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Exposição reúne ‘carrões’ usados pela polícia de Dubai

Modelos de viaturas contam com Lamborghini, Ferrari e Mercedes. Polícia afirma que objetivos dos carros é ‘patrulhamento mais veloz’.

publicado no G1

Nos Emirados Árabes Unidos, uma exposição realizada pelo Mercado Árabe de Viagens reuniu os ‘supercarros’ utilizados pela polícia de Dubai. Os oficiais da cidade se tornaram famosos depois de desfilarem pelas ruas andando em “carrões” como Lamborghinis, Ferraris, Mercedes, entre outros.

De acordo com a polícia, o objetivo dos carros poderosos é fornecer um ‘patrulhamento veloz’ nas ruas.

Após apresentar o primeiro ‘carrão’ usado pela polícia, uma Lamborghini Aventador, os oficiais de Dubai desfilaram como um Ferrari pela cidade, antes de mostrar os outros modelos vistos na exposição.

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O homem que deu a volta ao mundo sem pegar avião ou dirigir um carro

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Paulo Moura, no Hypeness

Duzentos e um países. Duzentos e cinquenta mil quilômetros. Orçamento: 100 libras por semana (cerca de R$ 310,00). Uma regra: todo o trajeto tinha de ser feito, por terra ou por mar, em ônibus, trens, comboios, “ferry-boats”, táxi ou navios de carga, mas nunca em aviões ou carros particulares. O feito inédito do inglês Graham Hughes durou exatos 1461 dias para se concretizar e é daqueles capazes de deixar qualquer um impressionado!

Em alguns países Graham passou semanas (se não meses), outros como o Brasil  - ele esteve rapidamente em Boa Vista, Roraima – não ficou mais de um dia. Segundo uma entrevista dada recentemente, de todos ele se confessou particularmente fascinado por Palau, ‘um dos últimos paraísos tropicais intactos do mundo’, Seychelles, Madagáscar, Etiópia e Irã.

Entre as aventuras pelo caminho, Graham passou 4 dias atravessando o oceano em um barquinho de madeira para chegar ao Cabo Verde, ficou detido por uma semana no Congo e foi preso quando tentava entrar na Rússia. Ele rodou pelo Iraque portando uma Ak-47, conheceu o primeiro ministro de Tuvalu, ficou hospedado numa tribo Bwiti no Gabão, brincou com lêmures em Madagascar, lavou elefantes na Índia, comeu polvo vivo na Coréia do Sul e foi resgatado das mãos de muçulmanos fundamentalistas por um ladyboy filipino chamado Jenn. Ufa!!!

A pergunta que não quer calar: por que razão decidiu fazê-lo? “Porque este planeta é nosso. É nossa casa. Durante muitos anos os poderes instalados decidiram onde podíamos e onde não podíamos ir. Isso acabou. Todos os países do mundo estão finalmente abertos, portanto vamos conhecê-los!

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Isto não é um jogo – esculturas em tamanho de Lorenzo Quinn

Publicado por Tecno@art News

Lorenzo Quinn é autor de uma série de esculturas de mãos em tamanho real que se divertem com os brinquedos. A instalação pública intitulada “Isto não é um jogo, ou isto é um jogo” joga com o imaginário da criança e traz um conjunto de narrativas visuais que ocorrem a partir dos brinquedos manipulados. Ao mesmo tempo traz em evidência uma mensagem sobre a gravidade de uma guerra.

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Visualmente semelhante é a série de instalações Vroom Vroom e La Dolce Vita, que apresentam mãos que orientam os carros como se fossem brinquedos.

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Lorenzo Quinn's Vroom Vroom Sculpture Is Installed On Park Lane

Lorenzo Quinn's Vroom Vroom Sculpture Is Installed On Park Lane

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dica do Etewaldo Junior

Viciados em comida chegam a gastar 60% do salário em restaurantes

A estilista Ana Paula Tieko, 28, no Attimo Foto: Julia Rodrigues/Folhapress

A estilista Ana Paula Tieko, 28, no Attimo Foto: Julia Rodrigues/Folhapress

Bruna Haddad, na Folha de S.Paulo

Rodrigo Saraiva, 29, sempre ouviu do pai que não se deve economizar com comida. “Acho que estou elevando esse conselho para outro patamar”, brinca o diretor de arte de cinema, que gasta cerca de 40% do salário em restaurantes.

