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Deputado Fernando Hugo diz que black blocs compram crack com dinheiro do Bolsa Família

O deputado disse ainda que o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código Penal do Brasil defendem os bandidos

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Publicado no Jornal O Povo

O deputado Fernando Hugo(SDD) criticou, nesta quarta-feira, 30, na Assembleia Legislativa, o programa do Governo Federal “Bolsa Família” e a Secretaria Geral da Presidência, que anunciou que vai receber o grupo intitulado de black blocs no Palácio do Governo para dialogar.

“Os anarquistas botam fogo nos bens privados, quebram os bens públicos, compram crack com o dinheiro do Bolsa Família e vão ser recebidos no Palácio do Governo? Se fosse os parlamentares marcando uma audiência não eram recebidos”, disse Fernando Hugo.

O deputado disse ainda que o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código Penal do Brasil “defendem os bandidos”. “Um adolescente não tem idade para ser preso, mas pode roubar, se drogar, traficar e matar? O Governo Federal pode até dizer que está tudo bem, mas o comportamento da população é de pânico”, completou.

Posse de armas
Ele defendeu também o porte legal de armas por cidadãos. “O tráfico de drogas é crescente, os black blocs apavorando as cidades, e os marginais têm certeza que, quando vão assaltar uma pessoa, ela está desarmada”, afirmou.

Segundo Hugo, a violência começou a crescer no Governo do ex-presidente Lula e da presidente Dilma. “Um absurdo o que está acontecendo. Os bandidos andam armados e o povo desarmado, e isso é querer esmaltar em um País de quarto mundo uma vivência de primeiro mundo”, disse.

O deputado Manoel Duca (Pros) ressaltou que países como a Inglaterra e a Austrália fizeram o Estatuto do Desarmamento e depois desfizeram. “Países voltaram atrás porque ficou provado que desarmar o cidadão aumenta a criminalidade”, disse.

Já o deputado João Jaime (DEM) rebateu as críticas sobre o Estatuto do Desarmamento. “Concordo com muita coisa do discurso, mas discordo em armar a população. O povo não tem preparação para usar uma arma. Para atirar é preciso treinar e se especializar”, ressaltou.

Campanha utiliza vermes para mostrar efeitos do crack

A campanha tem por objetivo a prevenção da experimentação e do uso do crack

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publicado no Administradores

Uma iniciativa da “Parceria Contra Drogas”, com criação da agência Talent, o case apresenta dois grandes anúncios da campanha, localizados na Galeria do Rock, ponto de encontro para jovens formadores de opinião e também vizinho de uma região que concentra o tráfico e o consumo de drogas em São Paulo.

Surpreendentemente, os cartazes, que foram impressos em uma massa de trigo, são comidos ao vivo por vermes, impactando os visitantes da galeria. Um trabalho que somente foi possível após meses de estudos por pesquisadores e biólogos. A campanha tem por objetivo a prevenção da experimentação e do uso do crack.

Veja o vídeo:

São Paulo vai adotar a “bolsa crack” para dependentes químicos

Programa está em fase de finalização no governo paulista e prevê auxílio de R$ 1.000 mensais a famílias de viciados

Usuários de crack são recolhidos, voluntariamente, nas ruas de São Paulo por uma organização que tem convênio com o Governo do Estado (Foto: Marcelo Camargo/ABr)

Usuários de crack são recolhidos, voluntariamente, nas ruas de São Paulo por uma organização que tem convênio com o Governo do Estado (Foto: Marcelo Camargo/ABr)

Alberto Bombig, na Época

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), está prestes a concluir um novo pacote de medidas para combater a violência e o avanço das drogas no Estado. Entre as principais medidas estará a transferência direta de dinheiro para famílias de dependentes de crack e o incremento de 6.500 policiais no patrulhamento das ruas.

A ação de combate às drogas será semelhante à adotada pelo governo tucano de Minas Gerais, o Cartão Aliança pela Vida. A iniciativa está sendo chamada dentro do próprio governo paulista de “bolsa crack” ou “cartão crack” porque a transferência de renda deverá ser feita por meio de um cartão similar aos utilizados no sistema bancário. O cartão tornará disponível a quantia de R$ 1.000 mensais para as famílias dos dependentes (em Minas o valor é de R$ 900). No total, até 10 mil famílias poderão ser beneficiadas em São Paulo.

Os detalhes finais do programa estão sendo preparados pela Secretaria de Desenvolvimento Social, comandada por Rodrigo Garcia. Como contrapartida, o dinheiro terá de ser utilizado pelas famílias em ações que envolvam e complementem o tratamento dos dependentes.

Pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha e divulgada na semana passada mostrou que 45% dos paulistanos apontam o envolvimento de jovens da família com tóxicos como seu maior medo, seguido do temor da violência urbana. No começo deste ano, o governo paulista deu início à internação compulsória dos viciados em crack, que também foi respaldada pela população conforme outra pesquisa. O “cartão crack” será, segundo o Palácio dos Bandeirantes, uma medida complementar ao programa de internação. Ambos devem fazer parte do “atendimento diferenciado aos dependentes químicos”, uma das bandeiras do governador.

No final do ano passado, a prefeitura do Rio de Janeiro também anunciou o lançamento da ajuda financeira a dependentes, mas a iniciativa até agora não foi colocada em prática.

Policiamento

No âmbito do combate à violência, o pacote, também a ser anunciado nos próximos dias, vai colocar nas ruas cerca de 6.500 policiais a mais – 5.000 da Polícia Militar e 1.500 da Polícia Civil. O modelo a ser utilizado para o aumento do efetivo no patrulhamento será o da Operação Delegada, que já existe e prevê parcerias do Estado com as prefeituras e ficou conhecido como “bico legalizado” porque permite aos PMs desempenharem funções de atribuição do município nos dias de folgas.

A ideia em curso no Palácio dos Bandeirantes é criar uma Operação Delegada em que o próprio Estado pague para os policiais trabalharem em suas horas de folga sem precisar da parceria com as prefeituras.

dica do Guilherme Massuia

Noivos processam fotógrafa por registro de casamento incompetente

Evette e Gary Crack acusam fotógrafa de ter arruinado o casamento deles.

Reprodução/ The Sun

Reprodução/ The Sun

O casal inglês Evette e Gary Crack terão de guardar as imagens do casamento deles apenas na memória, uma vez que as fotos do grande dia foram realizadas por uma profissional incrivelmente incompetente. De acordo com o jornal The Sun, os pombinhos estão processando a fotógrafa Louise Garrett alegando que ela, além de deixar de registrar momentos importantes da cerimônia, fez imagens sem foco e com cortes errados.

De acordo com Evette e Gary, Louise deixou de fotografar a troca de anéis e o beijo. Além disso, eles dizem ter recebido fotos sem foco, imagens com os convidados de costas e até uma foto com as cabeças dos noivos cortadas.

“É horrível. Ela roubou tudo de nós. Nada vai trazer nosso grande dia de volta. Ela disse ser uma profissional, mas nem tirou fotos dos avós de Gary, que vieram de Londres”, reclamou Evette, em entrevista ao jornal. “Agora, nós teremos de economizar dinheiro para fazer a recepção e uma nova sessão de fotos. Não tem uma única foto decente”, complementou Gary.

A fotógrafa alega que o local do casamento não era “o melhor para se fotografar”.

Reprodução/The Sun

Reprodução/The Sun

Reprodução/The Sun

Reprodução/The Sun

Reprodução/The Sun

Reprodução/The Sun

Fonte: Virgula