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Deborah Secco vai à missa na igreja de novo namorado: ‘O romance está bom’

Foto: Xande Nolasco

Foto: Xande Nolasco

Rafael Godinho, no Extra

Deborah Secco aproveitou a tarde desta quinta-feira para ir à missa na Igreja São Marcos, na Barra, frequentada pelo novo namorado, Allyson Castro, de 33 anos. A atriz estava na sexta fileira da igreja na companhia da mãe, Silvia Secco, e contrangida com a presença dos fotógrafos.

Ao chegar ao local de mãos dadas com Allyson e avistar os paparazzi, Deborah se disse surpresa: “Mas não me importo. Não tenho nada para mostrar nem para esconder. Estou bem, o romance está bom”. Sobre o ex-marido Roger, a atriz foi direta: “Não desejo mal a ele”.

Com um terço nas mãos, ela rezou durante a missa e cantou na apresentação do namorado. A atriz, que está no ar em “Louco por elas”, se emocionou em vários momentos e não conteve as lágrimas. Num determinado momento, o padre Alan chamou a atenção pelo excesso de fotógrafos no lugar. O sermão foi aplaudido pelos fiéis, incluindo Deborah e a mãe.

No final da cerimônia, Deborah foi cercada pelos jornalistas e abriu o coração: “Estou revigorada. Não quero esconder o meu romance de ninguém. Só não quero ficar falando sobre porque tem coisas mais importantes para falar”. E concluiu: “Não tem lugar melhor no mundo para selar esse romance”.

Deborah se dirigiu até o altar, abraçou o padre e pediu desculpas pelos transtornos.

Allyson Castro também falou da nova namorada. “Cada vez que eu a conheço, mais eu me apaixono por ela”, derreteu-se. “As coisas estão indo muito bem e Deus está abençoando”, acrescentou.

O músico contou que os dois se conheceram por conta do momento difícil que a atriz viveu na separação de Roger. “Nos conhecemos através do drama dela. Deus escreve certo por linhas tortas”, completou Allyson, que já tem três CD’s gravados. No final, o casal posou sorridente para as fotos.

Allyson Castro canta na igreja Foto: Xande Nolasco

Allyson Castro canta na igreja Foto: Xande Nolasco

Relembre como começou o romance

Uma visita de Deborah Secco ao Hospital Central de Porto Velho, no último fim de semana, virou notícia na imprensa local. Quem estava internada lá era a mãe do músico Allyson Castro. Deborah chegou a sair para conhecer a noite de Porto Velho, no domingo, e foi fotografada por um fã.

Nascido em Rondônia, onde é razoavelmente conhecido, Allyson, de 33 anos, vive no Rio há 13. É vizinho de Deborah Secco no bairro onde a atriz mora, a Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Em 2011, o músico lançou um CD de músicas religiosas, “Corações ao alto”. Allyson já atuou também no musical “O rei leão”.

Procurado pela Retratos da Vida, Allyson disse que conheceu Deborah Secco há 13 anos, durante um trabalho que os dois fizeram juntos no teatro. Os dois também frequentam a mesma igreja no Rio. O cantor confirmou que Deborah esteve em Porto Velho visitando a sua mãe, que está internada há mais de 15 dias no hospital com auneurisma. Mas garantiu que não existe nada entre eles além de uma grande amizade. Questionado sobre um possível romance com a atriz, o cantor preferiu deixar a dúvida no ar:

“Tenho um carinho muito grande pela Deborah, e ela por mim. Ela esteve em Porto Velho visitando a minha mãe, sim. E sabe como é cidade pequena, né? Todo mundo fala. Mas não temos nada. Nessa fase complicada que ambos estão passando (ela, pela separação, e ele, pela doença da mãe), não temos cabeça para pensar em mais nada. Até agora está difícil pensarmos sobre isso. Mas o futuro ninguém sabe, né?”, declarou Allyson.

Com um terço nas mãos, Deborah comunga na igreja Foto: Xande Nolasco e Marcelo Fernandes

Com um terço nas mãos, Deborah comunga na igreja Foto: Xande Nolasco e Marcelo Fernandes

No começo deste mês, ele subiu ao palco do Ribalta para lançar seu mais novo disco, com composições religiosas de Elvis Presley. “Percebo as mulheres mais retraídas por eu cantar em igrejas, por exemplo. Acredito que, por me verem nesse ambiente, elas me tratam como se eu fosse um padre”, disse ele em entrevista ao site do Extra, no dia 1 deste mês.

