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Estupidez – Por que as pessoas fazem coisas idiotas

Mesmo quem tem QI altíssimo está sujeito a atitudes irracionais. Cientistas começam a entender o que há por trás das decisões estúpidas que deram na crise financeira e por que a evolução não transformou todos em gênios

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Sally Adee e Tiago Mali, na Galileu

Gustave Flaubert escreveu que “a terra tem seus limites, mas a estupidez humana é infinita”. Suas muitas cartas a Louise Colet, a poetisa francesa que inspirou o romance Madame Bovary, estão cheias de afrontas e xingamentos dirigidos a seus colegas mais insensatos. Flaubert via a burrice em tudo, desde as fofoqueiras da classe média às palestras dos acadêmicos. Nem Voltaire escapou de seu olhar crítico. Consumido por essa obsessão, Flaubert dedicou seus últimos anos a reunir milhares de exemplos para uma espécie de enciclopédia da burrice. Ele morreu antes de completar sua obra-prima, e alguns biógrafos atribuem sua morte súbita, aos 59 anos, à frustração causada pela pesquisa para o livro.

Documentar a extensão da estupidez parece uma missão impossível, mas estudos recentes sobre o tema levantam perguntas intrigantes. Se a inteligência é uma vantagem tão grande, por que não somos todos uniformemente inteligentes? E por que até as pessoas mais inteligentes cometem idiotices? Acontece que nossas medidas tradicionais de inteligência, especialmente o QI, não têm muito a ver com os comportamentos irracionais e ilógicos que irritavam Flaubert. Você pode ser, ao mesmo tempo, altamente inteligente e muito estúpido.

A ideia de inteligência e burrice como extremos opostos de um único espectro é moderna. Na Renascença, o teólogo Erasmo de Roterdã elogiou a Loucura como uma entidade descendente do deus da riqueza e da ninfa da juventude; outros autores a viam como uma combinação de vaidade, teimosia e imitação. Foi apenas em meados do século 18 que a estupidez começou a ser identificada com a inteligência medíocre, diz Matthijs van Boxsel, historiador holandês que escreveu sete livros sobre o tema. “Nessa época, a burguesia subiu ao poder e, com o Iluminismo, a razão se tornou a nova regra”, explica.

POR QUE A BURRICE EVOLUIU

“Jesus não me representa”, explica a igreja evangélica em Rede Nacional

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Publicado por Paulo Brabo

BRASÍLIA, DF. Em pronunciamento realizado em Rede Nacional a igreja evangélica desmentiu as recentes acusações de afiliação ao Jesus dos evangelhos. “Devo muito ao meu Salvador pessoal, mas infelizmente suas ações podem ser mal interpretadas e não tenho como apoiá-las”, explicou uma igreja contrita a uma assembleia de repórteres e adoradores.

O pronunciamento surgiu em meio a uma onda de acusações de falsidade ideológica promovida pelas redes sociais. “Fiquei tão chocada quanto qualquer um quando foi tuítado que Jesus teria sido visto na companhia de pecadores. Quando vi o filme no Netflix não tive escolha se não desligar-me ideologicamente das propostas dele. Jesus não me representa, como já coloquei no meu Facebook”.

Posando para os fotógrafos ao lado da igreja católica e usando uma camiseta com os dizeres “O Antigo Testamento me representa”, a igreja evangélica forneceu esclarecimentos adicionais.

“É uma confusão comum essa, achar que só porque Jesus é o Salvador do Mundo todo mundo deve viver como ele vivia. Só falando já fica claro o absurdo, né? Ele é Jesus, gente, veio para salvar, não para ser imitado. Para nortear a conduta temos o Velho Testamento e as cartas de Paulo, como sabe todo cristão.”

Quando perguntadas se estavam dispostas a devolver os valores que tinham angariado em nome de Jesus, as duas igrejas negaram-se a comentar.

Para fugir da solidão, garota espalha cartas pelos EUA e atrai 11 mil fãs

Isabela Noronha, no UOL

Hannah Brencher, norte-americana que escreveu cartas por sentir-se muito sozinha em Nova York (Tiffany Farley/Divulgação)

Hannah Brencher, norte-americana que escreveu cartas por sentir-se muito sozinha em Nova York (Tiffany Farley/Divulgação)

Em 17 de janeiro de 2013, uma garota norte-americana de 24 anos deixou uma carta na pia do banheiro de um quarto de hotel em Hollywood e partiu sem dar mais explicações. No envelope branco, não havia nada escrito, nem o nome de um destinatário. A missiva corria o risco de cair nas mãos de quem a encontrasse. Qualquer pessoa. E essa era justamente a ideia.

