Silas Malafaia escreve um tuíte sobre gays a cada dois sobre Deus

Além disso, se o termo “Vitória em Cristo”, nome de seu programa, for excluído, gays superam Jesus em número de menções.

Rafael Capanema, no BuzzFeed

Circula desde o ano passado no Twitter este gráfico, que compara o número de vezes em que o pastor Silas Malafaia usou as palavras “Jesus” e “gays” no Twitter:

O BuzzFeed Brasil refez o levantamento, limitando o período aos últimos seis meses (de 3 de março de 2014 a 3 de setembro de 2014) e incluindo, além de “Jesus” e “gays”, os termos “Deus”, “Cristo” e “gay”, no singular.

No total, foram 275 menções a Jesus (incluindo “Cristo”), 154 a Deus e 87 a gays (incluindo “gay”). Ou seja: praticamente a cada dois (1,77) tuítes de Malafaia sobre Deus, há um sobre gays.

Se a busca por Jesus Cristo excluir o termo “Vitória em Cristo”, nome do programa de TV do pastor exibido na RedeTV! e na Band e divulgado quase diariamente por ele no Twitter, o número de menções a Jesus cai para 59, número inferior aos tuítes de Malafaia que citam gays.

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Fernando Meirelles: “Marina paga o pato, mas PT e PSDB não puniram homofobia”

Meirelles: "Eles [a equipe do programa de governo] erraram e vão ter que absorver o tranco, engolir o choro e seguir"
Meirelles: “Eles [a equipe do programa de governo] erraram e vão ter que absorver o tranco, engolir o choro e seguir”
Luciano Máximo, no Valor Econômico

Leia os principais trechos da entrevista com Fernando Meirelles:

Valor: Você apoiou a Marina em 2010 e está com ela agora também.

Fernando Meirelles: Sim, com mais convicção. Nestes quatro anos, a Marina não parou de se reunir com pessoas de todas as áreas para compreender mais profundamente o país e se preparar para uma possível eleição. Os estudos que dão sustentação às ideias da Marina estão disponíveis no site do Instituto Democracia e Sustentabilidade [IDS].

Valor: O que o motivou a optar por ela nessas duas ocasiões?

Meirelles: A plataforma que mira desenvolvimento sustentável. Leio bastante sobre aquecimento global, crise da água, segurança alimentar, matrizes energéticas, esgotamento dos biomas naturais e dos recursos do planeta. Nada me tira mais o sono do que perceber que estamos numa rota de colisão e ver que a turma continua querendo acelerar e crescer. Marina tem visão de estadista, pensa no país que ficará para os nossos netos. Isso que faz toda a diferença.

Valor: Teve/tem participação efetiva nas campanhas de Marina?

Meirelles: Em 2010 queriam que eu fizesse o programa [de TV], mas eu não quis transformar minha vontade de participar em um trabalho, então ajudei a montar uma equipe de produção e dei uma de palpiteiro sem compromisso. Na campanha atual, como seria feita pelo pessoal do Eduardo, não me envolvi. Mas só participaria mesmo como voluntário.

Valor: As eleições deste ano serão diferentes do pleito de 2010?

Meirelles: Já estão e as chances de Marina vencer são grandes. Em 2010, Dilma era a continuação dos anos dourados que o Brasil viveu graças à China no mercado de commodities. A festa acabou e está cada vez mais claro que investir só em consumo deu errado. Pesquisas mostram que ninguém aguenta mais o velho pensamento político do confronto e da oposição.

Valor: Marina também está diferente de lá para cá? Vê evolução?

Meirelles: Como ela gosta de filosofia e psicologia, costumava ser muito analítica, conceituava cada ideia tornando seu discurso acadêmico e mais difícil. Agora está mais sintética e assertiva. Os quatro anos estudando o Brasil e conversando com gente de Norte a Sul deram-lhe estofo e segurança.

Valor: O que achou da decisão de Marina de se aliar ao PSB?

Meirelles: Calou quem dizia que ela era intransigente e sem cintura para o jogo político. Que outro político no Brasil com um cacife de 20 milhões de votos toparia ser vice numa chapa, só para poder ver algumas ideias que acredita contempladas no programa de governo? O negócio dela é o seu programa e não o poder.

Valor: Gostou do programa de governo de Marina?

Meirelles: Gostei. Pena que ninguém leia o programa. Ele propõe uma grande mudança para o país. São três eixos principais: o primeiro será manter as conquistas dos outros governos, tentando aprimorá-las, sem se importar se quem as inventou pode estar na oposição. Não se desperdiça boas ideias só por não serem de autoria do partido. O segundo é democratizar a democracia, que significa criar instrumentos, incluindo redes sociais, para que as decisões do governo reflitam de fato a vontade dos brasileiros. O terceiro é criar as bases para um desenvolvimento ambientalmente sustentável para podermos ter um país justo, com cidadãos livre e criativos. Diria que o capítulo sobre educação é o que mais me animou. A Marina quer recuperar a qualidade do ensino das escolas públicas, com ciência e cultura como pilares.