Deborah Secco abraça Allyson Foto: Xande Nolasco e Marcelo Fernandes

Deborah Secco abraça Allyson Foto: Xande Nolasco e Marcelo Fernandes

A força do acaso

Como o inesperado rege a nossa vida, é importante ter ao seu lado alguém que saiba lidar com ele

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Ivan Martins, no site da Época

Tem gente que acredita em destino. Eu acredito que é o acaso quem rege a nossa existência de forma quase absoluta.

Penso no encontro acidental dos nossos pais, no desejo que poderia não ter surgido entre eles, no espermatozóide que chegou à frente de milhões de outros na corrida mais importante das nossas vidas. Quanto disso foi planejado? Nada, assim como costumam ser acidentais os nossos próprios encontros amorosos, a concepção dos nossos filhos e as circunstâncias imprevistas que nos levam a fazer amigos importantes, escolher carreira e definir a cidade onde iremos morar.

O imprevisto invade a nossa vida enquanto no debruçamos cheios de planos sobre o calendário do ano que vem.

Acho o acaso tão importante que defendo que ele deveria ser incorporado aos nossos critérios de eleição afetiva. Não adianta observar os candidatos a parceiros apenas em situações controladas, como se o amor fosse um experimento de laboratório. Se o sujeito a convidou para jantar, teve três dias para arranjar as coisas e aparece (cheiroso e bem vestido) com uma rosa vermelha e reservas para o bistrô mais concorrido da cidade, ponto para ele por Organização & Método – mas isso não deveria encerrar o período de observação.

Para saber quem realmente é o cara, melhor seria estar com ele na noite em que o pneu do carro furasse na Marginal. Ele respira fundo, sorri para você e desce para resolver o assunto ou, tudo ao contrário, se põe a dizer palavrões em voz baixa e reclamar que não deveria ter saído de casa – culpando você, indiretamente, pelo contratempo?

Qualquer mulher pode ser encantadora num fim de semana de outono no Rio de Janeiro em que não haja uma brisa fora de lugar, mas como ela reage quando a companhia aérea perde as malas e vocês ficam com a roupa do corpo em Buenos Aires, num frio de 11 graus? Eu gostaria de saber essas coisas antes de me apaixonar.

Se o futuro pudesse ser desenhado numa planilha Excel, o melhor a fazer por si mesmo seria conquistar a analista de sistemas mais atraente da empresa e fazer dela a mulher da sua vida, mas nós sabemos que as coisas não são tão simples. Num mundo dominado pelo acaso, é importante ter ao seu lado alguém capaz de lidar com os imprevistos e as frustrações, porque eles vão se repetir o tempo inteiro. Planejar não é suficiente para ser feliz.

Quando o inesperado se intromete e atrapalha os nossos planos, então testamos o nosso temperamento e o de quem nos acompanha – além de uma coisinha de enorme importância chamada compatibilidade.

Sexta-feira passada eu tentei ir à praia. Reservei pousada, abasteci o carro e caí na estrada com a mulher, no horário em que o trânsito arrefece em São Paulo. Tudo planejado. Quatro horas depois, estava no pé da Serra do Mar metido no maior congestionamento da minha vida, com a chuva caindo torrencialmente, água subindo e o rádio contando histórias de morte e quedas de barreira. Depois de momentos de quase pânico, decidimos sair da estrada e procurar refúgio em Cubatão, uma das cidades menos turísticas do mundo ocidental.

Rodamos pelas ruas semi-alagadas e desertas, batendo à porta dos poucos hotéis, todos muito simples e totalmente tomados pelos refugiados da estrada. Ao final, fomos acolhidos no Lopes, que fica em frente à delegacia da cidade. De início não havia vagas, mas permitiram gentilmente que passássemos a noite no sofá da recepção, protegidos da chuva, das enchentes e dos ladrões que agem nos congestionamentos. Nas circunstâncias, estava ótimo. Duas horas depois, surgiu algo ainda melhor – um sujeito que alugara a suíte do Lopes para uma farra na madrugada não apareceu, e nós herdamos as acomodações. Com sauna, hidromassagem, TV a cabo e meio ar condicionado. Um luxo.

