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Homem tem água encanada trocada por cerveja em pegadinha

Com o apoio de uma marca de cerveja da Nova Zelândia, grupo ligou o encanamento da casa do amigo em diversos barris. Cerveja gelada saía das torneiras da cozinha e banheiros

canoPublicado originalmente no iG

Você já imaginou chegar em casa e ter cerveja gelada à sua espera nas torneiras da cozinha, banheiros e lavanderia? Foi exatamente isso que aconteceu com Russ, um morador de Auckland, na Nova Zelândia.

A pegadinha foi uma colaboração dos amigos de Russ com a Tui, marca de cervejas local. Ao site ninemsn, um porta-voz da empresa afirmou que a ideia partiu da cervejaria, mas todos os sujeitos que aparecem são amigos da vítima, e que eles já fazem brincadeiras do tipo uns com os outros.

No vídeo, os amigos de Russ, com ajuda de um encanador profissional, trocam as tubulações da residência, ligando-as em barris de cerveja embaixo da casa. Em seguida eles instalam 14 câmeras escondidas para captar as reações do morador.

Perplexo com o fato de ter cerveja – gelada – saindo da torneira da cozinha, Russ começa a filmar o incidente, o que passa a impressão de que ele realmente não sabe o que está acontecendo. Próximo dali, em um lugar que parece uma garagem, os amigos acompanham e se divertem com o amigo.

Russ parte então para checar as instalações da casa, e é quando ele se depara com os barris de cerveja. Ao sair de lá ele se depara com os amigos, entendendo que foi vítima de uma brincadeira. O vídeo completo  (clique para assistir) com mais de sete minutos também foi disponibilizado.

dica do Jarbas Aragão

‘Aparentemente não foi homicídio’, diz delegado sobre morte de Chorão

Vocalista do Charlie Brown Jr foi encontrado morto em seu apartamento. Corpo passará por exames toxicológicos.

6.jun.2006 - Chorão participa de coletiva para comentar sobre o filme "O Magnata" Mais Almeida Rocha / Folha Imagem

6.jun.2006 – Chorão participa de coletiva para comentar sobre o filme “O Magnata” Mais Almeida Rocha / Folha Imagem

Letícia Macedo, no G1

O delegado Itagiba Vieira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse nesta quarta-feira (6), que não acredita que o vocalista Chorão, da banda Charlie Brown Jr, tenha sido vítima de um homicídio. “Aparentemente não foi homicídio. O IML é que vai dar a causa da morte. Aparentemente ou foi por uso de medicamento ou outra substância”, disse o delegado. Chorão, de 42 anos, foi encontrado morto por seu motorista e segurança nesta madrugada, em seu apartamento em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Chorão, que morava em Santos, usava o apartamento esporadicamente, geralmente após shows.

Segundo o delegado, o apartamento de Chorão estava muito danificado. Itagiba acredita que os danos tenham sido feitos pelo próprio cantor, já que o corpo foi encontrado com um dedo machucado e havia marcas de sangue no local. “Não tem nada que estivesse no lugar. Ele estava machucado no dedo, arrancou parte de uma unha, o que pode explicar as marcas de sangue na parede”, disse o delegado.

O corpo de chorão foi encontrado na cozinha. O delegado informou ainda que Chorão tomava medicamentos, mas não soube precisar quais. Disse também que o vocalista do Charlie Brown Jr passava por problemas pessoais – ele se separou recentemente da mulher.

Segundo o delegado, Chorão chegou ao apartamento de Pinheiros na segunda-feira (4). Ele estava em um hotel – Itagiba não informou se era na capital paulista. Chorão havia combinado com seu motorista de ir pegá-lo às 12h desta terça-feira (5). O motorista foi ao prédio, e ninguém atendeu à porta. O motorista retornou às 20h e, novamente, não foi recebido. Ele decidiu, então, procurar o segurança de Chorão. Os dois foram ao local na madrugada e o segurança, que tinha cópia das chaves, abriu a porta. Os dois encontraram o cantor e acionaram o Samu. Em seguida, a Polícia Militar foi chamada, às 5h18, para “verificação de morte natural em apartamento”.

