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Noivos processam fotógrafa por registro de casamento incompetente

Evette e Gary Crack acusam fotógrafa de ter arruinado o casamento deles.

Reprodução/ The Sun

Reprodução/ The Sun

O casal inglês Evette e Gary Crack terão de guardar as imagens do casamento deles apenas na memória, uma vez que as fotos do grande dia foram realizadas por uma profissional incrivelmente incompetente. De acordo com o jornal The Sun, os pombinhos estão processando a fotógrafa Louise Garrett alegando que ela, além de deixar de registrar momentos importantes da cerimônia, fez imagens sem foco e com cortes errados.

De acordo com Evette e Gary, Louise deixou de fotografar a troca de anéis e o beijo. Além disso, eles dizem ter recebido fotos sem foco, imagens com os convidados de costas e até uma foto com as cabeças dos noivos cortadas.

“É horrível. Ela roubou tudo de nós. Nada vai trazer nosso grande dia de volta. Ela disse ser uma profissional, mas nem tirou fotos dos avós de Gary, que vieram de Londres”, reclamou Evette, em entrevista ao jornal. “Agora, nós teremos de economizar dinheiro para fazer a recepção e uma nova sessão de fotos. Não tem uma única foto decente”, complementou Gary.

A fotógrafa alega que o local do casamento não era “o melhor para se fotografar”.

Reprodução/The Sun

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Fonte: Virgula

 

Jacob Collier: Gênio da música

Publicado originalmente no Fala Fil

Jacob Collier nasceu numa casa de Músicos e desde criança esteve envolvido com a música, principalmente o Jazz. Ele já viajou por diversos países tocando em Óperas e foi um dos três participantes do Mozart´s Magic Flute.

Dono de um talento sem igual e em razão das coisas que faz, Jacob pode ser considerado um gênio, hoje, com apenas 18 anos.

Leia abaixo a íntegra da entrevista exclusiva que Jacob Collier concedeu ao Fala Fil.

Quando eu assisti seus vídeos, pela primeira vez, fiquei bastante impressionado. Como surgiu a ideia de construir um coral usando somente a sua voz?

Eu sempre adorei cantar e também sempre gostei muito de compor e fazer arranjos. Além disso, sempre amei explorar todas as harmonias e suas possibilidades. Sempre ouvi corais de todos os estilos, música gospel e música feita por grupos vocais. O grupo Take 6 me inspirou muito a fazer o que eu faço.

Sob o ponto de vista técnico, como você gravou os seus vídeos?

Para os vocais, em primeiro lugar eu fiz os arranjos e escrevi as partituras em seis partes diferentes. Assim que terminei essa parte, eu comecei a gravar o som de cada parte de forma independente e usando Logic Pro, começando pela voz mais grave, depois juntei todas as vozes, instrumentos e por último a melodia. Quando tudo isso ficou pronto eu comecei a filmar cada parte – escolhi diferentes looks e cortes de cabelo e fui juntando cada parte.

Para os vídeos instrumentais eu tive que gravar e filmar cada instrumento simultaneamente e isso foi bastante desafiador, mas foi uma experiência muito gratificante.

Você é muito bem sucedido como instrumentista e começou como auto didata. Como e quando você descobriu seu interesse e talento natural para a música?

Desde sempre me lembro de ter grande interesse e ser apaixonado por música. Minha mãe me inspirou e me incentivou desde muito criança a tocar o seu violino e com frequência eu a assisti regendo a Orquestra de Câmara na Royal Academy of Music.

Em casa, sempre estivemos rodeados por música e de instrumentos musicais, eu sempre adorei tocar e cantar. Eu me lembro de ter ganho de presente um tambor Djembe quando eu tinha apenas oito anos e adorei.

Conheci o software Cubase quando eu tinha sete anos de idade e isso me permitiu começar a compor, fazer arranjos e gravar minha música. Eu sempre adorei juntar as vozes e gravar, mesmo quando eu era criança já fazia isso.

Você é um amante do Jazz, o que não é muito comum para um menino com a sua idade. Por que o Jazz?

Eu cresci ouvindo muitos diferentes estilos musicais, mas sempre admirei a capacidade de improvisação dos músicos de Jazz. Eu sempre adorei diferentes ritmos, trocar experiências e tocar com outros músicos. Mas o que eu realmente amo com relação ao Jazz é a harmonia tremendamente emocionante. Com o Jazz as possibilidades são infinitas.

Não posso afirmar, mas posso assumir que seus amigos, têm interesses diferentes dos seus. Seu interesse precoce pela música o manteve distante dos seus amigos?

