Malafaia processará site que tenta cassar seu registro de psicólogo

Tomás Rangel/Folhapress
Tomás Rangel/Folhapress

Anna Virginia Balloussier, na Folha de S.Paulo

O pastor evangélico Silas Malafaia disse na quarta-feira (20) que vai processar por “assédio moral” o site Avaaz.org e seu diretor de campanhas no Brasil, Pedro Abramovay, ex-secretário nacional de Justiça.

Líder da igreja carioca Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Malafaia virou tema de dois abaixo-assinados na Avaaz. O primeiro, criado no dia 8, pedia que seu registro de psicólogo fosse cassado. A essa ação, uma reação: um evangélico do Rio Grande do Sul lançou uma petição pela “não cassação” do religioso.

O segundo pleito, contudo, que chegou a reunir 65 mil assinaturas pró-Malafaia (contra 55 mil adesões do texto revés), foi excluído do site.

A Avaaz é uma organização internacional surgida em 2007 que promove campanhas virtuais, usando a internet para coletar assinaturas. “Avaaz” significa “voz” em algumas línguas orientais.

Por aqui, o site abrigou causas a favor dos índios guarani-caiová e da saída do presidente do Senado, Renan Calheiros, por exemplo.

A regra prevê que uma campanha seja vetada se “ferir os princípios da própria comunidade”, diz Abramovay.

‘DOUTOR’ SILAS

Malafaia considera a Bíblia o “maior manual de comportamento humano do mundo”. Mas decidiu se especializar também na ciência de Freud e, em 2006, pegou seu diploma de psicologia de uma universidade particular do Rio.

Seu título de “doutor”, contudo, está a perigo. A Folha apurou que o Conselho Regional de Psicologia do Rio avalia, em processo que corre em sigilo, se deve cassar seu registro profissional.

A pressão contra Malafaia começou após uma entrevista no programa “De Frente com Gabi” (SBT), de Marília Gabriela, há três semanas.

O pastor defendeu a “ordem cromossômica de macho e fêmea” e criticou a adoção de crianças por casais homossexuais: “Não acredito que dois homens possam criar uma criança perfeita”.

A petição contra Malafaia se baseia em artigo do Conselho Federal de Psicologia que proíbe tratar homossexualidade como transtorno.

Ontem, Abramovay disse à Folha que a contrapartida favorável ao pastor era “lobby para práticas homofóbicas”.

Após a declaração, Malafaia afirmou que entrará na Justiça contra ele. Definiu a exclusão da campanha que o favorecia como “afronta à democracia”. “[Abramovay] Vai ter que provar que sou homofóbico. Vou lascar esse cara.”

Abramovay rebateu: “Ele pode abrir essa petição onde quiser. Mas não na Avaaz”.

O pastor diz que nunca atendeu homossexuais no divã. Já no púlpito, “a fila é grande”, afirma.

Ele abriu em seu site, Verdade Gospel, abaixo-assinado em sua defesa. Até ontem, eram 122 mil adeptos. Já a campanha contra ele na Avaaz tinha 70 mil assinaturas.

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O amor é de Deus

Ariovaldo Ramos

imagem: Internet
imagem: Internet

“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.” 1Jo 4.7

a ordem é amar ao outro

o amar ao próximo é o que confere a identidade da gente, o que deixa claro que a gente nasceu de Deus.

o amar ao próximo é que revela que, de fato, temos comunhão com Deus.

esse amar inclui todo o amor, inclusive, o amor que provoca a mais íntima das relações.

o amar encerra em si tanta relevância e revelação, porque o amor procede de Deus.

o amor é a síntese de todas as qualidades que Deus nos emprestou, para que a maldade, proveniente da queda, não fosse o único tom de nossa existência.

o amor vem do Deus Triúno, insiste o apóstolo.

e essa é a definição, a extensão e a limitação do amor:

amor é algo que vem de Deus.

se o que a gente está sentindo, e chamando de amor, não faz o Eterno sorrir para o que está acontecendo em nós, não é amor.

se Deus não sorri para o que está, por causa desse sentimento, sendo provocado por nós, então, não é amor.

o amor é de Deus, e só é amor o sentimento que faz o Senhor sorrir para o que estamos vivendo em relação ao outro, por causa desse sentimento.

fonte: Facebook

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Protesto virtual pode levar Silas Malafaia a perder registro de psicólogo

Pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo
Pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo

Anna Virginia Balloussier, na Folha de S.Paulo

O que o pastor Silas Malafaia tem em comum com Renan Calheiros, o “Veta, Dilma!” (contra o novo Código Florestal) e os índios Guarani Kaiowá?

O líder evangélico também virou tema de um abaixo-assinado na Avaaz.org, como as listadas acima. E, por conta dele, está sendo investigado pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro.

