Pessoas em casamentos felizes vivem mais, afirmam pesquisadores

foto: Corbis
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Publicado no F5

Quanto tempo uma pessoa pode viver?

Tentando responder a essa questão, dois pesquisadores da Universidade da Pensilvânia desenvolveram um questionário com oito perguntas.

Elas foram desenvolvidas baseadas em dados da população americana e está disponível em inglês.

O internauta responde se é casado (ou pretende se casar ou está solteiro), cor, sexo, se fuma, idade e quanto tempo se exercita por semana, além de confessar se usa sempre cinto de segurança e quantas milhas roda de carro por ano.

“Esses são os maiores fatores de risco que nós temos sólidas evidências”, disse Lyle Ungar, professor de ciência da computação e informação da Universidade da Pensilvânia, à revista “Time”.

“Se você está em um casamento feliz, você tem grandes chances de viver mais. Isso talvez seja mais importante quanto fumar, o que quer dizer que é muito importante”, ele acrescentou.

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Cardeal brasileiro pede em sínodo de bispos que a Igreja aceite os gays

Publicado por EFE [via UOL]

Dom Raymundo Damasceno pediu que Igreja ampare "situações familiares difíceis"
Dom Raymundo Damasceno pediu que Igreja ampare “situações familiares difíceis”

O cardeal brasileiro Raymundo Damasceno Assis pediu nesta terça-feira (7) ao sínodo de bispos que considere a amparada na Igreja de “situações familiares difíceis”, como as dos casais do mesmo sexo.

O arcebispo de Aparecida analisou hoje a possibilidade de “acompanhar” e mostrar proximidade dos casais formados por pessoas do mesmo sexo, já que a “Igreja é a casa paterna na qual há espaço para todo o mundo”.

“Longe de nos encerrarmos em um olhar legalista, desejamos nos aprofundar nestas situações difíceis para acolher todos aqueles que nos apelam e fazer com que a Igreja seja a casa paterna onde há espaço para todos aqueles com uma vida complicada”, disse o cardeal em seu discurso perante os congregados.

Dom Raymundo Damasceno se encarregou do discurso introdutório de uma das sessões do sínodo realizada nesta terça-feira e na qual foi abordada a questão das “situações familiares difíceis”.

Neste sentido, Dom Raymundo citou o papa Francisco para ressaltar que a Igreja deve aprender a arte do acompanhamento para “dar a nosso caminho o ritmo saudável da proximidade, com um olhar respeitoso e cheio de compaixão, mas ao mesmo tempo saudável, livre e encorajador para amadurecer na vida cristã”.

Além disso, o arcebispo de Aparecida informou que “em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo”, foram colocados sobre a mesa os seguintes temas: “o reconhecimento civil de tais uniões, avaliações particulares da Igreja e algumas orientações pastorais sobre este assunto”.

O sínodo extraordinário sobre a família, convocado pelo papa Francisco, começou seus trabalhos na segunda-feira passada e se estenderá até o próximo dia 19 de outubro.

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Amor pode fazer você se dar bem no trabalho

foto: flickr.com/calamity_photography
foto: flickr.com/calamity_photography

Carol Castro, no Ciência Maluca

Amor e carreira podem até parecer coisas distintas, mas não é bem assim. Seu sucesso no trabalho depende da personalidade da pessoa com quem você se relaciona.

É o que mostra um estudo de psicólogos da Universidade Washington em St. Louis, nos Estados Unidos. Durante cinco anos, eles acompanharam a vida de 2,5 mil casais, com idade entre 19 e 89 anos. Todos os participantes foram entrevistados ainda no início da pesquisa para que os psicólogos conhecessem a personalidade de cada um. A ideia era ver quão aberto, extrovertido, neurótico, empático, e atencioso eles eram.

Para saber se esse pessoal se saía bem no trabalho, os pesquisadores perguntaram como eles se sentiam em relação ao emprego (satisfeito, empolgado, decepcionado, etc), quais eram as chances de receber uma promoção e se haviam conseguido um aumento salarial. A pesquisa era repetida a cada ano.

E sabe quem eram os trabalhadores mais bem-sucedidos? Aqueles casados com alguém atencioso e cuidadoso. E funcionava tanto para homem quanto para mulheres.

