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Big Brother africano tem canal VIP que mostra participantes nus

Serviço permite ver vídeo de banho dos membros da casa. Canal possui câmeras debaixo das cobertas e ‘cenas proibidas’.

publicado no G1

Na versão do Big Brother África, o programa possui um modelo de assinatura que permite aos telespectadores terem acesso a “câmeras exclusivas”, que mostram os participantes debaixo das cobertas e até nus enquanto tomam banho.

Vídeos exclusivos exibem participantes tomando banho e em outros momentos de intimidade (Foto: Reprodução/Facebook/Big Brother Africa Shower Hour)

Vídeos exclusivos exibem participantes tomando banho e em outros momentos de intimidade (Foto: Reprodução/Facebook/Big Brother Africa Shower Hour)

De acordo com o site oficial do programa, por um pagamento único de 70 rands (cerca de R$ 15), o usuário tem acesso ao serviço do programa, que conta com câmeras noturnas, cenas que não puderam ser exibidas na TV e depoimentos dos participantes que foram eliminados.

Disponível apenas para maiores de 18 anos, o programa oferece um vídeo diário de uma hora com todos os membros da casa tomando banho.

O BBB África, que conta com 28 participantes de 14 nações africanas, está em sua oitava edição.

 

 

Por trás das cenas de filmes

Amanda de Almeida, no Brainstorm9

TQM5IRG-960x539.jpg.pagespeed.ce.Z52zda3NhfOutro dia mostramos por aqui uma coleção imperdível de imagens de bastidores de clássicos do cinema, reunida pela ThePhotoMag. Agora, voltamos ao tema com uma outra seleção reunida no Imgur por joinyouinthesun. Fã de cinema (vale dar uma olhada em seus outros álbuns) ele compilou 100 fotos de títulos lançados entre 1931 –Frankenstein –  e 2012 – Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurgeem 100 Films | 100 Behind the Scenes Photos.

Para quem curte estes registros que mostram o que rola por trás das câmeras, como uma cena foi feita ou até mesmo momentos de descontração da equipe, é um prato cheio. Aqui, selecionamos alguns “aperitivos”, a começar por 2001 – Uma Odisseia no Espaço, de 1968 (acima).

Irmã Wanda: A trollagem de Glória Perez

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Com 45 pontos de audiência no último capítulo, “Salve Jorge” finalmente chegou ao fim. Como revela matéria publicada no UOL, uma das cenas foi cuidadosamente ocultada de todo o elenco. Trata-se do momento em que a vilã Wanda (Totia Meirelles) diz à Lívia (Claudia Raia) na prisão: “Eu aceitei Jesus”.

Como o repórter do UOL (e o Brasil todo) inferiu, Glória Perez parece ter matado duas ovelhas dois coelhos com apenas uma cacetada: momento “revenge” com os crentes equivocados que tentaram boicotar a novela desde o início e, claro, alusão pra lá de óbvia a Guilherme de Pádua por motivos que todos sabem.

No Twitter, “Irmã Wanda” foi um dos assuntos + comentados e logo surgiram várias montagens com a personagem. Confiram alguns tuítes e imagens.

  • “Rosas são vermelhas, violeta são azuis, Lívia ficou na pior e eu aceitei Jesus”
  • O Bonde da irmã Wanda é a nova sensação e pra começar chama a Lívia pra pregação vai fazendo oração
  • ATENÇÃO a irmã Wanda convoca todas as meninas para uma missão ungida na Turquia. Interessadas esperar ela sair da cadeia,oh glórias…
  • Pau que nasce torto, Jesus endireita, menina que requebra mãe, Bíblia na cabeça (Irmã Wanda Lispector)
  • De ontem pra cá, criaram tanto perfil da irmã Wanda que já dá pra abrir uma igreja!
  • Irmã Zuleide é pros fracos, os fortes vão ver a Irmã Wanda pregando a palavra.

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dica do Israel Anderson, Tom Fernandes e vários tuiteiros.

Imagens em cacos

imagem: Internet

imagem: Internet

Marina Silva

Cômicas e tristes são as cenas na internet que pude ver ao vivo da reação dos deputados à “invasão indígena” no plenário da Câmara. Às vésperas do Dia do Índio, eles protestavam contra o projeto que põe a demarcação de suas terras sob controle do Congresso. Um direito ancestral vira objeto de negociação política. Na correria, alguns parlamentares tinham mais medo de suas consciências que dos manifestantes “armados” com penas e maracás.

Havia ali uma palavra antiga, calada por séculos de violência, tentando novamente fazer-se ouvir. Reconheço essa palavra desde a infância na Amazônia, de onde vim. E fiquei ao lado dos poucos deputados dispostos a ouvi-la no lugar onde a voz do povo deve ser sempre respeitada.

Ali estávamos defendendo o direito de dizer uma palavra nova no espaço da política, no debate das ideias, dos rumos do Brasil e da civilização. Essa nova palavra, que vem de tribos antigas e jovens, nas florestas e nas cidades, também está sendo abafada e impedida. No sistema político dominante e dominado, só se permitem palavras de conformismo e assentimento.

Alguns dos partidos que outrora elevaram suas vozes pela democracia, agora a controlam e silenciam. Os que detêm volumosos e nem sempre lícitos recursos do financiamento privado recusam-se a democratizar o acesso ao financiamento público. Os que têm largo tempo para dizer o que já é conhecido negam o acesso à mídia aos que querem anunciar o devir. Os avaros donos da hora regateiam segundos.