A turma da internet se voltou contra Malafaia, líder evangélico há três décadas, após sua participação no programa “De Frente com Gabi” (SBT), da jornalista Marília Gabriela.

A Avaaz.org é uma organização de ativistas criada em 2007 que faz mobilizações sociais através da internet. A palavra Avaaz significa “voz” nos idiomas hindi e persa e “som” em urdu (dialeto paquistanês).

Na entrevista, ele atacou o que chama de “ativismo gay” e se disse contra a adoção de crianças por casais homossexuais usando argumentos como “eu não acredito que dois homens possam desenvolver um ser humano ou criar uma criança perfeita no sentido total”.

Também foi mencionada, no programa, sua formação de psicólogo. Uma petição lançada no dia 8 no Avaaz pede, portanto, a cassação do registro de profissional de Silas Malafaia pelo Conselho Regional de Psicologia carioca.

Os autores da proposta contra Malafaia se baseiam em artigo instituído em 1999 pelo Conselho Federal de Psicologia, que proíbe emitir opiniões públicas e tratar a homossexualidade como um transtorno.

A Folha apurou que há um processo que corre em sigilo para investigar o caso no conselho carioca de psicólogos.

Nada tem valor legal no site, mas as assinaturas colhidas na internet viram justamente um termômetro do clamor social –vide o pedido pelo impeachment do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Qualquer pessoa pode cadastrar um abaixo-assinado.

Houve, inclusive, réplica: também no Avaaz, criou-se uma campanha a favor da “não cassação” do registro do psicólogo-pastor.

Mas o abaixo-assinado que beneficia Malafaia foi retirado do ar (quando a campanha a seu favor tinha 65 mil assinaturas, e a contrária ao religioso registrava 55 mil adesões).

Para o pastor, foi “coisa de safado antidemocrático”.

Pedro Abramovay, ex-secretário nacional de Justiça e um dos responsáveis pelo Avaaz, confirma a exclusão do abaixo-assinado pró-Malafaia.

“Mais de 77% da nossa comunidade votou para remover esta petição, e estamos muito orgulhosos dessa decisão democrática para rejeitar este tipo de lobby para continuar práticas homofóbicas”, diz.

O Conselho de Psicologia carioca diz que não se manifestará sobre o assunto. Informa, no entanto, via assessoria de imprensa, que “está preparando nota pública para falar sobre o tema ‘psicologia laica’. A ideia é não pessoalizar Silas Malafaia, mas se posicionar sobre o tema da psicologia e religião”.

DOUTOR SILAS

Malafaia se formou em psicologia pela faculdade particular Gama Filho, no Rio, em 2006.

Diz que chegou a praticar a profissão no começo, numa clínica particular. Atendia a “evangélicos que se identificavam com ele”.

Mas preferiu “não misturar as coisas” e passou a se dedicar apenas à vocação religiosa.

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Caio Fábio: Os 3 tipos de atitude em relação à Bíblia

Pastor da Assembleia de Deus “Vivendo em Cristo” de São Gonçalo (RJ), Elvis Breves (qual o significado deste nome, Jorge Linhares?)  gravou um vídeo no qual aparece comendo algumas páginas da Bíblia.

A ~estratégia~ não é nova. Famosão depois de “cheirar” a Bíblia, o ex-Getsêmani e atual Lagoinha Lucinho Barreto (2 diminutivos é pleonasmo?) declarou que já comeu algumas páginas das Escrituras, citando episódios bíblicos para embasar a “refeição”.

O novo vídeo tem provocado piadas de todo tipo e reações contundentes, como no site Ateus do Brasil: “Pra quem devia estar comendo capim, já é o começo”. Infelizmente, a ~teologia~ macediana parece ter muitos aficionados na gospelândia: “somos como bolo; quanto mais baterem, mais cresceremos”. O líder da Universal finge (como sempre) ignorar que o IBGE já colocou por terra sua asserção.

No fim de semana foi divulgado um vídeo em que Caio Fábio fala sobre 3 tipos de atitudes em relação à Bíblia. Intitulado sagamente “Resposta ao Pastor comedor de Bíblia”, o texto de apresentação diz:

O Espírito Santo, de quem as Escrituras cita, antes de levar o homem a loucuras idiotizantes, veio convencer o homem sobre o pecado, a justiça e o juízo (Jo16.8) trazendo a consciência da centralidade de Jesus Cristo, ao invés de infantes propostas que o jovem que curte uma# dos dias de hoje pode até se interessar, mas NÃO MUDA, E NUNCA IRÁ MUDAR NADA.

