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Quem é o publicitário por trás do falso enterro do Bentley de Scarpa

Reis entre Marcelo Tas e Chiquinho Scarpa: campanha de 15 000 reais (foto: Divulgação)

Reis entre Marcelo Tas e Chiquinho Scarpa: campanha de 15 000 reais (foto: Divulgação)

João Batista Jr., na Veja SP

Sócio e vice-presidente de criação da agência Leo Burnett, o publicitário Marcelo Reis é o autor da campanha da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos que criou a polêmica do enterro do carro Bentley do playboy Chiquinho Scarpa. “Ele não cobrou cachê e a campanha custou cerca de 15 000 reais” Saiba outros detalhes:

De onde surgiu a ideia de promover o falso enterro do Bentley?
Nada é mais importante para alguém do que os órgãos, bem mais do um carro ou apartamento. Com esse raciocínio de que nada vale mais que um órgão, pensamos: imagina uma pessoa cheia de dinheiro concordasse em ver seu bem material enterrado como os faraós do Egito?

Como surgiu o nome do Chiquinho como o autor da pegadinha?
O nome dele foi o primeiro, até porque tem o título de conde. Ligamos para o Chiquinho em um dia e, no outro, estávamos fazendo o convite pessoalmente na casa dele. Ele comprou a briga e aceitou a ser boi de piranha. Lembro que o Chiquinho falou: “As pessoas já acham que eu sou louco mesmo, então vão acreditar que eu vou enterrar meu Bentley.”

Foi ele quem sugeriu o Bentley?
Sim, ele falou que o carro tinha a ver com nobreza.

Teve medo de que o tiro saísse pela culatra?
Na verdade, nosso medo era de que as pessoas ficassem bravas por acharem que plantamos uma notícia falsa. Então a ideia foi o Chiquinho colocar uma foto dele cavando o buraco nas redes sociais, porque daí a imprensa poderia procurá-lo. Ou seja, não plantamos notícia falsa nas redações. Um detalhe curioso: o Chiquinho pediu para fazer o primeiro buraco no jardim da casa dele. Também planejamos a entrevista dele no programa do Danilo Gentili, da Band.

O Chiquinho ganhou cachê?
Não. Essa campanha toda custou cerca de 15 000 reais. Gastamos com a retroescavadeira para tirar terra e também com seguranças para proteger a casa do Chiquinho hoje, pois tínhamos receio de ter algum protesto. Deu tudo certo, as pessoas gostaram da nossa proposta de colocar a discussão da doação de órgãos na pauta da imprensa.

Racionais fazem show expresso para ‘mauricinhos’ na zona sul de SP

Mano Brown no show dos Racionais MC's no clube Royal, na Vila Olímpia

Mano Brown no show dos Racionais MC’s no clube Royal, na Vila Olímpia. (foto: Zanone Fraissar/Folhapress)

Leandro Machado, na Folha de S.Paulo

Uma fila de Porsches, Mercedes, Ferraris e Range Rovers se formou na rua Quatá, na Vila Olímpia. Os mais modestos chegavam de i30 ou Fiat 500. O estacionamento, a R$ 30, ficou lotado. “Doors open at 10:00 PM”, dizia o flyer da Royal Club, balada de “mauricinhos” na zona sul de São Paulo.

Era show dos Racionais MC’s, o maior expoente do rap brasileiro e voz autoproclamada da periferia.

Duas horas antes do show, anteontem, os carrões paravam e o público fazia a “social” na porta da casa. Os VIPs entravam correndo.

Andrés Sanches, ex-presidente do Corinthians, entrou rápido e logo foi para o camarote –R$ 3.500 o mais caro, para dez pessoas. Denilson, ex-jogador e comentarista da Band, também não fez hora.

“Você quer que eu fale da banda? Não conheço muito, mas pode anotar aí que eu gosto”, disse a promoter Gabriela Burbos, 20, salto altíssimo, shortinho e boné ao estilo “rapper” virado de lado.

Na fila, ela encontra o amigo Rodrigo Queiróz, 22, jogador de futebol sem clube no Brasil, mas “com transferência certa para a Hungria”.

