Você não é tão bom quanto pensa, diz professor

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publicado na EXAME

Duvidar, lá no fundo, da sua própria competência pode ser o segredo para o sucesso. Essa é a opinião do psicólogo Tomas Chamorro-Premuzic, professor na University College London (UCL) e consultor de diversas empresas como HSBC, J.P. Morgan e Unilever.

Crítico ferrenho das correntes de autoajuda que pregam frases como “acredite em si mesmo” ou “você é capaz de qualquer coisa”, ele defende que profissionais confiantes têm menos amigos, menos oportunidades de carreira e, a longo prazo, menos realizações.

EXAME.com conversou com o professor para entender por quê, na visão dele, o mundo é dos modestos. Confira a seguir os principais trechos da entrevista.

A média das pessoas tende a subestimar ou superestimar suas próprias competências?

Tomas Chamorro-Premuzic: Superestimar. Essa é uma das tendências mais universais que já foram documentadas sobre o comportamento humano. A maioria das pessoas acha que é melhor do que realmente é.

Essa visão distorcida que temos de nós mesmos aparece até nos contextos mais bobos. Supervalorizamos nosso desempenho no trabalho, mas também na hora de cantar no karaokê ou contar uma piada. Só 9% das pessoas avaliam suas próprias habilidades de forma realista.

Por que a humildade é tão rara?

Tomas Chamorro-Premuzic: A única explicação simples para isso é que os seres humanos sentem desconforto ao pensar coisas negativas sobre si mesmos. O otimismo faz bem para o emocional das pessoas, é uma adaptação evolutiva.

O senhor já disse que pessoas menos confiantes são mais bem-sucedidas. De onde vem essa correlação?

Tomas Chamorro-Premuzic: É simples. Pegue o caso do tenista Roger Federer. A competência dele no esporte deve ser aproximadamente 100 vezes maior do que a de um jogador mediano de tênis. Mas a autoconfiança dele só deve ser três ou quatro vezes maior do que a de um indivíduo comum. Proporcionalmente, as pessoas mais bem-sucedidas são as mais humildes.

Ser pouco confiante é bom por dois motivos. O primeiro é que você é mais crítico sobre você mesmo, sabe quando as coisas não vão bem e tende a reagir mais prontamente a feedbacks negativos.

Além disso, no contato diário com o outro, você é percebido como modesto e humilde. Os outros criam uma imagem simpática de você. O mundo do trabalho está cheio de pessoas que são percebidas negativamente por serem muito confiantes.

A autoconfiança teria então uma face perversa?

Tomas Chamorro-Premuzic: Sim. Confiar em si mesmo é tóxico para a carreira de uma pessoa, principalmente se lhe faltar competência. O papel original da insegurança, durante a evolução da espécie, foi o de funcionar como um sistema de alarme para detecção de ameaças. Quanto mais confiante você é, menos consciente dos riscos e perigos você se torna.

A longo prazo, ser confiante demais tende a prejudicar a sua capacidade de se aperfeiçoar profissionalmente. Se você já acredita que é ótimo, tem menos energia para se superar.

O senhor já afirmou que, no trabalho, os homens geralmente são muito mais autoconfiantes do que as mulheres. Dentro desse contexto desigual, a autoconfiança é mesmo tão nociva à carreira das mulheres?

Tomas Chamorro-Premuzic: Em qualquer ambiente, profissional ou não, os homens tendem a se superestimar, e as mulheres, a se subestimar. Fica difícil mesmo que elas sejam recompensadas por serem modestas. Então, da forma como as coisas são, sim, infelizmente a assertividade e a autoconfiança ainda valem a pena para a profissional mulher.

Mesmo assim, acredito que a confiança excessiva prejudica qualquer pessoa. A única ressalva que faço é que, como existem mais homens iludidos sobre sua própria competência do que mulheres, o meu conselho vale mais para eles do que para elas.