Embora sempre tenha gostado de comer, o paranaense intensificou o hábito de frequentar restaurantes há um ano, quando passou a viver em São Paulo. Ao lado do namorado paulistano, sai, em média, cinco vezes por semana atrás de novos lugares.

Rodrigo gosta de comer, conhece lugares caros, gasta dinheiro com isso. Mas não é exatamente um gourmet –segundo o “Houaiss”, aquele “que se regala com finos acepipes e bebidas”.

Quem são os “foodies” paulistanos

Para definir tipos como ele, se popularizou na Inglaterra, nos anos 1980, o termo “foodie”, que descreve aficionados de comida que não escolhem o restaurante pelo preço. Segundo o americano Paul Levy, coautor do livro “The Official Foodie Handbook” (manual oficial do “foodie”), de 1984, o significado se mantém atual. “Gourmets são elitistas e antiquados”, afirmou à sãopaulo.

Em comum, os “foodies” paulistanos têm menos de 30 anos, ganham salários entre R$ 3.500 e R$ 12 mil e não têm filhos. Esse é o perfil dos entrevistados que se assumiram como viciados em comida.

Em vez de gastar com carros, eletrônicos ou arte, “investem” em entradas, pratos principais e sobremesas. Alguns chegam a dedicar até 60% da renda mensal para bancar experiências gastronômicas.

A cidade, famosa pela gastronomia desde o século 19, favorece esse hábito. Hoje, segundo a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), temos 13 mil restaurantes.

Para Nina Horta, escritora e dona do bufê Ginger, São Paulo é a terra dos “foodies”. “Isso está mudando, mas no Rio, por causa do calor, o forte são os botequins”, afirma a colunista da Folha.

Já para Marcelo Traldi, professor e pesquisador de gastronomia do Senac, a capital tem uma caracterização diferente em termos de comportamento de consumo –aqui, o mercado é muito desenvolvido. “A cidade tem docerias baratas e caras, especializadas em brigadeiro, quindim… O mercado maduro faz com que o consumidor aceite experimentar coisas novas.”

E é o que o ele tem feito. A publicitária Mariana Ferreira, 23, troca balada, cinema e teatro pelo ritual que se desenrola entre o momento em que chega a um restaurante e o instante em que paga a conta. Gosta especialmente de saborear pratos feitos com cuidado e conversar com a pessoa à sua frente. “É um tempo que me escapa no dia a dia”, afirma Mariana, que dedica 40% da renda mensal ao hábito. Quando viaja,
separa 70% para isso.

A estilista e “cool-hunter” Ana Paula Tieko, 28, mora em São Paulo, mas se divide entre temporadas de trabalho em Tóquio, Hong Kong e Xangai. Na semana anterior à conclusão desta reportagem, almoçou no The Gourmet Tea (Pinheiros) na segunda, jantou no Takô (Liberdade) na terça e, na quinta, comeu no Lamen Kazu (Liberdade) e no Suri (Pinheiros).

A estilista evita fins de semana para escapar da espera. Entre os entrevistados, é consenso que os melhores dias são terça, quarta e quinta. No domingo, só com muita disposição.

Atair Trindade, 27, no Epice Foto:  Julia Rodrigues/Folhapress

Atair Trindade, 27, no Epice Foto: Julia Rodrigues/Folhapress

MESA PARA CINCO

Criada pela avó japonesa, Ana Paula passou a respeitar mais os alimentos após suas estadias na Ásia, onde, diz, “as refeições são sagradas”. Além de viagens, é comum a formação gastronômica dos “foodies” vir da família.

Na infância, a administradora e especialista em saquês Ana Toshimi, 29, costumava sair para jantar com os pais e o irmão toda sexta-feira. Até hoje ela se lembra do aniversário de 12 anos, comemorado com a família e as amigas no Baby Beef Rubaiyat, no Paraíso.

Também guarda na memória os momentos em que provou lagosta –”nem sabia por onde começar”–, ovas, “escargot”, sushi de vieira e “crema catalana”, o doce da Catalunha semelhante ao “crème brûlée”.

Hoje, Ana Toshimi, ao lado do marido, sai ao menos uma vez de segunda a sexta e sempre aos fins de semana. “Não que seja bom para o bolso e nem que eu meu orgulhe”, brinca. Quando morava com os pais, chegava a deixar metade do salário em restaurantes. Hoje, a quantia diminuiu –ambos têm cozinhado mais em casa.