Ali passamos um longo fim de semana. Houve passeios a pé, compras no comércio alagado da cidade, pizza de brócolis com catupiry e uma sessão de cinema no complexo do Parque Anilina. Vimos o novo filme do Bruce Willis, dublado. Eu gostei, minha mulher disse que não iria comentar. Voltamos a São Paulo às 6 da manhã de domingo, quando a estrada reabriu. Nós havíamos sobrevivido, e o casamento também.

Eu consigo pensar em meia dúzia de mulheres com quem essa mesma situação teria virado um pesadelo. Posso ver uma delas reclamando e me recriminando até que eu perdesse a cabeça e fosse parar algemado na delegacia em frente ao hotel, depois de um acesso de loucura. Sou capaz de enxergar uma outra, sentada à beira da cama, empurrando para trás os cabelões e dizendo para a amiga no celular: “Cubatão, você acredita? Cubatão… Não, o carro dele não passa na enchente. Lembra que ele acha os jipões ridículos? Pois é”. Essa conversa não aconteceria dessa forma porque não houve sinal da TIM em Cubatão no fim de semana, mas a cena é totalmente plausível.

Não estou aqui fazendo críticas a certos tipos de pessoas. Acho, na verdade, que a culpa pelo clima detestável que se cria durante as crises não é de cada uma das partes, mas da interação ruim entre elas, a tal da compatibilidade. Diante do mesmo perrengue, mas em outra companhia, a pessoa funcionaria bem. É uma questão de quantidade de afeto e de respeito, claro, mas é também uma questão de afinidade. Se os modos do outro o irritam normalmente, isso não vai melhorar sob a pressão de uma crise. Quando a crise acontece, portanto, é um bom momento para observar seus sentimentos: você tem vontade de proteger o outro, fica feliz por ele estar ali, ou gostaria, do fundo do coração, que ele e o seu jeito professoral desaparecessem e você pudesse chamar um amigo querido? É importante saber.

Da minha parte, fico feliz por ter passado pelo teste de Cubatão. Ela reforçou minha convicção de que a vida, embora tenha de ser planejada no dia a dia, é, essencialmente, algo sobre o qual eu não tenho controle. Só posso me assegurar, precariamente, que quando o acaso tomar as rédeas eu tenha ao meu lado alguém capaz de rir comigo, de me dar conforto e de oferecer aquilo que homens e mulheres têm oferecido uns aos outros por milhares de anos – uma pequena chama de afeto capaz de iluminar os nossos corações cheios de medo e de aflição.

Não seja uma vítima da mulher-vítima

A mulher-vítima não entende que você precisa trabalhar. Ela acha que está sendo renegada, preterida, ignorada, explorada

Tati Bernardi, no site da Alfa

Sua gastrite resolveu atacar de novo e não deu tempo de diminuir no cabeleireiro a juba primata que você carrega acima de seu cérebro, que, hoje, só precisa de descanso, silêncio e alguma bobeira na televisão. Isso deveria ser simples para uma mulher entender. Hoje você não tá afim de dirigir até a casa dela, ouvir sobre como ela odeia tal colega de trabalho e falar coisas que ao mesmo tempo soem dóceis, inteligentes e decididas. Você quer dormir sem tomar banho, jantar salgadinho murcho e dormir torto no sofá babado.

Não significa que você tenha dúvidas a respeito do amor que sente. Não quer dizer que você esteja com uma modelo internacional ou com sua vizinha gordinha, em casa, ambos nus, comemorando essa mentira deslavada que você inventou pra poder pular a cerca. Não é porque você não sente saudades ou desistiu de ser galanteador agora que já ganhou a moça. Você, meu amigo sofredor, tem todo o direito de simplesmente não estar a fim de vez em quando e elas definitivamente não têm o direito de transformar isso em um problema.

