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Estresse no trabalho pode deixar as mulheres sem sorte no amor

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título original: Sem sorte no amor? Talvez seu trabalho seja o culpado

Ana Claudia Cichon, no HypeScience

Mulheres com empregos de alta pressão podem sofrer mais para encontrar um parceiro. Um estudo sugere que os níveis elevados de um hormônio do estresse – cortisol – torna os rostos femininos menos atraentes para os homens, em comparação com as que possuem a face mais relaxada.

Poderia ser uma má notícia para aquelas que detêm posições estressantes e estão em busca de um amor. O efeito provavelmente ocorre porque os rostos transmitem sinais fortes sobre a saúde e a fertilidade de uma pessoa. Aqueles que têm altos níveis de estresse são geralmente menos saudáveis.

No entanto, os pesquisadores descobriram que a força do sistema imunológico da mulher não afeta sua atratividade para o sexo oposto. Já estudos anteriores demonstraram que os homens são considerados mais atraentes se eles têm baixos níveis de estresse e têm sistemas imunológicos fortes.

Dr. Markus Rantala, biólogo da Universidade de Turku, na Finlândia, liderou o estudo e disse: “Talvez, então, os baixos níveis de cortisol sejam sinal de saúde em rostos femininos”. Isso seria consistente com muitos estudos em humanos que descobriram que o estresse tem um forte efeito negativo sobre a saúde, incluindo a função imunológica, doenças cardíacas e câncer.

Os cientistas vacinaram 52 jovens da Letônia com uma idade média de 20 anos contra o vírus da hepatite B. Eles, então, recolheram amostras de sangue para medir a sua resposta imune e os níveis de cortisol. Eles pediram a 18 estudantes heterossexuais do sexo masculinos para avaliarem a atratividade de cada mulher a partir de uma fotografia de seu rosto.

Enquanto puderam encontrar nenhuma correlação entre a resposta imune das mulheres e sua atratividade facial, aquelas com níveis mais baixos de cortisol no sangue foram classificados como mais atraentes.

O cortisol é um hormônio que desempenha certo número de funções no organismo, incluindo a supressão do sistema imunitário e auxiliar o metabolismo. É conhecido por ser produzido quando o corpo está sob estresse ou quando um indivíduo está ansioso.

Os pesquisadores também descobriram que as mulheres consideradas mais atraentes possuem uma quantidade ideal de gordura – nem muito nem pouco.

Dr. Rantala acrescentou: “Nosso estudo sugere que atratividade facial em mulheres não indica a capacidade de resposta imune contra a hepatite B, mas está associada a dois outros aspectos da saúde a longo prazo e da fertilidade; os níveis de cortisol, o hormônio do estresse em circulação, e o percentual de gordura corporal”.

No entanto, se altos níveis de estresse de fato tornarem as pessoas menos atraentes, isso pode ser uma má notícia para os homens. Um estudo publicado há três anos descobriu que os níveis de cortisol em homens aumentam quando eles estão na companhia de uma bela mulher.[Telegraph]

Série fotográfica mostra que o nosso lixo vai parar dentro dos animais

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Valerie Scavone, no Hypeness

Esta série fotográfica é de cortar o coração. Trabalhado por Chris Jordan, o Midway é uma exposição assustadora do resultado da inconsciência do ser humano quanto à má educação em jogar o lixo por aí e também o consumo desenfreado.

No atol de Midway, no vasto Oceano Pacífico, um conjunto de ilhas com mais de dois mil quilômetros do continente mais próximo, Chris Jordan retrata a morte de milhares de albatrozes que foram alimentados por seus pais que confundiram o lixo flutuante com comida.  Uma tragédia ambiental espantosa!

Para mim, ajoelhado sobre as carcaças dos albatrozes, é como olhar para um espelho macabro. Estas aves refletem um resultado espantoso do transe coletivo do nosso consumismo e do crescimento industrial descontrolado.“, diz Chris Jordan.

O fotógrafo tem visitado este lugar com uma equipe e iniciou o projeto de um filme intitulado A Jornada Midway. Este, tem como objetivo fazer o telespectador sentir as justaposições de uma beleza deslumbrante e o nascimento da morte de milhares de albatrozes. Uma visita guiada às profundezas dos nossos espíritos que entrega uma mensagem profunda de reverência a amor que já está atingindo pessoas de todo o mundo.

O albatroz está entre as maiores aves do mundo e voam grandes distâncias com pouco esforço. Vale aqui uma reflexão sobre sua educação em relação ao seu lixo produzido e, também, sobre seu consumo.

Mulher troca casamento de 11 anos para viver com 19 ratos

Chantal não esconde seu amor pelos pequenos roedores. (Foto: Reprodução / TLC)

Chantal não esconde seu amor pelos pequenos roedores. (Foto: Reprodução / TLC)

publicado no Yahoo!

Uma norte-americana abriu mão de um casamento de 11 anos devido à sua paixão pelos seus bichos de estimação. O amor de Chantal Banks, porém, é destinado a animais pouco comuns dentro de casa: nada menos que 19 ratos.

Participante de um programa de televisão da emissora “TLC”, a mulher chegou a dizer que não conseguiria mais viver sem seus pequenos amigos.

“Eu amo ratos mais do que amo pessoas. Meus ratos não me julgam. Eles me amam pelo que eu sou. Quando eu choro, eles lambem minhas lágrimas e quando estou com fome eu lhes dou de comer”, afirmou Chantal durante o programa “My Crazy Obsession” (Minha Louca Obsessão, em inglês).

A paixão da norte-americana por ratos começou aos seus 16 anos. Mesmo após se casar, a mania de Chantal se agravou, levando seu marido Chester a desistir da união de 11 anos.