O publicitário Atair Trindade, 27, também lembra de experiências gastronômicas de quando era “moleque”, como “polpettone”. “Gosto de comida desde criança”, conta ele, que reserva 40% para suas descobertas gastronômicas mensais. “Sempre que experimento algo novo, penso: ‘Nossa, como pude viver tanto tempo sem isso!’”, afirma.

Vitor Leal, 13, vive um período semelhante. Filho de psicólogos que “trabalham para comer”, o adolescente enumera os quitutes que provou na primeira visita à Feirinha Gastronômica da Vila Madalena, no domingo passado (24) –taco, casquinha de siri, pastel, sanduíche de pastrami, polvo na grelha, uma tortinha de chocolate com paçoca e sorvete.

“Não tínhamos esse acesso”, conclui a mãe, Andrea Leal, que costuma levar o filho a restaurantes como o Famiglia Mancini, na Bela Vista. “Ele adora, experimenta tudo e sempre repara em detalhes do ambiente.”

A CONTA, POR FAVOR

Os “foodies” endossam o coro de que a cidade está cara demais. Mas dizem que os valores são relativos –depende se o restaurante “entrega” o que cobra. “Em qualquer bistrô não deixo menos de R$ 140. Caro, para mim, é mais que R$ 400″, diz Ana Paula, que gasta isso em dias especiais.

Quando a experiência impressiona, o publicitário Marcelo Colmenero, 29, não liga para a conta. “A degustação do Maní não é barata [R$ 310], mas eles são competentes. Dá gosto pagar, é uma forma de, como cliente, dizer que eles estão no caminho certo.”

Delimitar quantias mensais ajuda a evitar a falência. Ana Toshimi fez um orçamento do quanto gasta com comida. Marcelo acompanha as faturas on-line do cartão de crédito. Perdulários, glutões? Ele não se lembra de ter ouvido piadas. “As pessoas veem como eu me empolgo, os olhos brilham, eles sabem que é importante pra mim.”

Uma das diferenças, por definição, entre gourmets e “foodies” é que estes não vão só a estabelecimentos refinados. Parte da graça está em “descobrir”. “Quando descobre um lugar bom e barato, o ‘foodie’ de verdade não vai pensar em status”, define Nina Horta. Casas fora do circuito são alvos de disputas discretas. “Sempre rola um ‘vou te falar um lugar que duvido que você tenha ido’”, brinca Atair.

Ir a casas menos óbvias é uma opção para os que têm baixo orçamento. Outras alternativas são a comida de rua, não regulamentada na capital, e eventos como Chefs na Rua, que atraiu uma multidão na Virada Cultural.

“A gastronomia é voltada para um público mais velho, porque pessoas de 20 e poucos anos não têm grana”, diz Danilo Nakamura, 27, formado na área e colaborador de publicações especializadas. Ele diz visitar restaurantes até sete vezes por semana, pagando do próprio bolso. Já chegou a gastar 60% do salário.

“Ter acesso a um tipo de alimento significa conhecer outros tipos de cultura”, diz Marcelo Traldi, do Senac. Ele reconhece que São Paulo tem um cenário desenvolvido, mas perde para outras metrópoles: “Um nova-iorquino já provou quase tudo porque encostou em carrinhos na rua”. Por “carrinhos”, refere-se aos “food trucks”, restaurantes em caminhões.

Maurício Schuartz, organizador do Chefs na Rua e da Feirinha Gastronômica, ouviu, durante o evento que promoveu na praça Ramos, em janeiro, a frase que para ele melhor define o cenário atual. Observava dois meninos de uns 15 anos na fila de uma barraca do Così quando um disse para o outro: “Mano, curto muito pato”. Eram dois “foodies” em formação.

Kia Motors em parceria com a DC Comics lança uma linha de carros que é o sonho de todo o nerd

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Felipe Nasser, no Fail Wars

A Kia Motors em parceria com a DC Comics realizou o sonho de milhares de nerds ao lançar uma linha de carros inspirada nos personagens da Liga da Justiça, são modelos exclusivos que serão colocados a leilão. O objetivo é arrecadar fundos para combater a fome na África.

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Atualmente a linha está com 5 modelos e tem pretensões de lançar mais 3. Confira em detalhes cada uma das máquinas:

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