Mas a mulher-vítima não trata um homem como um parceiro de vida. Um humano normal com vontades, preguiças, indolências e flatulências. Ela trata o homem como um sádico algoz, pronto para maltratá-la, enganá-la e acabar com sua mísera vida, que é assim desde a época em que seu papai não a elogiava como ela queria. E não importa o que você faça, nunca será o suficiente. Não importa que você equilibre qualidades com defeitos, os defeitos vão sempre sobressair. E então, já que você é esse bosta de ser que só mal lhe faz… por que ela não te larga? Porque ela tem o desejo inconsciente de ser maltratada. Ela idealiza o chicote em suas mãos. Ela precisa sofrer e te escolheu pra essa fantasia. Ela adora pensar que você não presta.

A mulher-vítima não entende que você precisa trabalhar. Ela acha que está sendo renegada, preterida, ignorada, humilhada, abusada, explorada, judiada. Ela não entende que você tem amigos, família e, se bobear, até de seu sono ela vai reclamar: como assim você dorme ao invés de me idolatrar 24 horas por dia?

Por que você fez isso comigo justo no dia tal? Por que você ta me falando isso justo hoje que eu tô num dia tal? Por que você não fez tal coisa justo quando eu mais precisava de tal? Por que você fez isso sabendo que eu tenho trauma de tal coisa? Se todo dia é um péssimo dia para errar e se a sua mulher conjuga cobranças com essas estruturas de frase, você está sendo vítima da mulher-vítima.

No começo, você pode até achar que ela age assim tamanha a segurança: se ele não for perfeito, eu berro; afinal, não me faltam homens querendo saciar todas as minhas vontades. Mas não se engane, trata-se do ser mais inseguro do planeta: ele não me ama e eu não suporto isso; portanto, vou querer provas de seu amor a cada 2 segundos e, como isso é impossível, eu vou me sentir uma completa infeliz e, mais uma vez, vou me provar que nasci para sofrer e, porque sou viciada em ser vítima, essa sensação é a minha cheiradinha ou fumadinha ou picadinha ou pilulazinha diária. Seu “moreco” precisa de um médico, e não de um homem.

Repita comigo: você não tem de salvar uma mulher. Amar não significa virar pai ou médico ou benzedeiro de uma criatura. Você não tem de dizer a coisa certa na hora certa no dia certo com o sol refletindo em seus penetrantes olhos de super-homem. Você não tem de ter lido os livros e visto os filmes e baixado as músicas que ela planejou para não se sentir vítima, mais uma vez, do homem imperfeito. Você não precisa fazê-la gozar loucamente todas as vezes (mas quase todas é bom, isso é verdade). Vamos combinar que ela também não é perfeita (pra começar, ela é bem doida!) e, então, não tá com essa bola toda pra cobrar tanto assim. Vocês vão crescer juntos, com calma e paciência e respeito e equilíbrio, ou ela vai continuar esperando que você venha do céu para resgatá-la do inferno de seu cerebelo inquisidor (este sim o verdadeiro algoz).

Dê o amor que pode do jeito que der e, se ainda assim a vida dela continuar um mar de infortúnios, saiba que seu barquinho não tem nada pra fazer a não ser se arrancar antes de afundar nesse lodo de lágrimas de sangue. Talvez sem nenhum amor ela aprenda a dar valor para o amor possível.

“Ninguém deveria se preocupar se o parceiro transa com outra pessoa”, diz psicanalista

Vladimir Maluf, no UOL

A psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, autora do recém-lançado “O Livro do Amor”

Você sente calafrios só de pensar que não tem domínio sobre a vida sexual do seu parceiro ou parceira? Segundo a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, acreditar que é possível controlar o desejo de alguém é apenas uma das mentiras do amor romântico.

“É comum alimentar a fantasia de que só controlando o outro há a garantia de não ser abandonado”, afirma ela, que lançou recentemente  ”O Livro do amor” (Ed. Best Seller). Dividida em dois volumes (“Da Pré-História à Renascença” e “Do Iluminismo à Atualidade”), a obra traz a trajetória do amor e do sexo no Ocidente da Pré-História ao século 21 e exigiu cinco anos de pesquisas.

