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Estúdio transforma desenhos infantis em bichos de pelúcia

Alysson Villalba, no CaosBravo

Wendy Tsao criou o Child’s Own Studio em 2007, quando fabricou um boneco a partir de um desenho feito pelo seu filho, de quatro anos. Hoje o estúdio recebe desenhos de crianças do mundo todo e Wendy é a responsável pela criação, envio e venda dos bichos de pelúcia.

Confira mais informações no Child’s Own Studio.

Deus morreu

cruciPublicado por Fabricio Cunha

É a sexta feira, que me ganha, em Deus.

É sua “paixão”, seu sofrimento e morte, que me colocam de joelhos, absorto, sem compreender.

A morte de Deus é a exacerbação de sua humanidade. É a prova maior de teu amor extravagante, que o coloca sob o chicote de sua criação, por amor dela própria.

Quando seu sangue rega a terra, encontrando-se com a origem de sua própria criação, Deus, em Jesus, nos comunica que sabe qual é o sabor da dor de ser humano, pobre, injustiçado, abandonado, só e frágil.

Deus nunca foi tão humano quanto na sexta e no sábado.

E não há prova mais cabal de seu amor por sua criação, do que seu sangue ser derramado nela.

Na sexta, em pouquíssimas palavras, assistimos a maior cena de todos os tempos: Deus se fez homem e, homem, amou a todos até as últimas consequências.

Um Deus que, numa cruz, rega uma poça com seu sangue, para que, dali, esse sangue regasse toda terra.

Um Deus que morre no que cria, de tanto amor.

Silêncio…

Bem-vindo ao McDonald’s do inferno

Publicado no Catraca Livre

A obra dos irmãos ingleses Jake e Dinos Chapman é carregada de conteúdos macabros e paisagens do inferno. Os dioramas feitos pela dupla brincam com temáticas assustadoras e variadas, como um suposto McDonald’s nos domínios de Satã.

Os trabalhos são recheados de carnificina e mutilações, incluindo crucificações de Ronald McDonald, centopeias humanas, vários Hitlers presos e ainda soldados nazistas servindo de recheio para os lanches da rede de fast food. a intenção da dupla é imaginar como seria o acerto de contas do capitalismo no inferno – lugar povoado por nazistas.

Dica do Ed Brito

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Campo Grande tem meio milhão no Orçamento para criação do Vale dos Orixás

Oferendas hoje depositadas nas ruas poderiam ser levadas para o Vale dos Orixás (Foto: arquivo)

Oferendas hoje depositadas nas ruas poderiam ser levadas para o Vale dos Orixás (Foto: arquivo)

Josemil Arruda, no Campo Grande News

A Câmara de Campo Grande aprovou e agora só falta a sansão [sic] do prefeito Alcides Bernal (PP) para que esteja contemplado no Orçamento do Município para este ano a criação do Vale dos Orixás. O valor aprovado para construção do Vale dos Orixás de R$ 500.000,00 deve ser publicado no Diogrande juntamente com Orçamento para 2014 ainda em janeiro.

O projeto Vale dos Orixás foi aprovado no final do ano passado, a pedido da Federação de Cultos Afro-brasileiros e Ameríndios de Mato Grosso do Sul (Fecams), com o intuito de criar um espaço democrático as praticas dos cultos afro-brasileiros e ameríndios em Campo Grande. A proposta foi assinada pela vereadora Luiza Ribeiro (PPS).

“Todas as formas de religiosidade engrandecem o homem porque são baseadas no amor de Deus. Campo Grande necessita deste espaço para que algumas religiões possam apresentar suas manifestações de fé e por outro lado, este projeto fortalece a cidade culturalmente e pode se transformar em um espaço para o turismo”, afirmou Luiza Ribeiro.

O presidente da Federação de Cultos Afro-brasileiros e Ameríndios de Mato Grosso do Sul (Fecams), Iraci Barbosa dos Santos, mais conhecido como Irbs, disse que o Vale dos Orixás será um lugar sagrado, inclusive com os praticantes de cultos afros e ameríndios podendo levar oferendas de maneira correta, preservando meio ambiente e com liberdade.

“Os praticantes poderão ir a um lugar adequado para fazerem suas oferendas sem incomodar as pessoas de outras religiões. No candomblé, por exemplo, são feitas oferendas com comidas em lugar aberto o que causa constrangimento aos não praticantes e neste projeto buscamos o respeito, a harmonia com a população com a natureza”, frisou Irbs.