A geração Y é muitas vezes taxada de narcisista. O senhor concorda com essa qualificação?

Tomas Chamorro-Premuzic: Sim, o membro típico da geração Y tem uma grande necessidade de se sentir “único”. É uma pessoa que acredita estar destinada a se tornar famosa. Embora narcisista, é também alguém muito inseguro: precisa se admirar muito, mas também necessita de aprovação constante dos outros para reforçar a sua autoimagem positiva. Essa é uma combinação perigosa de características, e acho que já estamos vendo o impacto disso no mundo do trabalho.

Qual é esse impacto?

Tomas Chamorro-Premuzic: Em primeiro lugar, mais do que nunca, os jovens querem abrir suas próprias empresas, fazer as coisas “do jeito deles”. Eles acham que grandes organizações não enxergam o quão bons eles são. O problema é que, estatisticamente, sabemos que a maior parte desses empreendedores não vai se dar bem.

O segundo problema é a forma como os jovens se comportam no mercado de trabalho. A geração Y precisa de reconhecimento constante, e espera que o trabalho seja divertido, estimulante e pague bem. Quantas pessoas conseguem tudo isso? Conheço muitos jovens que constantemente estão trocando de emprego, que nunca estão felizes. Esse é o resultado de uma geração que cresceu ouvindo que é ótima e que foi mimada por pais superprotetores. Essa ilusão exigirá muito tempo para ser desconstruída.

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Sentar-se é o novo fumar (um vício não muito saudável)

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Publicado no El País

Não fumo, não bebo, sigo a dieta mediterrânea… Mas, você de mexe? Se o seu horário de trabalho o deixa exausto para realizar qualquer tipo de exercício físico de forma rotineira, saiba que são cada vez mais as pessoas que decidiram se manter em forma no escritório. Como? Graças às iniciativas de algumas empresas pioneiras que instalam academias para seus empregados, fornecem bolas para sentar-se ou, inclusive, favorecem reuniões em esteiras para caminhar. Lembra-se de quando proibiram fumar no trabalho? Então, para o sedentarismo não sopram ventos melhores.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou em 2013 que o sedentarismo é um dos quatro fatores de maior risco para a saúde. Estima que aproximadamente 3,2 milhões de mortes por ano se devam à inatividade física. A European Heart Network (EHN) elaborou um ranking dos países europeus com o maior índice de sedentarismo, e a Espanha ocupa o quarto posto. 42 % da população maior de 18 anos confessa “viver sentada” toda a semana, frente a 6 % na Suécia e 7 % na Finlândia.

Com a evidência científica acumulada, são muitas as iniciativas que estão em curso para tentar facilitar a prática de atividades para a população. Por isso, há anos, do outro lado do Atlântico foram desenvolvidos programas para levar o exercício físico até o escritório. Inclusive foram desenhadas cadeiras especiais que permitem exercitar a musculatura enquanto se trabalha. É o caso da Officegym, que distribui um sistema inovador que permite realizar exercícios para fortalecer o tônus muscular durante um momento de descanso no lugar de trabalho.

Giovanni Bonotto, da empresa, esclarece: “Todos nós passamos muitas horas sentados no escritório ou em casa. Nossos dispositivos, uma espécie de correias que se adaptam às cadeiras de trabalho, nos permitem, durante pequenos intervalos de descanso, realizar atividade física, algo imprescindível para manter nosso corpo em forma, garantir uma boa circulação sanguínea e, inclusive, um pouco de energia extra para sermos mais produtivos”.

