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Nerd que beijou modelo em anúncio da GoDaddy revela: ‘Foram mais 45 vezes’

O polêmico beijo do comercial da GoDaddy (Foto: Reprodução/YouTube)

O polêmico beijo do comercial da GoDaddy (Foto: Reprodução/YouTube)

Daniel Ribeiro, no TechTudo

Um comercial da Go Daddy, empresa hospedeira de sites, exibido durante o último Super Bowl gerou polêmica entre os telespectadores norte-americanos. Na propaganda, apelidada de “Combinação Perfeita”, há um close de um beijo bem apimentado entre a modelo internacional Bar Refaeli e o ator (até então desconhecido) Jesse Heiman. O vídeo do comercial já ultrapassou a marca de 9 milhões de views.

A companhia já possui um histórico de comerciais sensacionalista com forte apelo sexual. Contudo, seu rendimento bilionário mostra que o tradicional burburinho de expectativa na véspera do Super Bowl, seguido pelo choque de indignação da audiência, é propício aos seus negócios.

O anúncio desse ano começa com uma pequena introdução feita pela piloto de automobilismo norte-americana Danica Patrick dizendo que a GoDaddy possui dois lados: “Um sexy, representado por Bar Refaeli e outro inteligente, simbolizado por Walter” (no caso, o ator “nerd” Jesse). “Juntos eles são perfeitos”, conclui Danica. É a deixa para que apareça a cena em que ele e a modelo dão um beijo – bem íntimo – que dura mais de 10 segundos.

Em uma entrevista para NBC News com o ator e a modelo, Jesse disse que “foi uma ótima experiência, mas não lembro quantas vezes tivemos que refazer a cena. Acho que foram mais de 45 vezes, pois eles queriam que ficasse o mais perfeito possível”.

Já Bar relatou que “sempre teve o estranho sonho de beijar um desconhecido e fazê-lo se lembrar desse momento pelo resto da semana, e a Go Daddy tornou isso possível”, e ainda afirma: “Ele beija bem!”.

Ao fim da entrevista, Jesse confessa que sempre foi cliente da Go Daddy e que tentava promover sua carreira de ator com os serviços da empresa. Com um discreto sorriso ele ainda concluiu: “Posso dizer que eles atenderam à todas as minhas expectativas”.

Assista ao comercial:

Via NBC News

Pastor e esposa são suspeitos de abusar de seis crianças e adolescentes em PE


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Publicado originalmente no G1

Um pastor evangélico de 30 anos e sua esposa, de 26, são suspeitos de abusar sexualmente de seis menores com idades entre 12 e 17 anos, no bairro de Várzea Fria, na cidade de São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife.

As denúncias foram realizadas pelos pais das crianças no mês de novembro, na Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), no Recife. De acordo com o delegado da GPCA responsável pelo caso, Geraldo Costa, o pastor cometia crimes de estupro de janeiro de 2012 a junho, mas um dos jovens, hoje com 16 anos, afirma ter sofrido abuso quando tinha 10.

O suspeito confessa um dos crimes, um ato sexual com uma adolescente de 13 anos, mas afirma ter sido consensual. “O fato de ter sido com o consentimento dela, ou não, não exclui o fato de que é um crime por ser com uma menor de idade”, explica Geraldo Costa. Ainda segundo o delegado, o pastor era muito respeitado na comunidade. “As crianças eram ameaçadas por ele, que dizia que ninguém ia acreditar nelas porque ele era pastor”, diz o delegado. Além disso, o casal também oferecia presentes para que elas mantivessem segredo dos abusos.

O delegado conta que, de acordo com o depoimento do pastor, tudo começou porque a esposa o teria traído. “Para se vingar, ele teria mantido relação sexual com o jovem que teria ficado com a esposa do pastor. A palavra dele é que ele queria desmoralizar o rapaz”, conta o delegado.

Os boatos sobre o crime começaram porque uma das crianças abusadas contou aos pais, até que um total seis denúncias chegaram à delegacia durante as investigações. De acordo com a polícia, as seis crianças eram quatro meninas e dois meninos.

O suspeito é pastor da Assembleia de Deus Ministério e Missões, igreja fundada por ele mesmo na cidade há cerca de dois anos. Ainda de acordo com Geraldo Costa, o pastor teve um desentendimento na Assembleia de Deus e fundou a própria congregação. Todas as famílias das crianças eram fiéis frequentadores da igreja do pastor.

