Estudo mostra que casamento ruim aumenta risco de doenças cardíacas

Pesquisa avaliou 1.200 pessoas casadas com idade entre 57 e 85 anos.
Qualidade do casamento impacta mais a saúde de pessoas mais velhas.

Estudo mostrou que casamento ruim aumenta risco de problemas cardíacos, principalmente entre pessoas mais velhas (foto: Patrick Sheàndell O'Carroll/AltoPress/PhotoAlto)
Estudo mostrou que casamento ruim aumenta risco de problemas cardíacos, principalmente entre pessoas mais velhas (foto: Patrick Sheàndell O’Carroll/AltoPress/PhotoAlto)

Publicado no Bem Estar

Ter um casamento ruim pode aumentar o risco de uma pessoa desenvolver problemas cardíacos, especialmente em casais mais velhos. Um estudo que avaliou 1.200 pessoas casadas revelou que existe uma forte relação entre a qualidade do casamento e a saúde do coração.

Os participantes do estudo, que tinham entre 57 e 85 anos no início do estudo, responderam várias perguntas sobre a qualidade de seu casamento e sobre seu histórico de ocorrências cardiovasculares. Além disso, tiveram sua saúde cardíaca avaliada por testes laboratoriais.

Os resultados mostram que aqueles que contaram ter um casamento ruim – com relatos de que o cônjuge é muito crítico ou exigente, por exemplo – tinham uma saúde cardíaca mais debilitada. Esse efeito se torna mais forte quanto mais avançada a idade do casal.

Segundo Hui Liu, socióloga da Universidade do Estado do Michigan e principal autora do estudo, os resultados demonstram que seria importante haver mais progamas focados na qualidade do casamento de pessoas mais velhas, como aconselhamentos para casal, por exemplo.

Aconselhamento de casais
“Programas de aconselhamento de casais são focados principalmente em casais mais jovens”, diz Hui. “Mas esses resultados mostram que a qualidade do casamento é importante da mesma forma em idades mais avançadas, mesmo quando o casal está casado há 40 ou 50 anos”

Também foi constatado que, entre as mulheres, o impacto da qualidade do casamento na saúde cardíaca foi mais intenso do que nos homens. Segundo Hui, isso rovavelmente ocorre porque mulheres tendem a internalizar sentimentos negativos e estão mais propensas a se sentirem deprimidas, condição que as predispõem a problemas cardíacos.

Outra observação feita pelos pesquisadores foi que a ocorrência de problemas cardíacos nas mulheres levou a um declínio da qualidade do casamento, enquanto problemas cardíacos nos homens não teve o mesmo impacto. Segundo a autora do estudo, o achado é consistente com a observação de que as mulheres são mais propensas a dar apoio e prover cuidados para os maridos, enquanto os maridos são menos propensos a cuidar de suas mulheres doentes.

O estudo foi financiado pelos Instituto Nacional do Envelhecimento, braço nos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), e foi publicado nesta quarta-feira (19) pela revista científica “Journal of Health and Social Behavior”.

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Casais que postam unidos permanecem unidos

Adeptos do oversharing nas redes sociais estão mesmo mais felizes com parceiros

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Publicado na Galileu

Se você faz parte do time de cínicos que tem certeza que aquele sujeito que não para de se declarar para a namorada no Facebook está pulando a cerca, este é um bom momento para voltar a acreditar no amor.

Pesquisadores do Allbright College, na Pensilvânia, analisaram as personalidades e os hábitos nas redes sociais (que incluíam posts sobre o relacionamento e interações com os parceiros) de um grupo de voluntários. E descobriram que os casais que inundam a timeline de fato estão mais satisfeitos com seus relacionamentos do que os mais discretos, independente dos traços de personalidade.

Dica: talvez seja hora de finalmente assumir seu status de relacionamento no Facebook.

