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Guloseima pode ajudar a evitar briga conjugal, segundo pesquisa

Baixos níveis de glicose no sangue tornam as pessoas mais irritáveis.
Em estudo, casal podia espetar alfinete em boneco representando cônjuge.

Publicado no G1

Foto divulgada mostra boneco de vodu para 'todos os propósitos'; em estudo, casal podia espetar alfinete em boneco representando cônjuge (foto: AP Photo/Jo McCulty, Ohio State University)

Foto divulgada mostra boneco de vodu para ‘todos os propósitos’; em estudo, casal podia espetar alfinete em boneco representando cônjuge (foto: AP Photo/Jo McCulty, Ohio State University)

Uma barra de chocolate ou outro doce pode aplacar mais do que a fome. Pode prevenir também grandes brigas entre maridos e mulheres, de acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira (14) na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Isso porque o nível baixo de açúcar no sangue pode tornar as pessoas irritáveis. De acordo com o pesquisador Brad Bushman, da Universidade do Estado de Ohio, esse fator pode deixar as pessoas em um estado que mistura raiva e fome.

“Precisamos de glicose para ter auto-controle”, diz Bushman, principal autor do estudo. “A raiva é a emoção que as pessoas mais têm dificuldade de controlar.”

Os pesquisadores avaliaram 107 casais por três semanas. A cada noite, eles mediam seus níveis de glicose no sangue e pediam para cada participante espetar alfinetes em um boneco de vodu representando o cônjuge. Isso indicava os níveis de agressividade.

Eles descobriram que, quanto mais baixos os níveis de açúcar no sangue, mais alfinetes eram espetados no boneco. As pessoas com os níveis mais baixos de glicose usaram o dobro de alfinetes em comparação àquelas com os níveis mais altos de glicose, de acordo com os pesquisadores.

O estudo também constatou que os cônjuges geralmente não estavam com raiva uns dos outros. Em cerca de 70% das vezes, as pessoas não espetavam nenhum alfinete no boneco, diz o co-autor do estudo, Richard Pond Jr, da Universidade da Carolina do Norte em Wilmington. A média de todo o estudo foi de um pouco mais de um alfinete por noite por pessoa.

Três pessoas colocaram todos os 51 alfinetes disponíveis de uma só vez – e uma pessoa fez isso duas vezes – segundo Pond. Segundo Bushman, há uma boa razão física para ligar o ato de comer às emoções: o cérebro, que representa apenas 2% de todo o peso corporal, consome 20% de nossas calorias.

Os pesquisadores dizem que comer uma barra de chocolate pode ser uma boa ideia se o casal está prestes a discutir um assunto delicado, mas que frutas e vegetais são uma estratégia melhor para manter os níveis de glicose a longo prazo.

Outras opiniões
Especialistas não envolvidos no estudo têm opiniões divergentes sobre a pesquisa. Chris Beedie, que ensina psicologia na Universidade Aberystwyth, no Reino Unido, disse pensar que o método do estudo é falho. Uma melhor estratégia seria dar aos participantes níveis altos de glicose em algumas ocasiões e nível baixo de glicose em outras, pra ver se isso faria alguma diferença na ocorrência de atos reais de agressão.

Mas Julie Schumacher, que estuda psicologia e violência doméstica na Universidade do Mississippi, afirma que o estudo foi bem planejado e que é razoável concluir que “níveis baixos de glicose podem ser um fator que contribui para a violência íntima entre parceiros”.

Ainda assim, tanto ela quanto Beedie acreditam que não é possível interpretar os resultados com os bonecos como indicadores de risco de agressão física contra o parceiro.

Uma curiosidade sobre o projeto é que Bushman recebeu uma ligação da companhia que administra seu cartão de crédito para ter certeza de que era ele mesmo que gastou US$ 5 mil para comprar mais de 200 bonecos de vodu.

Uso intenso do Twitter pode levar a infidelidade e separações, diz estudo

Publicado no UOL

Quanto mais os entrevistados diziam ser ativos no Twitter, mais eles passavam por situações de conflito com seus parceiros amorosos (foto: Getty Images)

Quanto mais os entrevistados diziam ser ativos no Twitter, mais eles passavam por situações de conflito com seus parceiros amorosos (foto: Getty Images)

Conflitos entre casais relacionados ao uso intenso do Twitter podem levar a experiências negativas como traições, separações e até divórcio, aponta um estudo da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos.

