Arquivo da tag: Deus

Vitor Belfort: “O Espírito Santo falou no meu coração: ‘Treina esse chute’”

O lutador brasileiro Vitor Belfort disse que o chute foi toque divino em seu coração e já está pensando em voltar das férias

Yahoo! Esporte Interativo/Carol Correia - Vitor Belfort protagonizou o momento alto da noite ao nocautear Luke Rockhold com um chute rodado no primeiro round. (Foto: Carol Correia)

Yahoo! Esporte Interativo/Carol Correia – Vitor Belfort protagonizou o momento alto da noite ao nocautear Luke Rockhold com um chute rodado no primeiro round. (Foto: Carol Correia)

Publicado originalmente no Yahoo! Esportes

Vitor Belfort venceu Luke Rockhold no UFC Jaraguá com um golpe espetacular e anormalmente visto com eficiência no MMA. Característico de várias artes marciais praticadas por Vitor, como karatê e kickboxing, o brasileiro revelou ter treinado pouco o golpe dessa vez:

“Eu e meus treinadores temos uma conectividade muito boa e treinamos muito esse chute no camp passado (na preparação para enfrentar Michael Bisping).” disse Vitor ao site combate.com.

“(…)Desta vez, esse chute eu só treinei um dia na academia, foi bem pouco. (…). Só que no vestiário eu senti. O Espírito Santo falou no meu coração: “Treina esse chute”. Aí eu falei: “Henri (Hooft, treinador de striking da Blackzilians), segura para mim aquele chute que a gente treinou?” (…) Os meus treinadores me conhecem, e quando pedi essa coisa eles me atenderam. Não sei se todos eles sentiram, mas eu senti muito forte dentro de mim, como se Deus estivesse falando: “Vitor, treina isso aí”. Minha vida é fé. Se você não tiver fé, não chega a lugar nenhum.”, completou Belfort, que é reconhecidamente um lutador religioso.

“O Davi adora esse chute. Ele queria muito que eu nocauteasse assim, aí ficava pedindo. E eu pude dar esse chute para ele e para o Brasil inteiro. Acabei de ver o vídeo, fico até emocionado de lembrar daquela torcida. E eu, com minha idade e com tudo que já fiz pelo esporte, poder estar proporcionando e recebendo também, porque é muito carinho do povo brasileiro” falou o carioca, que está com 36 anos.

“Minha vida é isso, treinamento. Agora vou tirar férias, mas em duas semanas estou na academia treinando de novo. Faço isso porque amo.” falou o “Fenômeno”.

Qual será o próximo desafio de Vitor Belfort depois desse nocaute incrível? Será que o ex-campeão terá mais uma chance de título? Isso, só o tempo (e Dana White) irão nos dizer.

claro que a galera ñ perdoa esse tipo de ~explicação~:

946773_5000695024256_1578541286_n

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Balanço: o que a Igreja me deu, o que não me deu e o que joguei fora

imagem: Internet

imagem: Internet

Osvaldo Luiz Ribeiro, no Peroratio

1. Na eleição em que Collor e Lula disputaram, votei Collor.

2. Lá fui eu, votar na igreja onde eu mesmo era membro: a Primeira Igreja Batista de Mesquita. De bandeira do Brasil no bolso – isso já dizia tudo, à época. Eu era filho da mídia e neto de um votante da ARENA. Não se podia esperar muita coisa de mim…

3. Os jovens da PIB eram petistas – ainda são? Tanto tempo… O que era a Teologia da Libertação agora é Renovação Carismática Católica! Será que os jovens petistas da PIB de Mesquita agora são PSDB? Marina? Não sei… O mundo muda…

4. Eles me esculacharam. De leve. Mas esculacharam. E aprendi. Na eleição seguinte, estava com bandeira do PT no comício de Nova Iguaçu – único em que fui: catarse. Desde então, Lula e PT, a despeito de não ter me filiado nunca nem pensar nisso.

5. Por que conto essa história?

6. Porque ontem à noite eu dizia à turma de Teologia que não devo nada à Igreja no que diz respeito a valores. “Deus”, quem me ensinou foi minha mãe e avó. Quando me converti, foi de medo: o pregador me disse que se eu não fosse lá na frente, Deus ia me abandonar. Terrorismo psicológico. Capitulei. A isso, chamamos conversão. Então, tá… Não fui à frente para ter Deus – fui com medo de perdê-lo, que é a ameaça que o pregador fez…

7. Vieram, então, as doutrinas, que me foram enfiadas até a próstata. Engoli todas e me fiz doutrinal até a alma: se era isso que Deus queria, Deus teria… Em 10 anos, já tinha vomitado tudo. Não sobrou nenhuma doutrina. Se o próprio Deus é uma questão-problema, quanto mais as doutrinas!

8. Os valores, todavia, já os tinha. Não xingo palavrão (em público) por causa de minha mãe. Não fumo, por causa dela. Não bebo (em público), por causa dela. Meus pecados que cometo cometo-os a despeito do que ela me ensinou. Foi mãe e foi avó a me moldarem moralmente – quando conseguiram. A Igreja apenas repetiu para mim os valores que elas já haviam me dado..

