“Governo Padrão Felipão”

foto: Estadão
foto: Estadão

Eliane Cantanhêde, na Folha de S.Paulo

Da presidente e candidata Dilma Rousseff, tentando cutucar a Fifa depois dos 3 a 0 do Brasil sobre a Espanha e a vitória na Copa das Confederações: “Meu governo é padrão Felipão”.

E agora, depois dos 7 e o fim do sonho do hexa em pleno solo brasileiro? Dilma continua dando entrevistas sobre a Copa e, se já não comparava o padrão do seu governo à malfalada Fifa, não pode mais compará-lo ao do Felipão. Mas não vai faltar quem faça a comparação…

Política é curiosa, vai e vem, vem e vai, sempre sujeita aos humores da grande e difusa massa de eleitores. Dilma ganhou quatro pontos com a Copa, mas tende a estacionar agora.

O que ocorreria com a candidata Dilma se o Brasil fosse campeão e a presidente Dilma entregasse a taça para o capitão Thiago Silva? Imagem fortíssima, de imensa simbologia.

Mas o que ocorrerá com a candidata Dilma se a Argentina for campeã e a presidente Dilma for obrigada a entregar a taça para o capitão Messi em pleno Maracanã? Imagem igualmente fortíssima, de imensa simbologia, mas em sentido oposto.

Já que foi a própria Dilma quem fez o casamento entre o seu governo e o “padrão Felipão”, estão unidos na alegria e na tristeza. Já que ela certamente tiraria louros político-eleitorais se a taça fosse nossa, a premissa contrária é igualmente verdadeira: tem agora de dividir os prejuízos da derrota vexaminosa.

Com crescimento medíocre e indicadores destrambelhados, é óbvio que a oposição, em algum momento, mais ou menos subliminarmente, vai colar a tática, a estratégia e a preparação do governo ao “padrão Felipão”. Sobretudo na economia.

Eleição, porém, não é campeonato de futebol entre PT e PSDB. Se FHC dizia que a vitória do Brasil não impediria derrota de Dilma, a premissa contrária vale igualmente para ele: a derrota do Brasil também não impedirá a vitória da petista.

A Copa acabou para o Brasil, mas a eleição está apenas começando.

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Copa 2014: Danielle Winits aparece no gramado do Mineirão com colete de fotógrafo

publicado no EXTRA

Entre tantos fotógrafos credenciados para cobrir a partida desta terça-feira entre Brasil e Alemanha, no Mineirão, uma loira se destacava no gramado.

Danielle Winits apareceu no campo com um colete de fotógrafo e uma credencial de “Special Marketing Programmes” (Programas Especiais de Marketing). De máquina em punho, registrava os momentos que antecederam o pontapé inicial da semifinal da Copa do Mundo.

Com máscara do Neymar, Danielle Winits posa ao lado de Amaury no Mineirão
Com máscara do Neymar, Danielle Winits posa ao lado de Amaury no Mineirão Foto: Reprodução / Instagram

Danielle atualmente namora o jogador de futebol Amaury Nunes, que está com ela no estádio para acompanhar a semifinal da Copa do Mundo. Amaury atua no Ocala Stampede, dos Estados Unidos.

O casal também posou na arquibancada, e Danielle, usando uma máscara com o rosto de Neymar, postou a imagem na rede social.

Leia mais: http://extra.globo.com/esporte/copa-2014/copa-2014-danielle-winits-aparece-no-gramado-do-mineirao-com-colete-de-fotografo-13183047.html#ixzz36yzqTwnj

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Bandeirinhas aumentam consumo em 3%

Pesquisa revela que só a Inglaterra gastou 1,22 milhões de litros a mais durante a Copa de 2006

publicado no Jornal do Carro

Um estudo realizado pela Universidade Manchester revelou que um automóvel com duas pequenas bandeiras anexadas gasta um litro a mais de combustível quando se desloca a 70 km/h.

Usando como base os carros ingleses que foram ornamentados na época da Copa do Mundo de 2006, a pesquisa também indicou que há um aumento médio de 3% no consumo dos veículos que usavam mais de duas bandeirinhas.

No entanto, o estudo tinha uma reflexão mais ampla. De acordo com a pesquisa, só a Inglaterra, com os carros enfeitados durante a Copa, provocou a queima extra de 1,22 milhões de litros de combustível e elevou a emissão em três milhões de quilos de CO2.