De acordo com a GPCA, a mulher do pastor era cúmplice do crime porque segurava e amarrava as crianças enquanto o marido praticava o ato sexual e também praticava ela mesma abuso sexual com as crianças do sexo masculino. O pastor e a esposa já prestaram depoimento e serão indiciados por estupro com violência e estupro de vulnerável, podendo pegar mais de 30 anos de prisão cada um. O inquérito foi instaurado na GPCA do Menor Vítima e encaminhado à Justiça nesta quinta (3), para procedimentos cabíveis.

Os suspeitos aguardam decisão da Justiça em liberdade. “A prisão deles não foi solicitada durante o inquérito porque, com a chegada dos laudos, eles colaboraram com as investigações e não estavam apresentando ameaça às vítimas”, explica Geraldo Costa.

vídeo: TV Jornal

Entre crentes que não conhecem a Deus e ateus que também não conhecem a Deus

Caio Fábio

O QUE FOI QUE JESUS DISSE: bem-aventurados os que não viram e creram; ou: bem-aventurado os nunca me conheceram, mas que apesar disso me representaram de modo fanaticamente canino?

Um homem não conhece a Deus, mas diz crer Nele; o outro não conhece a Deus, e, por isto, diz que Ele não existe.

Qual a diferença entre eles considerando que o Conhecimento de Deus é uma revelação, uma Graça?

O primeiro não O conhece e não O viu — pois Ninguém, exceto o Filho, jamais o viu — mas crê porque é um dogma intrínseco da saúde humana, ou da cultura, ou da perplexidade ante a Sublimidade da criação, confessa-Lo entre os homens.

Ora, o diabo crê e treme. E se um dia conheceu a Deus, hoje somente o conhece como Realidade/Verdade/Amor/Contraste.

O Diabo crê, treme, e continua indesdiabrável.

Mas o homem que crê sem conhecer [...] crê-na-fé; visto que não conhece a Deus, por isto tem fé no poder da fé em Deus. Isto é religião.

Ora, o que não conhece e por isto diz que Ele não existe, será visto sempre pelos “de-mais” como um ateu, que é ouvido/interpretado por ouvidos religiosos como alguém/algo semelhante a um anti-Deus, ou ainda como um “algo/alguém que ofende a Deus”; ainda porque também provoca insegurança nos que dizem crer sem conhecer. E, por isto, são dogmáticos e fazem do homem que não conhecendo a Deus [que na carne só se conhece por revelação] um ateu anti-theo, um inimigo de Deus, que odiaria a Deus até se Deus a ele se revelasse, sendo, portanto, um diabo.

De modo contrário, quem conhece a Deus tem um único Dógma: o amor. Por isto são seguros e nada temem.

Os ateus não conhecem a Deus, não porque se dizem a ateus, mas sim, porque não O conheceram ainda [pois dizem não crer em Deus, pelo menos não como a religião constrói “Deus”]. Afinal, sendo Deus invisível, disseram que Ele não existia. Embora, a maior parte dos ateus sejam apenas traumatizados pela religião, ou por sua história sem Deus, ou e por decepções amarguradas ou sofrimentos atrozes ante os quais “o Deus prometido não apareceu nem por ´dever moral´– e, por isto, se dizem sem Deus, ou que Ele não existe.

A bem da verdade um ateu não é um anti-Deus, mas um a-Deus, a-theos.

Deus só é conhecido se Ele próprio se revelar; e Ele se manifesta de muitos modos e formas, incluindo também a criação, mas somente se revela como iluminação do coração para percepções que transcendem as logicas e intelecções por um ato misterioso no coração, pelo menos agora, nos limites da carne.

Ora, um homem não conhece a Deus, mas diz crer Nele; o outro não conhece a Deus, e, por isto, diz que Ele não existe.

Qual a diferença entre eles considerando que o Conhecimento de Deus é uma revelação, uma Graça?

E se a vida do homem que não conhece a Deus for mais abundante de fruto de amor, paz, bondade, honestidade, misericórdia e humildade do que a vida do homem que não conhece a Deus, mas diz crer Nele, embora não carregue os traços divinos do amor, da paz, da bondade, da honestidade, da misericórdia e da humildade?