Não muito, mas algumas vezes – por exemplo, quando eu tinha 12/13 anos, eu perdia meses do colégio para tocar em Óperas ao redor do mundo – eu toquei e fui um dos três garotos do “Mozart´s Magic Flute” e cantei na Ópera de Benjamin Britten “The Turn of the Screw” na Itália e na Espanha. No London Coliseum participei de três diferentes produções que me inspiraram bastante e me fizeram gostar ainda mais das harmonias.

Nunca fui excluído do meu grupo de amigos em razão da minha paixão pela música. Eles me respeitavam muito por isso, embora eles preferissem relaxar fazendo esportes, indo ao cinema ao contrário de mim que preferia ficar em casa compondo e tocando.

Fundei e estive à frente alguns grupos musicais na escola e um grupo de improvisação – Ceilidh Band – além de um grupo voltado para a percurssão.

Dentre outras coisas, você é músico, cantor, ator e compositor. Quais são seus objetivos?

Eu penso que música é uma poderosa forma de atingir os sentimentos e emoções das pessoas – uma ferramenta muito mais poderosa do que as palavras.

Através da música eu penso que é possível nos comunicarmos com as pessoas, pintar imagens do mundo sob diferentes aspectos. Eu adoraria descobrir e explorar diferentes gêneros musicais – do Jazz, passando pelo Hip Hop, Folk, Improvisação, música Renascentista, música Africana, Gospel e a música Erudita.

Eu adoraria me envolver com todos esses ritmos e dessa forma poder me conectar com outras pessoas e músicos além também de aprender e conviver com outras culturas. As diferentes formas de Arte, como a Música e o Teatro são para comunicar ideias que muitas vezes podem mudar a vida das pessoas.

Você acaba de começar um curso de quatro anos na fantástica Royal Academy of Music em Londres. Qual o curso que você está frequentando? Ao final desses quatro anos, o que você pretende fazer como músico?

Na minha turma do primeiro ano, sou o único pianista de Jazz, o que significa dizer que vou ter a oportunidade de tocar bastante, encontrar e trabalhar com músicos fantásticos.

É um pouco cedo para dizer o que vou fazer após ter terminado o curso. A única coisa que sei é que serei músico. Vou precisar esperar um pouco, adquirir experiência nesses quarto anos, viver todas as coisas para então decidir o que fazer.

Qual a opinião dos seus pais sobre suas escolhas?

Minha família sempre esteve a meu lado me apoiando em todas as minhas aventuras musicais. Sem o incentivo deles, eu simplesmente não conseguiria desenvolver minha carreira como músico e ser o que sou hoje. Na minha família, todos são músicos, sendo assim, música sempre esteve presente na minha casa.

Por sorte, meus vizinhos são muito pacientes e nos apoiam! Kkkkkk

Eu sempre toco música Folk com minha irmã Sophie que toca violino. Nós tocamos juntos, eu toco o Ukulele e canto. Também toco muito com minha mãe – nós tocamos juntos violino e piano, também toco baixo e Tango com ela e seus amigos… nos divertimos muito.

Gene Simmons do Kiss disse que escolheu seu músico porque era a forma mais fácil de encontrar as garotas. Como seu talento e sensibilidade com a música ajudam você a conquistar as meninas?

Ha ha ha … eu penso que tem me ajudado. Como eu disse, música é uma das melhores maneiras de nos conectarmos com outras pessoas. Na Escola que estou estudando já encontrei muitas meninas muito bacanas.

Diga suas preferências. Qual a sua Banda, Música, Show preferidos?

Poderia escolher muitas, não somente uma. O mais importante é que a gente ouça a música que gostamos, independente de que estilo seja, nunca devemos parar de ouvir música.

Meu objetivo final é poder conhecer e me conectar com outras pessoas, músicos e tocar músicas maravilhosas… estar feliz e fazer os outros felizes.

dica do Obadias de Deus

Cientista da Nasa diz que busca por vida em lua de Júpiter é promissora

Lua Europa teria maior probabilidade por possuir oceano líquido sob o gelo. Robert Pappalardo, do laboratório Jet, comentou fato em evento nos EUA.

publicado no G1

Na busca por vida no sistema solar, a Europa, uma lua de Júpiter que abriga um oceano, parece mais promissora do que Marte, o grande deserto onde os Estados Unidos concentram seus esforços limitados por cortes orçamentários, afirmam especialistas.

“Fora da Terra, a Europa é o lugar do nosso sistema solar com a maior probabilidade de se encontrar vida, e deveríamos explorá-la”, afirmou Robert Pappalardo, cientista responsável do Jet Propulsion Laboratory (JPL), laboratório da agência espacial americana Nasa.

Ele comenta que a lua é recoberta por uma camada de gelo relativamente fina, possui um oceano (líquido sob o gelo) em contato com rochas no fundo, é geologicamente ativa e bombardeada por radiações que criam oxidantes e formam, ao se misturar com a água, uma energia ideal para a vida.