Eles dizem ser habitué da Royal e, nesse domingo, tiveram a oportunidade de assistir a um dos grupos mais famosos do Brasil em um local, digamos, mais exclusivo.

Os Racionais, até o fim dos anos 90, tocavam apenas em casas dedicadas ao rap. Mano Brown dizia (e cantava) não gostar de playboys.

A presença do grupo num lugar como a Royal seria impensável há dez anos. Em 2010, a banda se apresentou lá, mas sem sua clássica formação, com Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay.

Na porta, Lucas Fabbre, 18, estudante de engenharia civil pelo Mackenzie e morador do Tatuapé (zona leste), diz não conhecer muito bem as letras dos Racionais.

“Não sou fã, conheço as mais famosas. Vim porque aqui é mais seguro do que em locais abertos, como na Virada Cultural.

Já a estudante Beatriz Felix, 18, veio de Guarulhos, na Grande SP. É fã de rap e frequenta até uma batalha de MC’s na zona sul da capital.

“São um dos poucos que conseguem fazer música com letra boa”, diz ela, impecavelmente maquiada.

Os Racionais mostram, segundo ela, a realidade dos bairros periféricos das grandes cidades. Realidade, diz, que não vive, mas que é um “um ponto de vista”.

“Você vai ver como vou cantar todas as músicas”, diz Beatriz, apressada para entrar na Royal.

E cantou mesmo. No fim do show, saiu rouca e ensopada.

A Royal, que tem capacidade para 600 pessoas, estava lotada –o ingresso custava R$ 100 para homens e R$ 60 para mulheres. O bar, cheio, cobrava a R$ 16 uma cerveja e R$ 35 a dose de tequila.

Nos camarotes, baldes com garrafas de champanhe eram servidos com velas de aniversário presas ao gargalo. Cada garrafa custava R$ 430.

Por volta das 2h, começou uma batida e tudo escureceu. Uma fumaça branca e gelada foi lançada de um canhão no teto. Quando a névoa se dissipou, lá estavam os Racionais no palco.

A primeira música, a recente “Mente de vilão”, tocou o público mais por ser a primeira do que pela letra, que poucos na casa sabiam cantar.

Depois veio o clássico “Diário de um detento” e aí o público explodiu.

Nas músicas seguintes, menos conhecidas do habitué da Royal, como “Selva de pedra” (do disco solo de Edi Rock), o público se dispersou, foi fumar, beber, conversar.

Voltou depois, já no final, quando Mano Brown cantou as mais famosas “Negro Drama” e “Vida Loka”. Mas os Racionais pareciam ter pressa e o show durou só uma hora.

Se não empolgou, não foi só por culpa da banda. O público parecia mais interessado em registrar a ocasião com smartphones do que em ouvir a música.

Mano Brown só cantou. Não fez nenhum de seus famosos discursos. “Obrigado, São Paulo, segunda é dia de trampo”, encerrou.

Leticia Galhardo (esq) e Gabriela Burgos, 20, antes do show dos Racionais MC's (foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

Leticia Galhardo (esq) e Gabriela Burgos, 20, antes do show dos Racionais MC’s (foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

dica do Ronaldo Junior

Apóstolo da Igreja Mundial está interessado na compra da MTV

foto: Mastrangelo Reino - 31.ago.2011/Folhapress

foto: Mastrangelo Reino – 31.ago.2011/Folhapress

Publicado por F5

O religioso Valdemiro Santiago está interessado na compra da MTV.

Líder da Igreja Mundial, ele por enquanto segue arrendando a Rede 21, da Band.

Já o bispo R.R. Soares, da Igreja Internacional, conseguiu permissão da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), para comprar três operadoras de serviço especial de TV por assinatura do grupo Abril.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta terça-feira (3).

Ladrão sem uma perna foge de oito policiais

De muletas, o suspeito leva um comparsa de moto até a casa e leva os objetos; quando a PM foi atrás dele, ele conseguiu escapar em GO

De muletas, ladrão furta objetos de casa / Reprodução/Brasil Urgente

De muletas, ladrão furta objetos de casa / Reprodução/Brasil Urgente

Publicado no site da Band

Um ladrão sem uma das pernas fugiu, em Aparecida de Goiânia, em Goiás, de oito policiais militares. Ele conseguiu escapar após furtar uma casa da cidade no momento em que os moradores não estavam.

