Pessoas em casamentos felizes vivem mais, afirmam pesquisadores

foto: Corbis
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Publicado no F5

Quanto tempo uma pessoa pode viver?

Tentando responder a essa questão, dois pesquisadores da Universidade da Pensilvânia desenvolveram um questionário com oito perguntas.

Elas foram desenvolvidas baseadas em dados da população americana e está disponível em inglês.

O internauta responde se é casado (ou pretende se casar ou está solteiro), cor, sexo, se fuma, idade e quanto tempo se exercita por semana, além de confessar se usa sempre cinto de segurança e quantas milhas roda de carro por ano.

“Esses são os maiores fatores de risco que nós temos sólidas evidências”, disse Lyle Ungar, professor de ciência da computação e informação da Universidade da Pensilvânia, à revista “Time”.

“Se você está em um casamento feliz, você tem grandes chances de viver mais. Isso talvez seja mais importante quanto fumar, o que quer dizer que é muito importante”, ele acrescentou.

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Bebê com nanismo é prova de traição em despedida de solteira

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publicado no Terra

Uma mulher – que contou com o show de um stripper anão em sua despedida de solteira – foi obrigada a revelar que traiu o marido quando seu filho nasceu: a criança veio ao mundo com nanismo. As informações são do Mirror.

Segundo a publicação, o caso aconteceu na Espanha e ninguém imaginava que a noiva tivesse tido um caso com o stripper, nem mesmo suas amigas. O nome da mulher não foi revelado, tão pouco o do stripper.

A despedida de solteira aconteceu na noite anterior ao casamento, há nove meses. Semanas depois, a mulher declarou gravidez e comemorou, ao lado do marido, a vinda do filho.

No entanto, nesta sexta-feira, quando a criança nasceu com nanismo, a verdade teve que ser revelada. “Ninguém na família dela ou do marido tinham nanismo e nunca soube de nenhum outro anão na vida dela. Logo, não foi difícil imaginar o que tinha acontecido”, falou uma amiga do casal.

Nesta sexta-feira, o marido pediu divórcio assim que soube do que tinha acontecido.

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Os 40 são os novos 30, só que não

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Mariliz Pereira Jorge, na Folha de S.Paulo

Você está se levando muito a sério, disse meu psicanalista. Olhei para ele e pensei, como a gente deixa esse tipo de coisa acontecer. Parece que foi ontem que tudo que eu planejava era chegar até o fim de semana.

Não perdia o sono, não sabia o que era ansiedade, muito menos perceber um desânimo, e não entender de onde vem esse peso que nos afunda.

Durante muito tempo eu consumia a vida. E quando me dei conta é a vida que me consome. São prazos, cobranças, mais contas do que dinheiro, falta de paciência, saco cheio, intolerância, um bufar constante. Passei a não me aguentar, porque não aguentava mais o pouco do muito que me rodeava.

É complexo. Mas quem já passou por isso sabe o que é. A gente se sente muito jovem ou nem pensa no momento porque está ocupado demais em viver. Nunca fui inconsequente. Não ser careta, certinha, não tem nada a ver com ser porra louca. Eu apenas percebi muito cedo que tinha mundo demais, tinha gente demais, tinha vida demais para conhecer e desbravar por aí.

Então, você se depara com o mestre dos clichês: a vida é feita de escolhas. E quando você olha tem 40 anos. E entra em crise porque não sabe se fez as escolhas certas. E começa a contestar se tudo o que fez valeu a pena. E se pergunta quando você começou a ficar tão chata. E olha para os lados e pensa, de onde veio esse medo da vida?

Tudo começa a ganhar uma proporção maior do que deveria. Você pensa que talvez, e só talvez, deveria ser a antítese da música dos Titãs. Amei muito, arrisquei muito, vi centenas de pores do sol, caguei para os problemas, morri de amor algumas vezes, aceitei sempre o que a vida me trouxe. E agora, José?

Agora todo mundo casou, teve filhos, comprou uma casa –ou duas–, se separou, casou de novo, foi promovido. E você continua sem saber o que fazer na semana seguinte.

Tomo um copo de água. Olho para o meu psicanalista, ele ri. De mim, claro. E começa a dizer o que a gente não deveria esquecer.

Quando começamos a olhar todos os problemas que surgem na vida adulta, focamos apenas em resolver o que nos traz o conforto imediato e não exatamente o que nos faz feliz. Chega uma hora que a gente resolve que chegou o momento de ter estabilidade na vida. Para a maioria essa urgência chega aos 30. Para outros aos 40, que são os novos 30 –só que não, exatamente.

Aos 30 você morre de tédio de pensar nessa monotonia da estabilidade. Mas aos 40 começa a acreditar que deveria ter engolido alguns sapos no trabalho e no amor, para não ter que pensar na semana que vem. E assim, ser infeliz para sempre.

Os paradoxos da vida. Quero tudo, mas não agora. Nem sempre as coisas acontecem quando queremos, principalmente para os adoradores da vida, para quem o tempo pode ser a qualquer hora. A gente precisa desarmar essa bomba prestes a explodir dentro de nós, que se chamam convenções, obrigações, chateações e olhar de novo apenas para o que nos dá prazer.

Quanto mais converso com o meu senhor Freud, mais me convenço de que estou tentando ser alguém que não sou –e nem preciso ser. Não sou a garota certinha, que planeja passo a passo o que vai acontecer amanhã. Não sou eu. Quanto mais quero prever o futuro, mais sofro com o presente. Quero usar a maturidade para viver a vida de uma forma mais adolescente, quando tudo que a gente mais faz é ser feliz, porque acredita que tem a adolescência pela vida afora.

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Mãe realiza sonho de dançar no casamento do filho três dias antes de morrer de câncer

 

Publicado no Extra

Nem mesmo a batalha contra um câncer de mama fez a americana Mary Ann Manning desistir de realizar um de seus maiores sonhos: dançar com o filho Ryan na festa de casamento dele, no último dia 5 de setembro. Já debilitada, a senhora de 61 anos emocionou todos os presentes na festa ao se apresentar com o noivo, seu filho, ao som de “Over the rainbow”, trilha do filme Mágico de Oz. Três dias depois de ter seu desejo atendido, Mary Ann morreu, devido a complicações da doença. As informações são do Daily Mail.
A dança foi registrada pela outra filha de Mary Ann, Kristie, em vídeo publicado no YouTube. Na publicação, ela escreve que a mãe “aguentou firme para dar ao filho esse último presente” e chama o acontecido de uma “síntese do que é o amor de mãe”. Kristie diz ainda que Mary Ann se juntou a seu outro filho, que morreu há quatro anos.

Mary Ann, de vestido com brilhantes ao lado da noiva, e a família Manning Foto: Reprodução / Facebook
Mary Ann, de vestido com brilhantes ao lado da noiva, e a família Manning Foto: Reprodução / Facebook

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