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Mulheres têm média de 107 peças de roupa, mas dizem não ter o que vestir

Posts de fotos nas redes sociais contribuem para insatisfação delas com as próprias roupas (foto: Getty Images)

Posts de fotos nas redes sociais contribuem para insatisfação delas com as próprias roupas (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Se você reclama do seu guarda-roupa, saiba que não é a única. Uma pesquisa realizada pela Sharps Bedrooms, no Reino Unido, constatou que as mulheres possuem, em média, 107 peças de roupa, mas, pelo menos uma  vez por semana, dizem que não têm o que vestir. Um dos motivos são as fotos postadas nas redes sociais, que fazem com que achem que os modelitos já estão ultrapassados. Os dados são do jornal Daily Mail.

As roupas também são consideradas inadequadas por estarem apertadas demais, grandes, não-lavadas ou amassadas. As entrevistadas consideraram que 36% dos itens de vestuário que possuem não são usáveis e declararam que ainda não estrearam 15% deles.

A pesquisa também descobriu que 67% delas acham traumático ter que encontrar algo para vestir para um evento especial e 64% sempre acabam comprando algo novo. Além disso, 36% adquirem roupas e, em seguida, as escondem dos parceiros.

Mulher chinesa que entrou em coma grávida acorda com a voz do filho

Zhang Rongxiang deu à luz filho quando estava em coma, após acidente.
Em maio, chinesa acordou com a voz do garoto, agora com 2 anos.

Gao Qianbo, de 2 anos, faz a mãe rir; garoto fica o dia todo ao lado da mãe acamada. (foto: QCH/The Grosby Group)

Gao Qianbo, de 2 anos, faz a mãe rir; garoto fica o dia todo ao lado da mãe acamada. (foto: QCH/The Grosby Group)

Publicado no G1

Zhang Rongxiang estava grávida quando sofreu um grave acidente de carro na província de Jiangsu, na China, há três anos. Ela entrou em coma e os médicos chegaram a dizer ao marido, Gao Dejin, que ela nunca iria se recuperar, segundo o site do jornal britânico “Daily Mail”.

Mas o bebê sobreviveu em seu útero e, cinco meses depois, a equipe médica fez uma cesárea, da qual nasceu o garoto Gao Qianbo. Desde o acidente, Zhang foi mantida em sua casa, recebendo cuidados do marido. O filho aprendeu a conviver com a mãe inerte desde os primeiros dias de vida.

Para a surpresa dos médicos, em maio deste ano, Zhang acordou repentinamente, ao ouvir a voz do pequeno Gao, agora com 2 anos. Atualmente o menino ajuda a alimentar a mãe que, apesar de conseguir engolir os alimentos, não consegue mastigá-los. Gao chega a mastigar os alimentos e colocá-los direto na boca da mãe acamada.

A família tem sobrevivido principalmente com ajuda do governo e auxílio de familiares e amigos, segundo o “Yangtze Evening Post”.

Gai Qianbo ajuda a mãe Zhang Rongxiang a se alimentar, mastigando os alimentos e colocando-os em sua boca. (foto: QCH/The Grosby Group)

Gai Qianbo ajuda a mãe Zhang Rongxiang a se alimentar, mastigando os alimentos e colocando-os em sua boca. (foto: QCH/The Grosby Group)

dica do Jénerson Alves

Casa arrumada dá mais prazer que sexo, diz pesquisa

Pesquisa mostra que 36% dos entrevistados acham que casa limpa é o maior prazer, contra 18% que votaram em sexo

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Responda rápido: você prefere ter a casa limpa e arrumada ou sexo? De acordo com uma pesquisa encomendada pela fabricante de eletrodomésticos Beko, a escolha dos britânicos é o lar em ordem. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento apontou que 36% das pessoas entrevistadas disseram que casa arrumada é o maior prazer, em comparação com 34% que escolheram feriado, 18% sexo e 11% uma boa noite fora. Fora isso, constatou-se que bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica.