Mesmo que dentro das fronteiras espanholas o conceito de mimar a saúde dos trabalhadores não esteja ainda tão difundido como nos EUA e no Canadá, já existem iniciativas pioneiras que estão dando bons frutos. É o caso da CET 10 com seu programa Wellnessjob. Sua diretora, Sandra Carballo, afirma: “Montar a academia no escritório é algo relativamente novo no país, mas muito consolidado nos Estados Unidos e em outros países da Europa”. Surge da necessidade cada vez maior, segundo afirma, de cuidar do trabalhador para reduzir as faltas ao trabalho e aumentar a produtividade. “O lugar de trabalho é onde passamos a maior parte do nosso tempo e as empresas se tornam muitas vezes o lugar mais idôneo para desenvolver programas de exercício físico (fora da jornada de trabalho se dispõe de pouco tempo livre para ir à academia). Além disso, é um valor agregado para os empregados e um incentivo de que dispõem as empresas para oferecer mais benefícios sociais aos trabalhadores e reter talentos, com o plus de conseguir funcionários mais motivados e melhorar o clima no trabalho”, explica. Na Espanha, a companhia farmacêutica Almirall é uma das empresas que oferece esse serviço aos empregados.

Sente-se, mas sobre uma bola gigante

Existem medidas mais simples, como a introdução de uma bola Fitball (bola de elastômero de grande diâmetro que se usa na no pilates, por exemplo), que permite trabalhar a estabilidade do centro do corpo. “Ao ser uma superfície instável, requer que o usuário mantenha a musculatura ativa em todo momento. É um trabalho mais funcional, já que uma das funções mais importantes dos músculos abdominais e da região inferior das costas (lombares) é estabilizar o corpo. Sentar-se sobre uma fitball obriga a manter as costas mais erguidas e em uma posição mais correta”, afirma Sandra Carballo.

Outras iniciativas vão mais longe, como a introduzida pela companhia Salo, em Minneapolis (EUA), onde foram instaladas, em uma sala de conferências, esteiras para caminhadas adaptadas com uma escrivaninha e seus respectivos computadores, que convidam os participantes da reunião a caminhar enquanto trabalham. Para os intervalos, dispõem de várias mesas de pingue-pongue.

María Giner, personal trainer, jornalista e promotora de iniciativas para exercícios no trabalho, defende: “O ideal é começar pelas coisas mais simples. Não tomar o elevador na empresa, descer do ônibus uma parada antes do lugar de trabalho e ser consciente de que o corpo humano não foi feito para a inatividade”. Lembra, de fato, que devem ser feitas pausas a cada duas horas para levantar-se da cadeira. São gestos simples, como ter uma bola de espuma de borracha que possamos apertar entre as coxas enquanto estamos trabalhando. “Isso tem grande utilidade para a musculatura das pernas e o fortalecimento dos ligamentos do joelho, assim como para revigorar o assoalho pélvico”, diz.

Quando não se pode trabalhar e fazer certos exercícios ao mesmo tempo, a especialista incentiva que se façam manobras para aliviar nossa tensão corporal, como rotações circulares do pescoço, “sem nunca deixar a cabeça cair para trás”.

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Uso incorreto do enxaguante bucal causa mau hálito e diminui o paladar

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Publicado no iTodas

Na lista de produtos usados para promover a higienização bucal, o enxaguatório é o item que promete eliminar as bactérias que causam a placa bacteriana, a gengivite e a cárie. Segundo a dentista Dra. Alessandra Rodrigues, no entanto, é preciso ficar atenta ao uso exagerado desse tipo de produto. “Os que possuem sabor muito forte, por exemplo, acabam ressecando a boca”, afirma.

Malefícios do enxaguante bucal

De acordo com o cirurgião-dentista Marcelo Rezende, o uso contínuo de produtos com álcool para bochecho acaba inibindo as papilas gustativas, o que diminui o paladar. Além disso, esses enxaguantes desequilibram a flora bacteriana responsável pelo pH da saliva e pelos tecidos da boca, o que pode deixar os dentes amarelos.

“O álcool presente nesses produtos de sabor forte também resseca a mucosa e provoca descamação, que resulta na formação de saburra lingual, motivo do mau hálito”, completa Alessandra.