Qual o motivo dessa regressão? Repetem-se o ocultamento e a transferência, como diante dos índios. Muitos políticos têm medo de sua própria origem. O pragmatismo estagnado teme o sonho renovador.

Para controlar, alega-se que novos partidos podem ser siglas de aluguel e vender seu tempo de propaganda. A pergunta é inevitável: quem aluga siglas e quem compra o tempo? A reforma política, que deveria ser um aperfeiçoamento da democracia, reduz-se a uma reserva de mercado: restringe a oferta dos possíveis vendedores sem tocar no poder de demanda dos compradores.

As novas palavras não estão à venda, elas brotam de uma vontade profunda e legítima. Na raiz da crise de nossa civilização está uma dificuldade de ouvir a voz da natureza. Os desafios que enfrentamos só podem ser superados por uma democracia plena.

Os colonizadores usaram espelhos para atrair os índios e vencer sua resistência. Recebamos os fragmentos que eles agora devolvem. Muitos deputados não se enxergaram nos cacos. Talvez no Senado, onde a experiência proporciona mais consciência da autoimagem, os defensores da democracia possam refletir o zelo que por ela tiveram um dia.

fonte: Folha de S.Paulo

‘Somos tão jovens’ tem Renato Russo ‘real’ e texto artificial

Thiago Mendonça faz boa caracterização, mas diálogos são esquemáticos. Amizade em Brasília e descoberta de homossexualidade são mostradas.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Por Rodrigo Ortega, no G1

A juventude de Renato Russo antes da fama na Legião Urbana é retratada com boa atuação de Thiago Mendonça, mesmo com os diálogos forçados e o roteiro esquemático do início de “Somos tão jovens”. Com 1h45 de duração, o filme estreia no dia 3 de maio nos cinemas brasileiros.

O filme dirigido por Antônio Carlos da Fontoura, de “A rainha diaba” (1973) e “Gatão de meia idade” (2006), demora a engrenar, iniciado com uma apresentação pouco natural da descoberta do punk rock por jovens de Brasília no fim dos anos 70 e a formação do Aborto Elétrico, primeiro grupo de Renato.

Algumas cenas fazem pouco para envolver o espectador no drama do personagem e servem mais como um documento repetido sobre Renato Russo. O protagonista conversa com um colega sobre os Sex Pistols, como em uma tentativa de explicar didaticamente a influência da banda. As discussões com os pais sobre o futuro do filho e a situação do país ou o “nós vamos dominar o mundo” gritado aos companheiros do Aborto Elétrico também são pouco envolventes.

Renato (Thiago Mendonça) e Aninha (Laila Zaid) Foto: Divulgação

Renato (Thiago Mendonça) e Aninha (Laila Zaid) Foto: Divulgação

O filme engrena a partir de sua metade. A relação com Aninha, interpretada por Laila Zaid, também em boa atuação, se complica e passa a ser um dos dilemas centrais. O rompimento com Fê Lemos (hoje baterista do Capital Inicial) no Aborto Elétrico e a descoberta da homossexualidade de Renato Russo (com destaque para o episódio em que ele pede para ficar com Flávio Lemos, hoje baixista do Capital) reforçam o drama.

Thiago Mendonça também vai bem nas cenas em que canta as músicas de Renato Russo. A produção do filme diz que voz foi captada ao vivo nas gravações, sem uso posterior de estúdio para os vocais. No início do longa, os momentos musicais são superiores aos diálogos. No final, finalmente consegue-se integrar bem o drama da história à interpretação das músicas.

O fato de o próprio Renato Russo ter sido conhecido por trejeitos teatrais faz com que o tom empostado do filme não comprometa a caracterização de Thiago Mendonça. O ator, cujo papel anterior mais conhecido no cinema foi como o cantor Luciano em “2 filhos de Francisco” (2005), às vezes tem tom filosófico e em outras puxa para a ironia o jeito formal de falar, assim como o cantor fazia em entrevistas e shows.

Ibsen Perucci interpreta Dinho Ouro Preto em 'Somos tão jovens' (Foto: Divulgação)

Ibsen Perucci interpreta Dinho Ouro Preto em
‘Somos tão jovens’ (Foto: Divulgação)

Outras figuras que se tornariam conhecidas na música brasileira são retratadas, como Dinho Ouro Preto e Herbert Vianna. A ajuda de Herbert – interpretado de modo caricatural, mas engraçado – para o início da Legião, ao gravar “Química” e fazer o contato entre Renato e o então jornalista Hermano Vianna, seu irmão, é breve, porém importante na história.

Nicolau Villa-Lobos, filho de Dado, guitarrista da Legião, interpreta o pai em participação rápida. Isso acontece porque “Somos tão jovens” mostra apenas o início da história do grupo mais famoso de Renato, ainda uma década antes da morte do cantor, por complicações causadas pela Aids, em outubro de 1996.

Mais Legião no cinema em 2013
Além de “Somos tão jovens”, outro filme inspirado em Renato Russo entra em cartaz em maio no Brasil. Inspirado no hit homônimo da Legião Urbana, “Faroeste caboclo” – que estreia no dia 30 – tem Ísis Valverde no papel de Maria Lúcia e Fabrício Boliveira como João do Santo Cristo, personagens da letra do compositor. A direção é do estreante em longa René Sampaio.

Filmagem de 'Somos tão jovens' (Foto: Divulgação)

Filmagem de ‘Somos tão jovens’ (Foto: Divulgação)