Pense nisto!

fonte: site do Caio Fábio

Vida perfeita só existe no Facebook

Como as redes sociais mudaram a relação que você tem com a sua própria imagem – e com o resto do mundo

Bruna Bopp e Letícia González, na TPM 

No último fim de semana, é provável que você tenha visto postadas aos montes no Instagram fotos de festas incríveis, piqueniques no parque, drinks na praia, pés na areia, crianças fofas e cachorros mais fofos ainda. E pode ter caído na armadilha de acreditar que seus amigos – e os amigos dos amigos – estavam se divertindo muito mais do que você.

Não é de hoje que se espelhar nos outros para avaliar a sua própria vida é um comportamento comum. Mas é fato que as redes sociais conseguem deixar a felicidade alheia mais sedutora, transformando pessoas e situações em ideais. Imagens de “vida perfeita” sempre estiveram por aí, carregando a mensagem inquietadora: “Você poderia ser melhor”.

Ao ver amigos questionarem a própria vida depois de navegar pelo Facebook, o psicólogo Alexander Jordan, da Universidade de Stanford, na Califórnia, foi pesquisar o assunto a fundo. Em 2011, publicou uma série de estudos sobre como universitários avaliavam as emoções dos seus amigos. Concluiu que a maioria superestima a felicidade dos outros e subestima sentimentos negativos. Ao mesmo tempo, quanto menos os estudantes enxergavam experiências negativas na vida dos outros, mais reportavam solidão e tristeza na sua. Na apresentação do estudo, citou o filósofo iluminista Montesquieu: “Se quiséssemos apenas ser felizes, seria fácil. Mas queremos ser mais felizes que os outros, o que quase sempre é difícil, já que pensamos que eles são mais felizes do que realmente são”.

Um dos erros mais comuns nessa busca é ignorar que, por trás de cada imagem de perfeição, existe a vida real. A headhunter Josiane Menna, 30 anos, cai nesse engano quando acompanha as fotos de viagens alheias. “Instagram de quem viaja muito é o que mais mexe comigo. Eu queria estar ali”, confessa. Embora duas vezes por ano faça viagens para fora do Brasil, não consegue evitar a inveja quando as paisagens estrangeiras invadem o seu celular.

E Josi sabe que, claro, os viajantes mostram só os melhores ângulos. Ela faz o mesmo. “Fui para Nice [na região de Côte d’Azur, na França] e postei uma foto do mar azul, calmo, lindo. Só eu sabia que a minha perna estava toda marcada porque a praia é cheia de pedregulhos, e que paguei seis euros numa garrafinha de água”, ri. Mas esse é o jogo do aplicativo de fotos, acredita. “É a rede social dos momentos felizes.”

Para o teórico britânico Tom Chatfield, autor de Como viver na era digital, lançado pela editora Objetiva com o selo da The School of Life (do escritor e filósofo suíço Alain de Botton), “tentar mostrar ao mundo a melhor imagem de si mesmo é um pouco como se dedicar a um trabalho: você desenvolve habilidades, escolhe melhor as palavras e aparências que vai usar e obtém satisfação quando vê que seu produto teve sucesso”. O produto, no caso, é você mesma. “Vender-se como um objeto é uma espécie de busca pela perfeição. Mas ela pode te levar para longe do que você é, e para longe da felicidade e das relações honestas”, afirma Chatfield à Tpm. Faz-se muito isso na internet, diz ele, ainda que a rede não seja a responsável pela busca da perfeição – apenas oferece novas ferramentas para isso.

A publicitária Gleidys Salvanha, 44 anos, vê o bom uso dessas ferramentas na sua timeline. “Sigo muita gente do meio e, nesse mundo da publicidade, as pessoas têm um supersenso estético, postam fotos maravilhosas. Então, às vezes penso: ‘O que eu e minhas fotos estamos fazendo ali? [risos]’.” Por sorte – e por causa dos oito anos de terapia, que ela diz terem trazido calma – a angústia é passageira. “Logo volto a ficar satisfeita com o que tenho”, garante a diretora de mídia de uma das maiores agências do mundo, a Publicis.

Porém, dizer que “está satisfeita com o que tem” não significa que a vida está perto da ideal. Por trabalhar muitas horas por dia, Gleidys sente falta de passar mais tempo com a filha. “O mundo perfeito seria trabalhar oito horas diárias dia, levar e buscar a Sophia na escola, e acordar cedo com ela”, diz. Mas, em seguida, corrige essa imagem de vida ideal. “Ela não é perfeita para mim, que não consigo viver sem o meu trabalho.” Então por que ainda nos cobramos perfeição? Continue lendo