No entanto, a pedido da Nasa a missão que exploraria a lua Europa foi revista devido a um corte de custos, explicou à imprensa o cientista, durante a conferência anual da Associação americana pelo avanço da ciência (AAAS, em inglês), que acontece em Boston até o dia 18 de fevereiro.

O JPL, aliado ao laboratório de física aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, concebeu um novo projeto de exploração chamado “Clipper” num valor total de US$ 2 bilhões, sem contar com o lançamento da nave.

O aparato seria colocado na órbita de Júpiter e realizaria vários vôos de aproximação à Europa, seguindo o exemplo da sonda Cassini em Titã, uma lua de Saturno. “Desta forma, podemos cobrir de forma eficaz toda a superfície da Europa, pela metade do custo inicial”, assegurou Pappalardo. Se for aprovado, o “Clipper” pode ser lançado em 2021 e demoraria de três a seis anos para chegar à lua Europa.

Em comparação, são necessários apenas seis meses para se chegar a Marte. De qualquer forma, a Nasa informou não possuir fundos suficientes para sustentar a missão Clipper no atual contexto de cortes orçamentários.

Uma prioridade científica 
No entanto, a agência espacial anunciou em dezembro o envio de um novo robô a Marte em 2020 seguindo o exemplo do Curiosity, um projeto de US$ 2,5 bilhões. Tendo chegado ao planeta vermelho em agosto de 2012, o Curiosity busca determinar se Marte pode ter desenvolvido alguma forma de vida.

De acordo com os projetos atuais de exploração robótica da Nasa, os Estados Unidos não terão mais sondas na parte mais longínqua do sistema solar após a chegada da nave Juno à órbita de Júpiter em 2016, programada para se chocar contra o planeta um ano mais tarde.

Por outro lado, a Nasa pode participar da missão da Agência Espacial Europeia (ESA) a Júpiter e as suas luas, batizada de “Jupiter Icy Moon Explorer”, com previsão de chegada para 2030.

O robô Curiosity em Marte (Foto: Divulgação / Nasa)
O jipe Curiosity em Marte (Foto: Divulgação / Nasa)

Embora Pappalardo admita que Marte representa grande parte da exploração do sistema solar pela Nasa, ele acredita que a agência “também deveria explorar lugares que constituem uma grande prioridade científica”. “Uma das perguntas fundamentais é saber se existe vida fora do sistema solar”, completou.

Enquanto Marte pode ter sido habitada a bilhões de anos atrás, a Europa pode ser propícia à vida neste momento, insistiu o cientista. “Se a Europa é o melhor lugar do sistema solar para abrigar vida depois da Terra, a Encelade, uma lua de Saturno, a segue de perto”, ressaltou Amanda Hendrix, do Instituto de ciência planetária em Tucson (sudoeste).

A Encelade conta com ‘um mar e um oceano de água líquida embaixo de uma camada de gelo e é geologicamente ativa com uma fonte de calor no polo sul, além de um gêiser que emite partículas de água’, explicou na mesma coletiva de imprensa. A Europa foi observada de perto pela primeira vez pelas sondas americanas Voyager em 1979 e Galileo nos anos 1990.

Página no Facebook sugere novos visuais para Neymar

publicado no Bhaz

Conhecido por fazer mudanças repentinas em seu visual, Neymar se tornou o centro das atenções em uma página no Facebook que tem como objetivo dar sugestões de novos “looks” para o craque do Santos. Da presidente Dilma à Jimi Hendrix, qual estilo ficaria melhor no jovem atacante?

“Chega! Estamos cansados de ver um rapaz talentoso e gente boa como Neymar fazer atrocidades com o seu cabelo. Para dar um basta nisso, aqui vamos sugerir cortes bem maneiros e up-to-date para nosso ídolo representar esse brasilzão lá fora!”, diz a apresentação da fan page “Um look novo pro Neymar”, que conta com pouco mais de 400 seguidores.

Cabelos de Roberto Carlos, Hebe Camargo, Marge Simpson e até Lady Gaga são algumas das sugestões que aparecem nas montagens pra lá de bem humoradas. Confira!

 

Por que os russos são obcecados por câmeras no painel?

Marina Galperina, no Jalopnik

Na Rússia todos deveriam ter uma câmera no painel. É melhor do que deixar um cano de ferro debaixo do banco para se proteger (embora essa ideia também não seja ruim). As estradas russas são perigosas, com um baita engarrafamento e enormes valetas, áreasalagadas e rodovias que atravessam imensos desertos de gelo. E também existem partes sem lei onde você simplesmente não vai, policiais com tendência aguda à extorsão e motoristas frustrados que partirão seu carro ao meio na primeira oportunidade.