Valor: O que achou das mudanças anunciadas momentos depois?

Meirelles: Foi uma tremenda comida de bolas eles terem publicado a versão errada e depois voltado atrás. O fato de ter recuado foi um vacilo. Mas o programa toca em tantos pontos importantes que é uma pena que essa questão, também importante, esteja se tornando o fiel da balança. É tão difícil pegar a Marina no pulo que quando aparece um aluguel de avião ou a troca de “casamento” por “união estável” num documento, a turma aproveita e sai gritando. Faz parte, eles erraram e vão ter que absorver o tranco. Engolir o choro e seguir.

Valor: Marina é mais visada que os outros candidatos na abordagem de certos temas polêmicos, como direitos civis, religião, aborto?

Meirelles: Me parece que sim. Nem PSDB e nem PT criminalizaram a homofobia em seus governos e nem lançaram cartilhas com noções de tolerância em escolas, mas a Marina é quem paga o pato com o eleitor. Tanto a Dilma quanto o Aécio, que não creem, usam o nome de Deus em suas falas. Há duas semanas, na Assembleia de Deus, a Dilma começou seu discurso citando o salmo de Davi. Foi falsa como uma nota de dois dólares. Já a Marina, que crê de fato, paradoxalmente é a única que não usa Deus em seu discurso, mas é a única criticada por isso.

Valor: Como interpreta essa “nova política” que Marina tanto fala?

Meirelles: Parece ser o seu tema central, mas no programa a reforma política que ela propõe é só um instrumento para chegar ao que realmente interessa, que é a construção de um país afinado com os valores e a cultura do milênio em que estamos e não mais com a visão desenvolvimentista do século XX. Ela sabe que governar não é mais abrir estradas nem construir ferrovias. Claro que ferrovias precisam ser construídas e serão, mas um presidente precisa ter visão de país e de futuro, e é isso que ela tem de sobra e é isso que encanta quem a escuta com atenção.

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Por que a religião não é saída?

O budismo light vai bem com vinho branco no calor. Nas redes sociais, a religião combina com Coca Zero

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Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

Por que a religião não é mais uma saída? Afirmei há algumas semanas nesta coluna (“O Impasse Conservador”, de 11 de agosto) que a religião não era mais saída. Muitos leitores me perguntaram o que eu queria dizer com isso.

No contexto do pensamento conservador é muito comum associar tradições religiosas à defesa do hábito como instrumento contra os excessos do “racionalismo político” herdeiro da Revolução Francesa e sua “engenharia social”.

Muitos conservadores (mas, evidentemente, não todos) são religiosos ou defendem uma adesão religiosa de alguma forma. Entendem que a vida pautada por alguma tradição religiosa responde a uma necessidade profunda do ser humano e que, portanto, o anticlericalismo iluminista francês atrapalha o homem quando o faz pensar que a religião seria atraso de vida ou coisa de gente estúpida ou ignorante.

Voltaire, por exemplo, típico iluminista do século 18 francês, via a religião como uma superstição das trevas. A crítica de Voltaire se aplicaria bem ao caso do Estado Islâmico no Iraque e seus horrores como cortar cabeças e clitóris.

Sei que muitas pessoas inteligentes são religiosas e que não se pode afirmar definitivamente nada sobre a existência de figuras como o Deus israelita, que o cristianismo abraçou na figura de Cristo. Vejo muitas das tradições religiosas do mundo como grandes exemplos de sabedoria. Nem tudo é o Estado Islâmico em religião.

Como dizia Chesterton, autor inglês do início do século 20, não há problema em deixar de acreditar em Deus; o problema é que normalmente passa-se a acreditar em qualquer bobagem como história, política, ciência, ou, pior, em si mesmo, como forma de salvação. Eu acho que não há salvação para o homem.

Existe também a literatura mística que descreve experiências diretas de Deus e que é marcada por grandes transformações na vida dessas pessoas, muitas vezes de modo enriquecedor. Sou um leitor apaixonado dessa tradição.

Mas, então, por que digo que a religião não é saída? Antes de tudo para mim, pessoalmente. Não nasci com o órgão da fé, como dizia o filósofo Cioran no século 20. Mas, de modo mais amplo, entendo que as religiões no mundo contemporâneo ou se acomodam aos ditames da sociedade de mercado e viram mais ou menos produtos dela (e acabam ficando meio inócuas), ou entram em choque com o mundo contemporâneo e caem na tentação fundamentalista.