9. Assim, não devo Deus à Igreja, não devo os valores, e as doutrinas que ela me deu, não as carrego mais.

10. O que é, então, que a Igreja me deu e eu mantenho?

11. Bel. Fui à PIB de Mesquita para conhecer Bel. Modo de dizer. Conheci-a em 1984, casamos em 1987. Ela e eu, fomos para lá, somente para isso: nos conhecer…

12. A Bíblia. Não a larguei nesses quase 30 anos. É, ainda, o livro que mais estudo. De paixão. Não pelas razões que me enfiaram cabeça a dentro – criei eu mesmo as minhas razões para estudar: e quanto mais crítica faço, mais preciso estudá-la. Quem a “ama”, por aí, sequer a lê. Nem a conhece. E quem a lê, pobre criatura, lê alegorias – tem escamas nos olhos…

13. A esquerda. Tornei-me de “esquerda” por causa daqueles jovens, do que me disseram, do que aprendi com eles, e depois, aprendi nos livros, na História e, principalmente, na Teologia.

14. Das melhores coisas da vida, que tenho, a Igreja me deu: Bel, a Bíblia e minha posição política. O refugo, o dispensável, a cica, o amargo, ficou pelo caminho, graças a Deus.

dica do William Koppe

Só a esperança me salvará de mim mesmo

imagem: Internet

imagem: Internet

Ricardo Gondim

Meus olhos abarcam o mundo. Por vezes enxergo torto, vesgo, daltônico. Meu olhar entristece. Capto os tons cinzas. Miro a existência como um pântano de águas paradas de onde ressoam o grito das crianças pobres, o pranto dos idosos abandonados e o lamento das mães diante das covas rasas. Inquieto-me com os campos de refugiados de guerra, com os becos imundos das metrópoles, com os mísseis espatifando vilarejos e com os religiosos rezando a favor da guerra. Não consigo evitar o meu pessimismo. Trato a existência como estrada sinuosa, que reduz os viajantes ao pó de onde nasceram.

Nessas horas, as utopias se distanciam de mim como as miragens de um míope. Pouco espero das ideologias. Dou de ombros às metanarrativas religiosas. Mal consigo entrever, nas frestas do dia a dia, o aceno da esperança. Não raro, me desencontro do deus do teísmo – a divindade que arbitra e dirige a história, impassiva diante do horror dos holocaustos, dos genocídios e das limpezas étnicas; desanima imaginar o vazio provocado pela indiferença de um soberano que tudo microgerencia, inclusive a barbárie.

Contudo, a esperança renasce desde o hades do meu leito. Como os insetos, passo a enxergar a vida multifacetada. Prismo a luz, mesmo opaca, e fragmento um arco-íris em meu espírito. Observo o mundo e me alegro com os prados de onde ressoam o zumbir das abelhas, o murmúrio dos regatos e o estrondo do trovão. Meu olhar canhoto deixa de ser sinistro quando vejo médicos em zonas de desastre, freiras em leprosários e advogados em mutirões pela justiça; passo a crer na beleza humana assim como acredito na viagem da luz pela imensidão do universo.

Insisto em reconhecer o Criador nos lábios do poeta que lamenta, no canto do namorado que serenata, no riso da mãe que afaga e nos joelhos do Samaritano que se ajoelha. Em meus olhos otimistas moram Juazeiros eternamente verdes, raros Uirapurus sinfônicos e marés em fúria. Minha utopia consegue antever bois pastando ao lado das cobras, artesãos transformando canhões em arados e Deus brincando de roda com as crianças.

Sempre que me tranco e permito que a fé azede, deixo de redimir o tempo, de valorizar os encontros e de reverenciar o próximo. Quando saio das minhas masmorras quero doar-me ao mundo. Livre do meu cinismo, teimo em acreditar no amanhã. Despido da máscara dos ingênuos, anseio continuar tecendo beleza entre os dedos. Só a esperança me salvará de mim mesmo. Se a vida acontece no hiato que separa os porões trágicos da desgraça dos palcos festivos da felicidade, nessa brecha desejo seguir adiante.

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

Deputado evangélico diz que a Telexfree e BBom são oportunidade de Deus

Ray Melo, no AC24horas

foto: A Tribuna

foto: A Tribuna

Quem duvidava da presença de Deus em jogos de azar e transações financeiras pode começar a pensar em mudar de opinião. O deputado evangélico Astério Moreira (PEN) usou as redes sociais para anunciar a boa nova que a Telexfree e BBom, empresas de marketing multinível são oportunidades divinas para quem quer ganhar dinheiro.

Astério Moreira fez um testemunho de milagre alcançado através da fé e ao final de seu post destacou que o investimento na Telexfree e BBom é a oportunidade pela qual os fieis oraram e esperaram alcançar para melhorar de vida.

“Pois é, a pessoa passa anos orando, pedindo, chorando a Deus uma oportunidade para melhorar sua vida financeira, de sua família, deu seus amigos.  Veio a TelexFree e a BBOM, seu emprego, seu trabalho, sua pequena empresa. Deus não vai abrir as janelas do céu e derramar moedas de ouro na cabeça de ninguém. Também não vai aparecer milagrosamente na sua conta, da noite para o dia, uma fortuna. Aproveite as oportunidades que Deus lhe oferece agora, já! Esperando o quê!!??”, profetiza Astério Moreira.

dica do Thiago Gonçalves