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Suzane Richthofen se casa dentro da cadeia. Com uma sequestradora

Casal vive em cela especial desde setembro. Antes, parceira de Suzane mantinha relacionamento com Elize Matsunaga

Suzane von Richthofen está presa desde 2002

Publicado na Veja on-line

Suzane Von Richtofen se casou. A nova parceira da detenta, que está há 12 anos encarcerada na penitenciária de Tremembé, no interior paulista, é Sandra Regina Gomes, condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro de uma empresária em São Paulo. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira.

A história de amor entre Suzane e Sandra tem nuances dignos de trama de novela. Antes do enlace entre as duas, Sandra vivia maritalmente com Elize Matsunaga, presa pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, em junho de 2012.

O casal se conheceu na fábrica de roupas que funciona dentro do presídio e onde Suzane ocupa um cargo de chefia. Ao perceber o interesse de Suzane por Sandra, o relacionamento com Elize acabou. O triângulo amoroso acabou por romper a amizade entre as presas.

Desde setembro deste ano Suzane e Sandra passaram a dormir em uma cela especial destina a presas casadas. Lá, dividem o espaço com mais oito casais. Antes Suzane ocupava uma ala especial, destinada a presas evangélicas, desde 2002, quando foi presa pelo assassinato dos pais Manfred e Marísia von Richthofen, mortos a pauladas a mando de Suzane.

Para poder dormir com seu novo amor, a ex-estudante teve de assinar um documento de reconhecimento de relacionamento afetivo, exigido para todas as presas que resolvem viver juntas.

Em Tremembé, esse papel funciona com uma certidão de casamento. Permite o convívio marital, mas também impõe regras de convivência aos casais.

Após assinatura desse compromisso, por exemplo, caso se separe, a presa não poderá voltar à cela especial – única destinada a casais –em um prazo de seis meses.

Por já ter vivido com Elize no espaço, Sandra teve que passar por uma quarentena antes de poder assumir o relacionamento com Suzane. Ela é apontada também como o principal motivo para que Suzane abrisse mão do regime semiaberto. Em agosto passado, a juíza Sueli de Oliveira Armani concedeu a chamada “progressão de regime”, mas a moça abriu mão do benefício.

Os advogados tentavam essa decisão desde final de 2008 e começo de 2009. Surpreendentemente, Suzane pediu à magistrada para adiar sua ida para o regime semiaberto e permanecer na cadeia em tempo integral.

Se aceitasse o benefício, seria transferida para outra unidade, já que a unidade feminina de Tremembé onde elas estão só tem autorização para receber presas em regime fechado.

Recentemente, Suzane abriu mão de lutar pela herança dos pais e tenta se reaproximar do irmão, Andreas.

Por outras penitenciárias onde passou Suzane também despertou paixões. Em Rio Claro, por exemplo, duas funcionárias do presídio se apaixonaram por ela. Com isso, recebeu algumas regalias ilegais, como acesso à internet. A história só foi descoberta porque as funcionárias brigaram pelo amor de Suzane.

Em Ribeirão Preto, para onde foi transferida, um promotor teria se apaixonado por Suzane e prometido lutar para tirá-la da “vida do crime”. Ela não gostou da proposta e denunciou as investidas.

O promotor foi punido pelo Ministério Público por comportamento inadequado – ele nega o suposto assédio.

Pessoas que conversaram com Suzane recentemente afirmam que ela pretendia fazer uma cerimônia para celebrar o enlace no começo de novembro. Tinha escolhido até padrinhos. O plano, no entanto, foi adiado depois que ela soube que uma TV preparava uma reportagem sobre ela. Com medo de expor a relação, adiou o evento.

Quando foi presa, Suzane namorava Daniel Cravinhos de Paula e Silva. Teria sido em nome desse amor que eles arquitetaram a morte dos pais. O pai da menina não aceitaria o namoro porque Daniel não estudava nem trabalhava. Para concretizar o plano, contaram com a ajuda do irmão de Daniel, Cristian.

Todos foram condenados. Os irmãos cumprem pena no regime semiaberto. O Ministério Público acredita que ela foi a mentora do crime.

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Conversa no WhatsApp é usada como prova de paternidade em SP

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Publicado no Tecmundo

Mensagens trocadas pelo WhatsApp serviram como prova de indício de paternidade em um processo em andamento na 5ª Vara da Família de São Paulo. Em sentença, o juiz André Salomon Tudisco exigiu o pagamento de R$ 1 mil mensais para a cobertura de despesas durante a gestação.