 

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Triste Copa

copatristesssLuiz Caversan, na Folha de S.Paulo

Esta Copa está uma tristeza, não é mesmo?

Uma tristeza pra quem disse que nem haveria Copa, porque os jogos estão sensacionais, surpreendentes, emocionantes e, com raras exceções, com altíssimo nível técnico.

Uma tristeza para aqueles que esbravejaram o tempo todo porque o sucesso da Copa seria o sucesso do governo, dos corruptos, da ditadura da Fifa, do capitalismo, da burguesia e de “tudo isto que está aí” –superado o triste episódio do xingamento na abertura do Mundial, o povo não está nem aí com o governo, quer mais é bola na rede.

Triste demais para o arautos do fracasso que estão vendo, se não estiverem virando a cara, os estádios lotados de estrangeiros, estrangeiros estes que estão movimentando fortemente a economia das cidades-sede como nunca ela seria movimentada sem algo desta natureza.

Tristinha para os delinquentes que vestem roupa preta de grife, escondem covardemente a cara na pashmina da mamãe e vão destruir concessionárias de carros de luxo, porque, ora, o Brasil não pode ter carro de luxo, falta escola, hospital, transporte –ai, que preguiça…

Insuportavelmente triste para quem odeia futebol, porque está sendo mesmo uma overdose, só dá isso na TV, nas redes, nas conversas, nas ruas, que saco!

E tristésima, finalmente, para quem não gosta de festa, bagunça, gritaria, fantasia, cara pintada, batucada, porque é isso o que tem rolado demais nas cidades sede.

Mas estes tristes ainda têm uma esperança: vai que o Brasil é desclassificado logo na próxima fase?

Daí toda esta gente chata terá finalmente motivo pra comemorar…

Enquanto isso, a prudência sugere que, mesmo a esta altura do campeonato, se comece a pensar no que não deu certo, a avaliar o que pode ser melhorado, a fiscalizar os abusos, pensar como punir os excessos eventualmente cometidos pelos envolvidos na realização deste evento, a planejar o melhor uso a ser dado a todas as arenas e, sim, desde já, pensar no Rio-2016.

E que venham as Olimpíadas…

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5 belos momentos que marcaram a Copa 2014 (até agora)

Alysson Villalba, no Caos Bravo

Em meio a protestos e muita bagunça, tá tendo muita Copa!
E com menos de uma semana, a Copa do Mundo Brasil 2014 está provando que é a Copa da Copas, trazendo diversas imagens engraçadas e belos momentos que ficarão marcados na memória dos brasileiros e turistas.

/// Começando pelo taxista Adilson Luiz da Cruz, 42, que encontrou 40 ingressos da Copa em seu veículo e devolveu aos verdadeiros donos, um grupo de turistas mexicanos.

Adilson Luiz da Cruz encontrou 40 ingressos da Copa esquecidos em seu táxi

“Aquilo não era meu, é minha obrigação devolver. Eu prestei um serviço que foi pago, preciso ir até o fim, mesmo que isso tome um tempo terrível”, disse o taxista à Folha nesta sexta-feira (13), na empresa de rádio táxi a qual ele é filiado.
Leia a matéria completa aqui.

/// E a torcida japonesa, que mesmo perdendo para a Costa do Marfim, por 2 a 1, deu um show de civilidade e respeito ajudando a recolher o lixo deixado nas arquibancadas.

Torcida do Japão limpando Arena Pernambuco  (Foto: Reprodução / Facebook)Leia a matéria completa aqui.

/// Vimos ainda o encontro emocionante do pequeno torcedor Daniel Jr., 12, com o David Luiz, zagueiro da seleção brasileira.
Durante o treino da seleção no último domingo, Daniel driblou a segurança e correu para encontrar o ídolo, abraçá-lo e ainda levar a camisa autografada.

/// Outra imagem que rodou a internet foi a do jogador Mark Bresciano, da Austrália, amarrando as chuteiras de uma criança de muletas.

/// Lembramos ainda da torcida brasileira no jogo de abertura do Mundial, que emocionou o mundo todo ao cantar o Hino Nacional Brasileiro à capela.

 

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