Após sua mulher adotar ainda mais roedores, o homem se recusou a ajudá-la e decidiu sair de casa. Já o filho do casal, Kevin, criado ao lado dos ratos, diz não se incomodar com a presença dos animais em sua vida. “Literalmente, meus irmãos eram os ratos”, concluiu.

Uma história de amor e dedicação: conheça Helena e suas 10 ‘meninas’

Aposentada de 63 anos adotou mulheres com problemas psiquiátricos.

Dona Helena e suas 'meninas' convivem em harmonia, como família que são. (Foto: Michelle Farias/G1)

Dona Helena e suas ‘meninas’ convivem em harmonia, como família que são. (Foto: Michelle Farias/G1)

Michelle Farias, no G1

Apesar das diferenças, elas convivem em perfeita harmonia.

Uma história de amor e abdicação. Assim pode ser resumida a vida da auxiliar de enfermagem aposentada Maria Helena dos Santos, de 63 anos, mais conhecida por “Dona Helena”. Ela mora com dez ‘filhas’ na casa de nº 33 da Rua São José, em Fernão Velho, na capital de Alagoas. Há nove anos, ela decidiu adotar mulheres com deficiência intelectual. As “meninas”, como elas são chamadas, convivem em perfeita harmonia desde que saíram de casas de tratamento psiquiátrico ou foram encaminhadas por familiares à casa de Dona Helena.

Sempre sorrindo e de bem com a vida, Dona Helena conta que trabalhou durante anos como auxiliar de enfermagem na área de obstetrícia. Mas, quando se aposentou, se sentia sozinha. Ao assistir a uma reportagem sobre os pacientes do Hospital Portugal Ramalho, única unidade de saúde psiquiátrica pública em Alagoas, as histórias das mulheres tocaram o coração da aposentada. Foi quando ela teve a ideia de trazer algumas pacientes para morar em sua casa.

Carinho e amizade prevalecem na família só de mulheres. (Foto: Michelle Farias/G1)

Carinho e amizade prevalecem na família só de
mulheres. (Foto: Michelle Farias/G1)

“Quando cheguei ao hospital querendo adotar as meninas, todo mundo achou que eu estava louca. Foi um processo muito demorado. Depois de muitas tentativas, conversas e reuniões, consegui ficar com cinco, mas só nos fins de semana”, afirmou Dona Helena.

Depois ela conseguiu adotar as cinco mulheres do Portugal Ramalho, mas ainda não estava satisfeita. Foi então que Dona Helena resolveu alugar uma casa maior. “A convivência sempre foi tranquila. Nunca tive problemas com elas na casa. Se eu não as tivesse, minha vida não seria completa, eu não seria feliz”, revelou.

Com uma casa maior, o número de meninas também cresceu. “Aos poucos vieram mais mulheres do hospital. Algumas famílias que não tinham como cuidar dessas mulheres também me procuravam. Chegamos a ter 12 pessoas aqui, mas hoje temos apenas 10”, disse.

Aparecida sempre ajuda nos serviços domésticos. (Foto: Michelle Farias/G1)

Aparecida sempre ajuda nos serviços domésticos.
(Foto: Michelle Farias/G1)

As histórias das ‘meninas’ são tristes, a maioria foi abandonada pela família. Mas o que a aposentada não esperava é que essa relação iria mudar completamente a sua vida e das suas ‘filhas’.

Na casa, elas reaprenderam a fazer operações básicas do dia a dia como lavar roupas, cozinhar, ir à feira e até mesmo, fazer faxina sem o auxílio de ninguém. Devido à idade, algumas precisam de ajuda para fazer as atividades, mas mesmo assim, elas conseguiram ser independentes.

“Não entendo como algumas pessoas não acreditam que existe amor nessa casa. É puro preconceito. Mas quem conhece a nossa história entende que somos felizes. Todos os dias peço a Deus que me dê muita saúde para que minhas ‘meninas’ não fiquem desamparadas”, desabafou Dona Helena.

“O recado que deixo, não apenas para as mulheres, mas para todos é: quem tiver condições adote uma pessoa, você não sabe o bem que isso vai fazer para você e para o outro”, concluiu.

Da mais velha à mais nova, Dona Helena ama a todas por igual. (Foto: Michelle Farias/G1)

Da mais velha à mais nova, Dona Helena ama a todas por igual. (Foto: Michelle Farias/G1)

Contra tudo e contra todos, Dona Helena seguiu o seu sonho e pode ajudar essas mulheres a aprender o real significado da palavra “família”. Ninguém pode duvidar que na casa de nº 33 da Rua São José, mora uma família. Ou melhor, moram 11 mulheres felizes.

Eros versus Ágape

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Marília César

A paixão é escrava, o amor é livre;

A paixão é ciumenta e insegura, o amor suporta conhecer a verdade;

A paixão é tempestade em mar revolto, o amor é vento fresco em noite estrelada;

A paixão acelera as batidas do coração, o amor o aquieta;

A paixão fere com um peso maior do que foi ferida, o amor sofre a dor daquele que praticou a ofensa;

A paixão está sempre com fome, o amor é um bebê amamentado;

A paixão transfigura o rosto e aquilo que agora é belo pode até ficar disforme; o amor aserena as feições;

A paixão cobra preços altos por pequenos deslizes, o amor cobre todas as dívidas;

A paixão tira a paz do coração, o amor incendeia o espírito;

A paixão é um solo de Hendrix, o amor é uma canção de ninar;

A paixão é vencida pelo tédio, o amor enfrenta o tédio como parte de uma existência imperfeita;

A paixão acaba com o tempo, o amor dura para sempre.