O corpo de Chorão deixou o prédio por volta das 8h30 em um carro da Perícia Técnico Científica. As causas da morte serão determinadas pela perícia. Latas de bebidas alcóolicas foram recolhidas no apartamento do cantor. Perguntado se foram encontrados vestígios de drogas no apartamento, Itagiba disse que não iria comentar o assunto por enquanto. O corpo passará por exames toxicológicos.

Por volta das 9h20, o motorista e o segurança de Chorão prestavam depoimento no DHPP.

O baixista da banda Charlie Brown Jr foi até o prédio de Chorão nesta manhã. “Estou péssimo”, disse. Ele contou que conhecia  Chorão há mais de 20 anos e que estava sem falar com o amigo há cerca de um mês e meio. Champignon negou que estivesse brigado com Chorão. “A gente brigou algumas vezes na nossa vida, mas felizmente a gente pôde refazer a nossa amizade”.

No final de 2012, Chorão deu uma bronca no baixista Champingnon em pleno show na cidade de Apucarana (PR). “Você voltou [para a banda] por causa de dinheiro”, disse, no palco. Poucos dias depois, Chorão compartilhou um vídeo ao lado do baixista comunicando que os dois já haviam feito as pazes.

O baixista informou que a banda estava de férias e que o próximo show programado estava marcado para o dia 22, em Campo Grande, no Rio de Janeiro. “Íamos voltar a tocar no dia 22, mas isso não vai mais acontecer”.

Champignon disse desconhecer as causas da morte. “Não sei o que aconteceu lá em cima. Ele estava sozinho. Não sei se tem relação com isso [drogas] também”, disse ao ser perguntado se Chorão era usuário de drogas.

A assessoria de imprensa da banda informou ao G1 que Chorão estava de férias e embarcaria para os Estados Unidos nos próximos dias. Ainda segundo a assessoria, o estado de saúde dele era bom.

O cantor e letrista, que faria 43 anos em 9 de abril, liderava a banda fundada por ele na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, em 1992. Em 15 anos de carreira, o Charlie Brown Jr lançou nove álbuns de estúdio, dois discos ao vivo, duas coletâneas e seis DVDs. Ao todo, o grupo vendeu 5 milhões de cópias.

Além de vocalista, Chorão era responsável pelas letras do Charlie Brown Jr e pelo direcionamento artístico e executivo da banda. Em 2005, o trabalho “Tâmo aí na atividade” foi premiado com o Grammy Latino de melhor álbum de rock brasileiro, o que se repetiu em 2010 com “Camisa 10 joga bola até na chuva”.

No ano passado, o Charlie Brown Jr. lançou “Música Popular Caiçara”, álbum ao vivo que marcou o retorno dos integrantes Marcão e Champignon à banda. Eles haviam deixado o grupo em 2005. As apresentações aconteceram em Curitiba e Santos. A produção do trabalho foi feita por Liminha e os shows contam com a participação de Falcão (O Rappa), Zeca Baleiro e Marcelo Nova. Das 15 faixas do CD, a única gravada em estúdio é “Céu azul”.

Chorão foi o único integrante do Charlie Brown Jr que permaneceu no grupo em todas as suas fases. Paulistano, Chorão adotou a cidade de Santos desde a juventude, onde criou a banda. Seu apelido foi dado ainda na adolescência, quando ele não sabia andar de skate e ficava apenas olhando os amigos. Um deles, então, pediu que o jovem não chorasse. Segundo a GloboNews, a infância e a adolescência de Chorão foram difíceis por conta da separação dos pais, que aconteceu quando ele tinha 11 anos. O músico largou a escola na sétima na série.

Laura

Arte de Eduardo Nasi

Arte de Eduardo Nasi

Publicado por Blog do Carpinejar

Eu e meu marido saímos cedo de casa. Ele acorda antes de mim. Nem o vejo: pressiona seus lábios em minha cabeça e parte para o curtume.

Às vezes exala de sua boca o aroma de café com leite. Eu gosto de ser beijada dormindo. A testa é a última porção do rosto que lavo na hora de acordar — preservo sua benção.

Não nos falamos durante o dia. Começo o expediente às 8h na fábrica de costura. O intervalo de almoço é de 45 minutos. Nossa vida é baixar o queixo e se concentrar em panos e couros.