Benefícios do enxaguante bucal

O cirurgião-dentista destaca que, escolhendo os produtos certos, é possível tornar o enxaguante bucal um grande aliado da higienização oral. “Os colutórios – substâncias para enxaguar a boca – à base de clorexidina tem ação antisséptica e ajudam a proteger a gengiva”, explica. Contudo, o especialista destaca que eles não substituem o fio dental e a escovação e que não devem ser usados mais do que uma vez por dia.

Outro enxaguante bucal que pode ser usado é aquele que contém apenas flúor em sua fórmula. “Essa versão do produto ajuda a reduzir o risco de cárie dentária e não oferece prejuízos à saúde bucal”, diz Alessandra, da Sorridents.

Como usar

A dentista explica que o produto não precisa ser usado várias vezes ao dia e que o ideal é que complete a última higienização do dia, antes de dormir. Segundo Alessandra, o bochecho não pode ultrapassar 45 segundos e deve ser usado após o fio dental e a escovação.

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A força do otimismo

A ciência tem uma boa notícia para quem costuma ver o copo sempre meio cheio: você vai viver mais e melhor do que aquele colega que vive reclamando das coisas. Entenda o porquê

(foto: Corbis Images)
(foto: Corbis Images)

Milly Lacombe, na Galileu

Imaginemos a seguinte situação: você está saindo para dez dias de sonhadas férias e quando chega ao aeroporto descobre que o voo está quatro horas atrasado porque uma tempestade de neve impede o avião de pousar no destino. Diante desse imprevisto, como você reagiria? Aos estrebuchos porque suas férias já começaram mal ou com a atitude do otimista pensando: “Ruim ficar preso neste aeroporto, mas agora sei que amanhã a neve vai estar ótima para esquiar. Que excelentes dias terei pela frente”. Se você acha que se encaixa na segunda alternativa, a ciência tem boas notícias: você é um sujeito que vai se recuperar melhor de procedimentos cirúrgicos, tem um sistema imunológico mais sólido do que o pessimista do assento ao lado, viverá mais do que ele e apresenta mais chances de vencer um possível câncer.

As conclusões estão no livro Nothing: Surprising Insights Everywhere From Zero to Oblivion (Nada: Sacadas Surpreendentes por Todos os Lados, do Zero ao Esquecimento, numa tradução livre), recém-lançado nos Estados Unidos. Nele, dezenas de ensaios escritos por diversos cientistas de todo o mundo e compilados por Jeremy Webb, editor da consagrada revista norte-americana New Scientist, mostram como funciona a ciência por trás do otimismo.

É sabido que, ao afetar o sistema nervoso por longos períodos, pensamentos negativos e estresse podem causar doenças como diabetes e certos tipos de demência. Mas o que a ciência começa a entender agora é que a crença de que tudo vai dar certo é capaz de ajudar o corpo a se manter saudável. Alguns estudos indicam que o pensamento positivo pode alterar a realidade ao redor. Um deles, feito em 2001, avaliou 1.306 homens e revelou que os mais otimistas tinham metade das chances de desenvolver doenças coronárias. Já em 1988, outra pesquisa analisou 99 alunos de Harvard que se formaram entre 1942 e 1944 e tiveram que preencher, aos 25 anos, um questionário a respeito de seu estilo de vida. Quando médicos examinaram a saúde desses formandos ao longo de 35 anos descobriram que os pessimistas tiveram mais tendência a desenvolver problemas de saúde entre os 45 e 60 anos.