Complicado será o que dia em que algum poser pastor em busca de holofotes se inspirar em Isaías e sair peladão por aí balançando suas heresias. #oremos

dica: Felipe Costa, Gerson Freire e Sidnei Carvalho de Souza

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Imaginando outro “crente”

quaresma2013

Júlio Zabatiero, no Novos Diálogos

Ser igreja do Messias Jesus é viver em permanente inconformismo. Ser igreja é uma existência que jamais se completa, é um experimentar o infinito no tempo-espaço finitos, sem jamais alcançar a infinitude que não nos é própria. Ser igreja é enfrentar constantemente novos e velhos desafios no caminho que dia a dia trilhamos rumo ao reino de Deus.

Dentre os muitos desafios que temos de enfrentar, hoje em dia um dos mais importantes é o da imaginação de outro tipo de crente. Imaginar, criar imagens de, figurar, penar, desenhar, sonhar, formar. O modelo denominacional de ser igreja formou um tipo específico de crente — pessoas capazes de frequentar templos, ocupar cargos, desempenhar funções específicas, financiar o funcionamento da igreja, sentar-se ordenadamente para ouvir, ouvir, repetidamente ouvir os mesmos sermões, as mesmas aulas, as mesmas canções. Diplomar-se: aluno da escola dominical, membro da igreja, dizimista. Se conseguir algo mais, tornar-se dirigente da igreja. Se transcender os limites da formação, tornar-se missionária, missionário, pastora, pastor, quem sabe, bispo, apóstolo, patriarca.

Crentes assim (de)formados não fazem nenhuma diferença — seja na igreja, seja no mundo (como se estas duas realidades não fossem coexistentes); é o crente da identidade, sempre equivalente, a mesma valência, o mesmo valor, o mesmo, a mesmice domingo após domingo, quarta após quarta, mês após mês, ano após ano. Mudanças? Só mudam mesmo os inimigos do crente. Ora a mentira, ora o adultério, ora o mundanismo, ora a homoafetividade, ora a política. Ora, oras. Um mundo sempre identicamente figurado, sempre o mesmo — jazigo do pecado, inerte em suas permanentes mudanças, sempre novamente igual; apenas novas faces do velho pecado: não ser crente.

O crente denominacionalizado não faz diferença porque insiste em ocupar o papel de juiz, de mestre, de senhor da realidade. Este tipo de crente sabe — que o mundo jaz no maligno, que pecadores não prestam, que não há pecado mortal, a não ser aquele no qual morrem os que não se tornam crentes na mesma cadência dos crentes equivalentes ao mundo que desprezam, mas ao qual se acomodam imperceptivelmente, até não conseguirem mais enxergar diferença, diferença de fato inexistente, exceto em um ponto: crentes confessam seus pecados, reconhecem sua indignidade, sua não-valência, rendem-se ao sacrifício irrepetível do salvador.

Deste tipo de crente, na Quaresma e fora dela, somos chamados ao arrependimento. Convidados a sepultá-lo à sombra das cruzes dos esquecidos, dos abandonados, das pessoas que ficaram à míngua, esperando aquela palavra, aquele gesto, aquele convite, aquele toque, aquele abraço. Ressurgir na força do Espírito do Messias só é possível como excesso, exceder. Excesso, saída de um modo de ser, para outro modo, sem saber bem como é esse outro modo. No Espírito, novidades são o modo de ser e novidades são o verdadeiro excesso, jamais contido, jamais previsto, jamais controlado. Excesso, não sucesso. O sucesso sempre supõe um estar debaixo de — um jugo, uma subserviência. O sucesso de hoje é subserviência ao mundo não mais percebido como mundo. Números e suas equivalências, equidistâncias, equações, projeções, cálculos.

Imaginar, formar um novo tipo de crente. Excesso, excedente, excelência. Formar, sem possuir o molde, a forma, o design. Formar excessivamente, sair, transcender, exceder. Abandono das equivalências, acolhida das diferenças, das peculiaridades, das exceções, dos excessos, do excesso. Acolhida do incalculável, surpresa surpreendente que está sempre próxima, sempre chegando, sempre fora do alcance, excedendo as medidas costumeiras. Acolhida da excelência, desistência da mediocridade. Mediocridade que caracteriza a equação, o cálculo, a permanência, a mesmidade. Imaginar novidade.

Formar em excesso, em exceção, em excedente, em excelência. Não mais medíocre, conforme a média, fazendo o mínimo necessário, fazendo o que todo mundo faz, do jeito que sempre se fez, sem questionar, sem inovar. Fazer o mesmo, viver na média, apenas reclamando, murmurando, confessando. Exceder: doutrinas, formas, estruturas, identidades, compromissos, confissões (de crenças e de pecados, ou de crenças-pecados?). Exceder: paredes, bancos, horários, boletins, revistas, datashows, sermões, aulas, reuniões. Exceder: fronteiras, limites. Aventurar-se: desconhecido, incalculável, imprevisível, implanejável.