Mas enquanto toda a família desfruta da limpeza, o trabalho duro é principalmente das mulheres. Elas gastam, em média, seis horas a mais por semana com afazeres domésticos que os homens. São 17 horas por semana, mais de dois dias completos de trabalho. Como resultado, elas têm 23 horas de tempo livre por semana, oito horas a menos que os parceiros.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Mulher recebe conta telefônica de R$ 70 mil por acessar Facebook em viagem

Publicado no UOL

Helen Christie, 40, recebeu conta de R$ 70 mil após postar fotos de viagem de férias no Facebook

Helen Christie, 40, recebeu conta de R$ 70 mil após postar fotos de viagem de férias no Facebook

A britânica Helen Christie, 40, tomou um susto ao ver sua conta telefônica após ter voltado de férias da Turquia. Depois de usar o smartphone em roaming (fora da área de cobertura contratada) para postar fotos no Facebook de sua viagem, a cobrança dizia que ela deveria pagar £ 19.656 mil (cerca de R$ 70 mil). As informações são do tabloide britânico “The Daily Mail”.

Segundo Helen, ela contratou um plano na operadora Orange que custava £ 6 (aproximadamente R$ 22) por dia para usar a internet. Porém, o valor diário acabou ficando £ 2.700 (R$ 9.600). De acordo com a empresa de telecomunicações, a conta alta ocorreu, pois a cliente desmarcou uma opção que limita os gastos de dados em até £ 42 (cerca de R$ 150) por dia.

“Eu achei este valor uma afronta. Todas minhas férias custaram £ 700 [cerca de R$ 2.500]. As táticas usadas pelas operadoras são assustadoras – as pessoas não percebem o que essas companhias estão fazendo”, disse Helen em entrevista do tabloide britânico “The Mirror”.

Depois de ser contatada por um jornal britânico, a operadora Orange informou que reduziria o valor a ser pago para £ 875 (R$ 3.109) pelo caráter “excepcional das circunstâncias”. Mesmo assim, Helen disse que entraria com uma ação para reduzir ainda mais o valor.

A União Europeia tem planos de eliminar as tarifas de roaming entre os países membros do bloco econômico. Recentemente, a Comissão Europeia sugeriu que o custo de telefonemas entre países da região tenha o mesmo valor de uma ligação local. A proposta ainda precisa ser votada pelos 28 países membros.

Estudo: dois terços das pessoas comprometidas sentem falta de carinho

De acordo com especialistas, o toque pode aumentar a autoestima das mulheres em 40%

Oito em cada dez britânicos disseram que o toque é o elemento mais importante para um relacionamento (foto: Getty Images)

Oito em cada dez britânicos disseram que o toque é o elemento mais importante para um relacionamento (foto: Getty Images)

Publicado originalmente no Terra

Viver uma relação amorosa deveria ser um motivo óbvio para dar e receber carinho, mas muitas vezes a rotina agitada, estresse e cansaço atrapalham a vida dos casais. De acordo com uma pesquisa encomendada pela Durex, marca especializada em produtos sexuais, dois terços dos entrevistados disseram que sentem falta de contato com o parceiro, mesmo que estejam em um relacionamento feliz. As informações são do Daily Mail.

O levantamento, realizado com 2 mil britânicos comprometidos, mostra que três em cada cinco entrevistados gostariam de passar mais tempo beijando e abraçando o companheiro, mas quase 30% dos casais costumam passar dias sem tocar um no outro.

Oito em cada dez britânicos disseram que o toque é o elemento mais importante para um relacionamento. Ainda assim, eles contam que o contato corporal diário, como acariciar, abraçar e dar as mãos, costuma ser deixado de lado.

A pesquisa mostra ainda que o carinho pode substituir os tratamentos de beleza, já que quatro em cada dez mulheres se sentem mais bonitas quando tocadas pelo parceiro e a autoestima feminina pode aumentar em até 40% com carinho. Isso porque o toque estimula o fluxo sanguíneo, que traz novos nutrientes para a pele, gerando um brilho natural.