“Sempre que vou a um hotel faço isso”, conta Hannah Brencher, a autora da carta. E não só em hotéis. Desde 2010, ela escreve mensagens com palavras inspiradoras e as distribui por aí –a de Hollywood era só a mais recente quando ela conversou com o UOL Comportamento.

Hannah já deixou cartas dentro de livros em bibliotecas, apoiadas em galhos de árvores, dentro de bolsos de casacos, em bancos de cafeterias, no metrô, em várias cidades dos Estados Unidos, principalmente em Nova York, onde mora. Foi a mudança para a “Big Apple”, aliás, que motivou o projeto dela.

Por que escrever as cartas?

Recém-saída de Worcester, um município de cerca de 200 mil habitantes em Massachusetts, Hannah se sentiu solitária e deprimida quando chegou a Nova York. Acostumada às cartas –sua mãe sempre as escrevia e espalhava pela casa e, antes dela, a bisavó da garota–, resolveu usá-las para desabafar.

Longe da família e dos amigos, pensou: por que não deixar que desconhecidos as encontrem? A primeira foi inspirada por uma mulher que Hannah viu no metrô, se sentindo tão perdida quanto ela. A garota começou a escrever a mensagem ali. “Eu falava do que estava sentindo e, ao mesmo tempo, queria encorajá-la”, lembra. Hannah ficou tão entretida que não viu a mulher indo embora. Então, deixou a carta no banco ao lado e desembarcou. “Não gosto de ver as pessoas pegando a mensagem. Fico nervosa até hoje”, diz.

Em uma noite de outubro de 2010, ela postou em seu blog que escreveria uma carta e a enviaria pelo correio a quem quer que pedisse. “Esperava umas 20 respostas, mas acabei recebendo mais de 100″, lembra. Era o empurrão que precisava para continuar espalhando suas mensagens pela cidade.

"Por causa dessas mensagens, eu tirava o foco de mim e esquecia meus problemas", conta Hannah

“Por causa dessas mensagens, eu tirava o foco de mim e esquecia meus problemas”, conta Hannah

Um detalhe importante: as cartas de Hannah são escritas à mão. “A letra de uma pessoa simboliza conexão e presença. Uma mensagem assim demanda muito mais esforço do que um e-mail”, diz, depois de deixar claro que não tem nada contra a internet (no dia a dia, Hannah usa bastante as redes sociais).

Em dez meses, o número de encomendas de cartas no blog dela passou de 400. Hannah escreveu e enviou todas. “O processo foi me curando. Por causa dessas mensagens, eu tirava o foco de mim e esquecia meus problemas”, conta.

Em agosto de 2011, ela decidiu transformar seu projeto em algo maior, que alcançasse ainda mais pessoas, e fundou o site “More Love Letters” (Mais Cartas de Amor, na tradução livre).

Hoje, o projeto conta com uma equipe de quase 20 garotas que trabalham como voluntárias. Além delas, o MLL tem mais de 11 mil assinantes em 29 países, entre eles, o Brasil, que escrevem cartas para estranhos com mensagens para estimular principalmente a autovalorização –o “love” do nome do site deve ser entendido no sentido mais amplo da palavra.

O “More Love Letters” ainda aceita pedidos de cartas, que são escritas por Hannah e sua equipe e enviadas pelo correio. Segundo a garota, o site recebe dezenas dessas encomendas toda semana.

Em uma palestra no ano passado, Hannah relata, por exemplo, a história de um homem que, pelo Facebook, disse que não queria mais viver. Os amigos dele encomendaram ao MLL as cartas e, após lê-las, o homem mudou de ideia. Hoje, ele dorme com as mensagens sob o travesseiro.

“As cartas são algo tangível, você carrega consigo e olha para elas todo dia. Os e-mails você quase nunca vê de novo”, diz a garota.

Todo mundo escreve

Além de enviar, o “More Love Letters” recebe mensagens, postadas na seção “A Love Letter a Day” (Uma Carta de Amor por Dia, na tradução livre). Vale como fonte de inspiração para quem tem dificuldades em escrever para pessoas queridas ou está naquele dia em que nada dá certo.