Existem tipos de religião. Um deles é a “nova era”, forma de espiritualidade ao portador, com alto poder de consumo e baixíssimo comprometimento, do tipo “budismo light”. Vai bem com vinho branco no calor. Também há o tipo de religião nas redes sociais –vai bem com Coca Zero.

Outro é a adesão “dura”, que muitos chamam de fundamentalismos. Podem ter viés político, como no Oriente Médio, ou os católicos comunistas da América Latina (que reclamam do capitalismo e viram MST), ou moral, como no caso dos evangélicos. Ou mesmo os católicos “praticantes”.

Há também os sensíveis e cultos, que podem deixar qualquer ateu chocado com como são mais inteligentes do que os ateus militantes (um tipo basicamente chato).

Há também os que creem em “transes”, do kardecismo doutrinário, meio sem graça, aos cultos afro-brasileiros, mais interessantes e “coloridos”. Claro, há também os conversos às religiões orientais, que, na maioria das vezes, têm baixo comprometimento ou viram monges de adesão “dura”.

Há também os que entendem que as religiões falam todas a mesma coisa: amor, generosidade, compreensão. A ideia é boa, mas não é verdade. Na prática, as religiões não falam a mesma coisa. Por exemplo, um judeu e um cristão podem concordar sobre como a guerra é ruim, mas é melhor que não discutam sobre se Jesus é ou não o messias.

No mundo contemporâneo, uma religião, para ser bem-comportada, tem que se submeter à lógica do Estado democrático laico, como diria John Stuart Mill no início do século 19. Por isso, deve “baixar a bola” e entrar na competição do “mercado de sentido da vida” e jamais questionar a sociedade laica. Se o fizer, cai na tentação fundamentalista. Um beco sem saída.

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Deus sempre faz triunfar o bem

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Ed René Kivitz

Chorei a morte de Eduardo Campos como se tivesse perdido alguém da família. Acho que chorei muitas mortes, ou a morte de muitas coisas, naquelas lágrimas. Meu coração foi comovido pela dor que chegava ao coração de Renata e seus filhos. Chorei por aqueles meninos. Sei o que é chorar a morte de um pai. Sei que eles precisarão de lágrimas emprestadas para que superem tamanha dor. Emprestei para eles um pouco das minhas.

Naquele dia lembrei de um livro infantil, que os estúdios Disney transformaram em filme com estreia prevista para outubro: Alexandre e o dia terrível, horrível, nada bom, muito ruim. Já vivi muitos dias assim. Não é possível encontrar respostas exatas e objetivas para as perguntas que a tragédia nos lança em rosto. Mas ao longo de quase 30 anos de sacerdócio pastoral aprendi algumas coisas que acredito me foram sussurradas por Deus nas minhas noites de pranto e escuridão.

Não devemos esperar que Deus nos poupe do dia terrível, horrível, nada bom, muito ruim, mas jamais devemos duvidar de sua companhia quando esse dia chega. Assim confiaram todos os homens e mulheres que andaram com Deus. Não se imaginaram blindados contra as investidas do mal. Mas jamais conheceram a solidão: “mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo”; “os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração”; “não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu. Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; e, quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, você não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas. Pois eu sou o Senhor, o seu Deus, o Santo de Israel, o seu Salvador”.

As manifestações do mal não podem destruir aqueles que têm fé e andam com Deus. As manifestações do mal podem no máximo nos obrigar a reconfigurar a vida, mas jamais nos destruir. Quando o mal bate à nossa porta e a tragédia nos alcança, somos arremessados de maneira cruel em direções jamais imaginadas.

De repente nos percebemos em lugares, situações e circunstâncias que nunca sequer chegamos a imaginar. Nossa vida ganha contornos que jamais escolheríamos caso tivéssemos essa prerrogativa. Então precisamos parar para refazer os planos, realinhar as expectativas, descobrir novas fontes de contentamento e satisfação, encontrar outras pessoas para amar, descobrir novas maneiras de servir ao próximo e correr atrás dos sonhos, se é que permanecem os mesmos. A tragédia nos obriga a reconfigurar a vida, mas não tem o poder de nos destruir.

O rabino Harold Kushner disse que temos nas mãos o poder de transformar as pessoas amadas que perdemos em mártires de Deus ou mártires do diabo. Quando a perda da pessoa amada nos faz desistir dos sonhos, abandonar a luta e trilhar um caminho de autodestruição, então fizemos da pessoa amada um mártir do diabo. Mas quando decidimos honrar a memória da pessoa amada, e nos dedicamos a escrever uma história e construir uma biografia bonita e digna, e escolhemos a vida em lugar da morte, então fazemos daquele que se foi um mártir de Deus.