Imaginar novos lugares de culto, escola, reunião. Talvez sem púlpitos, sem altares, sem mesas litúrgicas, sem tablados, sem privilégios, sem sacerdotes, sem bancos nem bancadas. Talvez deslocando púlpitos, altares, mesas, batistérios, corais. Talvez poltronas, mesas redondas, círculos, ar-livre, casas, ruas. Novidade não se pode planejar, apenas se pode tentar, experimentar, venturar. Novidade é sempre exceção, excesso, excedente. Ir além de. Mas para ir além de é preciso, antes, sair de. É preciso libertação, abandonar as panelas do Egito, dar boas-vindas ao deserto, sair em direção à terra prometida, abraamicamente, sem mapas.

Retroceder para exceder. Retrocessos, retrô. Um excesso dos tempos antigos: “nele não há grego nem judeu, bárbaro ou cita, homem ou mulher, escravo ou livre”. Exceder é romper as equivalências. Não nos enganemos: grego versus judeu; bárbaro versus civilizado; homem versus mulher — são o regime da equivalência, da igualdade hierarquizada, da falta (o oposto do excesso). Crente versus incrédulo; salvo versus perdido; ortodoxo versus herético; nós versus eles. Sempre o mesmo regime, da equivalência, da identidade afirmada na negação do outro. Crentes formados no regime da equivalência nunca excedem, apenas cedem — um pouco aqui, outro pouco acolá; uma regra aqui, outra acolá; uma nova lei hoje, outra amanhã. Excesso de retrocesso. Tentando alcançar a utópica Igreja Primitiva regressamos ao tópico mundo da identidade: todos iguais sob o mesmo Império — todos súditos, exceto um.

Formar no excesso, no excedente, na excelência. Imaginar uma nova subjetividade messiânica — retroceder apenas o suficiente para exceder, transcender, proceder. Seguir o rumo do Espírito, no compasso daquele que faz todas as coisas novas. Regime de excesso (não de exceção). Exceto um, todos e todas são iguais. Exceto um, a quem não se pode suceder. Todos procedem desse mesmo um, mas todos novos, novas, diferentes, excepcionais. Um que, excedendo a si mesmo, não é idêntico a si mesmo em si mesmo. Outrora se dizia: o mistério da Santíssima Trindade. Por que não dizer, hoje em dia, apenas, mistério do excesso? Apenas exceção à regra, à medida, ao cálculo, ao planejado, ao administrado.

Viver sob o regime do excedente: fora do regime do cálculo de fins e meios, fora da previsibilidade, fora do planejado estrategicamente, fora do caminho traçado cuidadosamente pelos mesmos que jamais abdicam do poder de fazer equivaler ao seu jeito de ser o jeito de todos serem. Excedendo a linguagem abstrata: trata-se de reinventar relações de poder; trata-se de deslocar os corpos dos lugares-comuns; trata-se de aprender democracia, de recuperar o irrecuperável espírito da equidade: “nele não há…”. Trata-se de, para retroceder mais uma vez: sacerdócio universal. Quimera, excedente, excelência, excepcionalidade. Novidade excessivamente desejada, jamais sucedida.

Viver sob o regime do excesso: fora das medidas, longe das fronteiras, abdicando das classificações, desprezo das funções, cargos e suas equivalências injustas, seus diferentes pesos e medidas. Excedendo novamente a linguagem da abstração: reinventar os ministérios. Sacerdócio universal excede as distinções ministeriais denominacionais, institucionais, milenares. Trata-se de deslocar os corpos das cadeiras, bancos e bancadas; púlpitos e arquibancadas. Para retroceder mais uma vez: exercitar dons, carismas, serviços — trocas mútuas, inequivalentes, excedentes, doações. Exceder o regime do ministério ordenado, do sacramento, da ordenança. Aceder ao regime da ek-klesÍa: ex-ceder.

Viver sob o regime do excepcional: aquém das convenções, dos estereótipos, aquém das restrições, dos saberes idênticos. Aquém de, indo além: democracia intelectual, democracia do sentido, da direção: novos sentidos, novos sentimentos, novas direções. Excedendo mais uma vez a linguagem da abstração: forjar novos sujeitos cognoscentes, retirar das mãos da minoria o domínio da palavra, da doutrina, da ortodoxia. Retrocedendo outra vez: o Espírito não fala através de um. É plural, fala apenas através de muitos, de todos, de todas. É espírito de comunhão, equidade, excesso de unidade, como um — metáfora: um que não é uno, mas plural, diverso, pluriforme, multiforme. Excesso de saberes.

Poder. Agir. Pensar. Três regimes, três regimentos desafiados. Três combatentes, três combates. O inimigo? Nós mesmos. Nós, que procedemos rumo ao sucesso, jamais retrocedendo. Combater o bom combate? Exceder. Ou, como diziam os antigos: transcender.

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