Os serviços do MLL são gratuitos, mas doações são bem-vindas: é assim que o projeto se mantém. Hannah, que deixou o emprego no ano passado para se dedicar ao site, se sustenta fazendo palestras em escolas, conferências e empresas, em que fala sobre internet, cartas e criatividade. Só no último semestre de 2012 foram dez, e o número deve aumentar este ano. A garota também diz que, em breve, o projeto ganhará apoiadores.

Outra novidade para 2013 é um livro. Hannah acaba de fechar com um agente para negociar a publicação nos Estados Unidos. “Será sobre uma garota que encontra a si mesma com a ajuda de um monte de cartas para estranhos”, diz.

ESCREVA TAMBÉM

Veja cinco dicas de Hannah para uma carta inspiradora:

1. Fale sobre o que está sentindo. Não precisa ser uma mensagem tradicional. Vale um desenho, uma música ou um poema, desde que seja honesto. Isso é o que fará as pessoas se identificarem com a sua carta.

2. Preocupe-se com o papel e a caneta que vai usar. Uma carta bonita tem muito mais chances de ser pega e lida.

3. Aposte em histórias e depoimentos. Assim, você prende a atenção do leitor e cria uma proximidade com ele.

4. No texto, converse com a pessoa. Isso demonstrará uma atenção especial a quem estiver lendo.

5. Só assine se estiver à vontade. Às vezes, as melhores cartas são aquelas escritas anonimamente.

Um monge, um cristão e uma mexerica

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Minoru Raphael, no Minorulandia

Há algum tempo perdi minha avó. Japonesa, teve seu cerimonial de despedida típico budista. Se a dor era inegociável, tentei tirar qualquer aprendizado da situação. Eu estava num tempo budista, com monges e todo aquele aparato de coisas que imagino que um lugar com monges deva ter por pré-requisito.

Cristão, tudo me era não-normal. Mas por outro lado, milito a favor das culturas, do Fator Melquesedeque, da graça comum. Lá no fundo eu sentei e tentei perceber cada detalhe. Fechei os olhos quando os cantos começaram e senti algo bom. Melismas melódicos que certamente tinham algo de gregorianos. Várias perguntas apareciam e eu guardei todas.

Ao final, esperei até que o último saísse da sala e então abordei aquele que orquestrava a cerimonia.

Comecei:

- Com licença, me chamo Minoru. Esses textos que o senhor leu, essas cartas, são de quem para quem?

- Muito prazer Minoru! (um sorriso natalino) Estas cartas são do 8º patriarca, apenas um homem que viu que cada um estava falando uma coisa diferente sobre o budismo, então resolveu sistematiza-lo.

- Que engraçado, o livro que rege meu povo também teve o mesmo pressuposto para nascer, desde o primeiro cânon da bíblia com Macião. Mas me diga sobre essas imagens. Vocês as adoram? Como sabe que Deus é assim?

- Não não, ninguém sabe como Deus é. Acontece que para nos ajudar, criamos uma valorização sobre alguma figura meramente representativa. Nos ajuda na fé. Não é um ídolo, mas um carinho a algo que não conseguimos desenhar (risos).

- Poxa… assim também somos com a cruz… E este terço que você segura?

- Cada bolinha deste terço representa um de nós. Estamos ligados e tudo que eu fizer pode acarretar consequências a todas as outras bolinhas. Se estourar o barbante, todas caem. Vê também que elas são diferentes? Cada uma, é uma…

- Caramba… que lindo… E a salvação a que se referiu no culto? Como é isso? Salvar quem? Do que? Pra que?

- Acreditamos que se cada um pensasse no próximo como pensa em si, se o amasse e respeitasse em suas particularidades, o mundo estaria salvo… de nós. (o sorriso aqui fechava o olho dele) Então seria tão bom que ganharíamos a “eternidade como paraíso”. Não sabemos se existe céu, aqui me refiro a existirem condições de coabitação tão favoráveis que se vivêssemos para sempre, isso não seria um problema.

- Estou realmente apaixonado pelo que diz o seu povo, se o senhor entende que quem acredita nisso que acaba de me dizer, é budista, se o budismo é isso que me resumiu, me considere no mínimo um simpatizante apaixonado.

- (outro sorriso calmo e verdadeiro nasceu no velho) Você é jovem e interessado. É respeitoso e corajoso, se foi o seu cristo que o ensinou isso, diga-o que eu também o amo. Venha, tenho algo para você Minoru.

