinema, cujo roteiro começa nessa rua pacata de Padre Miguel, na Zona Oeste. Na manhã da última quinta-feira, as forças especiais da polícia bateram à porta. O técnico em eletrônica Bruno Will, de 27  anos, suspeito de comandar o esquema, e a mulher Evellin, foram surpreendidos ainda de pijama.

Na casa em frente, Jeverson e Ester, os pais de Bruno, foram acordados  por homens de fuzil na mão. Mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça foram cumpridos ali, e também em casas da família em Bangu, São Gonçalo e Niterói. Dezenas de cartões de crédito, extratos, passagens aéreas, reservas, boletos bancários, relatórios financeiros e computadores foram apreendidos.

O dinheiro movimentado por Will e outras 10 pessoas da família chamou a atenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério da Fazenda. O gasto com carros, casas, patrimônio e viagens, segundo a polícia, é uma fortuna incompatível com a renda declarada por eles. Bruno, por exemplo, tem renda de R$ 1,7 mil.

O esquema
De acordo com o delegado chefe do Núcleo de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro, o esquema funcionava a base do acúmulo de milhas, utilizando de boletos bancários falsos.

Com o propósito de ganhar milhas, cartões de crédito eram usados em sequência para pagar contas e faturas de outros cartões. O valor de algumas faturas era altíssimo. Só uma delas custava R$ 32 mil. Bruno, a mulher e os pais dele, tiveram dezenas de cartões de crédito válidos apreendidos. Um cartão cobria a despesa de outro cartão e assim sucessivamente, o que não é crime. O problema é que o grupo decidiu cometer uma fraude e fabricar boletos falsos para acelerar o ganho de milhas. Bruno e a mulher emitiam boletos no nome deles. E eram pagos por eles mesmos.

Segundo a polícia, não havia qualquer produto ou serviço vinculados aos pagamentos. Os investigadores descobriram que as milhas acumuladas eram vendidas para uma agência de viagem em Minas Gerais, que depositou milhares de reais em contas da família. Outras teriam sido trocadas por passagens aéreas.

As empresas aéreas e cartões de crédito proíbem em contrato a venda de milhas. Mas na internet há dezenas de sites e empresas que compram as milhas por valores que variam de acordo com a demanda.

A Justiça determinou o bloqueio das contas bancárias e das milhas dos 11 investigados. O delegado diz que a quebra do sigilo bancário deve mostrar quanto dinheiro foi obtido de forma ilegal. A polícia aguarda o resultado de perícia para saber como foram usados os milhões de reais que circularam nas contas do grupo. E espera entender por que uma família de classe média, religiosa, aparentemente e unida e feliz, atravessou a fronteira da criatividade para fazer uma viagem bem mais cara ao mundo do crime.

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Dirty Old Car – Criando arte com a sujeira dos carros

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Publicado no Marte é para os fracos

Scott Wade apresentou seu trabalho ao mundo em 2010, com sua série “Dirty Old Car”, ele criar incríveis desenhos nos vidros dos carros, usando a poeira acumulada nesses vidros.

Ele recentemente lançou uma nova série com mais alguns incríveis trabalhos, inspirado em elementos da natureza, personagens de filmes e figuras famosas, seu trabalho é realizado em estúdio e também em eventos em shoppings com acompanhamento do público onde os carros estão devidamente empoeirados para que o artista possa desenvolver seu trabalho.

Veja também essa entrevista, onde ele conta um pouco de sua história. Para conhecer mais do trabalho do Scott Wade acesse o site Dirtycarart.

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Mais ciclistas na rua não significa mais acidentes

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Publicado no Planeta Sustentável

Prega o senso comum que os ciclistas, ao pedalarem em ruas onde passam carros, só atrapalham o trânsito e aumentam o risco de acidentes. A realidade pode ser bem diferente. Estudo da Universidade do Colorado em Denver, nos Estados Unidos, mostra que o aumento do número de bicicletas nas estradas reduz a ocorrência de colisões e outros acidentes de trânsito e, por tabela, torna o tráfego mais seguro.

O ponto de partida dos pesquisadores foi criar funções de performance de segurança para bicicletas (SPFs, em inglês) na cidade de Boulder, que tem uma das mais altas taxas de ciclismo no país – 12% de sua população usa a magrela nos seus deslocamentos diários.

Essas funções modelam a relação matemática entre a frequência de acidentes e seus principais fatores. Apesar de existir uma série de SPFs para veículos, não há nenhuma para bicicletas.

Os autores criaram a função de segurança para Boulder estudando acidentes em cruzamentos por toda a cidade, focando especialmente nos locais onde mais de dois terços das colisões acontecem. Eles compararam os dados de acidentes com a contagem de bicicletas nas vias.

A avaliação demonstrou que o risco de acidente é relativamente alto em interseções com menos de 200 ciclistas por dia. Ou seja: a chance de colisão diminuía quando mais ciclistas passavam por uma determinada rua.

“Alguns estudos trabalham com a hipótese de que quando os motoristas esperam ver um número significativo de ciclistas na rua, eles mudam seu comportamento”, disse o coautor do estudo Wesley Marshall, professor de engenharia civil da Universidade de Denver no Colorado. “Eles são mais propensos a olhar po cima do ombro para ver se um ciclista vem vindo antes de fazer uma curva, por exemplo”.

Outra hipótese é de que os ciclistas também podem ser atraídos para áreas mais seguras. “Na verdade, nós estamos começando a achar que as cidades com um alto nível de bicicleta não são apenas mais seguras para os ciclistas, mas para todos aqueles que estão na estrada. Melhorar as ruas para melhor acomodar as bicicletas pode aumentar a segurança para todos “, disse o pesquisador.

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Artista desenha carros com borra de café

Publicado no Jornal do Carro

A arte se manifesta de maneiras misteriosas. Para Adrian Mitu, a inspiração surgiu por meio da borra de café no fundo de uma xícara. O artista romeno viu no material geralmente descartado uma possibilidade de transformação e de criar imagens incríveis, como a Lotus de Ayrton Senna, um Dodge Challenger 1970 ou seu próprio Opel Adam.

Ele usa a técnica da Aquarela, dissolvendo a borra em água para atingir o tom, contraste e sombreado desejado, mas assume que a ideia surgiu na verdade da preguiça de levantar e pegar seu kit de cores um dia. O artista criou uma página no Facebook para divulgar seu trabalho.

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