Regina, que é consultora do programa “Amor & Sexo”, apresentado por Fernanda Lima na Rede Globo, acredita que, na segunda metade deste século, muita coisa ainda vai mudar: “Ter vários parceiros será visto como natural. Penso que não haverá modelos para as pessoas se enquadrarem”, diz ela. Leia a entrevista concedida pela psicanalista ao UOL Comportamento.

UOL Comportamento: Na sua pesquisa para escrever “O Livro do Amor”, o que você encontrou de mais bonito e de mais feio sobre o amor?
Regina Navarro Lins: Embora “O Livro do Amor” não trate do amor pela humanidade, e sim do amor que pode existir entre um homem e uma mulher, ou entre dois homens ou duas mulheres, a primeira manifestação de amor humano é muito interessante. Ela ocorreu há aproximadamente 50 mil anos, quando passaram a enterrar os mortos –coisa que não ocorria até então– e a ornamentar os túmulos com flores. O que encontrei de mais feio no amor foi a opressão da mulher e a repressão da sexualidade.

UOL Comportamento: Como você imagina a humanidade na segunda metade deste século?
Regina: Os modelos tradicionais de amor e sexo não estão dando mais respostas satisfatórias e isso abre um espaço para cada um escolher sua forma de viver. Quem quiser ficar 40 anos com uma única pessoa, fazendo sexo só com ela, tudo bem. Mas ter vários parceiros também será visto como natural. Penso que não haverá modelos para as pessoas se enquadrarem. Na segunda metade do século 21, provavelmente, as pessoas viverão o amor e o sexo bem melhor do que vivem hoje.
UOL Comportamento: Você fala sobre as mentiras do amor romântico. Quais são elas?
Regina: O amor é uma construção social; em cada época se apresenta de uma forma. O amor romântico, que só entrou no casamento a partir do século 20, e pelo qual a maioria de homens e mulheres do Ocidente tanto anseia, não é construído na relação com a pessoa real, que está ao lado, e sim com a que se inventa de acordo com as próprias necessidades.Esse tipo de amor é calcado na idealização do outro e prega a fusão total entre os amantes, com a ideia de que os dois se transformarão num só. Contém a ideia de que os amados se completam, nada mais lhes faltando; que o amado é a única fonte de interesse do outro (é por isso que muitos abandonam os amigos quando começam a namorar); que cada um terá todas as suas necessidades satisfeitas pelo amado, que não é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo, que quem ama não sente desejo sexual por mais ninguém.
A questão é que ele não se sustenta na convivência cotidiana, porque você é obrigado a enxergar o outro com aspectos que lhe desagradam. Não dá mais para manter a idealização. Aí surge o desencanto, o ressentimento e a mágoa. Continue lendo

Marido raspa o cabelo para dar apoio a esposa com câncer

Casal após raspar o cabelo. (Foto: Reprodução/Imgur)

publicado no Yahoo!

Após receber o diagnóstico de que a mulher grávida estava com câncer, o usuário “slamhead” da rede social Reddit não mediu esforços para apoiar o tratamento da esposa.

Antes de raspar tudo, o rapaz fez um coração na cabeça. (Foto: Reprodução/Imgur)

Com a quimioterapia em andamento, os cabelos dela começaram a cair na último dia 20 de novembro. No dia de Ação de Graças (comemorado dia 22 de novembro nos Estados Unidos) o casal improvisou um salão e após o jantar cortaram o cabelo um do outro. As fotos foram postadas na rede social.

Para apoiar o tratamento da esposa com câncer, marido raspa a cabeça. (Foto: Reprodução/Imgur)

A ação despertou a comoção de muita gente e recebeu mais de mil comentários. “Eu não consigo imaginar passar por quimioterapia se estivesse grávida. Isto põe as coisas em perspectiva para mim. Por favor diga à sua esposa que mesmo que eu seja uma pessoa aleatória na Internet, ela é uma verdadeira inspiração e uma pessoa muito forte. Eu desejo o melhor a todos vocês” disse a usuária “MizDocta” ao “slamhead”.

Esposa após cortar os cabelos. (Foto: Reprodução/Imgur)

A algumas semanas de dar a luz, a notícia não podia ser melhor para o casal: a quimioterapia está funcionando e os remédios não conseguiram atravessar a placenta, deixando o bebê seguro.