Recebi então um livro, o livro sagrado deles. Mas o maior presente foi a frase que mudaria minha vida para sempre. Talvez a frase mais bonita que já escutei nessas duas décadas e meia de vida. Ao me entregar o livro ele disse “É mais ou menos isso…”. Nossa! Eu pensei. É exatamente o oposto do que meu povo faz quando dá uma bíblia a alguém! Nós frequentemente entendemos que ali existe a verdade absoluta e embutimos no nosso presente a fala “isso sim está certo de verdade. Aqui está a verdade correta e todo o resto está errado. Molde-se ao meu padrão porque só assim serás salvo. E faça isso logo!” O velho não… ele disse “é mais ou menos isso…”. Nessa fresta que ele deixou aberta passa o mundo inteiro, passam todas as pessoas sem subjugar ninguém. Nessa fresta ele deixa a própria crença suscetível ao erro. Entende que ele não é perfeito e convida o mundo para caminhar Ao Lado. Posso falar uma noite inteira desse “É mais ou menos isso”…

- (aqui as lágrimas já me escorriam à dar vexame) Prometo que é a última pergunta: Me explique por favor essas frutas. São oferendas? A quem? A troco de quê?

- (o terceiro sorriso do velho parecia me abraçar) Minoru, sua avó gostava de mexericas né? Sempre as comia… Colocamos aqui apenas para lembrar dela… Um agrado silencioso, uma homenagem saudosa, contida e nostálgica. Aliás, o culto acabou. Vamos, apanhe as mexericas e vamos come-las! Podemos sentar naquela sombra…

E assim terminou a tarde, com algumas mexericas, uma sombra e um apaixonado chorando nos ombros de um velho.

dica do Marcio Rosa

Inglesa com câncer terminal se cura após gastar todas as economias em viagem de despedida

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Lisa com segura o cachorro da família na foto com seu marido e filhas Foto: Reprodução / site “Daily Mail”

Publicado por Extra

Uma inglesa considerada doente terminal devido a um câncer no pulmão se curou após gastar todas as suas economias para criar memórias com a família, de acordo com o site “Daily Mail”.

Lisa Russel, de 37 anos, já havia planejado o seu funeral e até mesmo escrito cartas se despedindo de suas filhas Chloe e Geórgia. Ela e o seu marido, Anthony, decidiram então dar para as meninas o melhor ano da vida delas. Eles então pegaram sua poupança e gastaram em viagens.

Lisa queria deixar memórias boas para as filhas Chloe e Geórgia Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Lisa queria deixar memórias boas para as filhas Chloe e Geórgia Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

— Eu era muito nova quando perdi minha mãe. Foi horrível imaginar que elas pudessem crescer sem mim. Poder dizer a elas que eu não ia a ligar nenhum foi o melhor momento da minha vida — contou.

Lisa lembra que fumava dez cigarros por dia e começou a tossir muito. Em 2009, ela resolveu visitar um médico e foi diagnosticada com câncer de pulmão.

Antes e depois: Lisa quando precisou raspar o cabelo para o tratamento de quimioterapia Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Antes e depois: Lisa quando precisou raspar o cabelo para o tratamento de quimioterapia Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Na época, os médicos disseram que seu câncer não tinha como operar, mas que o tratamento com quimioterapia lhe daria mais 18 meses de vida com a família:

— Eu não queria que a história se repetisse, então eu prometi criar tantas memórias maravilhosas para minhas filhas quanto fosse possível.

Lisa e Anthony organizaram até um casamento. Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Lisa e Anthony organizaram até um casamento. Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Ela gastou mais de R$ 65.000,00 em viagens para Lanzarote, Bulgária e Turquia, além de organizar um casamento com o marido para que as filhas assistissem.

— Era impossível esquecer o câncer, mas ver as meninas se jogar no mar e brincar na praia foi fantástico — lembrou.

A família durante uma das viagens Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

A família durante uma das viagens Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Na volta para casa depois da viagem, já haviam passado os 18 meses de vida estipulados pelos médicos. Lisa continuou fazendo check-ups a cada três meses, sem mudar a perspectiva.

Lisa brinca com as filhas em uma das viagens Foto: Reprodução / SIte "Daily Mail"

Lisa brinca com as filhas em uma das viagens Foto: Reprodução / SIte “Daily Mail”

De repente, em abril de 2012, tudo mudou. Três anos após o diagnóstico original, ela fez mais uma biópsia de rotina e recebeu a notícia que o tumor tinha encolhido tanto que os médicos não conseguiam mais encontrá-lo.

