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Ladrão chora durante roubo e desiste de levar carro de vítima em SP

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Ele não conseguiu ligar o veículo automático e recebeu R$ 400 de vendedora autônoma

Publicado originalmente no Estadão

Depois de render a vendedora autônoma Lúcia Maria Saisi, de 50 anos, e sua filha de 22 anos, no fim da tarde dessa quinta-feira em Presidente Prudente (SP), o servente de pedreiro Thiago Rafael Bonome Ventura, de 26, surpreendeu as vítimas ao chorar diante delas. Ele chorou copiosamente após tentar ligar o carro automático da vendedora. O ladrão, que é usuário de drogas, quis fugir e não conseguiu.

Mãe e filha ficaram com pena do rapaz. “Ele disse que chorou porque quer sair dessa vida (de criminalidade) e porque já matou duas pessoas”, disse a filha, exigindo anonimato. A moça, que é estudante, explicou que sua mãe ofereceu R$ 400 ao ladrão “para ele ir embora”. “A gente estava atordoada com aquela situação”, acrescentou.

Após pegar o dinheiro, o ladrão foi para o centro da cidade. Ele gastou os R$ 400 com drogas e bebidas, segundo a Polícia Militar. Ventura foi preso pouco antes das 21 horas, após um tio do acusado mostrar seu retrato às duas mulheres. Depois de ser ouvido na Delegacia Participativa, o servente foi encaminhado na manhã desta sexta-feira para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá. Ele pode ser condenado a até 12 anos de prisão porque, segundo a PM, o ladrão “fez menção de estar armado” e também ameaçou as vítimas, embora de forma branda.

caricatura via Can Stock

Mãe chicoteia filha de 2 anos por queimar nota de R$ 5

Após queimar nota de R$ 5, criança foi chicoteada pela mãe, no sertão da Paraíba Foto: Polícia Civil / Divulgação

Após queimar nota de R$ 5, criança foi chicoteada pela mãe, no sertão da Paraíba
Foto: Polícia Civil / Divulgação

Charley Garrido,  no Terra

A mãe de uma criança de dois anos foi presa, na noite do último domingo, após ser denunciada por vizinhos por agredir sua filha com chicotadas, depois que ela queimou uma nota de R$ 5. O crime aconteceu no município de Cajazeiras, sertão da Paraíba.

De acordo com a Polícia Civil, Maria José Alves Tenório, 26 anos, teria se irritado com a criança, que ao “brincar” com uma vela, queimou uma nota de R$ 5 que seria usada para comprar uma pedra de crack.

Com um chicote de plástico improvisado, a mulher teria então agredido a filha, que ficou com marcas por todo o corpo. Os vizinhos notaram o choro da criança, e se revoltaram com a situação. A mãe, por sua vez, fez as malas na tentativa de fugir do local.

“Ela só não foi linchada porque tomamos a frente da situação”, afirma a escrivã Elisângela Dantas, da Polícia Civil. Maria José foi presa em flagrante por tortura, e prestou depoimento na delegacia, antes de ser transferida para a cadeia pública feminina de Cajazeiras.

A menina de 2 anos, e seu irmão, de 11 meses – que não foi agredido – foram levados ao hospital regional, e entregues em seguida para o Conselho Tutelar.

Wanderley Tribeck, o Bozo (hoje, pastor), dispara sobre Eliana e ex-colegas: ‘Mal-agradecidos’

Wanderley Tribeck, o Bozo, dispara sobre Eliana e ex-colegas: 'Mal-agradecidos' - 1 (© Reprodução, Facebook)

Publicado originalmente no MSN

Wanderley Tribeck ficou conhecido nos anos 1980 como o palhaço Bozo, que ficou no ar por seis anos no SBT. Em entrevista ao jornal carioca “O Dia” desta segunda-feira (7), o ex-humorista e agora pastor evangélico recorda o sucesso na TV e dispara que não acredita na estratégia de Silvio Santos de lançar um novo Bozo.

“As piadas de hoje são sem graça… Por que o Silvio quer voltar com o Bozo em vez de criar um novo personagem? Colocaram um Bozo ‘chaleira’, que só fica com as mãos na cintura”, disse ele, sem esconder a saudade que sente do palhaço. “Eu choro porque tenho saudade. Era uma programa maravilhoso”.