Imagens mostraram a ação dos criminosos. Primeiro o suspeito, de moto, vai até a casa e vê que não há ninguém. Momentos depois ele volta com um comparsa e, mesmo de muletas, leva a televisão, computador, DVD, entre outros objetos.

A polícia foi chamada pelas vítimas. Os agentes foram até a casa do suspeito, mas ele conseguiu fugir de oito PMs. Apenas as muletas do assaltante foram apreendidas.

‘Censo Mulheres Ricas’: Participantes têm até dez banheiros em casa

Participantes de Mulheres Ricas 2013 posam para foto oficial
Participantes de Mulheres Ricas 2013 posam para foto oficial – Divulgação/Band/Rodrigo Belentani

Além de roupas de grife e pose de endinheiradas, as sete integrantes do reality show da Band mostram que estão no topo da pirâmide social brasileira ao responder algumas perguntas da pesquisa realizada pelo IBGE

Mariana Zylberkan, na Veja on-line

Mais do que um guarda-roupa repleto de itens de grife, outros indicadores comprovam que as sete participantes da segunda edição do reality show Mulheres Ricas, que estreia nesta segunda-feira na Band, estão posicionadas no topo da pirâmide social brasileira. A pedido do site de VEJA, cada uma respondeu ao questionário elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no último Censo, em 2010. Todas alegaram morar em domicílio próprio com, no mínimo, quatro dormitórios e até dez banheiros, com exceção de Aeileen Kunkel, que se mudou da mansão da família no Espírito Santo para morar em um flat em São Paulo, e de Mariana Mesquita, a única que não quis dar detalhes de seu patrimônio.

Para preencher tanto espaço, o que não faltam nas casas das ricas de 2013 são eletrodomésticos. A mais exagerada é Val Marchiori, que disse ter 12 telefones celulares, oito aparelhos de televisão e o mesmo número de computadores com acesso à internet. A empresária Cozete Gomes é a dona da maior garagem do grupo, onde guarda nove carros e uma motocicleta. Val fica logo atrás com seis automóveis e mais um jatinho particular e lanchas ancoradas no litoral de Angra dos Reis.

A ostentação da dona do bordão “Hello” já foi atacada pela advogada paulistana Regina Manssur, autoproclamada a única endinheirada de verdade desta edição. “Eu sou a única rica de berço, de família tradicional. Mesmo assim, trabalho 12 horas por dia e represento clientes famosos em um renomado escritório de advocacia”, diz Regina, dona de uma casa com seis dormitórios e cinco carros, a maioria, da marca Mercedes-Benz. A advogada é orgulhosa de sua coleção de 40 casacos e peças de pele, devidamente acomodados em um closet de 200 metros quadrados junto com sua coleção de 300 pares de sapatos.

A dona do maior acervo de sapatos é Cozete Gomes, que reveza seus pés em 400 pares diferentes. A empresária mostrou gostar de variar também o cômodo em que costuma dormir. “Minha casa tem três dormitórios, ou seja, eu durmo cada dia em um quarto diferente, afinal de contas, eu moro sozinha.”

Eterna rival de Val, Narcisa Tamborindeguy mostrou-se mais humilde. Disse ter três carros na garagem e seis televisores no apartamento de frente para a praia de Copacabana, no Rio, “todo revestido em mármore.”

Fonte de renda – Além de abastadas, as participantes do reality show se mostraram empreendedoras e todas alegaram ter trabalhado em 2012, geralmente, à frente de empresas próprias – menos Aeileen, que é cantora. Narcisa pagou as contas como apresentadora de um programa de rádio na internet e Andréa Nóbrega ironizou a pergunta, respondendo que teve à disposição recursos do Bolsa Família.

As ricas mostraram todo seu bom humor refinado ao responder a pergunta sobre o idioma falado em suas residências. Nenhuma delas sabe falar línguas indígenas e, na casa de Narcisa, as conversas são travadas apenas em português e francês, segundo ela própria.