Não é assim tão difícil entender os motivos. Segundo a pesquisa, pessoas casadas com um parceiro atencioso conseguem relaxar mais. Afinal, eles sabem que podem sempre contar com alguém para dividir os afazeres domésticos, como pagar contas, fazer compras, limpar a casa, etc. E assim chegam bem menos estressados no trabalho. Isso sem contar o aprendizado: eles acabam copiando os bons hábitos de seus cônjuges – e se tornam funcionários mais confiáveis.

É, seu relacionamento se enfia em todas as áreas da sua vida. Por isso é bom escolher direitinho.

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Casamento é melhor do que apenas morar junto

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Publicado na Super Interessante
Dizem que morar junto antes de casar aumenta o risco de divórcio. E, além disso, causa depressão. Pois é, nada bom. E o pior: os benefícios que o casamento traz à saúde não valem para os casais que apenas foram morar juntos, sem assinar a papelada, trocar alianças e aquilo tudo.

É o que acreditam os pesquisadores da Universidade de Virginia. Eles convidaram alguns casais “juntados” e outros casados de verdade para passar por um teste. Todos passaram pelo mesmo procedimento: uma pessoa deitava dentro de um aparelho de ressonância magnética e lá recebiam avisos sobre a probabilidade de levar um choque ou não.

Durante o processo, os voluntários podiam segurar a mão do parceiro, ou de um estranho ou de ninguém. Quando os casados pegavam na mão do companheiro, o hipotálamo, que desempenha um papel importante no reconhecimento de emoções e reações às ameaças, desacelerava. Era imediato. Como se fosse mais fácil lidar com o perigo com o amante por perto.

Já os “juntados” não tinham essa mesma reação: o perigo era tão estressante com ou sem o parceiro. Alguns, na verdade, até tinham, mas só entre aqueles se consideravam casados, apesar de não terem nunca assinado papéis ou feito uma grande cerimônia de casamento. “Há um efeito regulador forte e previsível entre os casados e nenhum efeito nos casais que apenas moram juntos”, explica Jim Coan, um dos autores da pesquisa.

Segundo os pesquisadoes, os casais que moram juntos confiam menos um no outro. “Não casar significa manter um pouco de distância emocional. Você não está fechado nisso. Eu imagino que funcione como um sinal para o cérebro, que diz que você não pode terceirizar a resposta ao estresse para o seu companheiro”, conta Coan.
É… melhor casar, pessoal.
(Via LiveScience) Crédito da foto: flickr.com/jgarin/

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Homem são mais felizes ao lado de mulheres inteligentes

Casais intelectualmente equilibrados são mais propensos a ficar juntos

Estudo comprova que casais intelectualmente equilibrados são mais propensos a ficar juntos (foto: Custódio Coimbra / Custódio Coimbra)
Estudo comprova que casais intelectualmente equilibrados são mais propensos a ficar juntos (foto: Custódio Coimbra / Custódio Coimbra)

Publicado em O Globo

O jornal britânico “Telegraph” divulgou um estudo que diz que os homens são mais felizes ao conviverem com mulheres inteligentes. Segundo a pesquisa, casais intelectualmente equilibrados são mais propensos a ficar juntos do que quando o marido tem um nível superior de educação. Liderado pela professora Christine Schwartz, uma socióloga da Universidade de Wisconsin, o estudo dividiu as duplas em três grupos – aqueles em que a mulher era mais educada que o marido (medida pelos anos de escolaridade); aqueles em que o casal estavam equilibrados, e os casais em que a mulher era menos educada do que seu marido.

A professora diz que no lugar de aderir a normas em que as mulheres devem ser menos escolarizadas que seus maridos, homens e mulheres estão formando relacionamentos em que as mulheres têm vantagem educacional – tanto que agora é mais comum para as mulheres ter mais educação do que seus maridos.

– O estudo mostra que os maridos mais jovens de hoje são a primeira geração a não entender que mulheres com uma educação igual ou melhor seja algo ameaçador – diz a pesquisadora – Mas também confirmamos que em gerações anteriores casamentos onde o marido estava mais qualificado eram mais propensos a durar.

Christine afirma que, no geral, os resultados vão contra os temores de que a crescente vantagem educacional das mulheres teria efeitos mais negativos sobre a estabilidade conjugal.

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