Mário ainda trabalha longe, em outra cidade, chega em nossa residência depois da meia-noite. Preparo comidinha e guardo nas panelas. Nunca janto com ele.

Ele pressiona seus lábios em minha cabeça e dorme. Aprendeu a tirar a roupa sem me acordar. Imagino que seus sapatos são silenciosos; as mangas, esvoaçantes; os casacos, de pluma.

Sua nudez não pesa mais no colchão. Ele treinou desaparecer de mim.

É um homem que cuida de meu sono, já que não pode cuidar de minhas palavras.

Experimentamos a solidão do casamento. Aperto o forro dos bolsos para fingir sua mão na minha mão. Sua mão pesa igual à gaveta da cozinha.

Quando cruzamos um olhar no corredor, é uma janela. Ele não amaldiçoa o cansaço, o salário, a falta de esperança. Agradecemos a saúde para continuar.

Eu me habituei com o raso, é só pôr mais água no feijão.

Somos acostumados. Juntamos nossas economias para pagar a casinha. Há mês que sobra, arrumamos até um armário novo para o quarto, com prateleira para botar cobertas e lençóis. Pela primeira vez, tiramos as caixas de papelão debaixo da cama.

Meu homem é do mundo. Eu sou do mundo. Segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado sem ele. Sem trocar impressões ou pedir ajuda ou chorar. Sou quase uma viúva. Ele é quase um viúvo.

Mas jamais reclamo porque tenho meu domingo.

No domingo, nos acordamos no mesmo instante. E eu dou um beijo em sua testa.

Preparamos o mate e sentamos na varanda.

Ele me fala o que fez, o que pretende fazer, o que nunca fará.

O vento sopra em nossas oliveiras e ele pergunta se estou com frio.

Naquele momento, ele é meu homem, somente meu, de mais ninguém.

Quando ele é meu, eu também me pertenço.

São seis horas por semana em que não preciso dividi-lo. Cheiro suas golas, deito em seus ombros e penteio seus cabelos com as unhas.

Parece pouco, mas é toda a minha vida, por isso despertarei o resto dos meus minutos. Duvido que alguém seja mais feliz.

A casinha espiritual de Julia Rodrigues

Nikita

publicado no Epimenta

Nikita

Julia Rodrigues tem um olho invulgar.

Aos 26 anos, a carioca desponta como uma das mais promissoras fotógrafas de sua geração.

Seu trabalho já apareceu nas páginas das revistas VIP, Veja, Época,

Vogue RG, Claudia, Capricho, Gloss, Quatro Rodas, Info,

Prazeres da Mesa e e São Paulo, a revista da Folha.

Mas se você visita o Tumblr da moça verá um pouco do trabalho autoral, de que gosto bastante. Fui falar com a Julia para entender melhor.

Julia e os amigos da Casinha Cósmica; ela é primeira no alto à esquerda

Julia e os amigos da Casinha Cósmica; ela é primeira no alto à esquerda

O projeto Casinha do Retiro Espiritual Cósmico

“É uma brincadeira que me ajuda a organizar o pensamento. Estou numa fase de entender o quê (e se) quero dizer alguma coisa mais pessoal. Então resolvi fazer um inventário de todo mundo que passa pela minha vida e pela Casinha do Retiro Espiritual Cósmico, que é o lugar onde eu moro com os meus amigos. O nome surgiu quando chamei o pessoal para dividir a casa, queria deixar bem claro que não seria bagunça. Doce ilusão. A gente recebe muita visita e foi justamente durante uma conversa entre amigos na cozinha que surgiu o primeiro retrato. A parede, a luz e o enquadramento são sempre os mesmos da primeira foto, mas cada retratado faz o que bem entende quando vai para a frente da câmera.

Jenny

Jenny

Convidados Intergaláticos

A maioria pede pra ser dirigida. Imagino que assim se sintam mais livres pra criar um personagem, sem medo de parecerem “ridiculos”. Pra mim “Convidados Intergaláticos” é uma maneira leve de aprender a lidar com os egos e entender como dirigir melhor um personagem. E eu sei, o nome é bem retardado, se eu soubesse que daria uma entrevista sobre isso, teria pensado em um nome melhor.