A ciência começa a entender agora que a crença de que tudo vai dar certo (o otimismo) é capaz de ajudar o corpo a se manter saudável e pode alterar a realidade ao seu redor (foto: Corbis Images)
A ciência começa a entender agora que a crença de que tudo vai dar certo (o otimismo) é capaz de ajudar o corpo a se manter saudável e pode alterar a realidade ao seu redor (foto: Corbis Images)

ARMA EVOLUTIVA
O que a ciência tenta agora entender é se o cérebro está, afinal, programado para o otimismo. AjitVarki, biólogo da Universidade da Califórnia, em San Diego, explica que a consciência da morte é tão devastadora que é capaz de paralisar o homem. Portanto, a única forma de conseguirmos antecipar o futuro sem entrar em desespero é sermos irracionalmente otimistas. Em outras palavras: a mortalidade nos obrigou a desenvolver a habilidade de imaginar dias melhores e mais promissores. No cérebro, essa habilidade é, em parte, responsabilidade do hipocampo, a mesma área que é crucial para a memória.

Outras evidências a respeito de como o otimismo é capaz de impactar o funcionamento do corpo são encontradas no estudo dos placebos, preparados inativos usados em pesquisas controladas para determinar a eficácia de substâncias medicinais. Embora a medicina saiba há pelo menos 30 anos que os placebos podem aliviar dores, quanto mais se estuda o fenômeno mais interessante ele se mostra.

Fabrizio Benedetti, médico e pesquisador da Universidade de Torino, descobriu que um conhecido ansiolítico, o diazepam, não reduz a ansiedade em pacientes pós-operados, a menos que eles sejam informados de que serão injetados com a droga. Ou seja, pacientes que receberam a droga, mas não informados de que se trata de ansiolítico, continuam a apresentar os sintomas. “Nunca podemos ter certeza a respeito da real ação de uma droga dentro de um determinado organismo”, diz o médico. “O ato de administrarmos qualquer medicamento ativa um complexo efeito cascata de eventos bioquímicos no cérebro do paciente.”

Algo muito parecido acontece com a morfina. Segundo o livro de Webb, se o médico não diz ao paciente que o remédio será injetado, é preciso aumentar em 12 miligramas a dose para ter o efeito de analgésico. Se o doente é comunicado de que vai receber morfina, doses muito menores são suficientes para aliviar a dor. (mais…)

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Cérebro pode ser ‘treinado’ a preferir sempre alimentos saudáveis

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Publicado em O Globo

Sim, é possível gostar só de salada ou produtos “light”. Basta fazer um esforço. Essa é a principal conclusão de um estudo publicado na revista “Nutrition & Diabetes”, que defendeu que nosso cérebro pode ser treinado a preferir comida saudável em detrimento de alimentos de alto teor calórico e gordurosos, desde que a dieta não deixe ninguém passar fome.

Há tempos, tinha-se a impressão que nossas preferências por fast-food como batatas fritas e hambúrgueres eram vícios construídos pela sociedade ocidental. No entanto, cientistas da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, puderam confirmar essa teoria a partir de imagens escaneadas da área cerebral ligada à recompensa e vício.

Ao todo, 13 homens e mulheres classificados como “acima do peso” e “obesos” participaram do experimento, oito dos quais faziam parte de um programa de perda de peso especialmente projetado. Quando seus cérebros foram escaneados usando ressonância magnética no início e no final de um período de seis meses, aqueles que seguiam o programa de emagrecimento demonstraram mudanças no centro de recompensa do cérebro.

Ao longo de seis semanas, imagens escaneadas no centro de recompensa do cérebro mostraram que as preferências alimentares desse grupo mudaram, focando em uma dieta rica em fibras e proteínas e pobre em carboidratos. Não foi permitido de modo algum que os participantes ficassem com fome, já que é nesse momento que os desejos de comida e alimentos não-saudáveis tornam-se mais incontroláveis.

Após a exibição de imagens de diferentes tipos de alimentos aos participantes, foram os alimentos saudáveis e de baixas calorias que produziram um aumento da reação cerebral. Segundo o estudo, isso indicava um aumento da recompensa e prazer da comida saudável. Por outro lado, o centro de recompensa do cérebro também mostrou diminuição da sensibilidade aos alimentos pouco saudáveis e de maior teor calórico.

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