O relacionamento do casal, que se conheceu pelo Tinder, durou pouco, mas foi o suficiente para que ela engravidasse. Na petição, o advogado da gestante, Ricardo Amin Abrahão Nacle, utilizou cópias das mensagens trocadas pelo casal no WhatsApp, indicando que elas não deixavam dúvidas de que o casal teve relações sexuais sem preservativos durante o período fértil da mulher.

Confira abaixo a transcrição de dois trechos das conversas entre o casal, que serviram de prova de indício de paternidade na justiça.

Mulher: to pensando aqui..
Homem: O que
Homem: ?
Mulher: vc sem camisinha ..
Mulher: e eu sem pilula
Homem: Vai na farmácia e toma uma pílula do dia seguinte
Mulher: eu ja deveria ter tomado
Mulher: no domingo..”
Outra conversa transcrita na petição é de um mês depois:

Mulher: Amanha tenho o primeiro pre natal, minha amiga nao vai poder ir comigo.
Mulher: Sera que voce pode ir comigo ?
Mulher: A medica e as cinco e meia.
Homem: Olá….já estou dormindo….bjo
Mulher: Oi Fulano [nome omitido] tudo bem? Fui a medica, preciso ficar 10 dias em repouso absoluto. Minha irma e meu cunhado querem te conhecer. Vc. Pode vir este final de semana, podemos marcar um almoco ou um jantar ? Beijos
Homem: Bom dia! Fds vou trabalhar! Bjo”

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Casados há 73 anos, marido e mulher morrem com 28 horas de diferença

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Publicado no Extra

Os americanos Helen e Joe Auer passaram mais de sete décadas juntos e até a morte só conseguiu separá-los por algumas horas. Na última semana, Helen morreu sentada em sua cadeira, em casa, aos 94 anos. Assim que percebeu a situação, Joe deu um beijo de despedida na mulher e sussurrou no ouvido dela: “Helen, me leve para casa”. Apenas 28 horas depois ele morreu, aos 100 anos de idade.

A família disse ao Cincinnati.com que sabia que o veterano da Segunda Guerra Mundial não conseguiria passar mais de uma noite sem seu grande amor. Os corpos do casal foram velados juntos, na mesma igreja em que eles se conheceram e casaram, em 1941.

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O casamento de 73 anos gerou 10 filhos, 16 netos, 29 bisnetos e um tataraneto. Sobreviveu aos 3 anos em que Joe passou em batalhas na Segunda Guerra Mundial. Quando o marido embarcou rumo aos conflitos na Europa, Helen estava grávida do segundo filho do casal. Durante a Guerra, ela conseguiu enviar uma foto dela com os dois filhos, Barry e Judy, que ele mantinha guardada na carteira. Joe só conheceu Judy quando ela tinha 3 anos de idade. “Essa foto nunca saiu da carteira dele. Na verdade, ela ainda está lá”, contou Jerry Auer, o filho caçula.

“É um momento de alegria. Mamãe e papai tiveram uma vida abençoada. Ela amava a família e os amigos. Amava se manter ocupada com a família”, disse Mary Jo Reiners, uma das filhas do casal. “Papai acreditava que seus filhos eram um presente de Deus, essa era uma grande responsabilidade para ele. Ele nos ensinou a servir a Deus e cuidar do planeta. Ele estava fazendo reciclagem no dia em que morreu”, recordou.

Por conta da grande quantidade de filhos, o casal sempre viveu com orçamento apertado e só conseguiu comprar o primeiro carro quando Joe se aposentou. Assim que o filho mais novo foi para o colégio, Helen começou a trabalhar como merendeira em uma escola da região, onde servia os lanches sempre cantando com as amigas. “Eles eram pessoas simples e humildes. Eles não queriam nada e tiveram tudo em troca. Se alguém estiver pensando em se casar, deveria se espelhar nos meus pais”, afirmou Jerry.

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