Além da vida religiosa, Wanderley também se dedica a seu restaurante em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Ele afirma que saiu do SBT deixando as portas abertas e é muito grato ao dono da emissora por tudo que conquistou até hoje.

“Eu saí com carta de recomendação, eu amo o Silvio. Tudo que conquistei neste país foi pela porta aberta por ele. Eu pedi para ir embora quando ele quis criar vários Bozos para o personagem estar em vários lugares. Eu disse que não daria certo e que não achava legal”.

Wanderley Tribeck admite que não assiste aos programas de TV da atualidade, porque, segundo ele, a maioria só mostra mulher pelada. Caso voltasse a trabalhar nesse ramo, seria somente para dirigir um programa voltado para a família. O ex-palhaço não esconde que guarda uma certa mágoa de alguns artistas que começaram a carreira graças a ele, no programa “Turma do Pipoca”, da TV Gazeta.

“Lá, eu lancei muira gente: Dominó, Polegar, Mara Maravilha, Angélica, Eliana e Atchim e Espirro. São todos mal-agradecidos… A Eliana também. Vi uma entrevista dela sobre a carreira e não me mencionou. Tenho vídeos de todos participando do meu programa”, dispara.

dica do Rogério Moreira

Rodrigo Lombardi pinga colírio nos olhos e finge choro no especial de Roberto Carlos

Publicado por Fica Quietinho

1Internet, sua linda! Graças a ti, mais uma mentirinha do mundinho dos famosos acaba de ser revelada. Desta vez o caso vem direto do especial de fim de ano cafona do Roberto Carlos exibido na TV Globo na noite de terça-feira (25).

Antes de cantar Esse Cara Sou Eu, o “rei” falou sobre o encontro que teve com Glória Perez quando ela ainda escrevia a novela Salve Jorge. Ela disse que a música era perfeita para o casal principal da trama, interpretado po Rodrigo Lombardi e Nanda Costa, e falaria “do cara que toda mulher gostaria de ter, do cara que todo homem gostaria de ser”. O tal do “cara” é Lombardi.

Após as palavras, ele precisava chorar. Mas não conseguiu de forma natural. Rodrigo até apareceu na TV com as lágrimas escorrendo dos olhos, mas o que ninguém reparou é que ele sacou um tubo de colírio do bolso para fazer brotar os rios que correram por seu rosto. Coisa feia!

Tentamos tirar um print do vídeo, mas a imagem não ficou muito boa. Vale assistir ao vídeo desde o começo. Quando chegar ao 1min25seg preste atenção na parte de baixo da tela. Você verá o instante em que Lombardi molha os olhos. Segundos depois a câmera dará um close em seu rosto, mostrando as lágrimas escorrendo.

4 mentiras que seus pais contaram que influenciaram sua personalidade

André Bernardo e Maurício Horta, na Superinteressante

Você provavelmente ouviu a história da cegonha (ou uma de suas versões) quando perguntou aos seus pais de onde vêm os bebês. Ou então acreditou naquela história de que “não vai doer nadinha” na hora de tomar uma vacina. É tudo mentira. Mas dessas você já sabia. Agora, a ciência revela que pais mentem mais para os filhos do que imaginam. E até aquelas “mentirinhas sinceras” do dia-a-dia podem mudar para sempre a vida de uma criança. Saiba quais são as consequências das inverdades dos seus pais e como elas moldaram seu caráter.

1. “O vovô virou uma estrela.”
A verdade: Pais são tão criativos quanto mal-informados. Essas historinhas criam falsas expectativas e medos desnecessários

