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Fotógrafo capta imagens de líquidos “voando” como peças de arte coloridas

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Publicado originalmente no Virgula

Derramar um copo de vinho, geralmente, é um desastre. Uma lata de tinta caindo, também pode fazer um grande estrago, mas não para o fotógrafo belga Manon Wethly. Ele fez uma série de imagens, curiosas, jogando para o ar objetos de diferentes cores e texturas.

O resultado do “experimento” são essas fotos surpreendentes, que mais se parecem o registro de obras de arte.

“É absolutamente fascinante ver a moldura formada por objetos ou líquidos voando. Clicando isso no momento exato, os resultados são espetaculares”, disse o artista ao site “Junk Culture”.

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Fotos mostram cachoeiras da Califórnia iluminadas em neon; veja

Fotógrafos usaram bastões fluorescentes de várias cores.
Eles querem criar paisagens artificialmente iluminadas em outros lugares.

Cachoeira da Califórnia iluminada pelo projeto Neon Luminance (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Cachoeira da Califórnia iluminada pelo projeto Neon Luminance (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Por Flávia Mantovani, no G1

Dois fotógrafos resolveram levar um pouco de beleza artificial a um cenário conhecido por sua beleza natural.

O americano Sean Lenz e o dinamarquês Kristoffer Abildgaard colocaram bastões luminescentes de várias cores nas cachoeiras do norte da Califórnia, no Parque Nacional de Point Reyes.

O resultado é uma paisagem que parece um arco-íris noturno. O projeto foi batizado de Neon Luminance.

Sean conta que ele e Kristoffer passaram meses refinando a ideia até que criaram a técnica para colocá-la em prática.

“Hoje em dia, o fotógrafo precisa criar um trabalho original e criativo para ser notado”, disse ao G1. “Somos fascinados por luzes artificiais e seu efeito na paisagem em volta. Pensando nisso, quisemos criar algo que nunca tínhamos visto antes”, completou.

Segundo ele, a ideia agora é criar outras paisagens artificialmente iluminadas.

Para quem ficou na dúvida sobre o impacto ambiental da intervenção nas cachoeiras, os autores garantem que os bastões foram coletados no fim de cada sessão de fotos, e não foram abertos em nenhum momento. Assim, a substância que eles continham, chamada cyalume, não poluiu a água, afirmam.

Veja algumas fotos abaixo. O projeto completo está no site dos autores.

Outra cachoeira iluminada com bastões de várias cores (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Outra cachoeira iluminada com bastões de várias cores (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Paisagem iluminada na cor vermelha (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Paisagem iluminada na cor vermelha (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Paisagem iluminada com bastões de cor verde (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Paisagem iluminada com bastões de cor verde (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Cachoeira da Califórnia iluminada pelo projeto Neon Luminance (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

Cachoeira da Califórnia iluminada pelo projeto Neon Luminance (Foto: Sean Lenz e Kristoffer Abildgaard/Divulgação)

 

 

 

Lingerie para homens pode ser a nova tendência: e aí, topa?

Empresa australiana lança conjunto de lingerie um tanto atrevido exclusivamente para homens

Empresa australiana lança conjunto de lingerie um tanto atrevido exclusivamente para homens

publicado no UOL

Que a maioria dos homens adora apreciar uma sexy lingerie em uma linda mulher todo mundo está careca de saber –o Editor do UOL Tabloide ainda mais. Mas já imaginou se eles substituíssem a tradicional samba-canção ou a cueca estilo boxer para adotar calcinhas com babados, sutiãs de renda ou mesmo corpetes? Pensa na cena!

Pode parecer maluquice, mas não é. Essa é a proposta de uma empresa australiana, que lançou no International Fashion Show, realizado em Las Vegas (EUA), um conjunto de lingerie, um tanto atrevido, exclusivamente para o público masculino.

E na hora do rola e rola, para apimentar a relação, para ele, um conjuntinho de bolinhas...

E na hora do rola e rola, para apimentar a relação, para ele, um conjuntinho de bolinhas…

Há opções de calcinhas mais tradicionais (para os tímidos), com estampas de animais (onça ou cobra, uau!), cores neutras (brancas e pretas, para os básicos) ou com rendas (para uma noite caliente). A coleção também inclui estilo fio dental e modelos rendados que protegem apenas a parte da frente. Os homens podem ainda optar por corpetes e sutiãs variados.