Aprendi também que as investidas do mal não interrompem a marcha do bem. Os dias maus são ocasiões quando lutamos contra a tentação de desistir. Mas a presença de Deus faz com que os sonhos semeados em nosso coração não se desvaneçam. E somos surpreendidos com a chegada de novos sonhos. Deus também é sonhático. Os períodos de escuridão e silêncio não são sinais de que o sonho acabou, mas tempo para adensamento e sintonia fina dos sonhos que Deus nos deu e dos novos que nos quer dar.

Anne Lamott, romancista e ativista social, disse que as nossas lágrimas são sagradas: elas regam o chão ao redor dos nossos pés onde novas flores podem crescer. O mal pode nos fazer chorar, mas não pode nos fazer abandonar a caravana do bem. Quem anda com Deus resiste ao mal, não se deixa vencer pelo mal, e vence o mal com o bem. Na verdade, não é o mal que avança, mas o bem. Quem está em marcha não é o mal. O mal está estabelecido. Quem avança é a caravana do bem. E sempre que o mal tentar deter a marcha será derrotado. Quem marcha com Deus não pode ser detido. As marchas abençoadas por Deus não podem ser interrompidas pelas hostes da maldade. As portas do inferno não têm trincos suficientemente fortes para impedir o chegada daqueles que avançam com fé e coragem.

Fico a imaginar o mundo e o inferno no sábado seguinte à morte de Jesus. O mundo em trevas e o inferno em festa. Os espíritos maus zombando dos anjos. Mas no céu, perfeita ordem, reverente ao fato de que o filho do Deus vivo havia sido crucificado. Era necessária uma pausa para que o céu e todo o restante da criação derramassem suas lágrimas. Mas o dia seguinte seria o domingo da ressurreição. Depois da noite de choro chegaria a alegria. E os homens e mulheres do bem retomariam sua marcha até o triunfo final.

Deus é capaz de virar o jogo. Essas foram as palavras de José, o príncipe do Egito, aos seus irmãos que o haviam rejeitado, traído e vendido como escravo: “o mal que vocês fizeram contra mim, Deus o transformou em bem”.

Jesus orou por nós pedindo a Deus, o Pai, que não nos tirasse do mundo, mas nos livrasse do Maligno. E nos ensinou a orar pedindo a mesma coisa: “não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do Maligno”. O Maligno e seu mal estão presentes no mundo. De quando em vez ele nos fere e sua maldade nos alcança. Mas o mal nunca, jamais, tem a última palavra: Deus transforma o mal em bem.

A história está cheia de homens e mulheres que se agigantaram justamente porque foram provocados pela manifestação do mal e pelo Maligno. A Bíblia conta a história de Jó, um sadiq (justo), que praticava a sedaqah (justiça) diante de Deus e dos homens. Mas o Maligno lhe causou muitos males e lhe trouxe muito sofrimento. Ao final de seus dias, Jó se ajoelha e pronuncia para Deus as seguintes palavras: “antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora os meus olhos te vêem”.

O mal que assolou Jó não o destruiu, apenas o obrigou a reconfigurar a vida. Não o fez desistir de ser justo e praticar a justiça, apenas o obrigou a fazer uma pausa para chorar. E, ao final, o mal virou poeira na história, pois Deus sempre faz triunfar o bem.

A última palavra a ser pronunciada no universo e na história não será morte, mas vida, vida eterna e abundante, pois o nosso Senhor Jesus Cristo, que andou por toda parte fazendo o bem, venceu, e naquela manhã do domingo da ressurreição decretou de uma vez para toda a eternidade que não apenas a morte, mas também todos os agentes promotores e mantenedores da morte voltariam ao nada, vencidos pela manifestação da vida.

fonte: Facebook

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Servos já não, amigos sim!

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Caio Fábio

Foi assim que Jesus disse que deseja que O vejamos, e que assim, Nele, nos percebêssemos.

Claro que o Evangelho que é Jesus e Jesus que é o Evangelho – pois a Boa Nova é Jesus e Jesus é a Boa Nova – nos ensina a viver e caminhar neste mundo de cardos e abrolhos.

No entanto, o Alvo de Tudo é muito claro!

Deus quer amizade, intimidade, unidade nossa Nele e uns com os outros, e com o todo de tudo o que Ele chama Vida!

Após dizer que nos chama de amigos e não de servos, e também tendo antes definido que os amigos Dele são os que entendem os mandamentos com a alegria da obediência impulsionada pelo bem que o caminhar em fé mediante o amor produz…

Ele concluiu, na chamada Oração Sacerdotal, que o desejo Dele era que víssemos a glória do amor Dele no Pai, e que também nos tornássemos parte disso, numa fusão misteriosa que Ele definiu apenas como…– EU NELES, TU EM MIM E ELES EM NÓS!

Esta é a minha e sua vocação de ser!

O resto é a confusão que turva a visão simples do chamado para nos fundirmos no amor de Deus, em Sua amizade, e em Sua glória, que é nos amarmos Nele eternamente!

fonte: site do Caio Fábio

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