Adultos que têm muita dificuldade de lidar com a morte acabam por assumir que seus filhos não vão conseguir aguentar essa dor. Aí, em vez de contar o que aconteceu de forma clara e objetiva, tentam protegê-los com historinhas mirabolantes. “Virou uma estrela.” “Caiu em sono profundo.” “Foi morar no céu.” “Viajou para longe.” Tudo errado, segundo especialistas ouvidos pela SUPER. Quando a criança não ouve respostas satisfatórias a suas dúvidas, ela acaba procurando respostas próprias – em geral equivocadas. E essas conclusões só tornam seus medos, suas fantasias e suas culpas ainda mais dolorosos do que a verdade. Tentativas de comparar a morte com o sono são desastrosas porque podem levar a criança a ter medo de dormir e nunca mais acordar. Dizer que alguém “precisou viajar” cria a falsa expectativa de que a qualquer momento ele vai estar de volta. O que fazer então? “O ideal é que os pais não decidam pela criança sobre o que ela deve saber e nem deem explicações além daquelas que a criança está procurando”, diz a psicóloga Vanessa Rodrigues de Lima. “Viver perdas, enfrentar adversidades e sofrer frustrações faz parte do desenvolvimento humano”, diz a psicóloga Maria Helena Pereira Franco, coordenadora do Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto da PUC-SP.

2. “Engole o choro. No futuro, vai me agradecer.”
A verdade: A única vantagem do castigo corporal é a obediência imediata. No futuro, virá uma conta para o próprio filho pagar

O chinelo é o melhor educador? Não é o que mostra a ciência. Estudos provam que o castigo corporal não presta para ensinar o que é certo e o que é errado - ou seja, para a criança internalizar valores morais. Na verdade, acontece o contrário. Quando os pais castigadores estão ausentes, a criança ignora as regras. Quando estão presentes, ela mente. Por outro lado, bater pode criar problemas imediatos e futuros. Mesmo aos 2 anos, crianças que sofrem castigo físico tendem a evitar seus pais. São também mais agressivas. E, mais para a frente, têm mais risco de infringir leis, ir mal na escola e apresentar transtornos mentais.

3. “Foi a cegonha que trouxe você”
A verdade: Quanto menos informada sobre sexo for a criança, mais precoce e aleatória será sua iniciação sexual – e, com isso, mais arriscada

As primeiras perguntas pipocam naturalmente na fase dos “porquês”, lá pelos 3 anos: a razão da diferença anatômica entre meninos e meninas e entre o corpo deles e o de primos mais velhos – e, claro, de onde vêm os bebês. E aí resta ser sincero, respondendo de forma clara, direta e pontual conforme as perguntas forem surgindo. Claro, é preciso adaptar respostas à idade da criança. “Na medida do possível, usar uma alternativa lúdica o mais próxima da realidade da criança pode ajudar no diálogo”, diz Bombonatto. Muitos, por exemplo, explicam que o pai plantou uma sementinha na barriga da mãe – o que não deixa de ser verdade. E não tem por que ter medo de responder. O diálogo franco e aberto sobre reprodução não vai estimular os filhos a fazer sexo precocemente. Muito pelo contrário. Foi o que descobriu uma pesquisa da Universidade de Montreal com 1 171 adolescentes de 14 a 17 anos. Deles, 45% disseram que obtêm informações sobre sexo com os pais, e 32%, com os amigos. Entre os que mantinham um diálogo aberto com os pais, 18% eram sexualmente ativos. Isso subia para 37% no grupo dos que não tocavam no assunto. “Em outras palavras, quanto mais informada for a criança, melhor ela saberá escolher o momento certo”, diz Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da Faculdade de Medicina da USP. “E, quanto menos informada, mais precoce e aleatória será sua iniciação sexual.”

4. “Seu desenho ficou lindo.”
A verdade: Elogio exacerbado prejudica tanto quanto a crítica sistemática

A criança volta da escola e, cheia de si, exibe aos pais o desenho que fez na aula. Como reagir diante daquele borrão indecifrável? “Num primeiro momento, o pai ou a mãe até podem valorizar o que o filho fez, mas é importante que, no futuro, façam alguns ajustes e, em vez de simplesmente elogiá-lo, motivem o filho a melhorar”, diz o pediatra Saul Cypel, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Dizer que o desenho (ou o teatrinho, ou a apresentação, ou o bolo) não ficou tão bom quanto poderia não prejudica a autoestima. Na verdade, ajuda a desenvolver o senso crítico – e incentiva a progredir sempre. “O elogio exacerbado pode ser tão prejudicial ao desenvolvimento da criança quanto a crítica sistemática”, diz a educadora Tânia Zagury. Isso porque a impede de ver a realidade e pode levá-la à acomodação.