Segundo a Homme Mystere, os modelitos são para os homens. “Não estamos preocupados se você é gay, hetero, vegetariano, republicano, anglicano, marciano ou qualquer outra coisa. Acabamos de projetar e fabricar atraentes lingeries de luxo para todos os homens”, afirmou a empresa em seu site oficial. As peças custam de US$ 12 (cerca de R$ 24) a US$ 54 (cerca de 108), com a possibilidade de entregas em todo o mundo a um custo adicional de mais US$ 5 (R$ 10).

Quando a razão perde a razão

“O que é finito para a razão, é nulo para o coração” (Feuerbach)

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Bruno Barak, no E o Diabo a 4 Blog

A vida sempre me angustiou. As perguntas, as dúvidas e pensamentos sobre ela ininterruptamente me assaltam a paz, me fazem transbordar melancolia e ânsia por respostas que podem nem existir. O sono é esvaído por ideias e a escuridão do quarto se transforma em cenário de uma existência entre quatro paredes.

Em meio às trouxas de roupas no cabide, nasce a imagem dos trançados da alma, de seus nós, do meu eu despido, sendo observado por meus próprios olhos. Grita a figura em silêncio, pintado com as foscas cores em um quadro branco na paisagem solitária de um norte sem vida.

Em meio às buscas, me sinto perdido. O que procuro parece estar escondido além do fundo da minha alma. O que acho perde o sentido dias depois. O ferrolho do porão está enferrujado, tanto tempo sem ser usado, tantas passagens escondidas, esquecidas. Tantos sentimentos empoeirados, palavras não ditas e lágrimas que deveriam ter transbordado.

O ser humano é medroso para dor, tenta anestesiar-se contra ela ou ambiciona não a encontrar pelos caminhos trilhados. Temer a dor é aterrorizar-se com a vida. Assim, é impossível ser feliz. Sem a dor só resta a infelicidade.

Por isso o homem deseja o paraíso, o mundo eterno, lá no além, longe da agonia, do sofrimento. O seu refúgio.  Sem conhecer a angústia também seria impossível encontrar-se no paraíso. Sem os momentos de aflição, a paz não reinaria em breves estações.

O paraíso está em nós, envolto nos lençóis da alma. Contemplando a dor, na espera do seu adormecimento, para então reinar em nosso sonho de paz. O stárietz Zossima – personagem de ‘Os Irmãos Karamázov’ de Fíódor Dostoiévski – relata a visita de um desconhecido senhor em sua juventude que afirmou:

“O paraíso está oculto em cada um de nós, agora mesmo está oculto aqui dentro de mim, e se amanhã eu quiser ele começará efetivamente para mim e já pelo resto de minha vida.”

O sentimento é objeto da nossa essência. O ser humano não conseguiria viver sem esse elemento, sem o sentir. A razão também compõe nosso interior e racionalmente sentimos a dor, por isso, o nosso medo. Porém, o paraíso que está oculto em nós não é notado de forma racional, pois ela, a racionalidade, o limita. A razão é um fator limitante da paz humana. Por isso, desejamos o transcendente, a infinitude, o incompreensível.

Abraço-me com Feuerbach quando este afirma: “O que é finito para a razão, é nulo para o coração”.

Será que um dia conseguiremos despertar esse paraíso infinito aos olhos da razão? E, abraçados com a dor, vencer o medo da não existência do céu divino?

Grito para ti, Raskólnikov, o que fazer?

Primus in orbe deos fecit timor.

Prédio em SP vira telão para obras de arte baseadas em games

Os games clássicos, como “Space Invaders” e “Pac-Man”, vão enfeitar a fachada do edifício da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)

Foto: Divulgação/SESI-SP

Foto: Divulgação/SESI-SP

Publicado originalmente no Adrenaline

Os games clássicos, como “Space Invaders” e “Pac-Man”, vão enfeitar a fachada do edifício da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista, a partir desta segunda-feira (25/03). O prédio também vai virar um grande telão, com 3 mil m², para que as pessoas disputem partidas em dupla.

A atração é a mostra de arte digital Play!, que reúne seis trabalhos de consagrados criadores de videogames, três interativas (ou seja, jogos executáveis) e três em vídeo. São eles: Alberto Zanella, Andrei Thomaz, Suzete Venturelli e as equipes Midialab-UnB (Brasil), Les Liens Invisibles (Itália), Lummo (Espanha) e Mark Essen (Estados Unidos).

As grandes imagens que serão visualizadas na fachada do prédio são criadas por 100 mil lâmpadas de LEDs, uma cadeia elétrica que possibilita a transmissão de até 4,3 bilhões de combinações de cores.

A exposição acontece entre os dias de 25/03 e 07/04. Das 20h às 22h, os visitantes podem conferir as experiências interativas. Até as 5h haverá exibição das obras visuais no edifício.