Ao propor o projeto que cria o Vale dos Orixás em Campo Grande, a Fecams se inspirou no Santuário Nacional da Umbanda, localizado no interior de São Paulo, que atrair [sic] milhares de turistas anualmente.

Luiza Ribeiro destacou a importância do sincretismo religioso no País e sua dimensão cultural. “O candomblé e a umbanda são manifestações ricas em rituais e festas e neste projeto haverá um espaço para eventos atraindo assim uma diversidade de pessoas. Na umbanda, por exemplo, existe um sincretismo com os Santos Católicos e aqui em Campo Grande eles já presta homenagens à Santo Antonio, padroeiros da cidade, e com este espaço poderão fazer uma festa muito mais linda e mais expressiva culturalmente”, disse.

No ano passado, pela primeira vez, a Fecams realizou um culto na Câmara de Campo Grande, que cede o espaço, ao fim da manhã de cada segunda-feira, para celebrações religiosas.

dica do Wendel Cavalcante

Evangélicos terão fundo de pensão bilionário com dinheiro de 170 mil fiéis

Meta é arrecadar R$ 1,1 bilhão ao longo de seis anos e atrair participantes de todas as faixas salariais, com aportes mensais a partir de R$ 50

bu85kb17lqppw9825my8rofxzPublicado no Economia IG

Evangélicos de diferentes denominações terão, em breve, um fundo de pensão só para eles. A ideia é atrair 170 mil segurados de todas as faixas salariais, desde que tenham algum vínculo com a religião. Batizado de BemPrev, o produto deve passar a funcionar no início de 2014.

“Nossa meta é acumular um patrimônio de R$ 10 milhões no primeiro ano e evoluir para R$ 1,1 bilhão ao longo de seis anos”, explica João Rodarte, diretor-presidente da Rodarte Nogueira, empresa responsável pelo desenvolvimento técnico do fundo.

Se a previsão de Rodarte se confirmar, o BemPrev poderá ser o maior fundo de pensão do País em número de participantes ativos. Atualmente, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) divulgados em junho, o fundo com maior número de participantes ativos é o Postalis (dos funcionários dos Correios), com 112.275 pessoas. Em seguida vem a Previ (ligado aos funcionários do Banco do Brasil), o maior do País em recursos administrados e o segundo em participantes ativos, com 101.531 associados.

A partir de R$ 50 por mês, qualquer fiel ou pastor ligado à igreja poderá planejar sua aposentadoria por meio do plano de previdência complementar fechado, que cobrará taxa de administração de 1% sobre o patrimônio acumulado, e será isento de custo de carregamento.

“Queremos estender o plano ao trabalhador de baixa renda, e não apenas os que recebem acima do teto, como ocorre em outros produtos de previdência fechada”, afirma Rodarte.

A meta de reunir 170 mil participantes soa ousada. Mas o número corresponde a apenas 0,4% do total de evangélicos no País – que somava 42,3 milhões de pessoas, ou 22,2% da população, segundo o ultimo Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2010. O IBGE registrou um aumento de 61% no número de evangélicos entre 2000 e 2010.

Criado pela Ordem dos Ministros Evangélicos no Brasil e no Exterior, o fundo ainda está em fase de captação de parceiros e aguarda autorização da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), vinculada ao Ministério da Previdência, para começar a operar. A autarquia tem 35 dias para avaliar a documentação apresentada pelos gestores na última sexta-feira (4). Nesse período, a Previc poderá pedir informações e modificações a BemPrev e terá outros 35 dias para dar a palavra final. A previsão é que a aprovação ocorra até janeiro, que a operação comece em março de 2014 e encerre seu primeiro ano com 12 mil associados.

O produto contará com três parcerias estratégicas: banco de varejo, responsável pela arrecadação e cobrança dos aportes; seguradora, que canalizará os benefícios de invalidez e morte aos segurados; bancos de investimentos, que farão a gestão dos recursos.

Os interessados deverão ser filiados à Ordem dos Ministros ou a uma entidade que congrega a comunidade evangélica, mas não será preciso comprovar o vínculo, segundo Rodarte. “A princípio, partiremos da premissa de que a pessoa está usando de boa fé”, finaliza.

A previsão é que nos próximos meses uma equipe de 2 mil vendedores comece a procurar interessados no fundo de pensão em igrejas evangélicas de todo o País.