A pesquisa intitulada “A terceira roda: o impacto do uso no Twitter na infidelidade e divórcios” foi conduzida pelo estudante de doutorado Russel Clayton. Ele entrevistou 581 usuários do Twitter com idades entre 18 e 67 anos para saber com que frequência faziam tarefas comuns como tuitar, ler mensagens e responder aos seguidores.

Quanto mais os entrevistados diziam ser ativos no Twitter, mais eles passavam por situações de conflito com seus parceiros amorosos, descobriu Clayton. Essas situações precediam acontecimentos negativos como traição, fim do relacionamento e divórcio.

Segundo o pesquisador, o objetivo desse estudo era comprovar se a descoberta de que o uso do Facebook levava a conflitos entre casais também se repetia em outra rede social – no caso, o Twitter.

No estudo anterior, Clayton descobriu que experiências negativas e conflitos gerados pelo uso do Facebook eram mais frequentes com casais cujo relacionamento tinha começado há 36 meses ou menos.

Ele diz que foi interessante descobrir que usuários assíduos do Twitter passam por experiências negativas independentemente do tempo de duração de seus relacionamentos. “Casais que afirmaram estar em relacionamentos novos passaram pela mesma quantidade de conflitos que aqueles em relações mais longas.”

A recomendação de Clayton é que os casais limitem o uso diário e semanal dos sites de relacionamento para “níveis mais saudáveis e razoáveis”. “Alguns casais compartilham uma única conta nas redes sociais para reduzir conflitos no relacionamento. Também existem serviços, como o aplicativo 2Life, que facilitam a comunicação interpessoal entre casais.”

Sexo é a chave para um casamento feliz

foto: flickr.com/paranormart

foto: flickr.com/paranormart

Carol Castro, na Superinteressante

Sexo é mesmo o termômetro do relacionamento. E é melhor praticá-lo do que dizer mil vezes “eu te amo” todo dia. É o que garante a ciência.

Pesquisadores da Universidade de Chicago entrevistaram 732 casais, entre 57 e 85 anos, para saber com que frequência faziam sexo. Descobriram que os casamentos mais felizes eram aqueles em que os casais ainda transavam bastante. E o relacionamento saudável ainda deixava os parceiros menos doentes.

“Os resultados sugerem que para proteger a qualidade do relacionamento, pode ser importante manter a vida sexual ativa, mesmo se problemas de saúde prejudicarem”, conclui a pesquisa.

Faz sentido, não?

#AfterSex Selfie: compartilhar foto após sexo é nova mania entre casais

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Publicado na Marie Clarie

Que as selfies do Instagram viraram mania entre os usuários da rede social, inclusive os famosos, já sabemos. Mas uma nova maneira de compartilhar as fotos tem chamado a atenção. A #aftersex selfie - registrada pelo próprio casal, logo após o sexo – tem aparecido cada vez mais.

As poses do momento íntimo variam e já são mais de três mil imagens na hashtag, entre algumas brincadeiras sobre o assunto. Veja algumas fotos!

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Casais que falam igual se amam mais

foto: flickr.com/dustinjmcclure

foto: flickr.com/dustinjmcclure

Carol Castro, na Superinteressante

Você e seu amor falam de um jeito parecido? As mesmas gírias, interjeições, verbos? Parabéns, amiguinhos. Diz um estudo americano que a chance do namoro de vocês durar por muuuito tempo é maior que entre outros casais.

Psicólogos da Universidade do Texas e Universidade Estadual de Wayne se deram conta disso ao analisarem a conversa de 40 casais heterossexuais nos primeiros encontros. Depois de três meses, eles entraram em contato para ver quem ainda estava junto. E perceberam que os casais que falavam de um jeito parecido tendiam a levar o namoro mais a sério por mais tempo.

É que esses casais são mais parecidos. Segundo a pesquisa, o jeito de falar mostra como as pessoas pensam e em que acreditam. Quanto mais idêntico, maior a chance de concordarem com as mesmas ideias.  Aí eles acabam até se interessando mais pela conversa toda.

(Via Science Daily)

dica da Rina Noronha