— Eu não podia acreditar. Comecei a rir. Me sinto tão sortuda.

Corpo esquelético de anorexia é sonho de muitas adolescentes

Pesando apenas 25 kg, a britânica Valéria Levitin, de 39 anos, se considera a mulher mais magra do mundo. Mas, sua aparência serve como uma advertência sobre os perigos dos distúrbios alimentares.

O mais preocupante dessa história é que Valéria, que se mudou com a mãe para Chicago quando tinha 16 anos, e hoje aos 39 recebe cartas de meninas que gostariam de “copiar” sua aparência esquelética, segundo o tabloide The Sun. “Todas as cartas que recebi são de meninas com cerca de 20 anos, que me veem como uma espécie de inspiração”.

A mulher, que desenvolveu a anorexia durante a adolescência, foi escolhida para falar sobre como a doença afetou sua vida e como ela luta para vencê-la. “Eu quero que os jovens tenham uma vida feliz e saudável. A anorexia me fez ficar sozinha”. Ela acredita que as críticas da mãe contribuíram para o surgimento da doença.

Anorexia e bulimia atingem cada vez mais idosas, gravidez faz mulher superar anorexia. “Minha mãe tinha medo que eu engordasse. Por essa razão, ela restringia minha alimentação”. Hoje, sua dieta inclui apenas frutas, uma pequena porção de carne e legumes. Muitos alimentos precisam ser evitados, pois seu corpo não consegue digeri-los corretamente.

Além disso, Valéria precisa tomar medicamentos para tratar os hematomas de seu corpo e, também, para fortalecer os ossos.

 

 

 

26 momentos que restauraram nossa fé na humanidade em 2012

Publicado por BuzzFeed [via Tá me zuando?]

Às vezes precisamos de um lembrete de que as pessoas podem fazer coisas maravilhosas.

1. Os pais deste menino transformaram a cadeira de rodas dele na fantasia mais legal de Halloween.

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2. Scott Wydak tem Síndrome de Down e sofre de hepatite.  Scott adora receber cartas e seu sobrinho Sean divulgou sua caixa postal no Reddit (uma mistura de rede social com fórum) e os usuários do site enviaram centenas de cartas, pacotes e presentes para Scott.

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Via: mashable.com

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3. O gesto de bondade de uma pessoa desconhecida fez com este carro não fosse inundado em um dia de chuva.

Via: i.imgur.com

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4. O médico que ofereceu atendimento médico gratuito após o furacão Sandy.

Via: shortformblog.com

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5. E outas pessoas que ajudaram como puderam, como compartilhar a energia elétrica para que as outros pudessem recarregar os celulares e falar com seus familiares.

Via: facebook.com

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6. Pessoas que fizeram doações para quem foi atingido pelo furacão.

Via: reddit.com

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7. Ou que ajudaram a salvar vidas.

Via: @ andjustice4some

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8. Empregados de um hospital fizeram uma corrente humana para passar galões de combustível por 13 lances de escadas até o gerador reserva do Hospital Bellevue em Nova York.

Via: facebook.com

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9. Um casal mais velho se colocando na lugar de um casal mais novo.

Tradução do bilhete: “Gostaria de me oferecer para cuidar do seu bebê para que vocês possam almoçar fora, mas meu marido disse que eu pareceria uma stalker (alguém que fica perseguindo, no caso, no intuito de roubar a criança). Então, eu comprei o almoço para vocês. Aproveitem este lindo bebê. Somos pais de adolescentes, então sabemos o que o futuro reserva para vocês. Aproveitem o máximo que puderem.”

Via: i.imgur.com

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10. Uma criança da Líbia que não acredita no ódio.

Via: facebook.com

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11. Pais que tatuaram uma bomba de insulina na barriga para que seu filho diabético não se sentisse diferente.

Via: 4.bp.blogspot.com

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12. Um policial de Nova York que, em uma noite fria e chuvosa, ao ver um morador de rua de pés descalços, calça em seus pés um par de meias e botas.

Via: facebook.com

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13. Policiais que realizaram o sonho de Gage Hancock-Stevens, um menino de 13 anos e cego, de ser policial por um dia.

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Via: millcreekmultimedia.com

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Eles ainda o presentearam com um bolo.

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