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As estradas russas são cheias de psicopatas. É bom não fechar ninguém ou realizar qualquer tipo de manobra que possa causar alguma inconveniência aos caras de dois metros de altura e 150 kg que você costuma ver no YouTube saindo dos seus SUVs já com os punhos fechados. Eles aceleram, te ultrapassam, te bloqueiam na pista, saltam do carro e correm em direção ao seu veículo. Então você começa a levar socos na cara porque não subiu os vidros, ou acaba sendo arrancado do seu carro pois não trancou as portas.

Essas brigas acontecem o tempo todo e você não pode fazer nada a respeito. Pode apontar para seu nariz quebrado ou vidros estraçalhados o quanto quiser. As cortes russas não gostam de acusações verbais. Mas gostam muito de mandar pessoas para o xadrez por agressão ou destruição da propriedade alheia se houver provas em vídeo. E é por isso que surgiu recentemente uma onda de vídeos feitos com câmeras no painel dos carros, mostrando potenciais agressores se afastando em meio a gritos do tipo “Você está sendo filmado, filho da p**a! Vou chamar a polícia!”

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Filmagens feitas com câmeras no painel são a única maneira real de provar suas acusações na corte. Esqueça as testemunhas. Batida e fuga é uma situação comum e as companhias de seguro são notáveis especialistas em negar acusações. Seguros que cobrem todos os envolvidos são bem caros e não são disponíveis para veículos com mais de dez anos – os donos só conseguem cobertura para as despesas básicas. Envolva-se em um acidente leve ou grave e pode esperar que a outra parte envolvida minta para a polícia ou, melhor ainda, bata na sua traseira e fuja logo em seguida. Como as seguradoras não pagam até que o agressor seja encontrado e processado, as pessoas recorrem aos vídeos das perseguições que sucedem os acidentes para pegar os números das placas.

Na Rússia todos deveriam ter uma câmera no painel. É melhor do que deixar um cano de ferro debaixo do banco para se proteger (embora essa ideia também não seja ruim). As estradas russas são perigosas, com um baita engarrafamento e enormes valetas, áreasalagadas e rodovias que atravessam imensos desertos de gelo. E também existem partes sem lei onde você simplesmente não vai, policiais com tendência aguda à extorsão e motoristas frustrados que partirão seu carro ao meio na primeira oportunidade.

As estradas russas são cheias de psicopatas. É bom não fechar ninguém ou realizar qualquer tipo de manobra que possa causar alguma inconveniência aos caras de dois metros de altura e 150 kg que você costuma ver no YouTube saindo dos seus SUVs já com os punhos fechados. Eles aceleram, te ultrapassam, te bloqueiam na pista, saltam do carro e correm em direção ao seu veículo. Então você começa a levar socos na cara porque não subiu os vidros, ou acaba sendo arrancado do seu carro pois não trancou as portas.

Essas brigas acontecem o tempo todo e você não pode fazer nada a respeito. Pode apontar para seu nariz quebrado ou vidros estraçalhados o quanto quiser. As cortes russas não gostam de acusações verbais. Mas gostam muito de mandar pessoas para o xadrez por agressão ou destruição da propriedade alheia se houver provas em vídeo. E é por isso que surgiu recentemente uma onda de vídeos feitos com câmeras no painel dos carros, mostrando potenciais agressores se afastando em meio a gritos do tipo “Você está sendo filmado, filho da p**a! Vou chamar a polícia!”

Filmagens feitas com câmeras no painel são a única maneira real de provar suas acusações na corte. Esqueça as testemunhas. Batida e fuga é uma situação comum e as companhias de seguro são notáveis especialistas em negar acusações. Seguros que cobrem todos os envolvidos são bem caros e não são disponíveis para veículos com mais de dez anos – os donos só conseguem cobertura para as despesas básicas. Envolva-se em um acidente leve ou grave e pode esperar que a outra parte envolvida minta para a polícia ou, melhor ainda, bata na sua traseira e fuja logo em seguida. Como as seguradoras não pagam até que o agressor seja encontrado e processado, as pessoas recorrem aos vídeos das perseguições que sucedem os acidentes para pegar os números das placas.

 

 

 E de vez em quando um motorista encosta seu carro já batido no carro de outra pessoa. Costumava ser uma ação coletiva, com os encenadores de acidentes agindo em grupos. Depois do “acidente”, o “responsável” – muitas vezes uma inocente velhinha – é encarado por “testemunhas”, sofre pressão psicológica e é intimidado a pagar dinheiro no local. Desde que começaram a colocar câmeras no painel, esse tipo de ação não é mais um negócio lucrativo, e ficou restrito a províncias mais  simples, onde ainda não se colocam câmeras no painel com tanta frequência.

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