Marina

Marina

Carreira

Sou designer visual de formação e passei boa parte da infância em ambientes de ateliê, cercada de artes plásticas. Acho que sempre soube que trabalharia com algo relacionado a imagem. Logo que saí da faculdade fui fazer assistência para o fotógrafo Ernani d’Almeida, passei mais de um ano carregando muita mala, tomando bastante esporro, conhecendo muita gente e aprendendo fotografia na prática.

Nay

Nay

Jorge Bispo

Logo depois fui assistente do Jorge Bispo, foi um momento importante para entender que o que eu queria fazer mesmo era retrato. Como retratista, o fotógrafo tem permissão de fazer um contato mais profundo com as pessoas. Eu mesma como viro um personagem. Às vezes esse papel te dá livre acesso à intimidade de uma pessoa. Sou um pouco tímida e vi nessa profissão uma maneira de interagir.

Ariane Cerqueira para VIP

Ariane Cerqueira para VIP

Influências

Vi muito Man Ray, Carlos Zéfiro e Niki di Saint Phalle em casa. Na fase do autorretrato pirava na Francesca Woodman e na Cindy Sherman. Acho que as referências eternas são a Diane Arbus, Helmut Newton, Richard Avedon, August Sander, Mapplethorpe, Inez & Vinoodh, Annie Leibovitz e mais uma galera. Comprei um livro há pouco tempo chamado “Haunted Air” que é uma compilação do Ossian Brown de retratos de halloween de 1875 até 1955, é incrível. Tem a revista Treats também, os ensaios são de cair o queixo. Por último, mas não menos importante, tem o Tumblr. Sei que não é uma referência específica, sigo algumas centenas de blogs entre portfolios de fotografia, eróticos, retrato e moda. É uma avalanche de informação e sempre dá para pescar alguma referência útil e interessante.

Vallery

Vallery

Internet e a fotografia erótica

A internet tornou a fotografia erótica mais acessível. Sendo mais acessível, fica mais aceitável. As pessoas se sentem mais livres para produzir, divulgar e dizer que gostam também. Às vezes me pego vendo uns tumblrs de sacanagem no meio do metrô, esse tipo de acesso era inimaginável há pouco mais de uma década. Antes o público só tinha acesso a esse tipo de coisa em revistas e livros, agora as fontes são quase infinitas.

Kellen

Kellen

Erotismo versus vulgaridade

Depende do cenário em que é apresentado e do ambiente social de quem está recebendo a mensagem. Um nu do Avedon pode ser julgado como uma safadeza sem fim. Uma foto de um genital clicada sem preocupação artística aparente pode ser considerada uma obra de arte dentro de um contexto especifico.

Michel

Michel

E o Terry Richardson, é vulgar?
Se for no sentido do medíocre, acho que não. O cara deu um jeito de transformar o método cru, a direção “naughty” e a luz dura e direta em referência forte na fotografia. No sentido vulgar/vil também acho que não, mas aí a gente volta à linha tênue entre erotismo e vulgaridade, dependendo do que se tem como referência, pode ser diabo ou santo.

Homem tenta roubar restaurante e fica preso na chaminé em SC

Caso ocorreu na madrugada desta quarta (6), em Balneário Piçarras. Jovem de 24 anos foi levado para o pronto socorro e depois para delegacia.

chamineJanara Nicoletti, no G1

A Polícia Militar atendeu uma ocorrência, no mínimo, inusitada no Norte de Santa Catarina. Um jovem de 24 anos que tentava furtar um restaurante em Balneário Piçarras, acabou entalado na chaminé do forno da cozinha. O caso aconteceu em um bar da Rua João de Deus Carvalho, bairro Santo Antônio, no início da manhã desta quarta-feira (6).

Por volta das 5h30, testemunhas informaram à Polícia que um homem estava entrando no estabelecimento pelo teto. “Ao chegarem no local, eles constataram que o rapaz estava preso na chaminé”, contou o soldado da PM, Jorge Germano da Cunha.

Os Bombeiros foram acionados para resgatar o jovem que se feriu ao tentar sair sozinho. Depois de retirado da chaminé, ele foi encaminhado pelos socorristas para uma unidade de Pronto Atendimento. Depois, foi conduzido para a delegacia onde prestou depoimento. “Ele já possuía antecedentes criminais por furto, ameaça, calúnia e violência doméstica”, comentou Cunha.